Arquivo de Paris Filmes - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/paris-filmes/ Tue, 30 Jun 2026 14:32:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Paris Filmes - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/paris-filmes/ 32 32 Um Mistério Sombrio”: a nova produção que se une à Mulher Gato https://campinashoje.com/um-misterio-sombrio-a-nova-producao-que-se-une-a-mulher-gato/2026/14783/ Tue, 30 Jun 2026 14:32:07 +0000 https://campinashoje.com/um-misterio-sombrio-a-nova-producao-que-se-une-a-mulher-gato/2026/14783/ Créditos: Black Bear Pictures, Dark Castle Entertainement e Paris FilmesA fim de manter sua carreira, a atriz veterana Samantha Lake (Elisabeth Moss) é atraída pelas promessas da magnata de beleza Zoe Shannon (Kate Hudson). Mas o tratamento de rejuvenescimento não vai sair como ela esperava.
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Meus amigos, é verdade que o cinema não se sustenta apenas com grandes obras. Muitas vezes, precisamos encarar produções menos inspiradas até chegarmos a algo que realmente brilhe. E aqui vai uma confissão: este filme não é dos que ofendem. Será que estamos prestes a criar uma nova categoria? A de “filmes para relaxar a mente”? Aqueles longas que não exigem muito do nosso raciocínio e, ao final, acabam proporcionando diversão. Então, prepare seu café e acomode-se no sofá, pois vamos conversar sobre “Segredo Obscuro” (Paris Filmes).

Nos primeiros minutos, parece que nos deparamos com um promissor suspense ou terror. Contudo, assim que o título surge na tela, somos apresentados a um checklist de clichês: 1) um cenário futurista com pulseiras inteligentes semelhantes a celulares e táxis controlados à distância; 2) uma protagonista deliberadamente mal caracterizada para parecer “feia”, apesar de sua beleza; 3) uma audição de atrizes em que todas compartilham o mesmo perfil, sendo ela a única que se destaca. Poderia listar mais exemplos, mas creio que você já entendeu a proposta do filme.

Em relação aos clichês, a escolha do título também contribui para um estereótipo ainda maior. O nome original “Shell” se conecta de maneira mais eficaz com a narrativa. No entanto, este longa nos convida desde o início a desconectar da realidade. Os espectadores são levados a acreditar que assistirão a um grande suspense na cena inicial, mas logo aceitam que não é preciso levar tudo tão a sério e se deixam levar pela história.

A trama é bastante direta e lembra um pouco “Mulher Gato” (sim, aquele da Warner Bros., lançado em 2004): uma CEO influente do setor de beleza promete tratamentos para manter a juventude e uma aparência impecável. Por outro lado, nossa protagonista enfrenta pressão social para corresponder aos padrões impostos e acaba cedendo ao tratamento estético. Consequência disso? Tudo parece dar certo até que eventos estranhos começam a ocorrer.

Esse é o tipo de filme ideal para relaxar e escapar das preocupações diárias. Imagine-se confortavelmente no sofá – aproveitando o frio com uma cobertinha – saboreando pipoca enquanto se diverte com as desventuras alheias. Afinal, convenhamos: o tratamento estético retratado evoca as transformações de Mia Thermopolis em “O Diário da Princesa” (Disney, 2001), como tirar os óculos e usar maquiagem.

É possível notar uma crítica à sociedade – similar àquela presente em outras produções com temáticas parecidas – sobre os padrões quase impossíveis de beleza exigidos atualmente. Contudo, quando ouvimos Kate Hudson afirmar que sua personagem tem 69 anos, essa crítica acaba perdendo força. Ignoramos isso e nos entregamos ao roteiro peculiar.

Se você aprecia esse estilo de filme, inclua “Segredo Obscuro” na sua lista de opções de streaming. Não seria surpreendente se ele alcançasse status cult semelhante ao de “Mulher Gato”. É uma obra-prima? Vamos ser sinceros: não chega a tanto. Mas definitivamente não é ofensivo. Reúne diversos elementos: personagens caricatos, suspense leve, transformações visuais deslumbrantes e tecnologia fantasiosa. No final das contas, foi uma experiência positiva que me rendeu boas risadas.

E por hoje é isso! Espero encontrar vocês na próxima vez e, caso assistam ao filme, não deixem de me contar suas impressões! Um grande abraço.

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100 Noites de Desejo”: um universo de fantasia que reflete a vida cotidiana https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Tue, 02 Jun 2026 14:29:03 +0000 https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Crédito: IFC - Independent Film Company / Paris Filmes Cherry vive em um mundo onde mulheres são obrigadas a casar, servir aos maridos e gerar herdeiros. Pressionada por um casamento infeliz, ela encontra apoio na empregada Hero.
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Olá, pessoal! Junho trouxe consigo duas produções cinematográficas incríveis. Se você não acompanhou nosso último bate-papo, vale a pena conferir. Hoje, vamos discutir um filme que chegou de maneira sutil, mas que se revela surpreendente em suas nuances! Preparados? Vamos conversar sobre “100 Noites de Desejo” (Paris Filmes). Será que estamos diante de uma possível nova versão dos clássicos contos de fadas?

O título é uma boa adaptação, embora o original tenha um significado mais profundo. É semelhante ao caso do filme “Viva: A Vida é uma Festa”, que ao ser traduzido para “Coco” acaba por transmitir uma carga emocional maior. Mas vamos ao que realmente importa.

Na narrativa, somos transportados para um tempo diferente. O enredo ocorre em uma dimensão alternativa chamada Darkly End. Neste universo, as mulheres não possuem voz e são condicionadas ao casamento, tendo como única função servir aos maridos e gerar descendência.

Cherry (Maika Monroe) se encontra em um casamento infeliz com Jerome (Amir El-Masry), um marido distante e negligente que, apesar de não querer passar tempo com ela, anseia desesperadamente por um herdeiro. Desde os primeiros momentos do filme, é possível sentir o peso da pressão sobre Cherry. Ela é quase julgada por sua incapacidade de dar à luz a um filho – uma filha está fora de questão – sob pena de perder o direito à vida.

A única fonte de alegria na rotina diária de Cherry é a dedicada empregada Hero (Emma Corrin), com quem ela encontra espaço para compartilhar suas angústias. Quando Jerome se ausenta para uma misteriosa viagem a negócios, Cherry se vê sozinha com Manfred (Nicholas Galitzine), o atraente e provocante amigo do marido.

Nos primeiros minutos do longa-metragem, já se percebe o desconforto gerado pela trama. O homem? Um “ingênuo” que busca apenas cumprir a tradição familiar de ter filhos homens. Este assunto é defendido fervorosamente por outro membro da família: “Sempre produzimos excelentes herdeiros, todos homens”.

Só de relembrar essa cena me causa incômodo. O que esse “pobre inocente” não admite é que seu casamento nunca foi consumado. E mesmo ciente do risco que Cherry corre por não conseguir gerar um herdeiro, ele decide sair em “viagem de trabalho”. (Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

Em contrapartida, Cherry encontra consolo e amizade em Hero, sua empregada que se torna sua confidente. Hero está ciente da situação angustiante vivida por Cherry. Contudo, como são mulheres, suas vozes são silenciadas. Quando o “pobre homem” parte em sua viagem – deixando sua esposa sozinha com um jovem atraente – Hero transforma-se na heroína da história ao entreter Cherry e Manfred com narrativas fascinantes.

Neste momento, parece que o filme bifurca sua narrativa. Pode parecer confuso a princípio, mas confiem: isso adiciona camadas à trama e provoca reflexões sobre até onde a história pode ser considerada ficcional. É um filme ideal para ser assistido na companhia de amigos próximos e depois sair para discutir as diversas interpretações possíveis.

Uma das minhas animações prediletas é “A Bela e a Fera” (1991), especialmente pela força da personagem principal. Bela é muitas vezes chamada de “estranha”. Uma mulher apaixonada por leitura e capaz de recusar o interesse do homem mais cobiçado do vilarejo? Com certeza deve ser louca!

Essa temática faz parte das múltiplas questões abordadas em “100 Noites de Desejo”. Mulheres detentoras do conhecimento? Que sabem ler? Bruxas! Não há outra explicação possível. A expectativa é que elas administrem suas casas e gerem filhos. Quanto aos homens? Alguns podem até amar suas esposas genuinamente e encontrar felicidade – desde que cumpram esses requisitos; caso contrário, o “coitado” pode simplesmente casar novamente porque ele seria a “vítima”, visto que mulheres não podem ter mais conhecimento do que eles.

Esta obra traz elementos típicos dos contos de fadas enquanto permanece ancorada na realidade contemporânea. Revela como muitos homens mantêm aparências diante da sociedade e esperam ser tratados como figuras centrais cujos desejos devem ser atendidos, além do esforço necessário para modificar essa situação.

Recentemente venho refletindo sobre isso, mas “100 Noites de Desejo” reforçou minha convicção: o conhecimento deve ser valorizado acima de tudo e as pessoas atuais parecem ignorá-lo. Elas se deixam influenciar por postagens nas redes sociais sem questionar a veracidade dos fatos enquanto outras gerações arriscavam suas vidas em busca desse saber.

Atualmente, com o acesso facilitado à informação proporcionado pela tecnologia, muitos não enxergam seu valor real. É mais fácil aceitar o que alguém diz em um vídeo curto do que abrir um livro ou realizar uma pesquisa rápida na internet. Isso é lamentável.

“100 Noites de Desejo” provoca emoções intensas ao encerrarmos sua exibição; saímos tocados pelo desfecho da trama e refletimos sobre como ser diferente ainda é considerado algo abominável na sociedade atual. Enquanto em “Labirinto dos Garotos Perdidos” lidamos com a falta de acolhimento, aqui encontramos a ignorância como o verdadeiro antagonista social.

Certamente vale a pena reunir os amigos para assistir ao filme e debater as variadas interpretações após a sessão. Então já sabe: chame sua turma para conferir e depois venha me contar suas impressões! Um abraço a todos! Thi.

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Pinóquio: reimaginando um conto atemporal https://campinashoje.com/pinoquio-reimaginando-um-conto-atemporal/2026/14270/ Tue, 05 May 2026 14:29:14 +0000 https://campinashoje.com/pinoquio-reimaginando-um-conto-atemporal/2026/14270/ Crédito: Paris Filmes / DivulgaçãoFilme abandona a força do conto original, acumula decisões desconexas e nem o apelo infantil consegue sustentar
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Olá, queridos leitores! Hoje a tarefa está desafiadora… Mas vamos em frente. “The show must go on”. Antes de tudo, como vocês estão se sentindo? Confesso que minha disposição caiu um pouco após assistir ao filme em questão (risos). Às vezes me pergunto se realmente era necessário mais uma versão de uma obra tão clássica. Então, acomode-se e vamos discutir sobre Pinóquio (Paris Filmes, 2026).

É possível suspeitar da qualidade do filme quando a distribuidora decide “maquiar” o material para sua promoção. Ao conferir o trailer e buscar a sinopse para nossa conversa, não consegui conter uma risada genuína. O conteúdo não se parecia nada com o que eu tinha acabado de ver. Confira a sinopse divulgada:

“Após avistar uma estrela cadente, o carpinteiro Gepeto faz o desejo de que seu boneco recém-construído, Pinóquio, se torne um menino de verdade. Naquela noite, seu desejo é atendido e inicia-se uma série de aventuras”.

Se a trama fosse realmente essa, talvez o ingresso valesse a pena. Porém, é decepcionante ver como essa divulgação pode enganar o público. Desculpe-me pela repetição… Mas será que realmente precisávamos de mais um filme sobre esse emblemático boneco de madeira? Em 2022, já tivemos duas adaptações: uma da Disney e outra da Netflix. Pessoalmente, ainda não assisti a essas versões, mas após este novo longa, só consigo lembrar com carinho da animação clássica de 1940 e do filme de 1996.

Não estou afirmando que esses filmes sejam as únicas verdades absolutas. Mas entre eles e um longa que parece perdido em sua proposta… Bem, acho que minha preferência é clara.

Nesta nova versão, o grilo falante foi substituído por três baratas geradas por CGI. É impossível não sentir um desconforto ao vê-las; foi como ser transportado para a adaptação cinematográfica de Cats (Universal Pictures, 2019). A sensação é estranha e inegável. Você até tenta entrar na proposta do filme, mas ele mesmo não colabora.

Faltam sentido, emoção e coerência; parece que as situações ocorrem apenas para seguir um roteiro pré-estabelecido. Gepeto precisa ter um desejo — qual poderia ser? Ah, ele recorda que ele e sua esposa sonhavam em ser pais. Pronto! Temos um desejo. E agora? Ah sim, ele precisa fazer um boneco de madeira porque a magia acontece em um pedaço desse material. Ok, agora temos o boneco; qual será o próximo movimento?

E assim os eventos vão se desenrolando. Certamente pode-se argumentar que é um filme voltado para crianças. Mas convenhamos: no ano passado tivemos A Casa Mágica da Gabby: O Filme (2025), que foi super divertido e trouxe uma mensagem coerente! Usar essa nova versão de Pinóquio como justificativa para ser direcionada ao público infantil é quase ofensivo. Sem contar que há momentos em que o filme faz referências à linguagem da internet para continuar uma narrativa sem sentido e sem aviso prévio ele se transforma em um musical.

Confesso que demorei um pouco para iniciar nossa lista dos “filmes que ofendem” deste ano. Contudo, abril chegou trazendo dois filmes assim logo de cara! Se você perdeu o outro da lista, confira aqui.

Bem, meus amigos… Gostaria de poder dizer que me diverti ao final do filme. No entanto, sinceramente, minha única satisfação foi ter assistido à cabine virtual da imprensa. Assim pude pausar para tomar água ou desabafar fora do ar antes de continuar a tortura… Quer dizer, seguir assistindo.

Aguardo vocês no nosso próximo encontro! Se você decidir assistir ao filme, venha conversar comigo depois! Mas fiquem atentos: abril trará opções muito melhores nos cinemas! Fique conosco para não perder as boas estreias e evitar os filmes que são verdadeiros fiascos (risos). Um abraço carinhoso a todos vocês!

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Exit 8” imerge o público na experiência interativa do jogo https://campinashoje.com/exit-8-imerge-o-publico-na-experiencia-interativa-do-jogo/2026/14268/ Tue, 05 May 2026 14:29:12 +0000 https://campinashoje.com/exit-8-imerge-o-publico-na-experiencia-interativa-do-jogo/2026/14268/ Crédito: Toho Co., Ltd / Neon / Paris FilmesUm homem preso em uma passagem infinita de metrô parte em busca da Saída 8. Mas, um mínimo descuido pode levá-lo de volta ao início.
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Olá, aficionados por cinema e bate-papo! Como vocês estão? Hoje, quero compartilhar minhas impressões sobre um filme que parece proporcionar experiências distintas para cada espectador. Até agora, considero “Exit 8” (Paris Filmes, 2025) uma boa adição ao gênero de terror e suspense. Contudo, percebo que alguns colegas não tiveram a mesma percepção. Portanto, prepare-se para a conversa, pegue sua bebida preferida e vamos explorar esta obra.

A trama gira em torno de um homem que se vê preso em uma interminável passagem de metrô, enquanto busca pela Saída 8. As regras são claras: qualquer sinal de anomalia deve ser imediatamente investigado; se algo fora do comum for notado, o personagem deve voltar; caso contrário, ele deve prosseguir até encontrar a saída desejada. Atenção é crucial, pois um pequeno descuido pode levá-lo de volta ao início da jornada.

Embora a premissa seja simples e remeta a jogos eletrônicos – o que não é surpresa, já que se inspira em um deles – o que muitos consideraram monótono acabou sendo um aspecto fascinante para mim. Assistir com fones de ouvido em uma cabine virtual fez toda a diferença na minha imersão na narrativa. Mesmo fora de uma sala de cinema tradicional, consegui me conectar com a história.

A história em si é descomplicada e não apresenta grandes inovações. Contudo, ela conseguiu me entreter. Este ano, o gênero do terror começou fraco com produções como o suposto “Terror em Silent Hill” e o controverso “Os Estranhos: Capítulo Final”. Portanto, ver algo que se aproxima do “bom” foi um alívio. O roteiro não é excepcional, mas funcionou bem para mim.

No começo, fui capturado pela construção da narrativa. Não saber previamente que era uma adaptação de um jogo contribuiu para uma experiência mais positiva. Refletindo agora, parece que assistimos ao filme na perspectiva do protagonista.

Em certo momento, saímos dessa visão em primeira pessoa e passamos a observar nosso personagem. Por essa razão, acredito que “Exit 8” será uma experiência bastante pessoal para cada espectador. Detalhes sutis podem ser atrativos para alguns e cansativos ou repetitivos para outros. Mas, novamente, não tenho reclamações.

Essa produção se destaca por seu estilo único. É interessante perceber como diferentes culturas lidam com suas rotinas diárias. O cotidiano das pessoas assemelha-se a uma linha de montagem de fábrica: todos repetindo as mesmas ações diariamente, utilizando os mesmos transportes e frequentando os mesmos lugares… Isso pode parecer mecânico. Uma realidade que muitos ignoram ao seu redor; todos estão tão absorvidos em suas próprias preocupações que nem notam quando o protagonista entra em um labirinto – enquanto nós, espectadores atentos, percebemos que há algo muito peculiar naquele espaço.

“Exit 8” proporciona uma nova experiência cinematográfica; é como estar dentro de um jogo e desejar ajudar os personagens sem ter controle sobre as ações deles. A obra evade os clichês típicos dos filmes de escapismo com sua ambientação simples e enfatiza como a trilha sonora contribui para a imersão no enredo. É um terror que consegue criar tensão sem recorrer a sustos desnecessários e nos faz questionar: será que ele conseguirá escapar? E se estivéssemos em seu lugar, qual seria nossa estratégia?

Enfim, queridos amigos! Gostei muito de assistir “Exit 8” e estou ansioso para saber suas opiniões sobre ele. Será que vocês também vão se divertir e se envolver com a história? Venham conversar comigo após assistirem ao filme! Um abraço carinhoso do Thi.

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Dolly: A Boneca Amaldiçoada” se destaca na seleção dos Filmes Que Provocam Polêmica https://campinashoje.com/dolly-a-boneca-amaldicoada-se-destaca-na-selecao-dos-filmes-que-provocam-polemica/2026/14264/ Tue, 05 May 2026 14:29:03 +0000 https://campinashoje.com/dolly-a-boneca-amaldicoada-se-destaca-na-selecao-dos-filmes-que-provocam-polemica/2026/14264/ Crédito: Paris FilmesFilme aposta em estética e divisão por capítulos, mas falha em construir uma história coerente e termina de forma anticlimática.
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Saudações, fãs de cinema! Este mês de maio traz uma nova adição à lista de “Filmes Que Te Ofendem”, unindo-se a outros títulos como o “Pinóquio” russo, a trilogia “Os Estranhos” e “Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno”. Para o deleite de vocês, abrirei mão do meu tempo assistindo a “Dolly – A Boneca Maldita” (Paris Filmes, 2025). Vamos discutir essa produção!

A trama segue Chase e sua namorada Macy enquanto eles exploram uma trilha na floresta – um cenário que já se tornou um clichê. Durante essa jornada, eles se deparam com uma figura estranha que sequestra Macy, planejando transformá-la em sua nova boneca.

Por onde começar a análise? A proposta visual do filme é intrigante. A ambientação é razoável, com cenários que evocam um certo desconforto e bonecas tão encantadoras quanto Annabelle. O que poderia sair errado? Aparentemente, muitas coisas…

O filme tem o potencial de proporcionar um entretenimento satisfatório? Pode ser que sim. Contudo, na prática, essa expectativa não se concretiza. Desde o início, somos apresentados a mais uma obra fragmentada em capítulos. Embora tenha percebido que essa é a tendência atual, este filme exemplifica como esse recurso pode ser mal utilizado por falta de uma narrativa bem estruturada.

Após isso, a qualidade só parece decair!

Para ilustrar minha crítica, vou mencionar outro filme. Recentemente, nossa equipe teve a oportunidade de assistir à pré-estreia de “Cinco Tipos de Medo”, uma produção excepcional! Este filme demonstra que é possível contar uma história clara sem dividir em capítulos ou usar cartelas com linhas do tempo.

No caso de “Dolly” (que não deve ser confundido com seu homônimo), temos um exemplo em que a divisão em capítulos aparece sem efetividade. Os segmentos parecem servir apenas para apresentar os personagens sem conectar suas histórias adequadamente no final. Isso gera confusão e deixa claro que não houve um desenvolvimento narrativo coeso. Assim, vamos seguir com essa separação em capítulos!

Se isso fosse o único problema, poderíamos considerar isso um alívio.

A personagem Dolly é apresentada como uma mulher usando uma máscara de boneca de porcelana que reside em uma casa estranha e realiza rituais bizarros. Não há clareza sobre sua origem ou intenções; tudo o que sabemos é seu amor obsessivo por bonecas.

A primeira suspensão da credulidade ocorre quando um dos personagens leva sua amada para uma trilha da infância. Como ninguém na cidade percebeu a existência daquela casa assustadora e deteriorada até agora?

E não para por aí! Um dos personagens sofre um ataque brutal nas mãos de Dolly e desmaia na floresta enquanto outro é levado para casa para se tornar a nova boneca.

Enquanto a suposta narrativa gira em torno dos eventos dentro da casa, inesperadamente retornamos à floresta. Por quê? O personagem atacado acorda e começa a rastejar em busca de ajuda. Profissionais da saúde assistindo ao filme podem confirmar se isso é viável: humanamente falando, é impossível! E aqui estamos novamente lidando com mais suspensões da credulidade.

De qualquer maneira, o restante da trama se desenrola como um típico jogo de sobrevivência. Um personagem surge para orientar os demais sobre o que fazer para escapar da casa. Após muita burocracia, chega-se ao clímax onde uma personagem toma uma decisão que nos leva a questionar: “Por que você não fez isso antes?”.

A construção da fuga envolve lutas e reviravoltas; inclusive os policiais locais são mencionados como possíveis socorristas. Contudo, fica claro que as soluções não serão simples.

Tudo isso culmina em um desfecho decepcionante! Ao final do filme, fiquei me perguntando se realmente terminaria daquela forma. Como diria Renata Vasconcellos: “xoxo, capenga, manca, anêmica, frágil e inconsistente”. E para agravar a situação, o filme ainda ousa incluir uma cena durante os créditos finais. Realmente ofensivo!

Assim foi minha experiência com “Dolly – A Boneca Maldita”. Aliás, esse título não faz jus ao conteúdo apresentado. Espero sinceramente que as próximas produções sejam superiores. E para aqueles que afirmam que o Cinema Nacional só produz obras ruins: até agora nenhum deles entrou na lista dos “Filmes Que Ofendem”. Então vamos manter as discussões abertas e revisar alguns conceitos juntos! Um abraço e até breve!

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O Desfecho que Não Vale a Pena Assistir nas Telonas https://campinashoje.com/o-desfecho-que-nao-vale-a-pena-assistir-nas-telonas/2026/14011/ Tue, 07 Apr 2026 14:21:01 +0000 https://campinashoje.com/o-desfecho-que-nao-vale-a-pena-assistir-nas-telonas/2026/14011/ Crédito: Lionsgate / Paris FilmesNesta ultima parte da trilogia, Maya terá de enfrentar novos perigos na conclusão de seu encontro com os assassinos mascarados.
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Olá, pessoal! Como vocês estão? Ah, a vida dos cinéfilos nem sempre é feita de ótimas experiências, não é verdade? E ainda há quem tenha a audácia de afirmar que o Cinema Nacional só produz filmes ruins! Para nossa surpresa, a lista de 2026 dos “filmes que ofendem” não inclui nenhum filme brasileiro. Então, pegue sua bebida favorita e vamos discutir sobre Os Estranhos: Capítulo Final (Paris Filmes, 2026).

No desfecho desta trilogia, Maya se verá frente a novos desafios enquanto tenta encerrar seu confronto com os assassinos mascarados. Sinceramente, não há muito mais que se possa comentar sobre a sinopse desse longa-metragem.

Sendo franco, essa terceira parte me desagradou menos do que a anterior. Isso significa que é um bom filme? Calma lá, não vamos exagerar! Se você não viu nossa análise do segundo capítulo, clique aqui para conferir. No entanto, ainda está longe de ser uma produção de qualidade.

Conforme mencionei aos meus amigos, é preciso ter um ego bastante elevado para comparar o filme de 2008 e acreditar que a produtora Lionsgate tem condições de dividir essa história em três partes e afirmar “vou fazer algo muito melhor”. Aqui temos um exemplo claro de uma produção que ignora a obra original apenas para maximizar lucros ao recontar a mesma história em três atos. É uma demonstração de uma arrogância desmedida.

Isso, convenhamos, não é algo inédito na indústria cinematográfica. Adaptar obras que fizeram sucesso em seus tempos e trazer novas versões para os dias atuais já se tornou comum. Exemplos não faltam como “A Múmia” (1932 e 1999), “Twister” (1996 e 2024), “O Beijo da Mulher Aranha” (1985 e 2025) e “O Morro dos Ventos Uivantes” (1939, 1992, 2009, 2011 e 2026). Contudo, neste caso específico, eles conseguiram ir além — mas não de forma positiva. Para mim, dá a impressão de que o diretor quer criar uma versão terrorífica de “O Senhor dos Anéis”.

Tentativa forçada de um “final épico”

E o mais irônico disso tudo? O filme realmente tenta se desenvolver para oferecer um final grandioso. Mas isso simplesmente não acontece! A trilha sonora tenta construir momentos climáticos para algo extraordinário; no entanto, as atuações e o roteiro falham miseravelmente. É tudo muito vazio. A situação é claramente forçada.

Você pode estar pensando: “Thiago, você está exagerando?” Mas estamos falando de uma personagem que no primeiro filme recebeu uma facada e no segundo teve que escapar incansavelmente dos assassinos — incluindo uma luta com um javali gerado por computação gráfica. Agora no terceiro filme, para “justificar” (entre aspas) os diversos ferimentos acumulados até aqui, ela apenas anda mancando. Sem mencionar sua maquiagem impecável, unhas perfeitamente feitas com esmalte dourado e cabelos propositalmente bagunçados.

Sério mesmo que ela aspira ser uma final girl? Minha amiga, você nunca vai alcançar o nível de Sidney Prescott (da franquia Pânico), Laurie Strode (Halloween) ou Brenda Meeks (Todo Mundo em Pânico).

Estes são apenas alguns exemplos das situações absurdas proporcionadas por este “Capítulo Final”. Perde-se totalmente a suspensão da descrença como no segundo filme. É como se quisessem colocá-la como “a sobrevivente definitiva”. Diálogos expositivos tentam revelar os segredos da cidade através de personagens descartáveis e constantes flashbacks para explicar o enredo atual. Uma produção feita unicamente para extrair dinheiro do público.

Assistir no cinema é jogar dinheiro fora

Aqui vou me contradizer um pouco; em boa parte das nossas conversas anteriores eu busco despertar sua curiosidade sobre os filmes para termos discussões interessantes. Não necessariamente extrair ensinamentos para nossas vidas; às vezes só quero saber se você achou intrigante o desfecho de “Pânico 7”. Mas quanto a “Os Estranhos: Capítulo Final”, minha recomendação é economizar seu dinheiro.

Não vale o custo do ingresso; talvez o primeiro filme mereça pela curiosidade sobre o desenrolar da trilogia, mas os outros dois? Assista em casa.

Categoricamente afirmo que essa produção não presta homenagem ao original de 2008. Trata-se apenas de um artifício para levar as pessoas ao cinema sem proporcionar diversão alguma. Existem filmes ruins que conseguem entreter e passar o tempo; porém esses três longas fazem exatamente o oposto — passei todo o tempo torcendo para que algo acontecesse logo para acabar com isso.

Pior ainda é pensar que no futuro alguém tente criar uma nova versão — por mais bem-intencionada que seja — terá um grande desafio pela frente ao tentar fazer com que as pessoas esqueçam esta trilogia infeliz. Essa sequência acaba manchando a reputação do filme original.

Caro leitor, por aqui encerro minha análise. Se alguém decidir assistir esse filme (e não diga que não avisei), venha conversar comigo depois! Um grande abraço! Thi.

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A idade só traz vantagens! Confira a resenha de “Velhos Bandidos” https://campinashoje.com/a-idade-so-traz-vantagens-confira-a-resenha-de-velhos-bandidos/2026/13893/ Tue, 24 Mar 2026 14:22:05 +0000 https://campinashoje.com/a-idade-so-traz-vantagens-confira-a-resenha-de-velhos-bandidos/2026/13893/ Cena de "Velhos Bandidos". Crédito: Laura Campanella/divulgaçãoFilme com Fernanda Montenegro, Ary Fontoura e Lázaro Ramos combina comédia e trama policial em história sobre um casal de idosos que planeja um roubo
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Temos amantes do Cinema Nacional aqui? Já não é mais novidade que fico muito empolgado quando temos cabines de imprensa de obras brasileiras. E dessa vez não foi diferente, ainda mais com um elenco de peso desse. Então se aconchegue do lado daí e bora descobrir os planos mirabolantes desse casal de idosos em “Velhos Bandidos” (Paris Filmes, 2026). Vem comigo!

Nossa queridíssima Fernanda Montenegro e Ary Fontoura interpretam um carismático casal de aposentados: Marta e Rodolfo. O que ninguém imagina é que essa dupla de idosos está planejando o crime perfeito: um enorme assalto a banco. Só que para o roubo ser bem-sucedido, eles precisam de um casal de jovens assaltantes, Nancy e Sid, interpretados por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta, que viram parceiros no crime. O maior problema do grupo de ladrões é o obstinado investigador Oswaldo, vivido por Lázaro Ramos.

Quem já acompanha as nossas conversas, sabe que não sou o tipo de pessoa que cria expectativas para assistir algo. Mas, meus queridos, eu não consigo esconder minha empolgação quando é dia de assistir um filme nacional. Ainda mais com atores tão queridos, e que dispensam apresentações, não é mesmo?

Fora que ele tem muito esse aspecto de filme americano de assalto a banco. Muito bom! O espectador já se envolve com a história desde o início. Por diversas vezes ficamos na expectativa de o que vai acontecer ou até mesmo com a sensação de “hum, está tudo muito tranquilo”. Mesmo quando pensamos já ter captado todas as peças do quebra-cabeças, surge alguma novidade. Não necessariamente uma reviravolta mirabolante, mas algo que vai nos deixando mais curiosos com o que está por vir.

Esse filme consegue fazer um ótimo equilíbrio entre a comédia com a missão de assalto ao banco. Novamente um excelente exemplar de que é possível fazer comédia sem cair no humor dos textos apelativos. É muito fácil fazer rir com coisas simples do cotidiano ou quando tem uma surpresa sendo descoberta. Ao mesmo tempo em que ficamos na expectativa de o que vai acontecer no final de tudo, sem falar que ficamos no dilema de “estou torcendo para os vilões?”.

Se tem algo que eu posso afirmar desse meio ano cobrindo filmes nas cabines de imprensa é: Cinema Nacional tem me gerado melhores experiências do que filmes estrangeiros. Não estou dizendo que para ser bom, tem que ser algo “nível Oscar” como “Ainda Estou Aqui”, ou “O Agente Secreto”. Mas o nosso audiovisual tem ótimos títulos dos mais variados gêneros e estilos: dramas, comédias, séries, documentários. Se você ainda é do time que filme brasileiro é tudo igual, que as produções de Hollywood são melhores, você está perdendo as nossas conversas.

O tanto de filme internacional que assisti ano passado que me ofendeu, nossa… As produções daqui passam de longe dessa categoria.

Enfim, “Velhos Bandidos” é um ótimo filme para se assistir de galera, com família, ou até mesmo sozinho. O importante é assistir e valorizar o nosso cinema! Entretanto essa é minha opinião e, obviamente, quero saber a sua. Vem conversar comigo nas redes sociais do Dropzando. Um forte abraço do Thi e até nosso próximo encontro.

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