Arquivo de Anvisa - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/anvisa/ Tue, 26 May 2026 14:30:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Anvisa - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/anvisa/ 32 32 Novo tratamento à vista: Anvisa dá luz verde ao primeiro concorrente brasileiro do Ozempic https://campinashoje.com/novo-tratamento-a-vista-anvisa-da-luz-verde-ao-primeiro-concorrente-brasileiro-do-ozempic/2026/14485/ Tue, 26 May 2026 14:30:14 +0000 https://campinashoje.com/novo-tratamento-a-vista-anvisa-da-luz-verde-ao-primeiro-concorrente-brasileiro-do-ozempic/2026/14485/ A agência reguladora deu o aval para a nova caneta injetável de aplicação subcutânea. Chegada de novos laboratórios pode baratear o tratamento a longo prazo

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Um marco significativo foi alcançado no Brasil com a liberação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a farmacêutica EMS inicie a produção e venda do Ozivy. Esta aprovação representa o primeiro medicamento nacional à base de semaglutida, surgindo após a expiração da patente da dinamarquesa Novo Nordisk no país.

A semaglutida se tornou amplamente reconhecida globalmente, gerando receitas bilionárias, especialmente por ser o componente principal de populares “canetas emagrecedoras”, como os medicamentos Ozempic, destinado ao tratamento da diabetes tipo 2, e Wegovy, voltado para a obesidade.

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Canetas emagrecedoraCrédito: Pexels
Canetas de Ozempic e MounjaroReprodução: Novo Nordisk/Eli Lilly
Medicamentos para tratamento contra a obesidade, conhecidos popularmente como "canetas emagrecedoras"Reprodução

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Para obter seu registro, o Ozivy foi incluído em uma categoria regulatória denominada “desenvolvimento abreviado”. Este enfoque é direcionado a produtos que utilizam substâncias cujos efeitos são bem compreendidos pela comunidade científica, mas que ainda necessitam da comprovação rigorosa de segurança, eficácia e qualidade elevada pelo novo fabricante.

Desde que a patente perdeu sua exclusividade em março deste ano, diversas empresas farmacêuticas têm mostrado interesse na exploração desse mercado lucrativo. Contudo, as exigências regulatórias são rigorosas: em abril passado, alguns pedidos de registro foram rejeitados devido a problemas documentais e técnicos.

Informações indicam que a versão brasileira do medicamento será disponibilizada aos pacientes na forma de solução injetável subcutânea. O produto virá em diferentes dosagens e será acompanhado por agulhas e as conhecidas canetas aplicadoras.

Especialistas acreditam que a introdução do Ozivy e de futuros concorrentes promoverá uma competição saudável no setor farmacêutico, resultando na redução dos custos dos tratamentos para os pacientes nos próximos anos. Apesar da autorização concedida pela Anvisa, ainda não há uma data definida para que o novo medicamento seja disponibilizado nas farmácias.

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Problemas de qualidade e irregularidades: Anvisa revela condições alarmantes na fábrica da Ypê; Confira as imagens! https://campinashoje.com/problemas-de-qualidade-e-irregularidades-anvisa-revela-condicoes-alarmantes-na-fabrica-da-ype-confira-as-imagens/2026/14412/ Tue, 12 May 2026 14:30:07 +0000 https://campinashoje.com/problemas-de-qualidade-e-irregularidades-anvisa-revela-condicoes-alarmantes-na-fabrica-da-ype-confira-as-imagens/2026/14412/ Segundo a Anvisa, 80 lotes de produtos da Ypê finalizados apresentaram resultados fora do padrão microbiológico esperado, incluindo detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa

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Uma recente inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária (CVS) de São Paulo, revelou diversas irregularidades na fábrica da Ypê situada em Amparo, São Paulo. As falhas detectadas foram consideradas como possuindo alto risco sanitário pelos órgãos competentes.

A análise da Anvisa destacou “descumprimentos significativos nas etapas críticas do processo produtivo”, que incluem questões relacionadas aos sistemas de controle de qualidade, produção e monitoramento dos produtos. Segundo a agência, as não conformidades identificadas colocam em risco as normas de boas práticas industriais e podem facilitar a contaminação microbiológica dos produtos fabricados. Como resposta a essa situação, foi determinada a retirada de diversos itens da marca do mercado.

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Imagens do relatório mostram a inspeção sanitária realizada no fim de abril na fábrica da YpêFoto: Reprodução
Imagens do relatório mostram a inspeção sanitária realizada no fim de abril na fábrica da YpêFoto: Reprodução
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Na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, a diretoria colegiada da Anvisa irá se reunir para avaliar a situação e decidir se a suspensão dos lotes fabricados pela empresa permanecerá em vigor.

A inspeção também registrou equipamentos utilizados na produção de detergentes e lava-roupas líquidos apresentando sinais evidentes de corrosão.

Além disso, foram observados problemas estruturais em um tanque utilizado para manuseio de lava-louças. O relatório indica que resíduos de produtos devolvidos foram encontrados nas linhas usadas para envase.

Outro ponto crítico abordado no relatório diz respeito aos resultados laboratoriais coletados entre dezembro de 2025 e abril de 2026, onde 80 lotes finais mostraram resultados fora dos padrões microbiológicos aceitáveis, incluindo a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. Os fiscais afirmaram que esses itens não haviam sido rejeitados pelo setor responsável pelo controle de qualidade e estavam armazenados à espera de uma “definição financeira”.

A conclusão da vistoria pelos órgãos sanitários ressaltou que as irregularidades configuram uma situação “crítica”, caracterizada por um elevado risco à saúde pública, enfatizando a urgência na implementação de medidas corretivas e preventivas por parte da fabricante, sob pena de comprometer a saúde dos consumidores e agravar as sanções sanitárias aplicáveis.

A Anvisa informou que apenas os lotes com numeração finalizada em 1 estão afetados, abrangendo produtos das categorias lava-louças, detergente líquido e desinfetante.

A orientação emitida pelo órgão é clara: consumidores devem interromper imediatamente o uso desses produtos e contatar o serviço ao consumidor da fabricante para receber informações sobre o processo de retorno.

A agência também advertiu que produtos contaminados com bactérias podem causar infecções cutâneas, irritações oculares e problemas respiratórios, especialmente entre grupos vulneráveis como idosos e pessoas imunocomprometidas.

A medida cautelar que suspendeu a produção e comercialização dos lotes foi oficializada pela Anvisa na última quinta-feira (7). No dia seguinte, a Ypê apresentou um recurso administrativo que suspendeu temporariamente os efeitos dessa decisão até nova deliberação pela diretoria colegiada.

A análise final do caso está programada para ocorrer na próxima quarta-feira.

Em nota enviada ao programa Fantástico, a Ypê afirmou que não foram encontradas contaminações nos seus produtos durante a fiscalização. A empresa também mencionou ter mecanismos internos eficazes para identificação e descarte de itens que não atendem aos padrões exigidos.

A fabricante ainda acrescentou que as áreas mostradas nas imagens coletadas durante a fiscalização não têm contato direto com os produtos e fazem parte de um “plano robusto de melhorias”, desenvolvido em colaboração com a Anvisa desde o ano anterior.

Por fim, foi informado que as operações na unidade fabril estão suspensas desde quinta-feira passada, uma ação adotada para acelerar as adequações requisitadas pela agência reguladora.

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Anvisa interrompe uso de ingrediente em xaropes para tosse por perigo à saúde cardíaca https://campinashoje.com/anvisa-interrompe-uso-de-ingrediente-em-xaropes-para-tosse-por-perigo-a-saude-cardiaca/2026/14220/ Tue, 28 Apr 2026 14:26:02 +0000 https://campinashoje.com/anvisa-interrompe-uso-de-ingrediente-em-xaropes-para-tosse-por-perigo-a-saude-cardiaca/2026/14220/ Em comunicado, a Anvisa informou que os perigos ligados ao uso da substância são maiores do que os benefícios terapêuticos oferecidos pelos medicamentos

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Nesta segunda-feira (27/5), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a proibição do uso de medicamentos que contenham clobutinol, um componente encontrado em diversos xaropes para tosse disponíveis no Brasil. Essa decisão foi motivada por avaliações que indicaram potenciais efeitos adversos graves ao coração, incluindo arritmias.

Em um comunicado oficial, a agência regulatória revelou que a Gerência de Farmacovigilância chegou à conclusão de que os riscos associados ao uso do clobutinol superam os benefícios terapêuticos proporcionados pelos medicamentos. A Anvisa destacou: “A gravidade da situação justifica a suspensão dos produtos que contêm essa substância”.

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Medicamentos que contenham clobutinol são suspensos pela Anvisa
Medicamentos que contenham clobutinol são suspensos pela Anvisa
AnvisaCrédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Fachada da AnvisaCrédito: Reprodução Agência Brasil

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A nova norma já está em vigor desde sua publicação no Diário Oficial da União (DOU).

O cloridrato de clobutinol era utilizado frequentemente para o alívio da tosse seca, caracterizada pela ausência de secreção. Este composto é comercializado no Brasil há várias décadas, desde os anos 1960.

Apesar do longo tempo em que foi empregado, o clobutinol está sob restrições internacionais devido aos riscos cardiovasculares associados ao seu uso. Em 2007, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) baniu o produto do mercado europeu. Na mesma época, a farmacêutica Boehringer Ingelheim cessou a venda do xarope Silomat, que continha esse ingrediente.

Ainda assim, o ativo permaneceu acessível em versões genéricas e em alguns xaropes disponíveis no Brasil sob diferentes nomes comerciais, como Hytos Plus.

Os alertas sobre os riscos vieram após investigações realizadas pela própria Boehringer Ingelheim, que descobriram que a substância poderia causar alterações no “intervalo QT”, fase do ciclo elétrico responsável pelos batimentos cardíacos. O prolongamento desse intervalo pode resultar em desmaios ou alterações perigosas na frequência cardíaca.

A arritmia cardíaca ocorre quando há uma irregularidade nos batimentos cardíacos, que podem se apresentar como taquicardia (batimentos acelerados) ou bradicardia (batimentos lentos).

Os sintomas mais frequentes associados à arritmia incluem:

  • Fraqueza;
  • Tontura;
  • Suor excessivo;
  • Desmaios;
  • Confusão mental;
  • Falta de ar;
  • Sensação de mal-estar;
  • Peso ou desconforto no peito.
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Profissionais da saúde alertam que algumas pessoas podem não apresentar sinais visíveis. Sem um diagnóstico adequado e tratamento correto, as arritmias podem levar a complicações sérias, como parada cardíaca, doenças cardiovasculares e até morte súbita.

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Anvisa interrompe distribuição de lote de dipirona devido a possível contaminação https://campinashoje.com/anvisa-interrompe-distribuicao-de-lote-de-dipirona-devido-a-possivel-contaminacao/2026/14112/ Tue, 14 Apr 2026 14:26:07 +0000 https://campinashoje.com/anvisa-interrompe-distribuicao-de-lote-de-dipirona-devido-a-possivel-contaminacao/2026/14112/ Além do dipirona, a Anvisa também determinou a interdição de todos os lotes manipulados de substâncias como ésteres de testosterona, nandrolona, tirzepatida e semaglutida produzidos pela empresa Mali Produtos para Saúde LTDA

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a retirada imediata de um lote específico do medicamento dipirona monoidratada 500 mg/mL, amplamente utilizado no Brasil para alívio de dores e febre.

Essa decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (8/4) e refere-se ao lote 24112378, produzido pela empresa Hypofarma, que contém 100 ampolas de 2 mL cada.

O motivo da medida foi a descoberta de uma falha crítica na qualidade do produto, com a detecção de partículas na solução injetável. Esse tipo de anomalia gera preocupações sobre possível contaminação e representa um risco à saúde dos usuários.

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Ampola de medicamentoReprodução freepik
Anvisa aprova dose única de vacina contra dengue desenvolvida pelo ButantanFoto: Instituto Butantan/Divulgação
tirzepatida das marcas Synedica e TG são proibidas pela AnvisaFoto: Divulgação
AnvisaCrédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Fachada da AnvisaReprodução Agência Brasil
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A falha identificada vai contra as rigorosas normas sanitárias que regem a fabricação de medicamentos injetáveis, os quais devem atender a elevados critérios de pureza e integridade.

Em vista disso, a Anvisa recomenda que tanto os pacientes quanto as instituições de saúde cessem imediatamente o uso do lote comprometido e entrem em contato com o fabricante em busca de orientações sobre como proceder quanto à troca do produto.

Interdições adicionais no setor farmacêutico

Além da dipirona, a resolução também abrangeu outros produtos farmacêuticos relacionados.

A Anvisa instituiu a interdição dos lotes manipulados que contêm substâncias como ésteres de testosterona, nandrolona, tirzepatida e semaglutida fabricados pela Mali Produtos para Saúde LTDA.

Segundo informações do órgão regulador, foram encontradas sérias falhas na produção desses produtos, incluindo problemas no controle da qualidade, ausência dos testes obrigatórios, inadequações nas condições de armazenamento e falta de comprovação da origem das matérias-primas utilizadas.

Outra ação foi direcionada à Terapêutica Farmácia de Manipulação LTDA, situada em São José dos Campos (SP), que teve todos os seus medicamentos estéreis suspensos após uma inspeção que revelou “graves irregularidades sanitárias”.

Entre os problemas detectados estão falhas na garantia da esterilidade, utilização inadequada das técnicas de esterilização, falta de validações técnicas adequadas e inconsistências na rastreabilidade dos lotes produzidos.

A agência enfatiza que consumidores que adquiriram qualquer um desses produtos devem evitar seu uso imediato.

Nota oficial da Hypofarma

A empresa Hypofarma informou através de comunicado oficial que “o problema está restrito a um único lote.” A seguir está a nota completa:

“A companhia reitera que todos os seus produtos são fabricados em conformidade com padrões técnicos rigorosos estabelecidos pelas autoridades sanitárias competentes, mantendo um compromisso contínuo com a qualidade e segurança dos pacientes.”

“A Hypofarma continua investindo na modernização dos seus processos produtivos e na implementação das mais recentes tecnologias industriais, tendo como foco a excelência operacional e o aprimoramento constante dos controles de qualidade.”

“A empresa permanece aberta ao diálogo, sempre colaborando com os órgãos competentes.”

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