Arquivo de organização criminosa - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/organizacao-criminosa/ Wed, 18 Feb 2026 22:06:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de organização criminosa - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/organizacao-criminosa/ 32 32 Investigação sobre suposta organização criminosa leva PF a pedir prisão preventiva de Amauri Pinho https://campinashoje.com/investigacao-sobre-suposta-organizacao-criminosa-leva-pf-a-pedir-prisao-preventiva-de-amauri-pinho/2026/13823/ Wed, 18 Feb 2026 22:06:00 +0000 https://campinashoje.com/investigacao-sobre-suposta-organizacao-criminosa-leva-pf-a-pedir-prisao-preventiva-de-amauri-pinho/2026/13823/ Representação aponta indícios de coação de testemunhas e tentativa de interferência no comando do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro em meio à disputa interna e apurações em curso na Justiça Eleitoral Está sob análise das autoridades policial e judicial um pedido de prisão preventiva de Antônio Amauri Malaquias de Pinho e Advando Furtado Júnior, no âmbito […]

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Representação aponta indícios de coação de testemunhas e tentativa de interferência no comando do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro em meio à disputa interna e apurações em curso na Justiça Eleitoral

Está sob análise das autoridades policial e judicial um pedido de prisão preventiva de Antônio Amauri Malaquias de Pinho e Advando Furtado Júnior, no âmbito de inquérito que apura a suposta atuação de organização criminosa para a tomada fraudulenta de partidos políticos.

O requerimento foi apresentado com base em novos elementos colhidos durante a investigação. Segundo o documento, os investigados teriam iniciado uma “escalada delitiva” com a finalidade de coagir testemunhas do próprio inquérito, pressionando convencionais do Diretório Nacional do PRTB a alterarem depoimentos já prestados.

Conforme consta na notícia-crime que fundamenta o pedido, Amauri Pinho, por intermédio de Advando Furtado Júnior, teria “pressionado e ameaçado convencionais para que alterem seus depoimentos e corroborem narrativa fraudulenta”.

A representação sustenta que, se confirmadas, “as condutas se enquadram nos crimes de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal) e embaraço à investigação de organização criminosa (art. 2º, §1º, da Lei 12.850/2013)”.

O pedido de custódia cautelar foi fundamentado na “necessidade de garantia da ordem pública e da normalidade do processo eleitoral, diante da gravidade dos fatos e do risco de reiteração delitiva”.

Contexto político e institucional

As denúncias contra Amauri Pinho e seu grupo não são isoladas. Investigações e processos judiciais em andamento revelam um histórico de tentativas de controle indevido de outras agremiações partidárias no Brasil. Amauri Pinho responde a outros quatro processos com o mesmo objetivo: assumir a presidência de partidos por meios questionáveis, com objetivos ainda não totalmente elucidados, mas que sugerem a busca por benefícios financeiros ou de poder.

O pedido de prisão ocorre em meio à disputa pelo comando nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), legenda que ganhou relevância no cenário político recente e que é presidida por Leonardo Avalanche até 2028.

A nova fase da apuração, envolvendo alegações de coação de testemunhas, eleva significativamente a gravidade do caso. Para os investigadores, a eventual tentativa de interferência na instrução do inquérito justificaria a medida extrema da prisão preventiva.

Leonardo Avalanche manifestou-se à reportagem:

“Fui vítima de uma quadrilha especializada, onde Amauri Pinho, juntamente com um grupo organizado de juristas e empresários, burlaram e falsificaram assinaturas e documentos públicos”, afirmou. Ele detalhou que tais ações configuram uma série de crimes e que as novas provas de coação a testemunhas apenas confirmam o modus operandi do grupo.

“Falsificaram documentos, assinaram em nome de outros, e agora estão coagindo testemunhas. Acreditamos que a justiça será feita e que, em breve, o partido estará retomado em sua integralidade. O que Amauri e seu grupo fizeram foi criminoso, e não permitiremos que quadrilhas especializadas se adonem de partidos políticos para ganhos pessoais ou outros fins escusos”, declarou.

“Desde o início defendemos que tudo fosse apurado com transparência. Confio na Polícia Federal, na Justiça Eleitoral e no Poder Judiciário. O PRTB será plenamente reorganizado dentro da legalidade antes das eleições de 2026”.

Segundo ele, os convencionais estariam reafirmando seus depoimentos e colaborando com as autoridades, o que teria fortalecido os elementos que embasaram o pedido de prisão.

Marco na investigação

Ainda sobre a dimensão e a audácia das ações investigadas, a reportagem ouviu o Delegado da Polícia Federal Dr. Rodney Miranda, com mais de trinta anos de experiência e ex-Secretário de Segurança do Estado de Goiás.

Para o delegado, a peculiaridade do caso é notória:

“Em toda a minha carreira, nunca vi um grupo criminoso de tamanha façanha, que ousou fraudar não apenas documentos públicos, mas também documentos de cunho federal, atacando as instituições do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Justiça Federal, da Justiça Comum e da própria Polícia Federal.”

O Dr. Rodney Miranda demonstrou confiança no avanço das apurações:

“Temos certeza de que, em breve, esta organização criminosa, com todas as suas ramificações, estará atrás das grades. As investigações já se encontram em uma fase bastante avançada, e a elucidação completa dos fatos é uma questão de tempo.”

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Corretor de grãos e a esposa aplicavam golpes milionários para ostentar e manter vida de luxo https://campinashoje.com/corretor-de-graos-e-a-esposa-aplicavam-golpes-milionarios-para-ostentar-e-manter-vida-de-luxo/2024/13056/ Fri, 06 Dec 2024 14:15:14 +0000 https://campinashoje.com/corretor-de-graos-e-a-esposa-aplicavam-golpes-milionarios-para-ostentar-e-manter-vida-de-luxo/2024/13056/ A Polícia Civil de Goiás revelou um esquema milionário de fraudes envolvendo o corretor de grãos Vinicius Martini de Mello e sua esposa, Camila Rosa Melo. O casal é acusado de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, com prejuízos estimados em bilhões de reais. Ambos estão foragidos, com indícios de que tenham […]

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A Polícia Civil de Goiás revelou um esquema milionário de fraudes envolvendo o corretor de grãos Vinicius Martini de Mello e sua esposa, Camila Rosa Melo. O casal é acusado de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, com prejuízos estimados em bilhões de reais. Ambos estão foragidos, com indícios de que tenham fugido para os Estados Unidos. Seus nomes foram incluídos na lista de procurados da Interpol.

Operação Deméter

A investigação começou em junho de 2024, após denúncias de golpes contra produtores rurais na região de Rio Verde (GO). Vinicius e Camila teriam utilizado o dinheiro ilícito para financiar uma vida de luxo, incluindo viagens internacionais e a aquisição de imóveis, veículos de luxo e aeronaves. Na operação, 468 veículos, duas aeronaves e sete imóveis foram apreendidos, totalizando cerca de R$ 200 milhões. A polícia também solicitou o bloqueio de R$ 19 bilhões em ativos do casal e de outros suspeitos.

Modus Operandi

O esquema envolvia a compra de grãos a preços elevados e a revenda por valores mais baixos, sem recolhimento de tributos. Para isso, eram criadas empresas de fachada, conhecidas como “noteiras”, que emitiam notas fiscais frias e utilizavam laranjas para facilitar a sonegação fiscal. O dinheiro obtido retornava ao grupo por meio de lavagem de capitais, simulando origem lícita.

Além disso, os produtores rurais foram lesados diretamente. Vinicius adquiria grãos, mas não efetuava os pagamentos, revendendo o produto sem entregar aos compradores. Segundo a polícia, o prejuízo acumulado pelos produtores ultrapassa R$ 400 milhões.

Outros Suspeitos e Apreensões

Quatro pessoas ligadas ao esquema foram presas nas cidades de Rio Verde, Morrinhos, Goiânia, Santo Antônio da Barra e Montividiu. Entre os itens apreendidos estavam armas, joias, caminhões bitrens avaliados em mais de R$ 1 milhão cada, além de documentos e outros bens de luxo. A investigação estima que o grupo movimentou R$ 19 bilhões em três anos.

Impacto no Estado

O esquema também causou prejuízos ao Estado de Goiás, devido à sonegação fiscal. Segundo o delegado Márcio Henrique Marques, “quem pagava a conta era o Estado”, uma vez que o grupo não recolhia os impostos devidos.

Defesas

Os advogados do casal alegaram que problemas financeiros recentes impediram o cumprimento de compromissos. Já as defesas de outros suspeitos presos afirmaram que todas as operações comerciais eram lícitas e aguardam acesso aos autos do processo, que segue sob sigilo.

A investigação permanece em curso, com esforços para capturar Vinicius e Camila, considerados os líderes do esquema. As autoridades buscam rastrear o destino dos valores desviados e garantir a reparação aos produtores lesados.

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MPE denuncia sete pessoas por fraudes na comercialização e transporte de combustível https://campinashoje.com/mpe-denuncia-sete-pessoas-por-fraudes-na-comercializacao-e-transporte-de-combustivel/2005/13085/ Sat, 06 Aug 2005 11:25:11 +0000 https://campinashoje.com/mpe-denuncia-sete-pessoas-por-fraudes-na-comercializacao-e-transporte-de-combustivel/2005/13085/ Organização criminosa desviou mais de 1 milhão de litros de álcool etílico hidratado, causando prejuízo ao fisco. O Ministério Público do Estado (MPE), por meio da 12ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Cuiabá, apresentou denúncia contra sete empresários acusados de formarem uma organização criminosa para promover fraudes na comercialização e transporte de combustíveis, […]

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Organização criminosa desviou mais de 1 milhão de litros de álcool etílico hidratado, causando prejuízo ao fisco.

O Ministério Público do Estado (MPE), por meio da 12ª Promotoria de Justiça Criminal da Comarca de Cuiabá, apresentou denúncia contra sete empresários acusados de formarem uma organização criminosa para promover fraudes na comercialização e transporte de combustíveis, resultando no desvio de mais de 1 milhão de litros de álcool etílico hidratado.

A denúncia, fundamentada em investigações da Delegacia Fazendária e da Sefaz/MT, aponta que o grupo atuava com o objetivo de sonegar ICMS, prejudicando a arrecadação tributária estadual.

Os denunciados

Entre os acusados estão:

  • Maurício Ali de Paula (líder do grupo);
  • Joaquim Crisóstomo de Paula;
  • Renata Casanova;
  • Claudyson Martins Alves (Kaká);
  • Giovani Dadalt Crespani;
  • Rubens Carlos Pozzetti, administrador da Transportadora WR Comércio de Combustível Ltda (atualmente J.M Comércio de Petróleo Ltda);
  • Edward Silva (Mineiro), gerente de transportes da Magika Transportes.

Modus operandi

De acordo com a denúncia, o esquema consistia em utilizar empresas vinculadas ao transporte e à comercialização de combustíveis para desviar cargas de álcool hidratado destinadas a operações interestaduais. Essas cargas eram comercializadas clandestinamente dentro do Estado de Mato Grosso, com alíquotas tributárias mais altas, sem o devido recolhimento de impostos.

As operações interestaduais possuem alíquota de 12% de ICMS, enquanto as internas são tributadas em 25%, conforme explicou o MPE. O grupo simulava essas operações, entregando produtos similares adquiridos de forma clandestina, para manter o esquema oculto.

Impactos e indícios

O MPE apurou que mais de 1.025.904 litros de álcool etílico hidratado foram desviados e comercializados irregularmente, causando um grande impacto no mercado abastecedor de combustíveis. O grupo também utilizava seus próprios postos de revenda para armazenar e distribuir o produto clandestinamente.

Consequências

A denúncia detalha que a atuação criminosa ultrapassava os limites do Estado de Mato Grosso, envolvendo empresas de São Paulo, como a Boom Petro Distribuidora de Derivados Petróleo e Álcool Ltda. O Ministério Público ressalta que o esquema provocou desequilíbrio no setor de combustíveis, além de prejuízos à arrecadação tributária.

Agora, os acusados enfrentarão a Justiça pelos crimes cometidos contra a ordem tributária e econômica, podendo responder por formação de organização criminosa e fraudes fiscais.

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