Arquivo de stf - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/stf/ Sun, 29 Dec 2024 13:34:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de stf - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/stf/ 32 32 Fórum de Segurança Pública apoia decreto que regula uso da força policial https://campinashoje.com/forum-de-seguranca-publica-apoia-decreto-que-regula-uso-da-forca-policial/2024/13114/ Sun, 29 Dec 2024 13:34:17 +0000 https://campinashoje.com/forum-de-seguranca-publica-apoia-decreto-que-regula-uso-da-forca-policial/2024/13114/ O Fórum de Segurança Pública manifestou apoio ao decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública, publicado no último dia 24, que estabelece diretrizes para o uso da força policial e instrumentos de menor potencial ofensivo. A nota oficial, divulgada nesta quinta-feira (26), reforça que a segurança pública é um “direito social essencial” e não […]

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O Fórum de Segurança Pública manifestou apoio ao decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública, publicado no último dia 24, que estabelece diretrizes para o uso da força policial e instrumentos de menor potencial ofensivo. A nota oficial, divulgada nesta quinta-feira (26), reforça que a segurança pública é um “direito social essencial” e não deve estar sujeita a interesses partidários.

Críticas ao decreto

O decreto gerou controvérsia, sendo alvo de críticas de governadores como Cláudio Castro (PL-RJ), que anunciou que buscará o Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a medida. Castro argumenta que o decreto pode interferir na autonomia dos estados na gestão das forças policiais.

Posição do Fórum

Contrariando as críticas, o Fórum destacou que o decreto representa um avanço para a segurança pública nacional. A nota argumenta que a regulamentação é necessária para promover eficiência, transparência, valorização dos profissionais e respeito aos direitos humanos no exercício da força policial.

“Segurança Pública é um Direito Social essencial e não pode ficar à mercê dos ventos dos interesses partidários, seja eles à direita, ao centro ou à esquerda do espectro ideológico”, afirma o texto.

Além disso, o Fórum destacou que o decreto coloca o Brasil em conformidade com normas internacionais já assinadas pelo país, regulamentando práticas que existem há mais de uma década.

Detalhes do decreto

O Decreto 12.341/2024 determina que o uso da força policial deve seguir os princípios de “bom senso, prudência e equilíbrio” e só poderá ser aplicado para alcançar objetivos legais dentro dos limites da lei.

Entre seus objetivos estão:

  • A eficiência no uso da força;
  • Transparência nas ações policiais;
  • Valorização dos profissionais de segurança pública;
  • Respeito irrestrito aos direitos humanos.

Convocação à união

O Fórum de Segurança Pública também convocou as autoridades a se unirem no aprimoramento das forças de segurança do país, com foco no controle do uso da força pelo Estado.

“É fundamental que as forças públicas de segurança sejam aprimoradas, garantindo um equilíbrio entre proteção social e controle legal do uso da força,” conclui a nota.

A discussão sobre o decreto segue no centro das atenções, com debates envolvendo governadores, lideranças políticas e especialistas em segurança pública.

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Juiz acusado de roubar heranças tem pedido negado no STF https://campinashoje.com/juiz-acusado-de-roubar-herancas-tem-pedido-negado-no-stf/2024/13036/ Wed, 14 Aug 2024 15:34:41 +0000 https://campinashoje.com/juiz-acusado-de-roubar-herancas-tem-pedido-negado-no-stf/2024/13036/ O juiz Maurício Camatta Rangel, um dos alvos da Operação Follow the Money, teve uma solicitação rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira (9/8). A operação investiga um suposto esquema envolvendo juízes e advogados para desviar valores de heranças deixadas por pessoas falecidas no Espírito Santo. O ministro Edson Fachin negou o pedido […]

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O juiz Maurício Camatta Rangel, um dos alvos da Operação Follow the Money, teve uma solicitação rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira (9/8). A operação investiga um suposto esquema envolvendo juízes e advogados para desviar valores de heranças deixadas por pessoas falecidas no Espírito Santo.

O ministro Edson Fachin negou o pedido de liminar da defesa de Camatta, que buscava suspender a decisão do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) que impedia o acesso às provas das investigações. Segundo a desembargadora Rachel Durão Correia Lima, as diligências ainda estão em andamento e, por isso, os materiais não foram disponibilizados.

Apesar de negar o pedido, Fachin admitiu a possibilidade de reavaliar o caso durante o julgamento definitivo e solicitou informações à desembargadora sobre as alegações da defesa.

Esquema detalhado pelo MP

De acordo com o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), o esquema utilizava fraudes processuais para desviar grandes somas de dinheiro de espólios. Advogados investigados apresentavam ações judiciais na comarca de Vitória, onde Camatta atuava, com erros formais intencionais. Essas falhas só eram corrigidas quando os casos caíam sob a jurisdição do juiz, permitindo que as ações prosseguissem.

O MP descreve que, antes mesmo da intimação dos réus, eram apresentados supostos “acordos” entre as partes. Camatta, então, homologava os acordos rapidamente e emitia sentenças que resultavam no bloqueio de valores em contas de falecidos ou de seus espólios.

Conexões suspeitas e transferências financeiras

As investigações também revelaram transferências financeiras suspeitas entre Camatta e outros investigados no esquema. Em novembro de 2023, o magistrado transferiu R$ 250 mil para uma conta de Luam Fernando Giuberti Marques, empresário também envolvido nas fraudes. Além disso, transações financeiras entre Camatta, seu genro Bernardo Azoury Nassur, e outros membros da suposta organização criminosa foram identificadas.

Infrações graves

O procurador-geral de Justiça do Espírito Santo, Francisco Martínez Berdeal, destacou que as ações investigadas configuram graves infrações penais, incluindo:

  • Organização criminosa;
  • Lavagem de dinheiro;
  • Corrupção ativa e passiva;
  • Fraude processual;
  • Falsificação de documentos públicos e privados;
  • Falsidade ideológica.

Futuro das investigações

A inclusão de Maurício Camatta Rangel na investigação marca um avanço significativo no caso, que segue sendo conduzido sob sigilo judicial. O STF ainda pode revisar o pedido da defesa, mas a decisão de Fachin reforça o andamento das apurações e a gravidade das acusações. O caso expõe um esquema sofisticado que abala a confiança nas instituições e levanta questões sobre a integridade no sistema judiciário brasileiro.

foto: Rosinei Coutinho/STF; Divulgação fonte: site metropoles

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