Arquivo de tecnologia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/tecnologia/ Tue, 29 Sep 2026 08:13:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de tecnologia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/tecnologia/ 32 32 Em tempos de tantas telas, 760 mil pessoas escolhem os livros na Bienal de São Paulo https://campinashoje.com/em-tempos-de-tantas-telas-760-mil-pessoas-escolhem-os-livros-na-bienal-de-sao-paulo/2026/15335/ Tue, 29 Sep 2026 08:13:44 +0000 https://campinashoje.com/em-tempos-de-tantas-telas-760-mil-pessoas-escolhem-os-livros-na-bienal-de-sao-paulo/2026/15335/ Número de visitantes da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo reforça a permanência da leitura em meio à expansão das tecnologias e das novas formas de consumo de informação Coluna Marcia BortolanzaEscritora e Psicóloga “Enquanto houver alguém disposto a abrir um livro, haverá uma janela aberta para enxergar o mundo de outra maneira.” […]

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Número de visitantes da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo reforça a permanência da leitura em meio à expansão das tecnologias e das novas formas de consumo de informação

Coluna Marcia Bortolanza
Escritora e Psicóloga

“Enquanto houver alguém disposto a abrir um livro, haverá uma janela aberta para enxergar o mundo de outra maneira.” Marcia Bortolanza

Em uma época em que disputamos nossa atenção com telas, notificações, vídeos de poucos segundos e uma quantidade quase infinita de informações, um número merece nossa atenção: 760 mil pessoas passaram pela 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Foram dez dias de encontro com livros, autores, histórias e ideias. Mais do que um recorde de público, esse número nos convida a refletir sobre algo que talvez estejamos subestimando: o livro continua vivo. E muito vivo!

Para mim, esta Bienal teve também um significado muito especial. Estive novamente presente, agora com “Criança Solidária, Adulto Bem Sucedido” e que alcançou a marca de best-seller, e também com o lançamento da Trilogia da Solidariedade, ao lado da editora Literare Books.

Voltar à Bienal levando um livro que nasceu de uma convicção tão profunda,  a de que a solidariedade também pode ser ensinada desde a infância e vê-lo alcançar tantos leitores foi uma experiência que ultrapassou qualquer resultado editorial. Foi perceber que uma mensagem na qual acredito encontrou eco em outras pessoas.

A “Trilogia da Solidariedade” reúne três livros que nasceram em momentos diferentes, mas carregam o mesmo fio condutor: o poder transformador da solidariedade. Uma trajetória que começou com “E depois que o coração aperta?”, passou por “Menos espelhos e mais janelas” e chegou a “Criança Solidária, Adulto Bem Sucedido”. Três livros, um mesmo propósito: do coração para atitudes concretas.

A tecnologia transformou a maneira como nos comunicamos, trabalhamos e buscamos conhecimento. A inteligência artificial já faz parte do nosso cotidiano e continuará modificando nossa relação com a informação. Mas há algo na experiência da leitura que nenhuma velocidade consegue substituir: o encontro silencioso entre aquilo que alguém escreveu e aquilo que o leitor sente ao ler.

Como psicóloga, vejo a leitura também como um exercício de humanidade. Quando acompanhamos uma história, entramos por alguns instantes na realidade do outro. Conhecemos dores que não são nossas, realidades diferentes e conflitos que talvez nunca tenhamos vivido. Exercitamos imaginação, concentração, empatia e reflexão.

E como escritora, estar novamente na Bienal reforçou em mim uma certeza: escrever é acreditar que uma ideia pode atravessar distâncias e chegar a alguém que talvez nunca encontremos pessoalmente. É colocar uma parte de nossas experiências, inquietações e aprendizados em palavras e permitir que elas sigam seu próprio caminho.

Talvez por isso seja tão bonito observar milhares de jovens, crianças, adultos e famílias caminhando entre livros. Em um mundo que tantas vezes nos convida à superficialidade e à pressa, escolher um livro também é escolher permanecer um pouco mais.

A Bienal terminou, as portas se fecharam e os estandes foram desmontados. Mas o mais importante começa justamente depois: quando cada livro comprado chega a uma casa, é aberto e encontra seu leitor.

Porque uma Bienal não termina quando o último visitante vai embora.

Ela continua em cada página virada, em cada criança que descobre o prazer de ler, em cada jovem que encontra uma história na qual se reconhece e em cada adulto que percebe que ainda pode mudar de ideia, ampliar seu olhar ou simplesmente se emocionar.

Talvez seja essa uma das maiores forças dos livros: eles não mudam apenas estantes, “Eles podem mudar pessoas”. Até a próxima!

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IA na educação: entre a inovação e a responsabilidade https://campinashoje.com/ia-na-educacao-entre-a-inovacao-e-a-responsabilidade/2026/15210/ Wed, 09 Sep 2026 14:32:19 +0000 https://campinashoje.com/ia-na-educacao-entre-a-inovacao-e-a-responsabilidade/2026/15210/ Diretrizes do CNE estabelecem parâmetros para o uso da inteligência artificial nas escolas e universidades, com foco em aprendizagem, ética e proteção de estudantes Coluna Janguiê Diniz A inteligência artificial (IA) já faz parte da realidade educacional. Ela está presente nas pesquisas realizadas pelos estudantes, na preparação de aulas e em diferentes atividades acadêmicas e […]

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Diretrizes do CNE estabelecem parâmetros para o uso da inteligência artificial nas escolas e universidades, com foco em aprendizagem, ética e proteção de estudantes

Coluna Janguiê Diniz

A inteligência artificial (IA) já faz parte da realidade educacional. Ela está presente nas pesquisas realizadas pelos estudantes, na preparação de aulas e em diferentes atividades acadêmicas e administrativas. Nesse contexto, proibir a sua utilização seria tão inadequado quanto permitir a sua aplicação sem critérios claros e objetivos. Por isso, a aprovação, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira representa um passo fundamental para adequar a formação oferecida no país às exigências e evoluções do nosso tempo.

O documento abrange todos os níveis e formatos de ensino. Seu mérito inicial está em reconhecer que a tecnologia deve permanecer subordinada às finalidades educacionais. A IA pode ampliar possibilidades de aprendizagem, apoiar o trabalho docente, favorecer a acessibilidade e contribuir para a gestão, mas não deve substituir o julgamento, a responsabilidade e a mediação das pessoas.

Ao mesmo tempo, o documento não ignora que os estudantes precisam ser preparados para compreender a tecnologia que já influencia a vida social e profissional. A proposta prevê a integração progressiva da inteligência artificial à educação digital, midiática e computacional. Isso envolve conhecer o papel dos dados, identificar riscos, limitações e vieses, reconhecer conteúdos sintéticos e situações de desinformação, verificar fontes e desenvolver autonomia intelectual, cidadania digital e comportamento ético.

Na educação básica, as diretrizes estabelecem cuidados com as crianças e os adolescentes. Até o 5º ano, os estudantes não deverão ter acesso direto, autônomo ou sem supervisão a ferramentas de IA, especialmente às aplicações generativas, conversacionais, preditivas ou adaptativas. Quando utilizadas, elas deverão integrar atividades mediadas por profissionais da educação, com proteção reforçada dos dados pessoais e comunicação às famílias.

Na educação superior, os desdobramentos são ainda mais amplos. As instituições terão o desafio de integrar a IA à formação acadêmica sem permitir que ela enfraqueça a autoria, o pensamento crítico ou a responsabilidade intelectual. A tecnologia poderá ser estudada em si mesma e empregada como apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais, os projetos pedagógicos dos cursos e as particularidades das diferentes áreas do conhecimento.

Trata-se de um encaminhamento essencial, pois preparar os estudantes para o mercado de trabalho contemporâneo passa, necessariamente, pelo desenvolvimento da capacidade de compreender as possibilidades e limitações desses sistemas, utilizar dados de maneira responsável e reconhecer as implicações éticas, jurídicas e sociais de suas escolhas.

Nesse processo, as licenciaturas ocupam posição estratégica. A formação dos futuros professores deverá abordar o letramento digital docente, o uso pedagógico das tecnologias emergentes, a análise crítica de dados educacionais, a avaliação apoiada por recursos digitais e os aspectos éticos envolvidos. Sempre que possível, esses conhecimentos deverão dialogar com o estágio supervisionado, a extensão e a pesquisa.

Também caberá às instituições de educação superior estabelecer políticas para o uso da IA no ensino, na pesquisa, na extensão e na gestão acadêmica. Será necessário definir parâmetros sobre transparência, autoria, integridade acadêmica, proteção de direitos, declaração do uso da tecnologia e prevenção de condutas incompatíveis com a honestidade intelectual.

A classificação das aplicações em diferentes níveis de risco é outro avanço. Quanto maior o potencial de uma ferramenta interferir em avaliações, certificações, permanência, seleção, benefícios ou sanções, mais rigorosas deverão ser as exigências de transparência, documentação, supervisão e controle. 

Nesse sentido, algumas práticas serão incompatíveis com a educação, entre elas a pontuação social, a inferência automatizada de emoções, a vigilância biométrica contínua, a exploração de vulnerabilidades e a atribuição automática de notas a produções autorais que exijam interpretação. Detectores de conteúdo gerado por IA, por sua vez, não poderão fundamentar isoladamente punições acadêmicas ou disciplinares. Dessa forma, as diretrizes preservam a autonomia institucional, mas deixam claro que autonomia não significa ausência de responsabilidade. 

O novo marco não traz respostas definitivas para uma transformação que seguirá impondo desafios. Oferece, entretanto, algo essencial: princípios para que a inovação avance com segurança, equidade e propósito pedagógico. Ao colocar a inteligência artificial a serviço da aprendizagem e manter as pessoas no centro das decisões, o CNE ajuda a educação brasileira a olhar para o futuro sem abandonar valores que dão sentido à formação humana.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular; fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional; presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Connection 26 amplia atuação nacional e aposta em tecnologia para transformar a comunicação estratégica https://campinashoje.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/2026/14604/ Mon, 08 Jun 2026 11:43:52 +0000 https://campinashoje.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/2026/14604/ Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma […]

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Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil

Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma de soluções.

Fundada pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, a empresa nasce com a proposta de conectar pessoas, marcas e oportunidades, utilizando ferramentas modernas para atender empresas, instituições, lideranças políticas e organizações dos mais diversos segmentos.

A Connection 26 reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, especialistas em marketing digital, criadores de conteúdo, profissionais de tecnologia, analistas de dados, especialistas em inteligência artificial e gestores de tráfego pago, oferecendo soluções completas para quem busca posicionamento, crescimento e resultados.

Entre os serviços oferecidos estão comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, produção de conteúdo, mídia digital, desenvolvimento de plataformas, inteligência artificial e campanhas de tráfego pago de alta performance.

Um dos diferenciais da empresa é sua forte atuação na comunicação política, utilizando tecnologia avançada, análise de dados e estratégias digitais inovadoras para ampliar o alcance e a eficiência das campanhas de comunicação.

A empresa também se destaca pelo acesso a uma ampla rede de portais de notícias em todo o Brasil, fortalecendo a divulgação de marcas, projetos e ações institucionais em nível nacional.

Para Robson Ouro Preto, a comunicação do futuro será cada vez mais impulsionada pela tecnologia e pela inteligência de dados.

“A comunicação está vivendo uma transformação histórica. Hoje não basta apenas divulgar, é preciso conectar, compreender comportamentos, utilizar tecnologia e criar estratégias capazes de gerar resultados reais. A Connection 26 nasceu para liderar esse novo momento”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 segue expandindo sua presença nacional e se posicionando como uma das empresas mais inovadoras do setor, contribuindo para a evolução da comunicação digital e da tecnologia aplicada ao mercado brasileiro.

A expectativa é que a empresa amplie ainda mais sua atuação nos próximos anos, consolidando Brasília como um importante polo de inovação, comunicação estratégica e transformação digital para todo o país.

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Após revolucionar a comunicação digital, Robson Ouro Preto investe em tecnologia e mira liderança nacional no setor https://campinashoje.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/2026/14602/ Fri, 05 Jun 2026 21:29:32 +0000 https://campinashoje.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/2026/14602/ A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital. Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas […]

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A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

“Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

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De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação https://campinashoje.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/2026/14589/ Wed, 03 Jun 2026 09:00:21 +0000 https://campinashoje.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/2026/14589/ Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal […]

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Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica

O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.

A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.

A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:

* Comunicação Corporativa;
* Marketing Digital;
* Assessoria de Imprensa;
* Desenvolvimento de Plataformas;
* Tecnologia e Automação;
* Inteligência Artificial;
* Produção de Conteúdo;
* Mídia Digital;
* Gestão de Tráfego Pago.

Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.

Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.

“A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.

Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.

A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

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IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Fri, 15 May 2026 20:13:44 +0000 https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia Coluna Janguiê Diniz A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação […]

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Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia

Coluna Janguiê Diniz

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

Neste sentido, talvez o maior mérito da proposta apresentada pelo CNE esteja na prudência regulatória adotada. Em vez de criar um conjunto rígido de normas, o parecer é composto por diretrizes orientadoras, princípios gerais e recomendações de boas práticas, preservando a autonomia pedagógica das instituições de ensino e reconhecendo a velocidade com que a tecnologia se transforma. Trata-se de uma escolha inteligente, pois o excesso de regulamentação poderia resultar na caducidade da normativa antes mesmo da sua entrada em vigor.

O documento também acerta ao reafirmar a centralidade da mediação humana no processo educacional: a IA deve atuar como ferramenta complementar, jamais substitutiva da atuação docente. Merece elogio, ainda, a preocupação com aspectos como proteção de dados, ética digital, transparência algorítmica, inclusão e desenvolvimento da autonomia intelectual dos estudantes. O parecer demonstra sensibilidade institucional ao evidenciar que a discussão sobre inteligência artificial não é apenas tecnológica, mas profundamente pedagógica, social e civilizatória.

Seguindo essa compreensão de que a IA não deve ser resumida a uma ferramenta operacional, o texto é assertivo ao defender a inclusão do ensino sobre inteligência artificial nos currículos da educação básica e da educação superior. Essa medida é relevante porque desloca o debate do simples “uso da tecnologia” para a formação de competências cognitivas, críticas e profissionais compatíveis com o século XXI.

Contudo, apesar dos acertos constantes do documento, é impossível não perceber uma inquietante timidez por parte do Estado brasileiro. O parecer do CNE é importante, mas ele surge quase como uma iniciativa isolada dentro de um cenário nacional ainda marcado pela ausência de uma visão sistêmica sobre inteligência artificial e educação.

O contraste internacional torna essa percepção ainda mais evidente. Enquanto o Brasil debate diretrizes orientadoras, e ainda hesita em transformar a inteligência artificial em política pública estruturante, a China já opera em outro patamar. O recém-lançado Plano de Ação IA + Educação 2030, publicado por cinco órgãos governamentais, não trata a IA apenas como ferramenta pedagógica, mas como política de desenvolvimento humano, econômico, científico e geopolítico.

O plano chinês estabelece metas para integração da IA em todos os níveis educacionais até 2030, envolvendo currículo, formação docente, infraestrutura computacional, plataformas públicas de dados, modernização da pesquisa científica, sistemas inteligentes de avaliação e políticas massivas de alfabetização em IA para toda a população.

Esse planejamento, ousado e a curto-prazo, ressalta-se, mostra que a China compreendeu que inteligência artificial não se constitui em inovação tecnológica apenas, mas em um projeto de Estado. O documento chinês fala explicitamente em soberania tecnológica, construção de ecossistema nacional de IA, fortalecimento de talentos estratégicos e criação de infraestrutura pública de inteligência artificial para educação. Em outras palavras, não se trata somente de usar plataformas existentes, mas de construir capacidade nacional de produção tecnológica e domínio intelectual sobre o futuro.

No Brasil, infelizmente, ainda estamos muito distantes dessa compreensão estratégica. A quase inexistência de referências robustas à inteligência artificial no novo Plano Nacional de Educação é sintoma eloquente desse atraso. Embora o documento mencione educação digital em alguns pontos, a IA aparece de forma periférica, difusa e sem densidade estratégica compatível com a dimensão da transformação em curso. Não há metas estruturantes claras sobre formação docente em IA, desenvolvimento de infraestrutura, alfabetização algorítmica, pesquisa aplicada ou políticas públicas de soberania tecnológica educacional.

Essa ausência é especialmente preocupante porque a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar como uma força estruturante do presente. Trata-se de uma transformação capaz de redefinir modelos econômicos, relações de trabalho, produção de conhecimento e dinâmicas de poder em escala global. Nesse contexto, os países que não compreenderem rapidamente a centralidade dessa agenda estarão sujeitos a um processo profundo de dependência tecnológica, intelectual e econômica, com impactos sem precedentes na história contemporânea. Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre ferramentas ou inovação digital, trata-se de um desafio essencialmente formativo.

Estamos, portanto, diante de uma disputa que transcende a dimensão tecnológica e alcança aspectos centrais da soberania das nações, como linguagem, pensamento, criatividade, autonomia intelectual e capacidade produtiva. Os países que estruturarem políticas consistentes para a inserção da IA na educação terão condições de formar profissionais, pesquisadores e cidadãos preparados para liderar os processos de transformação das próximas décadas. Em contrapartida, aqueles que negligenciarem essa agenda correm o risco de ocupar uma posição periférica, limitada ao consumo passivo de tecnologias, plataformas e soluções desenvolvidas por terceiros, aprofundando relações de dependência econômica, científica e estratégica.

Voltando ao contexto brasileiro, o parecer construído pelo CNE merece reconhecimento. Em um ambiente institucional ainda hesitante, ele representa um avanço significativo. Embora embrionário, inaugura uma discussão séria, técnica e equilibrada sobre o uso e as aplicações da inteligência artificial na educação; e faz isso com maturidade regulatória, evitando tanto o deslumbramento acrítico quanto o proibicionismo improdutivo.

Contudo, talvez seja o momento de o Brasil abandonar essa postura meramente reativa e compreender que não basta regular o uso da inteligência artificial. Ela precisa ser abraçada como estratégia de desenvolvimento, e adotada como política de Estado voltada à formação das pessoas, à competitividade econômica, à soberania científica e tecnológica e à capacidade de o país participar, efetivamente, da economia do conhecimento. Afinal, a questão não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação brasileira, pois isso já aconteceu, mas se o Brasil irá adotá-la apenas como tecnologia importada de consumo imediato ou como instrumento estratégico de construção do seu próprio futuro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

 

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Governo abre consulta pública para guia de inclusão digital da pessoa idosa https://campinashoje.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/2026/14322/ Thu, 07 May 2026 09:25:30 +0000 https://campinashoje.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/2026/14322/ Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas […]

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Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo

O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas idosas na sociedade contemporânea.

A proposta parte do reconhecimento de que o avanço das tecnologias digitais tem transformado o acesso à informação, aos serviços públicos e às formas de interação social. Nesse cenário, o desenvolvimento de competências digitais e midiáticas é fundamental para que a população idosa possa utilizar essas tecnologias de forma segura, crítica e autônoma.

A consulta pública, aberta no dia 24 de abril, está disponível na plataforma Brasil Participativo e constitui uma etapa central do processo de elaboração do guia. O ambiente reúne as orientações, o conteúdo base do documento e o espaço para envio de contribuições.

A participação é aberta a toda a sociedade, incluindo gestores públicos, educadores, pesquisadores, organizações da sociedade civil, profissionais de diferentes áreas, familiares, cuidadores e as próprias pessoas idosas. As contribuições podem ser enviadas até 24 de maio de 2026, diretamente pela plataforma, e serão analisadas para subsidiar a versão final do guia.

ABORDAGEM DO GUIA — O Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil propõe diretrizes, princípios e metodologias para promover a inclusão, a autonomia e a participação das pessoas idosas na sociedade digital. Elaborado de forma intersetorial no âmbito do 6º Plano de Ação Nacional da Parceria para Governo Aberto, o documento é coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, com a participação de entidades governamentais e organizações da sociedade civil.

O documento reconhece o envelhecimento populacional e a digitalização da vida como desafios centrais para as políticas públicas, destacando que a inclusão digital vai além do acesso às tecnologias e envolve também processos de alfabetização e letramento digital crítico.

O guia parte do reconhecimento da diversidade das pessoas idosas e defende uma abordagem centrada no protagonismo do educando, na aprendizagem ao longo da vida e na conexão com o cotidiano. Nesse contexto, estrutura-se a partir de princípios como acessibilidade, autonomia, segurança, equidade e enfrentamento ao idadismo, organizando-se também em eixos temáticos que abrangem desde o acesso às tecnologias até o uso crítico da informação, a segurança digital, a interação com serviços públicos, o uso ético da internet e a compreensão de tecnologias emergentes, como a inteligência artificial.

METODOLOGIAS E IMPLEMENTAÇÃO — Além das diretrizes conceituais, o guia propõe metodologias baseadas na educação popular, no aprendizado intergeracional e em percursos formativos que valorizam os saberes prévios das pessoas idosas. O documento também indica formatos para o monitoramento e a avaliação das ações, com definição de critérios, indicadores e mecanismos de acompanhamento contínuo.
Sua implementação reforça a educação digital como estratégia de inclusão social, contribuindo para o empoderamento das pessoas idosas e para o fortalecimento do aprendizado ao longo da vida. Esse processo favorece a ampliação da autonomia, o desenvolvimento humano e a participação ativa na sociedade contemporânea.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL — A consulta pública integra o processo de construção do guia e busca reunir contribuições de diferentes setores da sociedade. A participação social é considerada essencial para garantir que o material reflita a diversidade de contextos, experiências e necessidades da população idosa no Brasil.

As contribuições recebidas serão sistematizadas e analisadas, podendo subsidiar a versão final do documento. A expectativa é que o guia funcione como uma referência

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Mercado de previsões ganha força na América Latina com avanço da SinalOn https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Wed, 22 Apr 2026 20:54:04 +0000 https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, […]

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Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo

Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, como indicadores econômicos, decisões políticas ou oscilações financeiras – encontram na América Latina um território praticamente virgem para expansão. É nesse cenário de oportunidade inexplorada que a SinalOn emerge como pioneira regional, desenvolvendo uma plataforma tecnológica sofisticada capaz de converter a inteligência coletiva em dados estratégicos comercializáveis.

Diferentemente dos mercados maduros americanos e europeus, a região latino-americana carece de players estruturados nesse setor, criando um vácuo que a empresa pretende ocupar estrategicamente. A proposta central é transformar o volume significativo de percepções públicas em dados comercializáveis e acionáveis.

Segundo Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o continente apresenta características ideais para o desenvolvimento desses mercados: “A região reúne alta digitalização, engajamento intenso em temas como política, economia e esportes, além de uma cultura de opinião muito ativa. O que falta são ferramentas capazes de transformar esse volume de percepções em inteligência acionável”

Brasil, México, Argentina e Colômbia figuram como mercados prioritários para a implementação inicial, considerando sua maturidade digital e demanda por instrumentos sofisticados de análise de tendências sociais.

Arquitetura tecnológica e monetização

A empresa já estruturou sua base operacional com motor de mercado próprio, sistema de livro de ordens e algoritmos de precificação dinâmica. O primeiro pilar de receita se fundamenta em taxas transacionais cobradas na plataforma.

A estratégia de médio prazo prevê diversificação da receita através da comercialização de insights e dados agregados para o mercado institucional, incluindo fundos de investimento, corporações e consultorias especializadas em antecipação de movimentos econômicos e sociais.

Foco em eventos de alto impacto

A abordagem de crescimento da SinalOn prioriza a captura de momentos de intensa formação de expectativas coletivas: ciclos eleitorais, divulgação de indicadores econômicos e competições esportivas de grande escala.

Com ênfase em conformidade regulatória e adaptação tecnológica, a companhia visa estabelecer-se como referência em mercados de previsão estruturados na América Latina, aproveitando o momento em que autoridades regulatórias e agentes de mercado intensificam discussões sobre essas ferramentas.

A hipótese central da SinalOn sustenta que os prediction markets podem transcender seu status experimental atual, tornando-se uma camada fundamental de inteligência econômica regional ao agregar e sistematizar dados hoje dispersos.

 

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Jovem do IFRS em Osório leva a bandeira do sul no Brasil Project https://campinashoje.com/jovem-do-ifrs-em-osorio-leva-a-bandeira-do-sul-no-brasil-project/2026/14094/ Tue, 14 Apr 2026 14:22:05 +0000 https://campinashoje.com/jovem-do-ifrs-em-osorio-leva-a-bandeira-do-sul-no-brasil-project/2026/14094/ Natália de Abreu Euzebio possui publicações e premiações nacionais e internacionais - Foto: Juliana EstradiotoEvento reúne jovens de bom desempenho e lideranças influentes do país para discutir temas tidos como relevantes para o Brasil e o mundo
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A aluna Natália de Abreu Euzebio, que estuda no Campus Osório do IFRS (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul), está participando do Brasil Project, que acontece na Universidade Harvard e no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em Cambridge, nos Estados Unidos. Este evento é considerado o maior encontro de talentos brasileiros ao redor do mundo.

O evento teve início na sexta-feira (10) e se estenderá até este domingo (12). O Brasil Project reúne jovens com desempenho destacado e líderes influentes para debater assuntos relevantes tanto para o Brasil quanto para o cenário global.

Para esta conferência, foram escolhidos dez alunos do ensino médio da rede pública, selecionados com base em suas trajetórias acadêmicas. Destes, cinco são da região nordeste, três da sudeste, um do norte e Natália representa a região sul.

A estudante está no 4º ano do curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio e é bolsista desde 2024 no projeto de pesquisa intitulado “Desenvolvimento de extratos para o combate à podridão-descendente em videira”, coordenado pela professora Flávia Twardowski, que atualmente ocupa o cargo de pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do IFRS.

Com um histórico notável, Natália possui publicações e prêmios tanto nacionais quanto internacionais, incluindo uma medalha de ouro no Science Busker Festival, realizado em formato híbrido em diversas nações africanas em 2024. Ela também conquistou o Prêmio Jovem Talento Científico Gaúcho e ficou com a segunda colocação nas categorias de Ciências Animais e de Plantas da Mostratec (Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia).

Ainda figurou entre os participantes dos eventos LALA (Latin American Leadership Academy) e da 24ª Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), ambos ocorridos em São Paulo em 2025.

“Essa experiência irá expandir minha visão sobre o mundo, reforçar meu compromisso com a educação e o impacto social, além de me motivar a atuar mais ativamente na minha comunidade e no Brasil”, comentou Natália.

Brasil Project

O objetivo deste evento é conectar os conhecimentos das universidades Harvard e MIT com as realidades brasileiras. Para isso, a programação inclui painéis, fireside chats, debates ao vivo, mesas-redondas com palestrantes convidados e oportunidades para networking.

Dentre os tópicos que estarão em discussão estão: inteligência artificial; as preocupações relativas à próxima geração de lideranças políticas; a promoção da excelência na pesquisa; a influência da cultura e do esporte durante um ano marcado pela Copa do Mundo; questões sobre energia e sustentabilidade; além da análise do estado atual do mundo sob as lentes da geopolítica e economia.

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Empresas defendem distinção entre mercados de previsão e bets no debate regulatório brasileiro https://campinashoje.com/empresas-defendem-distincao-entre-mercados-de-previsao-e-bets-no-debate-regulatorio-brasileiro/2026/13916/ Fri, 27 Mar 2026 19:03:47 +0000 https://campinashoje.com/empresas-defendem-distincao-entre-mercados-de-previsao-e-bets-no-debate-regulatorio-brasileiro/2026/13916/ SinalOn quer trazer ao Brasil modelo de mercados de previsão que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real Enquanto o Brasil avança na regulamentação das apostas esportivas, um outro modelo digital ligado à formação de expectativas coletivas começa a aparecer no debate sobre inovação financeira, tecnologia e dados: os chamados mercados de previsão. […]

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SinalOn quer trazer ao Brasil modelo de mercados de previsão que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real

Enquanto o Brasil avança na regulamentação das apostas esportivas, um outro modelo digital ligado à formação de expectativas coletivas começa a aparecer no debate sobre inovação financeira, tecnologia e dados: os chamados mercados de previsão.

Empresas que estudam atuar nesse segmento defendem que esse tipo de plataforma não deve ser confundido com as bets, hoje associadas principalmente a apostas esportivas. A distinção, no entanto, ainda está longe de ser consenso no país e deve passar por discussão técnica e regulatória.

Nos mercados de previsão, participantes negociam contratos vinculados à ocorrência de eventos futuros do mundo real, como indicadores econômicos, decisões políticas ou movimentos de mercado. Em geral, esses contratos assumem formatos binários, como respostas de “sim” ou “não” para uma determinada hipótese. O valor negociado varia conforme a dinâmica entre oferta e demanda e passa a refletir, em tempo real, a percepção agregada dos usuários sobre a probabilidade de um evento acontecer.

A principal diferença apontada por defensores do modelo está na lógica de funcionamento. Nas apostas esportivas tradicionais, o usuário aposta contra uma operadora que estabelece previamente as odds. Já nos mercados de previsão, a proposta é que os participantes negociem entre si, em um ambiente peer-to-peer, formando preços a partir das expectativas coletivas sobre determinados acontecimentos.

Na prática, a discussão gira em torno de saber se essas estruturas devem ser tratadas como uma categoria distinta, com potencial uso informacional e analítico, ou se, no contexto brasileiro, acabam se aproximando de modelos já conhecidos de aposta ou de instrumentos sujeitos à supervisão do sistema financeiro.

O debate ganhou visibilidade internacional com plataformas como Kalshi e Polymarket, que ajudaram a popularizar o formato ao permitir negociações relacionadas a eleições, economia, geopolítica e tendências tecnológicas. No Brasil, porém, o tema ainda se encontra em estágio inicial e sem enquadramento jurídico específico.

Hoje, o mercado de apostas de quota fixa é regulado pela Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda. Os mercados de previsão, por sua vez, ainda não contam com definição normativa própria, o que abre espaço para diferentes interpretações sobre sua natureza jurídica e sobre quais órgãos poderiam vir a acompanhar sua evolução.

É nesse cenário que empresas de tecnologia começam a observar oportunidades no país. Uma delas é a SinalOn, plataforma em desenvolvimento que pretende operar no Brasil com um modelo peer-to-peer de negociação de previsões.

Segundo a empresa, a proposta é criar uma infraestrutura digital voltada à negociação de probabilidades sobre eventos reais, e não reproduzir o modelo das apostas esportivas. A companhia afirma que o objetivo é transformar expectativas dispersas em indicadores probabilísticos atualizados em tempo real, que possam ser acompanhados por usuários e agentes interessados em leitura de cenários.

De acordo com a SinalOn, a estrutura planejada inclui mecanismos de identificação de usuários, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e integração com o sistema Pix para viabilizar a movimentação financeira dentro da plataforma.

Além da operação tecnológica, a empresa diz querer participar da discussão pública sobre o tema no Brasil. Entre as iniciativas anunciadas estão a elaboração de um white paper sobre mercados de previsão no país e a defesa da criação de um sandbox regulatório para testar esse tipo de ambiente sob supervisão institucional.

A avaliação, entre agentes que acompanham o tema, é que qualquer avanço dependerá da forma como o modelo será interpretado pelas autoridades brasileiras. Dependendo da estrutura adotada, a discussão pode alcançar diferentes esferas regulatórias e envolver órgãos ligados ao sistema financeiro e ao mercado de capitais, além das autoridades responsáveis pelas apostas.

Para Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o modelo deve ser entendido menos como aposta e mais como uma ferramenta de formação de sinais coletivos.

“Mercados de previsão não são apostas. A lógica é a de um mercado informacional, em que as pessoas negociam probabilidades sobre acontecimentos reais. O resultado disso é um indicador coletivo que pode ajudar a interpretar cenários”, afirma.

Segundo ele, o potencial da estrutura está na capacidade de transformar percepções dispersas em sinais quantitativos.

“A ideia é transformar percepções coletivas em sinais quantitativos. Em vez de apenas opiniões ou enquetes, o mercado passa a gerar probabilidades em tempo real baseadas em incentivos econômicos”, diz.

A companhia também anunciou a criação do Instituto Brasileiro de Mercados de Previsão, o IBMP, iniciativa que, segundo a empresa, deve atuar na produção de estudos e na formulação de boas práticas para esse possível novo segmento no país.

Embora o modelo ainda esteja longe de consolidado no Brasil, o avanço das discussões sobre economia de dados, inovação financeira e regulação digital tende a ampliar o espaço do tema no debate público. Para empresas interessadas nesse mercado, o desafio será demonstrar, na prática, quais elementos distinguem esse tipo de plataforma das bets já conhecidas do público e de que forma a atividade poderia ser incorporada ao ambiente regulatório brasileiro.

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