Data de publicação: 01/09/2026 às 9h45
Por Equipe de Redação
Os usuários que ainda possuem bilhetes magnéticos do Metrô de São Paulo têm até o dia 31 de outubro para utilizar esses ingressos na rede. A partir de 1º de novembro, os cartões não serão mais aceitos nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Aqueles que não usarem os bilhetes antes da data estipulada poderão trocá-los por passagens em formato QR Code até janeiro de 2027. O Metrô informará os locais e procedimentos necessários para essa substituição.
A eliminação definitiva dos bilhetes em papel-cartão representa o fim de um modelo que acompanhou o crescimento do sistema metroviário durante várias décadas. A produção desses tíquetes tradicionais foi suspensa em 2021, dando espaço ao QR Code como a principal opção para viagens avulsas.
A modernização do acesso proporciona uma forma mais eficiente de comprar e validar passagens, além de minimizar problemas relacionados à leitura dos bilhetes impressos. Essa mudança também contribui para reduzir a necessidade de fabricação, transporte e armazenamento dos cartões físicos.
Com a descontinuação dos bilhetes magnéticos, o acesso à rede permanece disponível por meio do Bilhete Único, do cartão TOP e do QR Code digital. Os usuários podem adquirir passagens antecipadamente via celular, utilizando aplicativos ou WhatsApp, com validação diretamente na tela dos dispositivos. As opções de pagamento incluem dinheiro, cartões de débito e crédito, além do Pix.
Para aqueles que preferem atendimento presencial, as bilheteiras ainda oferecem totens de autoatendimento nas estações.
História do cartão
O fim dos bilhetes marca a extinção do padrão Edmonson, que foi nomeado em homenagem ao inglês Thomas Edmondson, responsável pela criação de bilhetes ferroviários numerados no século XIX. Esse formato foi adotado pelo Metrô de São Paulo em 1974 e posteriormente evoluiu para incluir tecnologia magnética.