Arquivo de Z - Agência ENM 6 - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/z-agencia-enm-6/ Tue, 20 Oct 2026 14:43:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Z - Agência ENM 6 - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/z-agencia-enm-6/ 32 32 Corinthians negocia com patrocinadora para renomear a Neo Química Arena https://campinashoje.com/corinthians-negocia-com-patrocinadora-para-renomear-a-neo-quimica-arena/2026/15465/ Tue, 20 Oct 2026 14:43:26 +0000 https://campinashoje.com/corinthians-negocia-com-patrocinadora-para-renomear-a-neo-quimica-arena/2026/15465/ Corinthians negocia rescisão com a Hypera Pharma e tenta reduzir a multa para transferir os naming rights da Neo Química Arena à Caixa

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O Corinthians está em tratativas com a Hypera Pharma para discutir os valores relacionados à possível rescisão do contrato de naming rights da Neo Química Arena. Essa movimentação ocorre em paralelo às negociações com a Caixa Econômica Federal visando a quitação da dívida do estádio, onde há divergências entre as partes sobre o valor da multa contratual, conforme apuração realizada.

O acordo entre o clube e a empresa farmacêutica foi estabelecido em setembro de 2020, com duração de 20 anos. O contrato inclui uma tabela de valores decrescentes para uma eventual rescisão unilateral, estipulando que, até 2026, o valor seria de R$ 47,85 milhões. Este montante é o defendido pelo Corinthians nas discussões atuais com a patrocinadora.

Por sua vez, a Hypera Pharma acredita que a multa deve ser corrigida de acordo com o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). Caso esse reajuste seja aplicado ao longo do período do contrato, o valor final aumentaria em torno de 41%, totalizando aproximadamente R$ 68 milhões.

A gestão do Corinthians confia na boa relação com a Hypera Pharma para tentar minimizar os custos relacionados a uma possível rescisão antecipada do contrato. Esse encerramento pode se tornar necessário caso um acordo seja alcançado com a Caixa para transferir ao banco os direitos comerciais sobre o nome da arena.

Apesar das discussões em andamento, o clube deseja manter sua parceria com a Hypera Pharma. Entre as alternativas discutidas está a possibilidade de um novo contrato de patrocínio ou até mesmo negociar os naming rights de outras propriedades do Corinthians, como o CT Joaquim Grava.

Quando contatada, a empresa farmacêutica optou por não comentar sobre as negociações em curso.

Corinthians propõe à Caixa os naming rights da Neo Química Arena

A diretoria corintiana está buscando que a Caixa Econômica Federal assuma os naming rights da Neo Química Arena como parte de um plano para quitar a dívida existente do estádio. Na visão do clube, o espaço publicitário poderia gerar cerca de R$ 70 milhões anualmente.

Esse montante é significativamente maior do que os cerca de R$ 15 milhões por ano atualmente pagos pela Hypera Pharma, quantia que já inclui correções inflacionárias desde a assinatura do contrato em 2020.

No projeto apresentado ao banco, também estão previstas outras formas de colaboração. Entre essas possibilidades estão iniciativas como lançamento de títulos de capitalização e transferência das operações financeiras do clube para a Caixa — o que incluiria contas e pagamento dos salários — além da criação de cartões associados ao programa Fiel Torcedor.

A proposta sugere que o banco explore comercialmente o nome da arena por um período determinado. Com os recursos provenientes desse acordo, o Corinthians espera encontrar uma solução viável para sua dívida relacionada à construção da arena.

Dívida corintiana com a Caixa gira em torno de R$ 630 milhões

Recentemente, o Corinthians obteve uma suspensão temporária dos pagamentos relativos à dívida estimada em R$ 630 milhões. Além disso, houve retenção das receitas provenientes das bilheteiras e premiações esportivas. Essa medida representa um alívio para o fluxo financeiro do clube enquanto as negociações continuam.

Outro indicativo positivo nas conversas foi o desbloqueio de R$ 13,5 milhões pela Caixa. Esse valor fazia parte dos R$ 27 milhões depositados pelo Corinthians em uma conta-reserva conforme estipulado no contrato referente ao pagamento do estádio.

Com esses recursos liberados, a diretoria conseguiu saldar os salários atrasados referentes ao mês de setembro. No entanto, tanto as negociações com o banco quanto as definições sobre o contrato com a Hypera Pharma ainda dependem de novos entendimentos entre as partes envolvidas.

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Vorcaro manifesta interesse em adquirir fração do estádio do Palmeiras, revela emissora https://campinashoje.com/vorcaro-manifesta-interesse-em-adquirir-fracao-do-estadio-do-palmeiras-revela-emissora/2026/15463/ Tue, 20 Oct 2026 14:43:24 +0000 https://campinashoje.com/vorcaro-manifesta-interesse-em-adquirir-fracao-do-estadio-do-palmeiras-revela-emissora/2026/15463/ Ex-banqueiro, segundo emissora de TV, recebeu uma oferta de Walfrido Warde, seu advogado e da WTorre, por uma porcentagem do Nubank Parque em 2024

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O ex-banqueiro Daniel Vorcaro demonstrou interesse em adquirir aproximadamente 20% do estádio do Palmeiras, conhecido como Allianz Parque na época, conforme revelações obtidas pela Polícia Federal durante a investigação do escândalo financeiro envolvendo o Banco Master. A informação foi veiculada pela CNN Brasil.

Segundo a apuração da rede de notícias, as conversas que indicam o desejo de Vorcaro em comprar uma parte do estádio ocorreram em junho de 2024 e foram realizadas com seu advogado, Walfrido Warde. Este último também atua na WTorre, a construtora responsável pela arena. Durante as discussões, Warde informou Vorcaro sobre os sucessos da empresa em litígios relacionados a conflitos de interesse.

Ainda conforme relatado pela CNN Brasil, no mesmo mês, o advogado enviou novas mensagens a Vorcaro propondo a venda de uma fração do estádio. Nessas comunicações, ele mencionou que o valor estimado da arena girava em torno de R$ 1,7 bilhões e ofereceu 20% ao ex-banqueiro, que aceitou a proposta mesmo sem ter clareza sobre as dívidas vinculadas ao projeto.

Discussões sobre a dívida

Nas trocas de mensagens, Walfrido esclareceu que a dívida estava associada ao banco de investimento BTG Pactual e que pendências haviam sido resolvidas com o Palmeiras, com previsão para liquidar tudo até o final de junho de 2024. Ambos decidiram agendar uma reunião com “a família”, referindo-se à família Torre, proprietária da WTorre. Não há confirmação se esse encontro realmente ocorreu.

Conforme imagens divulgadas pela CNN Brasil, vinte dias após a aceitação da proposta de compra, o advogado voltou a contatar Vorcaro para cobrar uma posição sobre o assunto. Sem receber retorno por mensagem, Warde optou por ligar diretamente para o ex-banqueiro.

Reações dos envolvidos

A defesa de Daniel Vorcaro não se pronunciou sobre as alegações feitas e não houve contato estabelecido com Walfrido Warde. Por outro lado, a assessoria do Palmeiras comunicou à emissora que não possui informações sobre o tema e enfatizou que a gestão do estádio é responsabilidade da WTorre.

As conversas e detalhes relacionados ao caso podem ser acessados no site da CNN Brasil.

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Cerca de 15 milhões de brasileiros se dedicam à corrida, que cresce nas áreas urbanas https://campinashoje.com/cerca-de-15-milhoes-de-brasileiros-se-dedicam-a-corrida-que-cresce-nas-areas-urbanas/2026/15461/ Tue, 20 Oct 2026 14:43:21 +0000 https://campinashoje.com/cerca-de-15-milhoes-de-brasileiros-se-dedicam-a-corrida-que-cresce-nas-areas-urbanas/2026/15461/ Estimativa da Yescom destaca crescimento e necessidade de planejamento.

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No Brasil, cerca de 15 milhões de pessoas estão engajadas na prática de corridas de rua, conforme estimativas de Thadeus Kassabian, cofundador da Yescom. Essa informação foi compartilhada durante o SDE Bisutti Talks, realizado na última segunda-feira (19) em São Paulo (SP). O crescimento deste esporte se reflete no aumento do número de eventos realizados nas cidades, bem como na demanda por infraestrutura e profissionais qualificados.

Em São Paulo, a média de corridas por fim de semana saltou de quatro para sete nos últimos anos, segundo dados apresentados por Kassabian. A Yescom, que organiza algumas das principais competições do país, realiza cerca de 40 eventos anualmente e impacta diretamente aproximadamente 150 mil participantes.

O evento aconteceu no Bisutti Viale 441, promovido pelo Instituto Sou do Esporte em parceria com a Bisutti e com a coordenação da Foco Radical. Empresários e executivos se reuniram para discutir o crescimento das corridas e seus impactos econômicos.

Kassabian destacou que “corrida de rua é um negócio”. Ele ressaltou que a realização de um evento envolve toda uma estrutura: som, camisetas, água, fornecedores e recursos humanos. Para que uma corrida aconteça, são necessárias gestão, organização e responsabilidade. Segundo ele, não se trata apenas de uma atividade esportiva, mas sim de uma cadeia produtiva que abrange diversas áreas.

Crescimento exige maior troca de informações

A organização das corridas demanda um planejamento cuidadoso para atender os participantes adequadamente, montar estruturas temporárias e assegurar serviços com segurança apropriada. Esse crescimento também traz à tona a necessidade de avaliar os resultados obtidos em cada evento.

Kassabian propôs a criação de indicadores específicos para auxiliar organizadores, patrocinadores e fornecedores. Ele observou que ainda existem desafios na medição precisa do faturamento e dos resultados comerciais relacionados ao setor.

Esse tema é parte dos objetivos do PIB do Esporte, uma iniciativa do Instituto Sou do Esporte que visa demonstrar o impacto das atividades esportivas na economia brasileira.

A primeira edição desse estudo, realizada com a metodologia da EY, revelou que o setor movimentou R$ 183,4 bilhões em 2023 e gerou aproximadamente 3,3 milhões de empregos diretos e indiretos.

“É essencial que deixemos de ver o esporte somente como uma ferramenta para inclusão social e comecemos a reconhecê-lo também como um vetor de investimento. O esporte pode ser uma atividade econômica capaz de gerar impacto positivo, empregos e retornos financeiros.” Essa afirmação é da presidente do Instituto Sou do Esporte, Fabiana Bentes.

O próximo SDE Bisutti Talks está agendado para 1º de dezembro e terá como foco o encontro “Negócios em Foco”, onde cerca de 50 convidados estarão presentes. No dia anterior, em 30 de novembro, o instituto realizará sua premiação anual na Sala São Paulo em homenagem ao ex-jogador Cafu. Esta será a 11ª edição do Prêmio Sou do Esporte Foco Radical.

Fundado em 2015 pela jornalista Fabiana Bentes, o Instituto Sou do Esporte promove iniciativas ligadas à governança esportiva, transparência e impacto social. Entre suas ações destacam-se o PIB do Esporte, o Prêmio Sou do Esporte Foco Radical e os encontros SDE Bisutti Talks.

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