Arquivo de cinema - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/cinema/ Tue, 14 Jul 2026 14:34:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de cinema - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/cinema/ 32 32 Xica da Silva” retorna às telonas em versão 4K para celebrar seu cinquentenário https://campinashoje.com/xica-da-silva-retorna-as-telonas-em-versao-4k-para-celebrar-seu-cinquentenario/2026/14877/ Tue, 14 Jul 2026 14:34:07 +0000 https://campinashoje.com/xica-da-silva-retorna-as-telonas-em-versao-4k-para-celebrar-seu-cinquentenario/2026/14877/ Crédito: Sessão Vitrine PetrobrasClássico de Cacá Diegues, estrelado por Zezé Motta, ganhou trailer da versão restaurada e será relançado em 16 de julho
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O icônico filme “Xica da Silva”, sob a direção de Cacá Diegues e estrelado por Zezé Motta, recebeu um trailer oficial para sua versão restaurada em 4K, coincidentemente no ano em que celebra seu cinquentenário. A estreia nos cinemas brasileiros está agendada para o dia 16 de julho, através da Sessão Vitrine Petrobras.

A primeira apresentação desta versão remasterizada aconteceu no final de junho, durante a CineOP (Mostra de Cinema de Ouro Preto), um evento voltado à preservação do patrimônio audiovisual.

Originalmente lançado em 1976, “Xica da Silva” atraiu mais de 3,1 milhões de pessoas às salas de cinema. Este filme se destacou como o maior êxito comercial na trajetória de Cacá Diegues e foi o primeiro longa-metragem do cineasta a ser selecionado para representar o Brasil no Oscar.

A restauração visa revitalizar tanto a qualidade visual quanto sonora da obra, mantendo a estética da fotografia de José Medeiros e a direção de arte e figurino assinados por Luiz Carlos Ripper.

Zezé Motta: ícone do cinema brasileiro

Com “Xica da Silva”, Zezé Motta solidificou sua posição como uma das figuras mais proeminentes do cinema nacional. A performance da atriz no papel principal lhe rendeu diversos prêmios e fez com que a personagem se tornasse um símbolo cultural do Brasil.

Além de Zezé Motta, o elenco conta com Walmor Chagas, Altair Lima, Elke Maravilha, Stepan Nercessian, Rodolfo Arena, José Wilker, Marcus Vinícius e João Felício dos Santos.

A obra destaca uma mulher negra como protagonista em um momento histórico em que tal representação era incomum nas produções audiovisuais brasileiras.

Inspirada na vida de Chica da Silva, uma mulher negra escravizada que conseguiu sua liberdade e ascendeu socialmente no Distrito Diamantino no século XVIII, a narrativa traz à tona questões importantes sobre poder e resistência.

É importante ressaltar que a grafia original da figura histórica é com CH. O nome “Xica”, escrito com X, foi adotado pelo filme dirigido por Cacá Diegues.

Uma mistura de humor e crítica social

Baseado na obra “Memórias do Distrito de Diamantina da Comarca do Serro Frio”, escrita por João Felício dos Santos (1911-1989), o filme mescla humor, erotismo, música e crítica social e política.

No enredo, Xica se torna uma figura central no Distrito Diamantino, onde localizam-se algumas das minas mais ricas do Brasil. João Fernandes, representante da Coroa Portuguesa, se apaixona por ela e a eleva ao posto de Rainha do Diamante.

A ascensão de Xica provoca reações adversas entre seus opositores. Em resposta a essas ameaças, o rei de Portugal envia um emissário em uma tentativa de controlar sua crescente influência.

Cacá Diegues faleceu no início de 2025, deixando um legado imenso dentro do cinema brasileiro. Entre suas obras notáveis estão “Bye Bye Brasil” (1980), “Quilombo” (1984), “Tieta do Agreste” (1996), “Deus É Brasileiro” (2003) e “O Grande Circo Místico” (2018).

A publicação sobre o retorno de “Xica da Silva” aos cinemas em 4K no seu ano comemorativo apareceu inicialmente em Agora RS.

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Descubra as estreias imperdíveis nas telonas esta semana https://campinashoje.com/descubra-as-estreias-imperdiveis-nas-telonas-esta-semana/2026/14840/ Tue, 07 Jul 2026 14:33:09 +0000 https://campinashoje.com/descubra-as-estreias-imperdiveis-nas-telonas-esta-semana/2026/14840/ Crédito: Thiago Xavier Olá, meus queridos e amantes da sétima arte! Tudo bem? Hoje, te convido a conferir o que temos de novidade nas telonas. Inclusive, temos dois lançamentos com exibições na Cinemateca Paulo Amorim* e no Cine Bancários**. Então, se você gosta de cinema e quer saber o que está em cartaz, você está no lugar certo! […]
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Saudações, amantes do cinema! Como estão? Hoje trago a vocês as novidades que chegam às telonas. Temos duas estreias programadas para serem exibidas na Cinemateca Paulo Amorim* e no Cine Bancários**. Se você é fã de filmes e quer saber o que está em cartaz, continue conosco! Confira a lista abaixo:

Estreias

Minions & Monstros

Universal Pictures Brasil. Animação. 90 min

Nesta nova aventura, os Minions saem em busca de criaturas aterrorizantes que farão parte do seu filme de monstros.

Franz

* Exibição na Cinemateca Capitólio

A2 Filmes. Drama. 127 min

A renomada diretora Agnieszka Holland apresenta sua obra mais ousada até agora: uma cinebiografia sobre Frank Kafka, um dos escritores tchecos mais icônicos do século XX. O filme, estruturado como um mosaico caleidoscópico, narra a vida de Kafka desde seu nascimento em Praga no século XIX até seu falecimento em Viena após a Primeira Guerra Mundial, trazendo uma nova visão sobre o homem por trás da famosa obra literária.

Salvação

** Exibição no Cine Bancários

Pandora Filmes. Drama. 117 min

No alto das montanhas turcas, o retorno de um clã exilado reacende um antigo conflito territorial em uma aldeia isolada. Enquanto velhos ressentimentos vêm à tona, Mesut, irmão do líder local, começa a ter visões inquietantes que ele interpreta como mensagens divinas. Isso o leva a desafiar a autoridade de seu irmão, criando tensões entre crenças religiosas e disputas pelo poder na comunidade. A situação levará a um desfecho trágico ou à redenção?

Pré-estreias

08/07 – Moana

Disney. Aventura, Fantasia e Live-action. 115 min

No novo live-action de Moana, uma jovem embarca em uma missão para salvar sua tribo. Ao longo do caminho, ela encontra o semideus Maui, que a ajuda em sua jornada para se tornar uma especialista em navegação. Juntos, eles desbravam os mares em uma incrível jornada.

09/07 – O Convite

O2 Play. Comédia, Drama e Romance. 107 min

“O Convite” traz a história de Joe (Rogen) e Angela (Wilde), um casal enfrentando dificuldades em seu relacionamento. Durante um jantar aparentemente normal com os vizinhos do andar superior, interpretados por Penélope Cruz e Edward Norton, a noite se transforma em uma série de eventos inesperados que geram situações caóticas e engraçadas.

Aproveitem para verificar informações sobre ingressos e horários nas suas salas de cinema preferidas. Nos vemos na próxima semana com mais novidades! Um forte abraço! Thi.

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Mostra no Cinema da UFRGS homenageia a pluralidade das identidades queer https://campinashoje.com/mostra-no-cinema-da-ufrgs-homenageia-a-pluralidade-das-identidades-queer/2026/14743/ Tue, 23 Jun 2026 14:32:14 +0000 https://campinashoje.com/mostra-no-cinema-da-ufrgs-homenageia-a-pluralidade-das-identidades-queer/2026/14743/ Cena de Anhell69/ DivulgaçãoMostra “Geografias do íntimo” traz seis filmes de épocas, países e gêneros distintos
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Para celebrar o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, aSala Redenção se une àFilmicca para apresentar a exibição“Geografias do íntimo”. Esta mostra conta com seis filmes de diferentes gêneros, épocas e nacionalidades que destacam a diversidade das identidades queer. As sessões ocorrerão de22 de junho a 1º de julho, comentrada gratuita e acessível ao público em geral.

A abertura da mostra será no dia 22, às 16h, com a projeção do terror brasileiro“Verão Fantasma”(2022), dirigido por Matheus Marchetti. A trama aborda o romance entre Lucas e Martin, que é interrompido por eventos sobrenaturais. No mesmo dia, às 19h, será exibido o primeiro longa-metragem de ficção da cineasta Chantal Akerman,“Eu, tu, ele, ela”(1974), seguido de um debate com os historiadores da arte e ex-alunos da UFRGS,Thainá Maria eVictor Souza.

Na sequência da programação, será apresentado“Lola e o mar”(2020), que narra a história de uma jovem trans que retoma o contato com seu pai após anos afastados. O filme“Coronel Redl”(1985) também está na lista e retrata Alfred Redl, um oficial austro-húngaro que oculta sua origem judia e homossexualidade para progredir em sua carreira militar.

Outro destaque é“Os encontros de Anna”(1978), também de Chantal Akerman, que segue as aventuras da protagonista por diversas cidades europeias enquanto busca promover seu filme mais recente. Fechando a mostra, será exibido o documentário colombiano“ANHELL69”(2022), uma introspecção do diretor Theo Montoya sobre a comunidade LGBTQIAPN+ em Medellín.

A mostra “Geografias do íntimo” será encerrada no dia 1º de julho, às 19h, com uma nova apresentação de “Verão Fantasma” (2022), que incluirá uma conversa com o diretor Matheus Marchetti após a exibição.

Localizada no Campus Centro da UFRGS, a Sala Redenção pode ser acessada pela Rua Eng. Luiz Englert, número 333.

Programação

Verão fantasma
(Dir. Matheus Marchetti | 2022 | BR | 102 min | Terror, Fantasia | 16A)
No litoral brasileiro, Lucas e Martin se apaixonam enquanto tentam desvendar o desaparecimento de uma criança local. Contudo, forças obscuras ameaçam seu romance em meio ao cenário idílico do verão.
22/06 | segunda-feira | 16h
01/07 | quarta-feira | 19h + conversa com Matheus Marchetti

Eu, tu, ele, ela
(Dir. Chantal Akerman | 1974 | FR, BE | 82 min | Drama | 16A)
A história acompanha Julie, uma mulher reclusa que decide deixar seu apartamento após um longo período reorganizando sua vida através da pintura e escrita.
22/06 | segunda-feira | 19h + conversa com Thainá Maria e Victor Souza
01/07 | quarta-feira | 16h

Lola e o mar
(Dir. Laurent Micheli | 2020 | FR, BE | 90 min | Drama, Road Movie | 14A)
Lola é uma mulher trans que vive com seu melhor amigo Samir e sonha em ser assistente veterinária. Após a morte repentina de sua mãe, ela embarca em uma viagem ao Mar do Norte junto com seu pai.
23/06 | terça-feira | 16h
29/06 | segunda-feira | 19h

Coronel Redl
(Dir. István Szabó | 1985 | HU | 145 min | Drama, Guerra | 16A)
No comando da inteligência militar austro-húngara, Alfred Redl oculta suas raízes judaicas e sua homossexualidade para ascender na hierarquia.
23/06 | terça-feira | 19h
29/06 | segunda-feira | 16h

Os encontros de Anna
(Dir. Chantal Akerman | 1978 | FR, BE | 122 min | Drama | 14A)
A cineasta Anna viaja por várias cidades na Europa promovendo seu novo filme e enfrentando seu distanciamento emocional através dos encontros que realiza.
30/06 | terça-feira | 19h

ANHELL69
(Dir. Theo Montoya | 2022 | CO | 74 min | Documentário|16A)
Através das ruas de Medellín em um carro funerário, o diretor reflete sobre sua juventude queer e as dificuldades enfrentadas pela “geração sem futuro”.
30/06 | terça-feira|16h

A apresentação da mostra na UFRGS destaca a celebração das diversas identidades queer.

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O Enigma dos Meninos Desaparecidos: uma narrativa urbana que provoca reflexões sobre conexões humanas https://campinashoje.com/o-enigma-dos-meninos-desaparecidos-uma-narrativa-urbana-que-provoca-reflexoes-sobre-conexoes-humanas/2026/14530/ Tue, 02 Jun 2026 14:29:05 +0000 https://campinashoje.com/o-enigma-dos-meninos-desaparecidos-uma-narrativa-urbana-que-provoca-reflexoes-sobre-conexoes-humanas/2026/14530/ Crédito: Filmicca /DivulgaçãoNessa fábula urbana, um garoto interiorano está em busca de um amor na cidade grande. O que ele não esperava era que havia um assassino "caçando" garotos da idade dele.
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Olá, pessoal! Como vocês estão? Hoje, nosso bate-papo sobre cinema traz uma novidade emocionante: o Cinema Nacional! Neste mês de celebração do Orgulho LGBTQIAPN+, estreia nas salas de cinema o filme “Labirinto dos Garotos Perdidos” (Filmicca, 2025). Este longa-metragem, dirigido por Matheus Marchetti, apresenta uma fábula urbana envolvente e impactante que ressoa profundamente com a comunidade. Então, pegue sua bebida favorita e venha comigo nessa jornada!

A trama de “Labirinto dos Garotos Perdidos” segue um jovem do interior que busca seu lugar e um amor na grande cidade. A narrativa é repleta de sensualidade, misturando momentos macabros com cenas divertidas sobre o mundo dos relacionamentos. No entanto, ele se depara com uma ameaça inesperada: um assassino está à solta, atacando garotos da sua faixa etária na metrópole.

Esse filme provoca uma reflexão importante sobre a necessidade de ter uma rede de apoio sólida, especialmente em momentos de autodescoberta e compreensão do próprio lugar no mundo. Essa mensagem é relevante para todos, independentemente da orientação sexual. A história é contada sob a perspectiva de um personagem homossexual.

Esta é minha segunda vez assistindo “Labirinto dos Garotos Perdidos”. Tive a chance de conhecê-lo durante o Fantaspoa (Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre) e fiquei surpreso ao ter acesso a essa obra antes de sua exibição oficial. Agora, ao reassistir durante a cabine de imprensa, consigo extrair novas reflexões que vão além das minhas primeiras impressões do festival.

Embora eu considere que este filme fale diretamente à comunidade LGBTQIAPN+, acredito que todos possam tirar lições valiosas dele. É essencial destacar a importância de ter um suporte emocional saudável – seja através da família ou amigos próximos. Embora isso não necessariamente evite algumas decisões do protagonista, ele teria alguém para compartilhar suas experiências e buscar conselhos.

É importante esclarecer que o protagonista tem alguém com quem conversar sobre seus sentimentos. Ele menciona seu primeiro encontro, mas fica claro que essa relação não é profunda. O diálogo é superficial: “ele foi tão gentil e atencioso online, mas quando nos encontramos pessoalmente parecia outra pessoa”. E a resposta recebida é bastante fria: “isso é um truque clássico para enganar quem está desavisado. Além disso, você estava implorando por carinho pela internet”. Não me surpreende as escolhas que ele faz se essa era sua única fonte de apoio.

Não estou isentando o personagem da responsabilidade por suas ações; cada um deve arcar com suas próprias consequências. No entanto, imagine um jovem que está se descobrindo e buscando entender seus sentimentos desabafando com uma amiga e recebendo esse tipo de resposta… Como você se sentiria? Outro ponto relevante aqui é que ele opta por procurar uma amiga em vez de contar com o apoio familiar. Muitas vezes, as famílias não oferecem o acolhimento necessário para pessoas LGBTQIAPN+, criando uma realidade complexa.

Além das cenas íntimas e encontros efêmeros, o filme me fez refletir sobre como as pessoas podem ser cruéis consigo mesmas. Ter alguém para conversar e pedir ajuda é fundamental. Não estou dizendo que todas as pessoas são irresponsáveis; há aqueles que têm apoio e ainda assim tomam decisões erradas. Meu foco são aqueles que se identificam como LGBTQIAPN+ e enfrentam dificuldades sem querer se machucar – como ver alguém adulto tentando dar os primeiros passos na vida.

Felizmente, estamos avançando em direção a uma nova realidade aos poucos. No entanto, discutir sexualidade ainda é considerado um tabu em nossa sociedade. Mesmo em tempos em que conectar-se parece fácil nas redes sociais, abrir-se pode ser extremamente complicado devido ao medo do julgamento alheio ao confessar sentimentos como atração por determinadas pessoas.

Compreendem o que digo? Em meio a um mundo onde tudo parece perfeito nas redes sociais – cheio de felicidade e conexões superficiais – os bastidores muitas vezes não refletem essa imagem idealizada. Nesse contexto, o longa-metragem me fez perceber a importância vital de ter uma rede de apoio saudável para todos nós. Embora isso não impeça possíveis ferimentos nesse caminho cheio de obstáculos emocionais, ao menos teremos alguém disposto a ouvir sem julgamentos.

“Labirinto dos Garotos Perdidos” vai muito além das interações sexuais entre jovens na cidade grande; ele nos leva a refletir sobre como conduzimos nossas vidas e os riscos associados aos encontros quando faltam cuidado e respeito por nós mesmos. A vida real raramente se parece com um conto de fadas; muitas vezes o “príncipe encantado” não aparece logo no primeiro encontro. Precisamos nos proteger para não perdermos aquilo que temos mais precioso: nossa própria vida.

É gratificante ver essa produção ganhar destaque no circuito cinematográfico após ser apresentada em festivais. É crucial apoiar essas obras especialmente no fim de semana de estreia para garantir sua permanência nas salas. Este longa-metragem visceral certamente me provocou diversas reflexões; convido você a assisti-lo com mente aberta e buscando conectar-se às vivências do protagonista. E claro, adoraria saber sua opinião depois! Um abraço a todos! Thi.

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100 Noites de Desejo”: um universo de fantasia que reflete a vida cotidiana https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Tue, 02 Jun 2026 14:29:03 +0000 https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Crédito: IFC - Independent Film Company / Paris Filmes Cherry vive em um mundo onde mulheres são obrigadas a casar, servir aos maridos e gerar herdeiros. Pressionada por um casamento infeliz, ela encontra apoio na empregada Hero.
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Olá, pessoal! Junho trouxe consigo duas produções cinematográficas incríveis. Se você não acompanhou nosso último bate-papo, vale a pena conferir. Hoje, vamos discutir um filme que chegou de maneira sutil, mas que se revela surpreendente em suas nuances! Preparados? Vamos conversar sobre “100 Noites de Desejo” (Paris Filmes). Será que estamos diante de uma possível nova versão dos clássicos contos de fadas?

O título é uma boa adaptação, embora o original tenha um significado mais profundo. É semelhante ao caso do filme “Viva: A Vida é uma Festa”, que ao ser traduzido para “Coco” acaba por transmitir uma carga emocional maior. Mas vamos ao que realmente importa.

Na narrativa, somos transportados para um tempo diferente. O enredo ocorre em uma dimensão alternativa chamada Darkly End. Neste universo, as mulheres não possuem voz e são condicionadas ao casamento, tendo como única função servir aos maridos e gerar descendência.

Cherry (Maika Monroe) se encontra em um casamento infeliz com Jerome (Amir El-Masry), um marido distante e negligente que, apesar de não querer passar tempo com ela, anseia desesperadamente por um herdeiro. Desde os primeiros momentos do filme, é possível sentir o peso da pressão sobre Cherry. Ela é quase julgada por sua incapacidade de dar à luz a um filho – uma filha está fora de questão – sob pena de perder o direito à vida.

A única fonte de alegria na rotina diária de Cherry é a dedicada empregada Hero (Emma Corrin), com quem ela encontra espaço para compartilhar suas angústias. Quando Jerome se ausenta para uma misteriosa viagem a negócios, Cherry se vê sozinha com Manfred (Nicholas Galitzine), o atraente e provocante amigo do marido.

Nos primeiros minutos do longa-metragem, já se percebe o desconforto gerado pela trama. O homem? Um “ingênuo” que busca apenas cumprir a tradição familiar de ter filhos homens. Este assunto é defendido fervorosamente por outro membro da família: “Sempre produzimos excelentes herdeiros, todos homens”.

Só de relembrar essa cena me causa incômodo. O que esse “pobre inocente” não admite é que seu casamento nunca foi consumado. E mesmo ciente do risco que Cherry corre por não conseguir gerar um herdeiro, ele decide sair em “viagem de trabalho”. (Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

Em contrapartida, Cherry encontra consolo e amizade em Hero, sua empregada que se torna sua confidente. Hero está ciente da situação angustiante vivida por Cherry. Contudo, como são mulheres, suas vozes são silenciadas. Quando o “pobre homem” parte em sua viagem – deixando sua esposa sozinha com um jovem atraente – Hero transforma-se na heroína da história ao entreter Cherry e Manfred com narrativas fascinantes.

Neste momento, parece que o filme bifurca sua narrativa. Pode parecer confuso a princípio, mas confiem: isso adiciona camadas à trama e provoca reflexões sobre até onde a história pode ser considerada ficcional. É um filme ideal para ser assistido na companhia de amigos próximos e depois sair para discutir as diversas interpretações possíveis.

Uma das minhas animações prediletas é “A Bela e a Fera” (1991), especialmente pela força da personagem principal. Bela é muitas vezes chamada de “estranha”. Uma mulher apaixonada por leitura e capaz de recusar o interesse do homem mais cobiçado do vilarejo? Com certeza deve ser louca!

Essa temática faz parte das múltiplas questões abordadas em “100 Noites de Desejo”. Mulheres detentoras do conhecimento? Que sabem ler? Bruxas! Não há outra explicação possível. A expectativa é que elas administrem suas casas e gerem filhos. Quanto aos homens? Alguns podem até amar suas esposas genuinamente e encontrar felicidade – desde que cumpram esses requisitos; caso contrário, o “coitado” pode simplesmente casar novamente porque ele seria a “vítima”, visto que mulheres não podem ter mais conhecimento do que eles.

Esta obra traz elementos típicos dos contos de fadas enquanto permanece ancorada na realidade contemporânea. Revela como muitos homens mantêm aparências diante da sociedade e esperam ser tratados como figuras centrais cujos desejos devem ser atendidos, além do esforço necessário para modificar essa situação.

Recentemente venho refletindo sobre isso, mas “100 Noites de Desejo” reforçou minha convicção: o conhecimento deve ser valorizado acima de tudo e as pessoas atuais parecem ignorá-lo. Elas se deixam influenciar por postagens nas redes sociais sem questionar a veracidade dos fatos enquanto outras gerações arriscavam suas vidas em busca desse saber.

Atualmente, com o acesso facilitado à informação proporcionado pela tecnologia, muitos não enxergam seu valor real. É mais fácil aceitar o que alguém diz em um vídeo curto do que abrir um livro ou realizar uma pesquisa rápida na internet. Isso é lamentável.

“100 Noites de Desejo” provoca emoções intensas ao encerrarmos sua exibição; saímos tocados pelo desfecho da trama e refletimos sobre como ser diferente ainda é considerado algo abominável na sociedade atual. Enquanto em “Labirinto dos Garotos Perdidos” lidamos com a falta de acolhimento, aqui encontramos a ignorância como o verdadeiro antagonista social.

Certamente vale a pena reunir os amigos para assistir ao filme e debater as variadas interpretações após a sessão. Então já sabe: chame sua turma para conferir e depois venha me contar suas impressões! Um abraço a todos! Thi.

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Gigantes do Brasil volta ao centro do debate em um país que exige coragem para empreender https://campinashoje.com/gigantes-do-brasil-volta-ao-centro-do-debate-em-um-pais-que-exige-coragem-para-empreender/2026/14439/ Mon, 25 May 2026 10:32:31 +0000 https://campinashoje.com/gigantes-do-brasil-volta-ao-centro-do-debate-em-um-pais-que-exige-coragem-para-empreender/2026/14439/ Minissérie ressurge como leitura atual sobre o papel do empresário em um ambiente econômico ainda desafiador nos dias de hoje

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Minissérie ressurge como leitura atual sobre o papel do empresário em um ambiente econômico ainda desafiador nos dias de hoje

Em um momento em que o Brasil volta a discutir crescimento sustentável, produtividade e competitividade global, a minissérie Gigantes do Brasil ressurge como uma obra que ultrapassa o caráter histórico para se posicionar como um retrato contemporâneo do empreendedorismo nacional.

Exibida pelo History Channel, a produção revisita a trajetória de nomes como Francesco Matarazzo, Percival Farquhar, Giuseppe Martinelli e Guilherme Guinle, personagens centrais na construção da base industrial do país. Ao reconstruir esse período, a série evidencia que o desenvolvimento brasileiro não foi resultado de condições favoráveis, mas da capacidade de indivíduos em assumir riscos em cenários adversos e estruturalmente limitados.
Mais de um século depois, o paralelo com o Brasil atual é inevitável.

 Um ambiente desafiador que exige decisão

O empresariado brasileiro segue operando em um contexto que impõe obstáculos relevantes. Segundo o SEBRAE, os pequenos negócios representam aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e respondem por grande parte da geração de empregos formais no país. Ainda assim, enfrentam um ambiente marcado por elevada carga tributária, complexidade regulatória e acesso restrito a crédito.

Relatórios do Banco Mundial posicionam o Brasil entre as economias com maior dificuldade para cumprir obrigações tributárias, refletindo um sistema que consome tempo, recursos e previsibilidade das empresas. Além disso, o histórico recente de juros elevados e volatilidade econômica amplia o custo de expansão e reduz margens de segurança para tomada de risco. Nesse cenário, empreender deixa de ser apenas uma atividade econômica e passa a ser, na prática, um exercício contínuo de resiliência.

Coragem como eixo entre passado e presente

É justamente nesse ponto que Gigantes do Brasil se conecta com o presente de forma mais contundente. A série revela que os grandes ciclos de desenvolvimento do país foram impulsionados por decisões tomadas sem garantias, e, muitas vezes, em ambientes ainda mais adversos do que os atuais.

A industrialização brasileira não foi conduzida por incentivos estruturados, mas por empresários que operaram com visão de longo prazo, capacidade de execução e, sobretudo, coragem.

Essa lógica permanece atual.

Ricardo Nunes: a materialização contemporânea dessa mentalidade

Entre os entrevistados da série está Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e do Grupo R1, cuja participação reforça a ponte entre os pioneiros da industrialização e o empresariado contemporâneo. Já em 2016, sua leitura sobre o ambiente de negócios orbitava um conceito que, ao longo dos anos, se consolidou como central em sua atuação: coragem. Não como retórica, mas como prática empresarial. Uma coragem que se traduz na decisão de crescer mesmo diante de restrições, na capacidade de avançar sem dependência de incentivos governamentais e na disposição de liderar pelo exemplo, assumindo riscos calculados. 

Nos anos seguintes, essa visão se expandiu para além da sua trajetória individual e passou a impactar diretamente o ecossistema empresarial. Por meio de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de empresários, Ricardo Nunes vem estimulando, de forma prática, milhares de empreendedores a acreditarem em seus negócios e avançarem, mesmo em um ambiente que, muitas vezes, não oferece as condições ideais.

Há quase uma década, a fala do empresário segue reverberando no presente, evidenciando consistência com o que hoje ele reafirma como foco e determinação.

“Agora é a hora de acelerar. Você enxerga a hora de acelerar, mas nem sempre você esta preparado para acelerar, aí você tem que ter um fator que é primordial e que todo empreendedor tem, que se chama coragem”, afirmou Ricardo Nunes em 2016, na minissérie Gigantes do Brasil – Episódio 03, minutagem 8:33 à 8:44.

Uma obra histórica que se transforma em manifesto contemporâneo

Ao revisitar Gigantes do Brasil, fica evidente que a produção não se limita a contar a história da industrialização nacional. Ela evidencia um padrão que atravessa gerações: o crescimento do país está diretamente ligado à capacidade de seus empresários de agir apesar das circunstâncias.

Se no passado o desafio era estrutural, ausência de infraestrutura, capital e mercado, hoje ele se apresenta na forma de complexidade sistêmica, instabilidade econômica e alta carga operacional. Ainda assim, o vetor de transformação permanece o mesmo.

Nesse contexto, a participação do empresário Ricardo Nunes dentro da série ganha um significado que vai além do depoimento: ela representa a continuidade de um modelo mental que sustenta o empreendedorismo brasileiro: o de que o avanço não depende de condições perfeitas, mas da decisão de executar.

Sobre a produção

Gigantes do Brasil é uma minissérie em formato docudrama exibida pelo History Channel, que combina dramatização e depoimentos para retratar a formação da indústria brasileira entre o final do século XIX e o início do século XX, destacando os personagens que moldaram a economia nacional.

Sobre Ricardo Nunes

Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do  varejo  nacional e  empreendedor  serial com  décadas  de experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes se  consolida como  um  líder de opinião  que  conecta execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

Sobre o Grupo R1

Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

Saiba mais

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UFRGS lança sua primeira mostra dedicada ao cinema africano https://campinashoje.com/ufrgs-lanca-sua-primeira-mostra-dedicada-ao-cinema-africano/2026/14347/ Tue, 12 May 2026 14:27:02 +0000 https://campinashoje.com/ufrgs-lanca-sua-primeira-mostra-dedicada-ao-cinema-africano/2026/14347/ Cena de Concerto para um exílio - Imagem: DivulgaçãoSala Redenção exibe oito curtas-metragens de diferentes países do continente africano
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“Entre partidas e retornos” é a nova exposição sem custo na Sala Redenção. De 18 a 28 de maio, o Cinema da UFRGS apresentará uma seleção de oito curtas-metragens oriundos de diversos países africanos, como Senegal, Moçambique e Egito, além de três obras do renomado cineasta costa-marfinense Désiré Écaré.

A programação inicial da mostra inclui os filmes “Eu prometo o paraíso” (2023), “O regresso de um aventureiro” (1966), “Barcelona ou a morte” (2007), “Josepha” (1975), “Reou-Takh” (1972), “Karingana: os mortos não contam estórias” (2020) e “Fallou” (2017). Essas produções abordam temáticas relacionadas à imigração na África, assim como os efeitos da globalização e do colonialismo.

No decorrer da 14ª Semana da África na UFRGS, haverá uma homenagem ao cineasta Désiré Écaré. Graduado em território francês, sua obra é influenciada pela experiência da diáspora e pelas tensões entre o continente africano e a Europa. As obras exibidas do diretor serão “Concerto para um exílio” (1968) – que terá também a apresentação do curta-metragem “África sobre o Sena” (1955), dirigido por Paulin Soumanou Vieyra –, além de “A nós dois, França” (1970) e “Faces de mulheres” (1985).

A Sala Redenção está situada no campus central da UFRGS, sendo mais acessível pela Rua Eng. Luiz Englert, 333.

Serviço

Mostra “Entre Partidas e Retornos”

  • Acontecerá de 18 a 28 de maio
  • Sala Redenção – Cinema Universitário
  • endereço: Rua Eng. Luiz Englert, 333 – campus centro da UFRGS
  • A entrada é gratuita
  • Acesse o site: ufrgs.br/difusaocultural
  • Siga no Instagram: @salaredencao

Programação

Eu prometo o paraíso

(Dir. Morad Mostafa | Egito, FR | 2023 | 25 min | Drama | 14A)

A narrativa segue Eissa, um jovem imigrante africano que tenta lidar com as dificuldades da vida no Cairo.

+

O regresso de um aventureiro

(Dir. Moustapha Alassane | Níger, FR | 1966 | 34 min | Faroeste, Sátira | Livre)

Pós uma temporada nos Estados Unidos, Jimmy retorna ao seu vilarejo no Níger trazendo trajes típicos do faroeste americano. Ao distribuir essas roupas entre os amigos, provoca transformações nos nomes tradicionais que agora se tornam como “James Kelly” e “Black Cooper”.

18/05 | segunda-feira | 16h

19/05 | terça-feira | 19h

Barcelona ou a morte

(Dir. Idrissa Guiro | Senegal, FR | 2007 | 49 min | Documentário, Drama | 12A)

No subúrbio de Dacar, as consequências da globalização devastam a pesca artesanal, deixando muitos trabalhadores sem meios de sustento. Sem alternativas viáveis, eles começam a transformar seus frágeis barcos em embarcações para migração clandestina rumo à Europa.

+

Josepha

(Dir. Joseph Akouissone | República Centro-Africana, FR | 1975 | 13 min | Documentário | Livre)

This pilot film is part of a series that explores the experiences of black women in Europe and focuses on Josepha, an esteemed beautician and hairdresser residing in Paris. Through her work and personal stories, the short discusses Eurocentric beauty standards and the aesthetic pressures faced by black women.

Bios:

Date:

18/05 – segunda-feira – às 19h

20/05 – quarta-feira – às 16h

Reou-Takh

(Dir . Mahama Johnson Traoré| Senegal|1972|45 min|Drama|12A)

O título “Réou Takh” refere-se ao nome que os senegaleses rurais dão à cidade de Dakar. A história acompanha um jovem afro-americano que viaja ao Senegal para descobrir suas raízes históricas , visitando locais marcantes como a Ilha de Gorée.

+

Karingana : os mortos não contam estórias

(Dir . Inadelso Cossa| Moçambique|2020|10 min|Documentário , Poético|12A)

Após três décadas longe de sua terra natal , Nkomba Yengo retorna ansioso para reencontrar o velho Yamba e suas histórias antigas . Contudo , descobre que Yamba está mudo , enquanto o vilarejo vive uma amnésia coletiva devido aos traumas deixados pela guerra civil moçambicana.

+

Fallou

(Dir . Alassane Sy| Senegal , GB|2017|30 min|Drama|14A)

Fallou é um jovem senegalês que se muda para Londres . No entanto , durante essa jornada , ele enfrenta conflitos decorrentes das descobertas vibrantes proporcionadas pela metrópole.

19/05 | terça-feira | 16h

20/05 | quarta-feira |19h

Concerto para um exílio

(Dir . Désiré Écaré|1968|Costa do Marfim , FR|42 min|Drama|12 anos)

Por meio de uma abordagem que oscila entre ficção e documentário , este filme retrata o dia a dia dos estudantes marfinenses em Paris . A narrativa fragmentada revela o isolamento desses jovens que , mesmo estando imersos na rica cultura parisiense , sentem-se desraizados.

+

África sobre o Sena

(Dir . Paulin Soumanou Vieyra|1955|Senegal , FR|21 min|Drama , Documentário|Livre)

Reconhecida como uma obra fundamental do cinema africano contemporâneo , este ensaio cinematográfico desafia olhares etnográficos ao ser produzido por um diretor africano que observa e documenta aspectos da vida parisiense pela primeira vez.

25/06 – segunda-feira – às 19h

Date:

26/06 – terça-feira – às 16h

A nós dois , França 

(Dir . Désiré Écaré|1970|Costa do Marfim , FR|60 min|Comédia|14 anos)

Nesta sátira social , Écaré inverte a perspectiva do exílio ao contar a história de um grupo de mulheres africanas viajando até Paris com um objetivo claro : confrontar maridos e noivos que parecem ter abandonado suas raízes diante das influências culturais francesas.

Date:

26/05 – terça-feira – às 19h

27/05 – quarta-feira – às 16h

FACES DE MULHERES (VISAGES DE FEMMES)

(DIR.DÉSIRÉ ÉCARÉ |1985COSTA DO MARFIM105 MIN DRAMA16 ANOS)

A NARRATIVA ABORDA A VIDA DAS MULHERES NA COSTA DO MARFIM.Há TRÊS PARTES NESTE FILME.A PRIMEIRA MOSTRA UMA JOVEM EM UM VILAREJO QUE UTILIZA A ARTE COMO FORMA DE RESISTÊNCIA.A SEGUNDA SE PASSA EM ABIDJAN E ACOMPANHA UMA EMPRESÁRIA QUE LUTA POR INDEPENDÊNCIA.A ÚLTIMA PARTE FOCALIZA UMA MULHER QUE DECIDE BUSCAR SATISFAÇÃO SEXUAL DESAFIANDO TABUS SOCIAIS.

Date:

27/05 – quarta-feira – às 19h

28/05 – quinta-feira – às 15h

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]]> Mostra na UFRGS celebra a riqueza do cinema indígena https://campinashoje.com/mostra-na-ufrgs-celebra-a-riqueza-do-cinema-indigena/2026/14212/ Tue, 28 Apr 2026 14:25:08 +0000 https://campinashoje.com/mostra-na-ufrgs-celebra-a-riqueza-do-cinema-indigena/2026/14212/ Trecho de "Terra Vermelha" - DivulgaçãoProgramação é composta por seis produções audiovisuais protagonizadas por pessoas indígenas
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Em abril, como parte das comemorações do Mês dos Povos Indígenas, a Sala Redenção, em colaboração com a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade da UFRGS, apresenta a mostra intitulada “O canto da terra viva”. O evento contará com seis produções audiovisuais que têm como protagonistas indivíduos indígenas, com a intenção de ressaltar as identidades, conhecimentos e a luta dos povos nativos brasileiros. A entrada para a mostra é gratuita e aberta ao público, ocorrendo entre os dias 27 e 30 de abril.

A programação inicia no dia 27 com o drama ficcional “Terra Vermelha”, dirigido por Marco Bechis, lançado em 2008. Este longa-metragem, que disputou o Leão de Ouro no Festival de Veneza naquele ano, aborda os desafios enfrentados pelos indígenas guarani-kaiowás em Mato Grosso do Sul na sua busca por território.

Os documentários que farão parte da mostra incluem “O Mestre e o Divino” (2013), dirigido por Tiago Campos, que investiga os vestígios da catequização portuguesa em uma comunidade indígena contemporânea, e “Gyuri” (2021), realizado por Mariana Lacerda, que narra a relação da fotógrafa Claudia Andujar com os povos yanomami na Amazônia brasileira.

A mostra será encerrada no dia 30 de abril, às 14h, com a exibição de três curtas-metragens: “Ga vī: a voz do barro” (2022), “Fuá – o sonho” (2025) e “Da aldeia à universidade” (2025).

A sessão finalizará com um bate-papo que contará com a presença de Raquel Kubeo, pesquisadora indígena kubeo e doutoranda em educação pela UFRGS; Susana Maria Assis, guarani-mbya graduanda em Artes Visuais; e Odirlei Kaingang, aluno indígena kaingang da Faculdade de Direito. Para participar deste encontro, o público é incentivado a trazer um quilo de alimento não perecível, que será destinado à comunidade kaingang de Canela, localizada na serra gaúcha.

A Sala Redenção encontra-se situada no campus central da UFRGS, com acesso facilitado pela Rua Eng. Luiz Englert, 333. A realização da mostra “O canto da terra viva” conta com o apoio da Ancine, Descoloniza Filmes e Taturana – Cinema e Impacto Social.

Programação

Terra vermelha
(Dir. Marco Bechis | 2008 | BR | 108 min | Ficção | 14A)
No estado do Mato Grosso do Sul, uma comunidade indígena guarani-kaiowá enfrenta desafios na tentativa de recuperar suas terras ocupadas por fazendeiros. As consequências dessa perda se refletem na juventude local, levando alguns jovens ao suicídio. Durante um processo de retomada territorial, um jovem guarani se depara com a filha de um fazendeiro.
27/04 | segunda-feira | 16h
28/04 | terça-feira | 19h

O Mestre e o Divino
(Dir. Tiago Campos | 2013 | BR | 85 min | Documentário | S/C)
A catequização indígena no Brasil é marcada por mitos e realidades. No século XXI, uma aldeia em Sangradouro, Mato Grosso, recebe dois cineastas — o alemão Aldalbert Heide e o xavante Divino Tserewahu — que ajudam os moradores a redescobrir as origens de suas tradições.
27/04 | segunda-feira | 19h
29/04 | quarta-feira | 16h

Gyuri
(Dir. Mariana Lacerda | 2020 | BR | 88 min | Documentário | S/C)
A narrativa entrelaça as trajetórias da pequena aldeia húngara Nagyvárad e da Terra Indígena Yanomami na Amazônia brasileira. Claudia Andujar, uma judia sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que se exilou no Brasil, dedica sua vida à proteção dos povos yanomami.
28/04 | terça-feira | 16h
29/04 | quarta-feira | 19h

Ga vī: a voz do barro
(Dir. Ana Letícia Meira Schweig et al. | BR | 2021 | 11 min | Animação | Livre)
A produção cinematográfica explora o ofício das mulheres kaingang na confecção de cerâmica no Paraná, apresentando uma narrativa sensível sobre a transmissão cultural entre gerações.
+
Fuá – o sonho
(Dir. Viviane Jag Fej Farias & Amallia Brandolff | 2025 | BR | 20 min | Documentário | S/C)
Crescendo longe das tradições ancestrais do seu povo, Fuá tem sonhos sobre uma planta enigmática. Com sua mãe adoecida, ela embarca em uma jornada para encontrar cura e reconexão enquanto procura entender seu sonho.
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Da aldeia à universidade
(Dir. Leandro de Alcântara| 2025| BR|16 min|Documentário|Livre)
This documentary addresses the cultural experiences and conflicts faced by the srowasde xerente and krtadi xerente indigenous people as they leave their village to pursue higher education.
30/04| quinta-feira|14h + conversa com Raquel Kubeo, Susana Maria Assis e Odirlei Kaingang

A publicação Cinema da UFRGS homenageia o cinema indígena por meio dessa nova mostra.

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Mostra no Cinema da UFRGS destaca histórias femininas e mundos de fantasia https://campinashoje.com/mostra-no-cinema-da-ufrgs-destaca-historias-femininas-e-mundos-de-fantasia/2026/14208/ Tue, 28 Apr 2026 14:25:02 +0000 https://campinashoje.com/mostra-no-cinema-da-ufrgs-destaca-historias-femininas-e-mundos-de-fantasia/2026/14208/ Imagem: Cena de "Cleo" / ReproduçãoMostra “Delírias” traz sete filmes de diferentes gêneros que, em comum, encaram o onírico e o fantasioso como espaços de liberdade feminina
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A Sala Redenção promove, entre 4 e 13 de maio, a exibição da mostra “Delírias”, que reúne obras com protagonistas do universo feminino. O evento conta com sete filmes de variados gêneros, todos explorando o onírico e o fantástico como formas de expressar a liberdade das mulheres.

As sessões são gratuitas e abertas ao público em geral. A Sala Redenção está situada no campus central da UFRGS, com entrada mais acessível pela Rua Eng. Luiz Englert, 333.

Detalhes dos filmes

A programação começa no dia 4 de maio com duas obras que abordam o tema do luto: “Cleo” (2019), uma produção alemã que retrata a vida de uma jovem atormentada pela culpa após a morte do pai; e “Despedida” (2021), um conto de fantasia gaúcha sobre uma menina de 11 anos que viaja para o interior do estado para participar do funeral da avó. 

No mesmo período, será exibido “O céu de Alice” (2020), obra de estreia da diretora francesa Chloé Mazlo. Este filme combina ficção, stop motion e animação para contar a história de Alice, uma recém-chegada da Suíça ao Líbano, que se envolve com Joseph, um astrofísico excêntrico que sonha em enviar o primeiro libanês ao espaço. 

A mostra continua com dois musicais: “Orféa apaixonada” (2022), dirigido por Axel Ranisch, que narra a história de uma jovem aspirante a cantora de ópera apaixonada por um criminoso surdo; e “Anos dourados” (1986), um musical icônico criado por Chantal Ackerman, ambientado em um shopping center.  

O evento se encerra com as comédias “Franky Five Star” (2023), da diretora Birgit Möller; e “A bruxa do amor” (2016), dirigida por Anna Biller. 

Mais informações

Site –ufrgs.br/difusaocultural
Instagram – @salaredencao

Apoio: Goethe-Institut Porto Alegre, Pátio Vazio, Aliança Francesa Porto Alegre, IFCinéma, CineSesc e Filmicca

Programação

Cleo

(Dir. Erik Schmitt | 2019 | DE | 101 min | Romance, Drama | 12A)

Cleo é funcionária de um escritório de turismo em Berlim e leva uma existência solitária desde a morte de seu pai. Consumida pela culpa, ela anseia por um relógio mágico que a ajude a voltar no tempo para salvá-lo. | Apoio: Goethe-Institut Porto Alegre

04/05 | segunda-feira | 16h

05/05 | terça-feira | 19h

Despedida

(Dir. Luciana Mazeto, Vinicius Lopes | 2021 | BR | 91 min | Fantasia | Livre)

No carnaval, Ana, uma jovem de 11 anos, vai ao interior do Rio Grande do Sul para o funeral da avó. À noite, ela avista o fantasma da avó adentrando uma floresta próxima à casa da família. Decidindo segui-la, Ana descobre um mundo mágico.

04/05 | segunda-feira | 19h

06/05 | quarta-feira | 16h

O céu de Alice

(Dir. Chloé Mazlo | 2020 | FR | 90 min | Comédia, Drama | 12A)

No contexto dos anos 1950, Alice deixa a Suíça para viver no Líbano. Ela se apaixona por Joseph, um astrofísico excêntrico que sonha em enviar o primeiro libanês ao espaço. Com o passar dos anos, eles desfrutam de uma vida feliz até que a guerra interfere em suas vidas.

05/05 | terça-feira | 16h

06/05 | quarta-feira | 19h

Orféa apaixonada

(Dir. Axel Ranisch | 2022 | DE | 119 min | Romance, Musical | 12A)

A protagonista é uma talentosa cantora de ópera que trabalha em um call center. Ao conhecer Kolya, um criminoso surdo, eles se apaixonam à primeira vista. Contudo, quando surge uma tragédia em suas vidas, ela deve confrontar seus demônios internos para encontrar equilíbrio.

07/05 | quinta-feira | 16h

Anos dourados

(Dir. Chantal Ackerman | 1986 | FR, BE | 96 min | Musical | 14A)

No ambiente dinâmico de um shopping center, clientes e funcionários se encontram entre diferentes estabelecimentos — como o salão da Lili e a loja dos Schwartz — enquanto sonham com amores possíveis ou impossíveis através da fala, dança e música.

11/05 | segunda-feira | 16h

12/05 | terça-feira | 19h

Franky Five Star

(Dir. Birgit Möller | 2023 | DE | 114 min | Romance, Comédia| 12A)

Nunca permitindo-se apaixonar devido aos seus conflitos internos, Franky é compreendida apenas por sua melhor amiga. Ela guarda um segredo sobre um antigo hotel povoado por quatro personagens estranhos que habitam sua mente.

11/05 | segunda-feira | 19h

13/05| quarta-feira|16h

A bruxa do amor

(Dir. Anna Biller|2016|EUA|120min|Comédia,Terror|16A)

Uma jovem bruxa busca incessantemente encontrar o amor verdadeiro em seu apartamento onde realiza feitiços e poções para seduzir os homens escolhidos.O encontro com seu príncipe encantado fará com que ela ultrapasse limites perigosos em busca desse amor.

12/05|terça-feira|16 h

13/05|quarta-feira|19 h

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Mostra de filmes na UFRGS aborda temas de poder, revolução e conflitos sociais. https://campinashoje.com/mostra-de-filmes-na-ufrgs-aborda-temas-de-poder-revolucao-e-conflitos-sociais/2026/13963/ Tue, 31 Mar 2026 14:20:06 +0000 https://campinashoje.com/mostra-de-filmes-na-ufrgs-aborda-temas-de-poder-revolucao-e-conflitos-sociais/2026/13963/ Imagem: cena de "Divino Amor" / DivulgaçãoAs sessões acontecem sempre em dois horários, às 16h e às 19h, com entrada franca e aberta ao público em geral
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A Sala Redenção está promovendo a mostra “Cinema & Política”. A programação contempla nove produções – entre comédias, dramas, documentários, ficção científica e animação. Os filmes abordam temas como revolução, autoritarismo, democracia, religião, colonialismo e disputas ideológicas.

As sessões acontecem sempre em dois horários, às 16h e às 19h, com entrada franca e aberta ao público em geral. A Sala Redenção está localizada na Rua Eng. Luiz Englert, 333, campus centro da UFRGS.

A mostra traz “Processo Goldman” (2023), de Cédric Kahn, drama inspirado em um caso criminal que movimentou a Paris dos anos 1970. De Jean-Luc Godard, “A chinesa” (1967) acompanha um grupo de estudantes que forma uma célula maoísta em Paris, antecipando o clima de efervescência política que culminaria nos protestos de maio de 1968.

Já “Divino amor” (2019), de Gabriel Mascaro, imagina um Brasil futurista em que religião e Estado se confundem. O filme é estrelado por Dira Paes e foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2020. A animação “A sirene” (2023), da iraniana Sepideh Farsi, retrata a resistência civil durante a guerra Irã-Iraque a partir do olhar de um adolescente, enquanto “Corações sujos” (2011), de Vicente Amorim, tematiza as repercussões da derrota do Eixo na Segunda Grande Guerra entre os nipo-brasileiros.

Também integram a mostra as produções “Sementes: mulheres pretas no poder” (2020), de Éthel Oliveira e Júlia Mariano, que acompanha a onda de candidaturas de mulheres negras nas eleições de 2018; e duas obras de Silvio Tendler, “Brizola: anotações para uma história” (2024) e “Jango: como, quando e por que se derruba um presidente” (1984).

Este último tem sessão comentada no dia 1º de abril, às 19h. Participam Nilo Piana, professor do Colégio de Aplicação da UFRGS, e Lorena Holzmann, professora aposentada do Departamento de Sociologia da Universidade.

A mostra encerra no dia 9 de abril com a exibição de “A capela” (1979), clássico do cinema congolês dirigido por Jean-Michel Tchissoukou. O filme parte do confronto entre um missionário evangélico, um professor e um feiticeiro para expor as tensões entre as tradições e as imposições da Igreja Católica.

“Cinema & Política” tem apoio da Aliança Francesa Porto Alegre, IFCinèma, Cinemateca Africana, Taturana Mobilização Social, Ancine e Vitrine Filmes.

Programação

Processo Goldman

(Dir. Cédric Kahn | 2023 | FR | 115 min | Drama | S/C)

Em Paris, no ano de 1975, acompanhamos o julgamento de Pierre Goldman, judeu e ativista de extrema-esquerda. Sentenciado à prisão perpétua pela morte de duas mulheres durante um assalto à mão armada, Goldman alega ser inocente. A ampla cobertura da imprensa no tribunal romantiza a figura de Goldman e o transforma em um herói da esquerda intelectual. De comportamento inconstante, ele acaba transformando o julgamento em um evento caótico. Inspirado em acontecimentos reais. 31/03 | terça-feira | 19h

A chinesa

(Dir. Jean-Luc Godard | 1967 | FR | 96 min | Ficção, Comédia dramática | 16A)

Durante o verão em Paris, cinco jovens estudantes universitários decidem ocupar um apartamento alugado para formar uma célula maoísta. Mergulhados na leitura dos “Pequenos Livros Vermelhos” de Mao Tsé-tung, eles debatem intensamente a teoria da luta de classes e a necessidade de ação revolucionária. O filme de Godard é um ensaio cinematográfico fragmentado e profético sobre a passagem da convicção intelectual à ação concreta, rodado pouco antes dos levantes de maio de 1968 na França. 31/03 | terça-feira | 16h

Divino amor

(Dir. Gabriel Mascaro | 2019 | BR | 99 min | Drama, Ficção científica | 18A)

Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício em um cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus. 30/03 | segunda-feira | 19h

A sirene

(Dir. Sepideh Farsi | 2023 | IR | 100 min | Animação | 12A)

1980, sul do Irã. Os habitantes de Abadan resistem ao cerco dos iraquianos. Omid, de 14 anos, decidiu ficar no local na casa de seu avô, enquanto espera o retorno de seu irmão mais velho da linha de frente. Mas como resistir em tempos de guerra sem pegar em armas? Omid então descobre um barco abandonado no porto de Abadan. Será que ele finalmente encontrou uma maneira de salvar aqueles que ama? 30/03 | segunda-feira | 16h

Corações sujos

(Dir. Vicente Amorim | 2011 | BR | 90 min | Drama | S/C)

Quando o Japão perdeu a Segunda Grande Guerra, um novo conflito começou no Brasil, entre os imigrantes japoneses que aceitavam, e os que não, a derrota. 06/04 | segunda-feira | 19h

Sementes: mulheres pretas no poder

(Dir. Éthel Oliveira e Júlia Mariano | 2020 | BR | 105 min | Documentário | 12A)

Em resposta à execução de Marielle Franco, as eleições de 2018 se transformaram no maior levante político conduzido por mulheres negras que o Brasil já viu, com candidaturas em todos os estados. O documentário acompanha essas mulheres em suas campanhas, mostrando que é possível uma nova forma de se fazer política no Brasil. 07/04 | terça-feira | 16h

A capela

(Dir. Jean-Michel Tchissoukou | 1979 | CG | 84 min | Comédia, Sátira | 12A)

Situado na década de 1930, no Congo sob domínio colonial francês, o filme utiliza a ironia e a farsa para expor as tensões entre as tradições locais e as imposições da Igreja Católica. 07/04 | terça-feira | 19h 09/04 | quinta-feira | 16h

Jango: como, quando e por que se derruba um presidente

(Dir. Silvio Tendler | 1984 | BR | 115 min | Documentario | 12A)

O filme refaz a trajetória política de João Goulart, o “Jango”, presidente brasileiro e deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964. Lançado 20 anos após o golpe, o filme reconstitui a trajetória de Goulart por meio de imagens de arquivo e entrevistas com importantes personalidades políticas, como Afonso Arinos, Leonel Brizola, Celso Furtado, Frei Betto e Magalhães Pinto e outros. 01/04 | quarta-feira | 19h + conversa com Nilo Piana e Lorena Holzmann 08/04 | quarta-feira | 16h

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