Arquivo de Z - Personalização Especial Agência ENM - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/z-personalizacao-especial-agencia-enm/ Tue, 13 Oct 2026 14:42:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Z - Personalização Especial Agência ENM - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/z-personalizacao-especial-agencia-enm/ 32 32 Vasco dá sinal verde para a negociação da SAF com Marcos Lamacchia https://campinashoje.com/vasco-da-sinal-verde-para-a-negociacao-da-saf-com-marcos-lamacchia/2026/15437/ Tue, 13 Oct 2026 14:42:54 +0000 https://campinashoje.com/vasco-da-sinal-verde-para-a-negociacao-da-saf-com-marcos-lamacchia/2026/15437/ Conselho Deliberativo aprova por 175 a 26 a proposta para transferência de 90% da SAF, que agora depende do aval dos sócios em Assembleia Geral.

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Na última terça-feira (6), o Conselho Deliberativo do Vasco deu seu aval à proposta da Almirante Participações, que busca adquirir 90% das ações da Nova SAF do clube. A empresa, associada ao empresário Marcos Faria Lamacchia, recebeu um parecer positivo dos conselheiros e agora aguarda a deliberação dos sócios estatutários.

O resultado da votação foi expressivo, com 175 votos a favor da negociação, 26 contra e três abstenções. Um total de 204 conselheiros participaram desse pleito que avaliou a proposta para a mudança no controle societário da SAF.

Conforme a estrutura proposta, a Almirante Participações ficará com 90% do capital da Nova SAF do Vasco. O clube associativo manterá os 10% restantes das ações, além de direitos especiais estabelecidos no contrato referente à operação.

Embora tenha recebido aprovação do Conselho Deliberativo, a transferência ainda não está finalizada. O processo necessita do consentimento dos sócios estatutários em uma Assembleia Geral, que é a última instância para que a operação se torne oficial.

A validação pelos associados será crucial para que a transferência de 90% das ações para a Almirante Participações seja concretizada. Com essa aprovação, será possível avançar na transição do controle da SAF para o novo grupo.

A proposta está atrelada ao empresário Marcos Faria Lamacchia, que assumirá o controle majoritário da estrutura caso receba também o respaldo na Assembleia Geral.

Enquanto isso, o Vasco como entidade associativa continuará detendo 10% das ações da SAF e preservará os direitos especiais previstos no acordo. Essa participação assegura a presença do clube dentro da estrutura societária da nova empresa.

Com a aprovação obtida no Conselho Deliberativo, o processo agora avança para uma fase crítica. É necessário convocar e realizar a Assembleia Geral dos sócios estatutários para definir o futuro dessa operação e decidir sobre a venda de 90% da Nova SAF.

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Santos acumula sete proibições de transferências; entenda os motivos https://campinashoje.com/santos-acumula-sete-proibicoes-de-transferencias-entenda-os-motivos/2026/15433/ Tue, 13 Oct 2026 14:42:46 +0000 https://campinashoje.com/santos-acumula-sete-proibicoes-de-transferencias-entenda-os-motivos/2026/15433/ Valores envolvem o mecanismo de solidariedade da Fifa; clube paulista pode sofrer uma oitava punição envolvendo a contratação de Yusupha Njie por empréstimo

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Na última segunda-feira (12), o Santos FC foi penalizado com mais três proibições de transferências pela FIFA, totalizando agora sete registros. Essas sanções estão relacionadas a mecanismos de solidariedade que exigem que o clube repasse 5% das receitas obtidas com vendas internacionais de jogadores para os clubes que formaram esses atletas. Com essa situação, o time da Baixada Santista se aproxima de enfrentar uma nova punição em breve, segundo informações dos jornalistas Bruno Cassucci e Bruno Gutierrez.

Os valores associados a essas sanções somam cerca de US$ 175 mil, equivalente a aproximadamente R$ 875 mil. Uma das punições está avaliada em 55 mil dólares (cerca de R$ 275 mil), enquanto as outras duas, juntas, totalizam 120 mil euros (em torno de R$ 671 mil), conforme apurações do Diário do Peixe e dos jornalistas mencionados.

As restrições impostas devido à falta de pagamento dos mecanismos de solidariedade impedem que o Alvinegro Praiano faça novas contratações até que essas pendências sejam resolvidas. Essa situação se agrava pelo fato de que o clube também já acumulou quatro transfer bans relacionados a uma dívida total de R$ 15 milhões com o ex-técnico Pedro Caixinha e seus três assistentes, o que limita ainda mais sua capacidade de registrar novos jogadores durante até três janelas de transferência.

Possibilidade de nova restrição na transferência

Além das dívidas relacionadas aos mecanismos de solidariedade e ao ex-treinador, o Santos enfrenta a possibilidade de um oitavo transfer ban relacionado ao empréstimo do jogador gambiano Yusupha Nije entre 2024 e 2025. O clube brasileiro deve R$ 2,2 milhões ao Al-Markhiya, do Catar, que entrou com um processo contra o Santos no meio deste ano por não cumprimento do acordo financeiro e pela rescisão antecipada do contrato com Nije, atleta que não atuou pelo Peixe.

Conforme reportado pelo Diário do Peixe, os valores envolvidos são de 350 mil euros (aproximadamente R$ 1,9 milhão) referentes ao empréstimo do jogador e mais 50 mil euros (cerca de R$ 300 mil) pela rescisão antecipada. Até o momento, segundo informações do ge, o Santos não efetuou nenhum pagamento das sete parcelas acordadas no valor de 50 mil euros cada uma com a equipe catariana.

Informações indicam que o Al-Markhiya solicitou à FIFA o pagamento integral da dívida acrescido de uma multa anual de 10% por cada parcela em atraso, além de outra multa correspondente a 10% sobre o valor total devido devido às cláusulas da rescisão. O Santos alegou dificuldades financeiras e pediu redução da multa para 5%, bem como um abatimento também desse percentual sobre a dívida. No entanto, a FIFA manteve as multas originais e apenas aceitou reduzir o valor da dívida conforme solicitado pelo clube.

Outras pendências financeiras do clube

O Santos ainda enfrenta dois casos registrados na CNRD conforme ressaltado pelo Diário do Peixe: um deles é uma cobrança feita pelo Cruzeiro e outro pelo Cuiabá. O clube mineiro reivindica R$ 1 milhão pela aquisição definitiva do zagueiro Zé Ivaldo realizada no início deste ano. Por sua vez, o Cuiabá cobra R$ 19 milhões relacionados a dois aspectos envolvendo o zagueiro Joaquim: sua compra em 2023 e a falta do repasse financeiro após sua venda para o Tigres UANL, do México.

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Corinthians busca novo patrocinador principal para enfrentar desafios financeiros https://campinashoje.com/corinthians-busca-novo-patrocinador-principal-para-enfrentar-desafios-financeiros/2026/15404/ Tue, 06 Oct 2026 14:41:10 +0000 https://campinashoje.com/corinthians-busca-novo-patrocinador-principal-para-enfrentar-desafios-financeiros/2026/15404/ Corinthians comercializa espaços do uniforme para os jogos restantes do Brasileirão e estipula meta de R$ 1,2 milhão por partida.

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O Corinthians intensificou suas iniciativas para aumentar as receitas comerciais na reta final do Campeonato Brasileiro. Em meio à incerteza sobre o patrocínio máster da Esportes da Sorte, devido à Medida Provisória que proíbe as operações das casas de apostas no Brasil, o clube decidiu vender espaços pontuais em seu uniforme para os jogos que restam na temporada.

Conforme informações compartilhadas pelo jornalista Marcelo Braga, a diretoria almeja arrecadar cerca de R$ 1,2 milhão por partida por meio desses patrocínios temporários. Esse montante pode sofrer variações conforme o potencial comercial de cada jogo, especialmente em clássicos ou nas partidas com maior audiência.

Atualmente, uma das negociações em curso envolve uma empresa do setor de educação financeira, cuja identidade ainda não foi revelada. A proposta inicial é utilizar o espaço máster na camisa do Corinthians durante partidas selecionadas. Contudo, a direção do clube também considera a possibilidade de destinar a marca para outros locais do uniforme.

Essa nova abordagem visa mitigar os impactos financeiros decorrentes da possível saída da Esportes da Sorte. O contrato vigente com a empresa se estende até 2029 e garante R$ 150 milhões anuais fixos, além de R$ 10 milhões em valores variáveis.

Se a atuação da Esportes da Sorte for encerrada definitivamente no Brasil, o Corinthians poderá deixar de receber até R$ 450 milhões em receitas fixas até o término do contrato. Por esse motivo, a administração está empenhada na busca por alternativas comerciais que ajudem a equilibrar as finanças do clube.

Os setores financeiro e de marketing também estão analisando a possibilidade de manter a parceria com a empresa de educação financeira mesmo se as casas de apostas retornarem ao mercado brasileiro. Nesse contexto, as marcas poderiam colaborar em uma campanha integrada que promova a conscientização e o uso responsável das apostas.

Na reta final do Brasileirão, o Corinthians tem dez confrontos programados. O time se prepara para enfrentar o Internacional no dia 7 de outubro, no Beira-Rio, e quatro dias depois medirá forças com o Palmeiras no Allianz Parque. Em seguida, receberá o Vitória na Neo Química Arena e enfrentará Atlético-MG, Vasco, Mirassol, São Paulo, Botafogo, Grêmio e Remo.

Com diversas propriedades do uniforme disponíveis para negociação, o Corinthians busca transformar os jogos restantes do campeonato em oportunidades significativas de arrecadação. A meta estabelecida de R$ 1,2 milhão por partida orienta a estratégia comercial que o clube está adotando nesta fase decisiva da temporada.

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Palmeiras considera dispensas de jogadores e mira lucro milionário https://campinashoje.com/palmeiras-considera-dispensas-de-jogadores-e-mira-lucro-milionario/2026/15402/ Tue, 06 Oct 2026 14:41:07 +0000 https://campinashoje.com/palmeiras-considera-dispensas-de-jogadores-e-mira-lucro-milionario/2026/15402/ Palmeiras projeta arrecadar mais de R$ 81 milhões com as vendas definitivas de jogadores emprestados.

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O Palmeiras já deu início ao seu planejamento financeiro e de elenco para a temporada de 2027, considerando a possibilidade de arrecadar mais de R$ 81 milhões com a venda definitiva de três atletas que estão emprestados a outros clubes. Luighi, Micael e Rômulo vêm se destacando em suas atuais equipes, mas não fazem parte dos planos da comissão técnica liderada por Abel Ferreira.

As informações foram reveladas pelo portal Lance!. A diretoria do clube alviverde vê essas negociações como uma estratégia para gerar receita e ao mesmo tempo aprimorar o grupo para o próximo ano.

Luighi, que está cedido ao New York City da Major League Soccer, é um dos casos em destaque. O atacante se destacou tanto que foi escolhido como o melhor jogador da equipe por dois meses consecutivos. Seu contrato contém uma cláusula de compra fixada em 6 milhões de dólares, o que equivale a aproximadamente R$ 31,2 milhões, e a equipe americana está avaliando exercer essa opção.

Outro atleta que pode trazer um bom retorno financeiro ao Palmeiras é Micael. O zagueiro atua no Inter Miami, onde tem como companheiros estrelas como Lionel Messi e Luis Suárez. Originalmente contratado pelo Palmeiras junto ao Houston Dynamo, ele pode render cerca de R$ 30 milhões caso o clube norte-americano finalize a compra até dezembro.

A terceira negociação envolve o meio-campista Rômulo, que está emprestado ao Novorizontino. Ele se destacou como um dos principais jogadores na busca pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro e seu passe está avaliado em pouco mais de R$ 20 milhões pelo Palmeiras.

Para Rômulo, o desfecho da negociação depende do término da Série B. O desempenho do atleta na fase final da competição poderá impactar as decisões sobre sua transferência para o Novorizontino.

No total, os valores estimados para as três transações somam mais de R$ 81,2 milhões. A provável venda desses jogadores permitirá ao Palmeiras aumentar seu capital para 2027 sem depender exclusivamente da venda de atletas que estão dentro do planejamento de Abel Ferreira.

Assim, o clube está explorando diversas alternativas para formar seu elenco na próxima temporada. Enquanto os três jogadores buscam manter seus bons desempenhos nos times onde estão emprestados, a diretoria alviverde monitora as possibilidades de negociação e aguarda definições sobre cada transação.

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Setor esportivo ultrapassa 3,3 milhões de postos de trabalho enquanto pesquisa visa expandir sua abrangência econômica https://campinashoje.com/setor-esportivo-ultrapassa-33-milhoes-de-postos-de-trabalho-enquanto-pesquisa-visa-expandir-sua-abrangencia-economica/2026/15352/ Tue, 29 Sep 2026 14:40:29 +0000 https://campinashoje.com/setor-esportivo-ultrapassa-33-milhoes-de-postos-de-trabalho-enquanto-pesquisa-visa-expandir-sua-abrangencia-economica/2026/15352/ Segunda edição do PIB do Esporte começa em setembro.

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Em 2023, a economia esportiva brasileira registrou mais de 3,3 milhões de empregos e movimentou R$ 183,4 bilhões. Esses dados, revelados na primeira edição do PIB do Esporte, servirão como base para um novo estudo que será iniciado neste mês de setembro pelo Instituto Sou do Esporte. A meta da próxima edição é expandir as medições e incluir atividades que não foram totalmente abordadas no levantamento anterior.

A quantia identificada na pesquisa preliminar representou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O estudo considerou uma ampla gama de entidades públicas e privadas, abrangendo setores como indústria, comércio e distribuição, serviços, saúde e bem-estar, turismo esportivo, mídia, entretenimento e regulação.

“A segunda edição é um desafio para integrar o PIB do Esporte em novas áreas da economia. Existem atividades que não foram consideradas ou que apareceram apenas parcialmente no primeiro estudo. Segmentos como apostas, turismo esportivo, eventos, eSports e a economia informal demonstram a complexidade desta indústria que precisa ser melhor compreendida. Quanto mais conseguirmos aprimorar a qualidade dos dados disponíveis, mais perto estaremos de entender a dimensão da economia esportiva no Brasil”, declara Fabiana Bentes, presidente do Instituto Sou do Esporte.

Atividades que não foram incluídas ou foram parcialmente contabilizadas incluem apostas, a economia informal relacionada ao turismo esportivo, eventos e os eSports. Além disso, dados específicos sobre educação física nas escolas não estavam disponíveis, assim como informações sobre o desporto militar.

O relatório enfatiza que a diversidade da indústria esportiva — com suas várias modalidades e eventos sazonais — torna a coleta de informações um desafio significativo. A escassez de dados detalhados foi identificada como uma das principais barreiras para o entendimento completo desse setor; informações sem confiabilidade foram descartadas.

“Quando adicionamos uma nova atividade à nossa análise, não estamos simplesmente aumentando um número. Estamos descobrindo quantas empresas operam nesse setor, quantos profissionais estão empregados e quais serviços e investimentos estão envolvidos. A segunda edição deve progredir especialmente nas áreas onde o primeiro estudo revelou lacunas informativas”, complementa Fabiana Bentes.

Investimentos se refletem em toda a economia

O levantamento inicial também avaliou o impacto financeiro das despesas com práticas esportivas. Para cada R$ 1 investido pelo setor privado na área esportiva, são gerados R$ 23,35 adicionais em toda a cadeia produtiva relacionada ao esporte. No caso dos investimentos públicos, esse valor chega a R$ 12,83 por cada real aplicado.

As Secretarias estaduais contribuíram com R$ 11,12 bilhões em 2023, representando cerca de 6% do PIB esportivo totalizado com informações provenientes de 26 estados e 2.438 municípios. Patrocínios também foram contabilizados na análise, assegurando que não houvesse duplicação nas receitas apuradas entre diferentes CNAEs.

“Ao mensurarmos o impacto do esporte na economia, conseguimos demonstrar que uma competição impacta muito além de atletas e organizações esportivas. Ela envolve setores como hotelaria, alimentação, transporte, tecnologia e comunicação. O intuito desta nova edição é aprofundar essa análise e gerar dados que ajudem a compreender onde e como o esporte influencia a economia brasileira”, finaliza Fabiana Bentes.

A nova fase deste projeto terá início em setembro de 2026 e visa criar uma base periódica de dados sobre a contribuição do esporte à economia brasileira.

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Experiência do cliente em academias e clubes começa na gestão de pessoas https://campinashoje.com/experiencia-do-cliente-em-academias-e-clubes-comeca-na-gestao-de-pessoas/2026/15282/ Tue, 15 Sep 2026 14:39:41 +0000 https://campinashoje.com/experiencia-do-cliente-em-academias-e-clubes-comeca-na-gestao-de-pessoas/2026/15282/ Processo normal nas grandes empresas entra na conta do mundo esportivo.

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O crescimento dos negócios relacionados à atividade física amplia também um desafio para academias, clubes e empresas do setor esportivo: transformar estrutura, equipamentos e serviços em uma experiência capaz de manter alunos, associados e clientes.

Por trás dessa relação estão os profissionais responsáveis pelo atendimento, operação, gestão e contato diário com o público, colocando a gestão de pessoas como parte da discussão sobre retenção e desempenho dos negócios.

A relação entre experiência dos profissionais e resultados das empresas estará entre os assuntos da segunda edição do NPW Experience, marcada para quarta-feira (16), em São Paulo (SP). O encontro será realizado no Sescon-SP, das 14h às 18h30, e reunirá empresários, executivos e especialistas para discutir liderança, cultura organizacional, engajamento, retenção e performance.

O debate ganha dimensão diante dos números sobre engajamento no ambiente profissional. O State of the Global Workplace 2025, da Gallup, apontou que apenas 21% dos trabalhadores no mundo estavam engajados em 2024, ante 23% no ano anterior. Entre gestores, o índice recuou de 30% para 27%. A organização estima ainda que 70% da variação no engajamento das equipes pode ser atribuída ao gestor.

Para Gabriel Polisandro Sowmy, sócio-diretor da NPW, essa discussão pode ser transportada diretamente para os negócios do esporte, especialmente aqueles nos quais a relação entre profissionais e clientes acontece diariamente.

”Quando falamos de academias e clubes esportivos, é muito fácil olhar para estrutura, equipamentos e serviços como os principais fatores de experiência. Mas existe algo antes disso: quem entrega essa experiência são as pessoas”.

Em uma academia ou clube, a experiência do consumidor passa por diferentes profissionais. Recepção, professores, treinadores, equipes comerciais, manutenção, atendimento, coordenação e gestores participam, em diferentes momentos, da relação com alunos e associados. Nesse modelo de negócio, problemas de comunicação, liderança ou rotatividade das equipes podem chegar diretamente ao consumidor.

A discussão também ocorre em um mercado no qual manter o cliente é tão relevante quanto conquistá-lo. Além da infraestrutura disponível, fatores como atendimento, relacionamento, acompanhamento e capacidade de criar vínculo fazem parte da percepção construída pelo consumidor durante sua permanência em academias e clubes.

”Um colaborador que se sente valorizado, preparado e conectado à cultura da organização tende a atender melhor, criar vínculos e cuidar mais de quem está do outro lado. No fim, investir na experiência do colaborador não é apenas uma questão de gestão de pessoas. É uma decisão que impacta a experiência do cliente, a retenção e a performance do negócio”.

A proposta do evento é discutir essa relação a partir de casos empresariais e das experiências de profissionais que atuam em gestão, expansão de negócios, tecnologia, finanças, direito, liderança e desenvolvimento humano.

“A experiência não começa quando o cliente entra pela porta. Ela começa antes, na maneira como a empresa prepara quem vai recebê-lo. Isso vale para diferentes setores, mas ganha uma característica muito clara no esporte, porque academias e clubes são ambientes de relacionamento e recorrência. O profissional encontra aquele aluno ou associado várias vezes por semana. A qualidade dessa relação passa a fazer parte do próprio serviço”, acrescenta Gabriel Polisandro Sowmy.

A influência das lideranças será um dos pontos da programação. Segundo a Gallup, a queda do engajamento global registrada em 2024 representou uma perda estimada de US$ 438 bilhões em produtividade para a economia mundial. A organização calcula ainda que uma força de trabalho plenamente engajada poderia adicionar US$ 9,6 trilhões à produtividade global.

Para Karina Graça, sócia-diretora da NPW, os indicadores ajudam a explicar por que cultura organizacional e experiência dos profissionais passaram a ser discutidas também sob a perspectiva dos resultados.

“A experiência de uma pessoa dentro da empresa é construída todos os dias, nas relações, na liderança, na comunicação e nas oportunidades de desenvolvimento. Não adianta uma organização ter um discurso forte sobre cultura se isso não aparece na rotina das equipes. No NPW Experience, queremos discutir justamente como transformar esses conceitos em práticas que façam sentido para as pessoas e também para os resultados do negócio”, afirma Karina Graça.

A programação começa às 14h10 com Raphael Santos e Pedro Henrique Resende, sócios fundadores da Santos Resende Advocacia, em uma discussão sobre riscos trabalhistas, NR-01 e pejotização na gestão de pessoas.

Às 15h10, Ivan Fraga Espindula Rocha, diretor comercial da Ponto da Lingerie, apresentará o processo de expansão da empresa e a relação entre cultura, gestão e desempenho na palestra “De 0 a 50 lojas: Como alinhar cultura, performance e gestão para expandir com sustentabilidade”.

Depois do intervalo, às 16h45, Kelly Colombo, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional da NPW, apresenta “A experiência que decide quem fica, quem cresce e quem entrega: Por que experiência deixou de ser pauta de RH e virou estratégia de negócio”.

Às 17h30, o painel “As perguntas que todo CEO deveria fazer” reunirá Gustavo Braz, CEO do Grupo PMD; Fabio Martins, Head de Vendas para os segmentos de Saúde e Seguros da TIVIT; Manoel De Cesare Filho, CEO do Grupo ATM e fundador da ATM Outsourcing; e Alexandre Portela Ferraz, diretor administrativo-financeiro da Perfil Líder.

A NPW é uma empresa brasileira especializada em recrutamento, outsourcing de TI e Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO), com mais de 11 anos de atuação no mercado. Com unidades no Jardim Paulista, Itaim Bibi e Consolação, em São Paulo (SP), a empresa atende organizações de diferentes portes e segmentos em todo o território nacional. Seu modelo de trabalho inclui processos estruturados de seleção, gestão de profissionais alocados e projetos personalizados de cultura organizacional, sempre com foco na aderência aos valores e objetivos de cada cliente.

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Com mais de 100 mil empresas, mercado de academias busca tecnologia para enfrentar evasão de alunos https://campinashoje.com/com-mais-de-100-mil-empresas-mercado-de-academias-busca-tecnologia-para-enfrentar-evasao-de-alunos/2026/15279/ Tue, 15 Sep 2026 14:39:37 +0000 https://campinashoje.com/com-mais-de-100-mil-empresas-mercado-de-academias-busca-tecnologia-para-enfrentar-evasao-de-alunos/2026/15279/ Empresas apostam em dados e inteligência artificial para ampliar retenção.

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O mercado brasileiro de academias reúne 103.790 empresas ativas e 186.592 empregos, segundo dados do Sebrae referentes a 2025. O número de postos de trabalho cresceu 12,7% em relação ao ano anterior, em um setor que combina expansão da oferta com um desafio que interfere diretamente no resultado dos negócios: manter o aluno depois da matrícula. Um estudo brasileiro que acompanhou 5.240 frequentadores mostrou que 63% dos novos alunos abandonaram a academia antes de completar três meses e menos de 4% permaneceram por mais de 12 meses consecutivos.

Em um modelo sustentado principalmente por mensalidades, a saída antecipada reduz o período de geração de receita por cliente e aumenta a necessidade de novas matrículas para recompor a base. Pesquisa publicada em 2026 no Journal of Retailing and Consumer Services aponta que as mensalidades representam tipicamente 85% da receita dos clubes fitness e situa as taxas anuais de cancelamento entre 40% e 50%. Retenção, portanto, deixa de ser apenas uma discussão relacionada à prática esportiva e passa a fazer parte da gestão financeira das academias.

A Movement desenvolveu o Movement ARCH, ecossistema digital que conecta equipamentos, aplicativos, dados e inteligência artificial. A proposta é acompanhar diferentes pontos da jornada do aluno, reunindo informações como frequência, treinos realizados, utilização dos equipamentos e comportamento ao longo do tempo.

Os dados podem ajudar profissionais e gestores a identificar mudanças de padrão, dificuldades recorrentes ou queda de frequência e atuar antes que o afastamento resulte no cancelamento.

“Pensamos em uma tecnologia capaz de ter uma visão 360 graus da jornada do aluno dentro da academia, desde o momento em que ele passa pela catraca até a entrega de uma experiência de treino mais personalizada, eficiente e completa. O objetivo é conectar dados, equipamentos e profissionais para entender o que acontece durante essa jornada e permitir que a academia ofereça a atenção certa, no momento certo”, afirma Victor Xavier, head do Laboratório de Inovação da Movement.

A tecnologia também atua durante o treinamento. Caso um equipamento previsto esteja ocupado, o sistema pode oferecer uma alternativa equivalente para evitar a interrupção daquela etapa. Se determinado exercício ou aparelho não atender às necessidades ou preferências do aluno, outras possibilidades podem ser apresentadas mantendo os objetivos estabelecidos para o treino.

Essa capacidade de adaptação ganha importância porque a frequência de utilização está relacionada à permanência. Pesquisa brasileira sobre retenção em serviços fitness identificou justamente a frequência de utilização como a variável de maior relevância para a retenção, enquanto preço e duração do contrato não apresentaram impacto significativo no modelo analisado.

Para as academias, o uso dos dados também pode aumentar a capacidade de acompanhamento das equipes. Em uma sala com vários alunos treinando simultaneamente, informações geradas pelo sistema podem indicar quem precisa de atenção e em qual momento. A ideia não é substituir o profissional, mas fornecer elementos para direcionar sua atuação.

O impacto da retenção ganha outra dimensão diante do volume de investimentos no segmento. Redes continuam ampliando unidades e capacidade instalada. A Selfit, por exemplo, anunciou 32 novas academias entre agosto e dezembro de 2026, sendo 26 próprias e seis franquias. Somente as unidades próprias representam investimento de R$ 91 milhões. A empresa encerrou 2025 com receita de R$ 448 milhões.

Para negócios que investem em imóveis, equipamentos, manutenção, profissionais, marketing e tecnologia, prolongar a permanência do cliente significa gerar receita recorrente sobre uma estrutura já instalada. No sentido contrário, a desistência exige que parte da operação comercial trabalhe continuamente para substituir os alunos perdidos.

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Reforma Tributária muda decisões de pequenos negócios esportivos https://campinashoje.com/reforma-tributaria-muda-decisoes-de-pequenos-negocios-esportivos/2026/15276/ Tue, 15 Sep 2026 14:39:34 +0000 https://campinashoje.com/reforma-tributaria-muda-decisoes-de-pequenos-negocios-esportivos/2026/15276/ Empreendedores do esporte terão de rever preços, custos e modelo tributário.

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Para quem empreende no esporte, a rotina não termina quando acaba o treino, a aula ou a competição. Por trás de uma assessoria de corrida, uma escola de natação, um estúdio de treinamento, uma quadra de beach tennis ou uma empresa que organiza eventos esportivos há uma operação que precisa pagar aluguel, equipe, fornecedores, equipamentos, taxas e impostos — muitas vezes com receitas que variam de um mês para outro.

A Reforma Tributária acrescenta uma nova variável a essa conta. Empresas optantes pelo Simples Nacional têm até 30 de setembro de 2026 para avaliar se recolherão IBS e CBS pelo regime regular no primeiro semestre de 2027.

Para os demais tributos, elas podem continuar no Simples. Quem não fizer a opção permanece com IBS e CBS dentro da sistemática do regime simplificado no período.

A decisão pode produzir resultados diferentes justamente pela diversidade existente dentro do esporte.

Um personal trainer que fatura R$ 15 mil por mês praticamente sem estrutura física tem uma composição de custos diferente de uma escola esportiva com o mesmo faturamento, mas que paga professores, aluguel e equipamentos.

Da mesma maneira, uma assessoria que atende pessoas físicas não necessariamente terá a mesma estratégia tributária de uma empresa que presta serviços esportivos para grandes companhias.

“A preparação começa com uma simulação do negócio real. A escolha tributária do concorrente pode ser inadequada para a sua academia”, afirma Anderson Diogenes Pavanello, CEO do Meu Contador Online (MCO).

Embora o exemplo seja a academia, a lógica vale para outros negócios do setor: faturamento semelhante não significa resultado semelhante.

Imagine dois empreendedores com receita mensal de R$ 20 mil. O primeiro trabalha como treinador, atende diretamente seus alunos e possui poucos custos além de deslocamento e ferramentas utilizadas no serviço. O segundo administra uma pequena escola esportiva, paga aluguel, mantém equipamentos e contrata profissionais.

Os dois faturam R$ 240 mil por ano. Mas a quantidade de dinheiro disponível depois das despesas pode ser completamente diferente.

É justamente nessa composição que entram os possíveis créditos de IBS e CBS no regime regular. Determinadas aquisições de bens e serviços poderão gerar créditos quando cumpridas as condições previstas na legislação. A folha de salários, por outro lado, não funciona da mesma maneira.

“Crédito tributário pode reduzir imposto, mas não deve ser confundido com dinheiro imediatamente disponível para pagar a folha”, explica Pavanello.

Para negócios esportivos intensivos em mão de obra, essa diferença ganha peso. Professores, treinadores, fisiologistas, recepcionistas, árbitros, produtores e outros profissionais podem representar parcela relevante do custo de uma operação sem necessariamente produzir créditos tributários equivalentes.

O problema não é apenas quanto entra, mas quando entra. Há ainda uma característica recorrente no esporte: a irregularidade da receita.

Uma escola esportiva pode perder alunos nas férias. Uma assessoria de corrida pode concentrar receitas em determinados períodos. Uma empresa de eventos recebe inscrições antes da realização da prova, mas paga fornecedores durante meses. Um organizador de campeonato pode receber patrocínio antecipadamente e executar o projeto muito depois.

O dinheiro no banco, portanto, nem sempre representa lucro disponível. Um evento que recebe R$ 100 mil em inscrições e patrocínios pode ainda ter R$ 70 mil comprometidos com locação, estrutura, arbitragem, segurança, equipe, comunicação e fornecedores.

A mesma lógica aparece nos planos de longo prazo vendidos por academias, escolas e estúdios. “Vender um plano anual melhora o caixa de hoje, mas também cria compromissos para os próximos 12 meses”, afirma Pavanello.

O desafio para o empreendedor é separar receita recebida, dinheiro comprometido e margem efetiva. A Reforma Tributária torna essa leitura ainda mais importante porque altera a forma como os tributos sobre consumo serão calculados e recolhidos ao longo da transição.

O perfil de quem contrata o serviço é outro ponto que separa os diferentes negócios do esporte. Um professor que atende exclusivamente pessoas físicas opera em uma lógica. Uma empresa de treinamento corporativo que vende programas de atividade física para outras companhias está em outra.

O mesmo acontece com produtores esportivos contratados por patrocinadores, fornecedores de eventos e empresas que prestam serviços para clubes e organizações.

No regime regular de IBS e CBS, o sistema de créditos passa a fazer parte dessa relação entre empresas. Isso significa que o modelo tributário escolhido pelo fornecedor pode entrar inclusive na negociação comercial.

É uma mudança relevante para um mercado no qual muitos profissionais começam como prestadores individuais e, à medida que crescem, passam a atender empresas, contratar funcionários e assumir estruturas maiores.

O preço da aula não é o faturamento do professor

A formação de preço também tende a exigir mais atenção! Uma aula vendida por R$ 100 não representa R$ 100 de rendimento para quem a presta. Impostos, taxa da plataforma ou do cartão, aluguel do espaço, deslocamento, equipamento e tempo dedicado à atividade reduzem o valor efetivamente disponível.

Em operações maiores, entram ainda folha, marketing, sistemas, contabilidade, manutenção e inadimplência. “O empresário precisa saber quanto sobra de cada mensalidade e em qual data poderá usar esse dinheiro”, destaca o CEO do MCO.

A frase vale para além das mensalidades. Pode ser aplicada à inscrição de uma corrida, à locação de uma quadra, à aula particular ou ao contrato de uma assessoria esportiva.

O MCO acompanha cerca de 4,7 mil empresas ativas em sua carteira. Desse total, 3.943 são optantes pelo Simples Nacional, universo diretamente envolvido nas decisões relacionadas ao novo modelo para 2027. “A melhor preparação é transformar a reforma em decisões concretas de preço, contratação, investimento e reserva de caixa”, afirma Pavanello.

Com origem na tradição contábil iniciada em 1966, em Santo André (SP), o Meu Contador Online combina experiência, tecnologia e atendimento humano. A empresa possui cerca de 4,7 mil clientes ativos, distribuídos por 558 municípios de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.

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Investimento privado em esportes gera retorno de R$ 23,36 para a economia a cada R$ 1 aplicado https://campinashoje.com/investimento-privado-em-esportes-gera-retorno-de-r-2336-para-a-economia-a-cada-r-1-aplicado/2026/15194/ Tue, 08 Sep 2026 14:38:13 +0000 https://campinashoje.com/investimento-privado-em-esportes-gera-retorno-de-r-2336-para-a-economia-a-cada-r-1-aplicado/2026/15194/ Estudo apresentado pela Sou do Esporte mede retorno econômico do setor

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Para cada R$ 1 investido pelo setor privado em atividades esportivas, são gerados R$ 23,36 na cadeia de valor do esporte. Em relação ao investimento público, a cada R$ 1 aplicado, surgem R$ 12,83 adicionais. Essas informações constam no primeiro Relatório Nacional da Economia do Esporte.

Os dados foram revelados por Fabiana Bentes, presidente e fundadora do Instituto Sou do Esporte, durante o Ticket Sports Summit que ocorreu nesta quarta-feira (2) no Memorial da América Latina, localizado em São Paulo (SP).

O estudo, realizado pelo Instituto Sou do Esporte com apoio metodológico da EY, revelou que o setor esportivo movimentou R$ 183,4 bilhões na economia nacional em 2023, representando 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Além disso, a cadeia esportiva gerou cerca de 3,3 milhões de empregos diretos e indiretos.

“Esporte não é apenas uma ajuda. Trata-se de um investimento que traz retorno e gera emprego e renda. É assim que devemos apresentar o valor do esporte no Brasil”, declarou Fabiana Bentes.

Os dados mostram um crescimento em comparação a 2022. O PIB do Esporte subiu de R$ 176,15 bilhões para R$ 183,4 bilhões em um ano, representando uma alta de aproximadamente 4,1%. A contribuição do setor para a economia brasileira também aumentou de 1,67% para 1,69%.

“É essencial enxergar o esporte como um investimento. Precisamos destacar sua importância econômica e não vê-lo apenas como um incentivo ou ajuda. O esporte é fundamental para o Brasil”, enfatizou Fabiana Bentes.

3,3 milhões de empregos

A análise da distribuição dos empregos ilustra bem a abrangência da cadeia esportiva. O comércio de produtos esportivos foi responsável por 52% das vagas totais, enquanto as atividades recreativas concentraram 25%. A indústria respondeu por 13%, e as áreas de mídia e publicidade totalizaram os restantes 7% dos postos.

O levantamento abrangeu mais de 20 setores econômicos ligados ao esporte, considerando áreas como indústria, consumo, saúde e bem-estar, turismo esportivo, governança, comércio e entretenimento.

Fabiana Bentes ressaltou a importância de ampliar a coleta de dados sobre essa área para que empresas e governos consigam entender melhor o retorno econômico gerado pelo esporte.

Os eventos esportivos representam uma oportunidade significativa para essa mensuração. Informações sobre o perfil dos participantes e acompanhantes, além de dados sobre hospedagem e gastos com alimentação e transporte podem ajudar a calcular o impacto econômico das competições nas cidades-sede.

“É crucial saber quantas pessoas participam dos eventos, qual seu perfil demográfico e quanto cada um investe para estar presente. Precisamos entender se eles vêm acompanhados e quais gastos realizam durante a estadia. Essa falta de dados qualificados ainda é um grande desafio no esporte brasileiro”, comentou Fabiana Bentes.

“Esses números reforçam nossa argumentação pela criação de mais oportunidades e investimentos em eventos esportivos. Quanto mais precisos forem os dados coletados sobre as competições, maior será nossa capacidade de evidenciar sua relevância e gerar percepção positiva no mercado”, destacou ela.

Nova edição

A segunda edição do PIB do Esporte está programada para ser desenvolvida em 2026 com base nos dados referentes a 2025. Este novo estudo buscará incluir atividades informais e abrangerá o mercado regulamentado de apostas esportivas.

“Conseguimos incluir uma emenda proposta pelo senador Portinho para o PIB 2 e já iniciamos este ano os estudos voltados a 2025. No levantamento inicial não tínhamos informações sobre apostas porque ainda não eram regulamentadas e havia escassez de dados sobre atividades informais”, explicou.

“O estudo tornou-se uma referência importante. Planejamos utilizar o ano-base de 2025 e nossa intenção é realizar atualizações bienais”, acrescentou Fabiana Bentes.

Fundado em 2015 pela jornalista Fabiana Bentes, o Instituto Sou do Esporte é uma entidade independente sem vínculos partidários que busca fortalecer o esporte brasileiro por meio da boa governança, transparência e responsabilidade social.

Entre os projetos principais estão o Prêmio Sou do Esporte, o PIB do Esporte, SDE Bisutti Talks e Sou do Esporte Gastronomia Nutritiva. O instituto também organiza eventos, produz estudos e programas de capacitação voltados ao fortalecimento do ecossistema esportivo no Brasil.

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Palmeiras estende contrato com estrela até 2030; confira detalhes e conquistas https://campinashoje.com/palmeiras-estende-contrato-com-estrela-ate-2030-confira-detalhes-e-conquistas/2026/15166/ Tue, 01 Sep 2026 14:38:08 +0000 https://campinashoje.com/palmeiras-estende-contrato-com-estrela-ate-2030-confira-detalhes-e-conquistas/2026/15166/ O atacante argentino é um dos principais nomes do elenco alviverde e soma 78 gols pelo clube.

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Na terça-feira (1º), o Palmeiras anunciou a extensão do contrato do atacante Flaco López. O jogador argentino ficará no clube até dezembro de 2030 e expressou sua felicidade em continuar sob o comando de Abel Ferreira.

Em uma declaração publicada pelos canais oficiais do Palmeiras, Flaco manifestou sua gratidão pela oportunidade e destacou o ambiente positivo entre os jogadores. Ele enfatizou a relevância da chamada “Família Palmeiras” e se considerou privilegiado por poder seguir na equipe.

A renovação acontece em um momento de grande desempenho para o centroavante. Ao longo de 2026, Flaco López já disputou 45 jogos e balançou as redes 21 vezes com a camisa do Palmeiras. Além disso, ele fez parte da Seleção Argentina na Copa do Mundo, onde a equipe conquistou o vice-campeonato.

Desde sua chegada ao Palmeiras em 2022, após deixar o Lanús, Flaco acumulou números impressionantes. Até agora, ele participou de 225 partidas e anotou 78 gols, tornando-se o principal artilheiro da equipe alviverde no momento.

Com essa performance, López se posiciona como o terceiro maior goleador do Palmeiras no século XXI. Ele está atrás de Raphael Veiga, que possui 109 gols, e Dudu, que contabiliza 88 tentos.

Flaco também atingiu marcas significativas entre os atletas argentinos que passaram pelo Palmeiras. Ele se tornou o argentino com mais conquistas e vitórias na história do clube, além de ocupar a segunda colocação entre os maiores artilheiros argentinos da equipe, perdendo apenas para Echevarrieta, que fez 113 gols.

A carreira do atacante é adornada por seis troféus oficiais. Com o Palmeiras, Flaco conquistou três títulos do Campeonato Paulista em 2023, 2024 e 2026, dois campeonatos brasileiros em 2022 e 2023, além da Supercopa do Brasil em 2023.

Com a prorrogação de seu contrato, Flaco López estará ligado ao Palmeiras até dezembro de 2030, o que lhe permitirá aumentar ainda mais suas estatísticas pelo clube.

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