O jogador Marinho, que atualmente defende as cores do Vitória, moveu uma ação judicial na Justiça do Trabalho contra o Fortaleza. Ele reivindica aproximadamente R$ 3,4 milhões, referente a valores que afirma não ter recebido durante sua passagem pelo time cearense. Essa informação foi reportada pelo ge.
A ação judicial abrange reivindicações de salários atrasados, direitos de imagem, FGTS e verbas rescisórias referentes ao período em que Marinho atuou pelo Fortaleza, entre 2023 e 2025.
Quebra de acordo é alegada pelo atleta
No processo, Marinho relata que estabeleceu um acordo de parcelamento com o Fortaleza para resolver os débitos pendentes. Contudo, segundo a defesa do jogador, o clube apenas cumpriu duas parcelas antes de suspender os pagamentos.
Em comunicado emitido por sua assessoria, Marinho expressou que buscou uma solução pacífica para o problema antes de decidir recorrer ao Judiciário.
“Após o pagamento de apenas duas parcelas, o acordo deixou de ser honrado, resultando em meses de atraso”, menciona um trecho da nota.
Ex-dirigente não é responsabilizado
Na mesma declaração, Marinho fez questão de eximir o ex-presidente e atual dirigente do Fortaleza, Marcelo Paz, de qualquer culpa no episódio.
De acordo com o atacante, Marcelo sempre manteve uma relação profissional respeitosa durante seu tempo no clube, direcionando suas críticas unicamente à administração atual.
Histórico no Fortaleza
Marinho se juntou ao Fortaleza após deixar o Flamengo e participou de 110 partidas com a equipe. Durante esse período, ele anotou 16 gols e forneceu 12 assistências, tornando-se uma figura-chave no elenco.
Ao final do seu contrato, em 2025, acertou sua transferência para o Vitória.
Na temporada seguinte, em 2026, o atacante conquistou a Copa do Nordeste com o clube baiano em uma final contra seu ex-time, o Fortaleza.
Agora, a disputa entre Marinho e seu antigo clube será decidida na Justiça enquanto ele continua defendendo as cores do Vitória no decorrer da temporada.