Arquivo de caneta emagrecedora - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/caneta-emagrecedora/ Tue, 30 Jun 2026 14:33:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de caneta emagrecedora - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/caneta-emagrecedora/ 32 32 SUS inicia pesquisa com canetas para auxiliar na perda de peso em pessoas com obesidade severa https://campinashoje.com/sus-inicia-pesquisa-com-canetas-para-auxiliar-na-perda-de-peso-em-pessoas-com-obesidade-severa/2026/14787/ Tue, 30 Jun 2026 14:33:04 +0000 https://campinashoje.com/sus-inicia-pesquisa-com-canetas-para-auxiliar-na-perda-de-peso-em-pessoas-com-obesidade-severa/2026/14787/ Ao longo dos próximos dois anos, os pesquisadores irão monitorar diversos indicadores relacionados ao tratamento, como redução de peso, qualidade de vida e resultados de exames

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Na sexta-feira, 26 de junho, teve início uma pesquisa inovadora promovida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) visando avaliar a eficácia de medicamentos injetáveis para o tratamento da obesidade. O estudo piloto está sendo realizado no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), localizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e irá acompanhar 250 pacientes com obesidade severa que já recebem atendimento na unidade. A coordenação da iniciativa é do Ministério da Saúde e tem como objetivo coletar dados sobre a segurança, eficácia e impacto do uso da semaglutida dentro do sistema público de saúde.

O primeiro indivíduo a receber a medicação foi Guilherme Henrique Streppel Panichi, um motorista de aplicativo de 39 anos, que participou da aplicação inaugural durante o evento de lançamento do estudo. A substância utilizada é produzida pela farmacêutica Novo Nordisk.

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Ministro Alexandre Padilha durante anúncio do estudo em Porto Alegre nesta sexta-feira com aplicação em Guilherme Henrique Streppel Panichi, de 39 anosFoto: Rafael Nasciment/Ministério da Saúde
Canetas emagrecedoraCrédito: Pexels
Canetas emagrecedorasFoto: Gecko Studio/Shuttertsock
Canetas emagrecedoraCrédito: Freepik
Aplicação de caneta emagrecedoraReprodução: Freepik

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Nos próximos dois anos, os pesquisadores acompanharão uma série de indicadores relacionados à abordagem terapêutica, incluindo perda de peso, qualidade de vida dos pacientes, resultados laboratoriais, segurança do tratamento, evolução clínica e custos para o sistema público. O objetivo é determinar se as canetas podem reduzir a necessidade de cirurgias bariátricas e minimizar complicações decorrentes da obesidade.

A pesquisa será realizada através da colaboração entre o Ministério da Saúde e a equipe técnica do Grupo Hospitalar Conceição. O protocolo abrange indivíduos com obesidade grave ou aqueles que apresentam essa condição combinada a outras doenças como problemas cardiovasculares e que são candidatos à cirurgia bariátrica.

Para participar do estudo, os indivíduos devem comprovar um diagnóstico de obesidade há pelo menos um ano. Além disso, eles precisam demonstrar que tratamentos convencionais — como dietas estruturadas e exercícios físicos regulares — não resultaram nos efeitos desejados após um período mínimo de dois meses. É necessário também que os participantes tenham capacidade para aplicar a medicação por conta própria ou contar com um cuidador responsável pelo procedimento.

O financiamento deste projeto será realizado pela Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), que recebeu recursos da farmacêutica Novo Nordisk. Até o momento, não há previsão para que esses medicamentos sejam definitivamente integrados ao SUS; tal decisão dependerá dos resultados obtidos na pesquisa.

Além de avaliar os benefícios clínicos e financeiros desse tratamento, esta iniciativa visa gerar informações nacionais que possam orientar futuras políticas públicas sobre a luta contra a obesidade grave.

“Estamos interessados em entender como esses medicamentos podem ser utilizados no sistema público. Esperamos que isso possa trazer impactos econômicos positivos, como diminuir as filas para cirurgias bariátricas e reduzir complicações cardíacas associadas à obesidade e ao diabetes. Não consideramos as canetas como soluções milagrosas ou únicas para o problema da obesidade”, afirmou Padilha em entrevista recente.

Os agonistas do receptor GLP-1, popularizados por medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, atuam em diversos órgãos do corpo humano. No pâncreas, eles incentivam a liberação de insulina — razão pela qual também são utilizados no tratamento do diabetes tipo 2 — enquanto retardam o esvaziamento gástrico no sistema digestivo e aumentam a sensação de saciedade no cérebro, contribuindo assim para a perda de peso.

Estudos adicionais estão explorando os potenciais benefícios desses medicamentos em outras áreas da saúde. Um trabalho recente publicado na revista científica Annals of Oncology indicou que pacientes com obesidade tratados com essas canetas apresentaram uma redução de 41% no risco de desenvolver cânceres associados ao excesso de peso. Esta foi a primeira pesquisa a observar esse efeito em indivíduos sem diagnóstico prévio de diabetes.

A investigação foi conduzida por pesquisadores do Houston Methodist Hospital nos Estados Unidos, que analisaram dados referentes a 229.467 pacientes com obesidade registrados na plataforma TriNetX, que compila prontuários eletrônicos de aproximadamente 113 milhões de americanos.

Em paralelo, o mercado brasileiro está passando por novidades significativas. Há pouco mais de dez dias foi lançado no Brasil o Ozivy, medicamento desenvolvido pela empresa EMS. Este produto representa o primeiro uso aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da semaglutida sintética especificamente para tratamento do diabetes tipo 2. Além disso, outros 17 pedidos para registro estão atualmente sob análise pela agência reguladora.

Por meio do programa Vida + Leve, a EMS disponibiliza um kit contendo duas canetas multidose com dosagem inicial de 1 mg cada uma — quantidade suficiente para três meses — ao preço total aproximado R$863,23 ou cerca R$287 mensais.

A farmacêutica anunciou que o primeiro lote destinado ao mercado brasileiro incluirá cerca de 500 mil canetas e planeja aumentar sua produção anual para até 40 milhões unidades por meio investimentos superiores R$1,2 bilhão.

Segundo Alexandre Padilha, ministro da Saúde, parte da estratégia governamental envolve estimular concorrência neste setor. Assim sendo,a Anvisa continuará avaliando novos registros para medicamentos à base semaglutida que poderão aumentar oferta e ajudar na diminuição dos preços.

“Queremos nos apropriar dessa tecnologia assim como o Brasil fez com produção vacinas. Nossa intenção é fazer parte seleto grupo países capazes produzir peptídeos”, declarou Padilha.

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]]> Gracyanne Barbosa compartilha sua vivência com caneta para emagrecimento: “Não reduziu minha fome https://campinashoje.com/gracyanne-barbosa-compartilha-sua-vivencia-com-caneta-para-emagrecimento-nao-reduziu-minha-fome/2026/14581/ Tue, 02 Jun 2026 14:38:03 +0000 https://campinashoje.com/gracyanne-barbosa-compartilha-sua-vivencia-com-caneta-para-emagrecimento-nao-reduziu-minha-fome/2026/14581/ A influenciadora fitness explicou que recorreu ao método porque precisava emagrecer rapidamente para um trabalho, mas afirmou que o medicamento não reduziu seu apetite

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Gracyanne Barbosa, famosa por seu corpo tonificado e estilo de vida saudável, compartilhou detalhes sobre sua experiência com um medicamento em uma entrevista com Maya Massafera. A influenciadora fitness revelou que recorreu a uma caneta emagrecedora para conseguir perder peso rapidamente devido a uma demanda de trabalho.

Durante a conversa, Gracyanne explicou que o fármaco não teve o efeito esperado sobre seu apetite. “No ano passado, eu usei. Passei por um teste e pediram que eu eliminasse 10 kg. Com o Monjauro, perdi apenas 4 kg”, comentou.

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Gracyanne BarbosaReprodução: YouTube/Maya Massafera
Gracyanne BarbosaReprodução: Instagram @graoficial
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Gracyanne BarbosaReprodução: Instagram/@graoficial

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A ainda ex-participante do Big Brother Brasil, agora com 42 anos, também mencionou que não conseguiu atingir a meta desejada e acabou perdendo a oportunidade de trabalho. “Não consegui cumprir com o objetivo e perdi a vaga. O Monjauro não diminuiu minha fome”, afirmou no vídeo publicado na última quinta-feira (28 de maio) no YouTube.

A musa expressou seu desejo de ser mãe no futuro, afirmando: “Se Deus quiser, adoraria. Não sinto essa pressão estética. O foco está na disciplina. O corpo se recupera”, enfatizou.

“Considero as grávidas lindas e cada fase é especial. Ficaria emocionada ao me ver grávida treinando! Seria maravilhoso passar por essa experiência”, completou ela, que atualmente está em um relacionamento com Gabriel Cardoso, empresário de 35 anos.

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Lançamento da inédita caneta emagrecedora brasileira: datas e preços previstos https://campinashoje.com/lancamento-da-inedita-caneta-emagrecedora-brasileira-datas-e-precos-previstos/2026/14481/ Tue, 26 May 2026 14:30:11 +0000 https://campinashoje.com/lancamento-da-inedita-caneta-emagrecedora-brasileira-datas-e-precos-previstos/2026/14481/ O medicamento é feito à base de semaglutida, mesmo princípio ativo do Ozempic

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Nesta terça-feira (26/5), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu a aprovação para o registro da Ozivy, que se torna a primeira caneta emagrecedora desenvolvida no Brasil e que contém semaglutida como princípio ativo. Esse mesmo composto é utilizado em medicamentos conhecidos como Ozempic, Wegovy e Rybelsus. Confira as informações sobre o lançamento do produto e seu preço!

A Anvisa confirmou que o medicamento está autorizado para venda, embora os pacientes ainda precisem esperar um tempo até que ele esteja disponível nas farmácias.

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Caneta emagrecedoraCrédito: Reprodução precosnoparaguai.com.br

Canetas emagrecedoraCrédito: Reprodução

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Informações da EMS, o laboratório responsável pela produção do medicamento, indicam que a comercialização poderá iniciar entre dois a três meses, ou seja, até agosto deste ano.

O preço do produto ainda não foi revelado, mas é importante mencionar que atualmente o Ozempic é comercializado por aproximadamente R$ 1.300. Assim, estima-se que o custo da Ozivy fique na faixa de R$ 1.039.

A nova versão brasileira não deve ser confundida com um medicamento genérico, uma vez que produtos biológicos não têm equivalentes genéricos segundo as normas brasileiras. A Ozivy é considerada um novo medicamento e é caracterizada como um análogo sintético de um produto biológico.

Indicação de uso do medicamento

A Ozivy é indicada para tratar adultos diagnosticados com diabetes mellitus tipo 2 inadequadamente controlado, servindo como complemento à dieta e atividades físicas:

  • sozinha, quando a metformina não pode ser utilizada devido a contraindicações ou intolerância;
  • em combinação com outros fármacos destinados ao tratamento do diabetes.

A apresentação do produto será feita na forma de solução injetável através de uma caneta para administração semanal. Vale destacar que as condições de armazenamento diferem do medicamento original (Ozempic). A Ozivy deve ser mantida refrigerada (entre 2° C e 8° C) antes e após o início do tratamento.

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]]> Médico alerta: “canetas emagrecedoras” não são solução para todos os casos de obesidade. Saiba mais https://campinashoje.com/medico-alerta-canetas-emagrecedoras-nao-sao-solucao-para-todos-os-casos-de-obesidade-saiba-mais/2026/14104/ Tue, 14 Apr 2026 14:24:03 +0000 https://campinashoje.com/medico-alerta-canetas-emagrecedoras-nao-sao-solucao-para-todos-os-casos-de-obesidade-saiba-mais/2026/14104/ Segundo o especialista, pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40, classificados como superobesos ou obesidade grau III, o tratamento exige uma abordagem mais complexa

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O aumento significativo da obesidade no Brasil tem gerado preocupação entre os profissionais de saúde pública. Recentes informações do Vigitel, vinculado ao Ministério da Saúde, revelam que aproximadamente 25% dos adultos brasileiros sofrem dessa condição, que é classificada como crônica e multifatorial. Nesse contexto, a demanda por alternativas rápidas, como as conhecidas “canetas emagrecedoras”, tem crescido. No entanto, o uso indiscriminado desses medicamentos pode acarretar riscos, especialmente em casos mais severos. O médico Dr. Marcelo Carneiro, especialista em obesidade e cirurgião bariátrico, comentou sobre a inadequação do uso dessas medicações para todos os casos de obesidade.

Os medicamentos injetáveis têm se tornado cada vez mais populares por proporcionarem resultados rápidos na perda de peso. Contudo, para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 40, que são considerados superobesos, é necessário um tratamento que envolva uma abordagem mais complexa. Dr. Marcelo Carneiro ressalta que a administração dessas substâncias deve ser feita com cautela e planejamento estratégico.

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Especialista explica o papel da semaglutida, do Ozempic, no tratamento da obesidadeReprodução: Freepik
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“Os fármacos podem contribuir para o tratamento da obesidade, mas não solucionam a questão por completo. Trata-se de uma doença crônica e quando se encontra em estágio crítico a abordagem é ainda mais delicada. Nesses casos específicos, esses medicamentos podem ser utilizados antes da cirurgia bariátrica para ajudar a alcançar um peso adequado”, acrescenta.

Embora novas substâncias como semaglutida e tirzepatida tenham trazido avanços no tratamento da obesidade, o médico enfatiza que existem limites clínicos quanto à sua eficácia. Em situações mais avançadas da doença, a perda de peso obtida pode não ser suficiente para controlar condições associadas como diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono.

“Nos pacientes com estágios mais críticos da doença, a redução de peso alcançada muitas vezes não é suficiente para lidar com as comorbidades comuns nesses casos, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial e apneia do sono. Portanto, a cirurgia bariátrica continua sendo uma das opções mais seguras e eficazes”, destaca Marcelo.

Outro aspecto importante a ser considerado é o tempo. Para aqueles que se encontram em situações críticas, adiar um tratamento adequado pode agravar seu estado clínico. A utilização das canetas sem supervisão médica pode até atrasar intervenções mais efetivas como a cirurgia bariátrica.

“Apesar dos resultados rápidos oferecidos pelos análogos de GLP-1, quando lidamos com obesidade severa cada minuto conta e a cirurgia bariátrica se torna um procedimento crucial para melhorar as condições de saúde e aumentar a expectativa de vida”, afirma.

Em vista disso, especialistas sublinham a importância de um tratamento personalizado para a obesidade sob supervisão profissional. A difusão de soluções tidas como “milagrosas” pode gerar expectativas exageradas e prejudicar a saúde dos indivíduos.

“A crescente popularização de alternativas rápidas pode criar falsas esperanças e afetar negativamente a saúde das pessoas. Diante do aumento acelerado da obesidade, é fundamental disseminar informações corretas tanto quanto realizar tratamentos adequados especialmente para aqueles que enfrentam os casos mais graves desta condição”, conclui Marcelo Carneiro.

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