Arquivo de inovação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/inovacao/ Mon, 08 Jun 2026 11:43:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de inovação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/inovacao/ 32 32 Connection 26 amplia atuação nacional e aposta em tecnologia para transformar a comunicação estratégica https://campinashoje.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/2026/14604/ Mon, 08 Jun 2026 11:43:52 +0000 https://campinashoje.com/connection-26-amplia-atuacao-nacional-e-aposta-em-tecnologia-para-transformar-a-comunicacao-estrategica/2026/14604/ Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma […]

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Empresa fundada por Robson Ouro Preto une inteligência digital, dados e inovação para atender marcas, instituições e lideranças em todo o Brasil

Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, a Connection 26 vem ganhando destaque no mercado ao reunir comunicação estratégica, tecnologia de ponta e inteligência digital em uma única plataforma de soluções.

Fundada pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, a empresa nasce com a proposta de conectar pessoas, marcas e oportunidades, utilizando ferramentas modernas para atender empresas, instituições, lideranças políticas e organizações dos mais diversos segmentos.

A Connection 26 reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, especialistas em marketing digital, criadores de conteúdo, profissionais de tecnologia, analistas de dados, especialistas em inteligência artificial e gestores de tráfego pago, oferecendo soluções completas para quem busca posicionamento, crescimento e resultados.

Entre os serviços oferecidos estão comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, produção de conteúdo, mídia digital, desenvolvimento de plataformas, inteligência artificial e campanhas de tráfego pago de alta performance.

Um dos diferenciais da empresa é sua forte atuação na comunicação política, utilizando tecnologia avançada, análise de dados e estratégias digitais inovadoras para ampliar o alcance e a eficiência das campanhas de comunicação.

A empresa também se destaca pelo acesso a uma ampla rede de portais de notícias em todo o Brasil, fortalecendo a divulgação de marcas, projetos e ações institucionais em nível nacional.

Para Robson Ouro Preto, a comunicação do futuro será cada vez mais impulsionada pela tecnologia e pela inteligência de dados.

“A comunicação está vivendo uma transformação histórica. Hoje não basta apenas divulgar, é preciso conectar, compreender comportamentos, utilizar tecnologia e criar estratégias capazes de gerar resultados reais. A Connection 26 nasceu para liderar esse novo momento”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a Connection 26 segue expandindo sua presença nacional e se posicionando como uma das empresas mais inovadoras do setor, contribuindo para a evolução da comunicação digital e da tecnologia aplicada ao mercado brasileiro.

A expectativa é que a empresa amplie ainda mais sua atuação nos próximos anos, consolidando Brasília como um importante polo de inovação, comunicação estratégica e transformação digital para todo o país.

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Após revolucionar a comunicação digital, Robson Ouro Preto investe em tecnologia e mira liderança nacional no setor https://campinashoje.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/2026/14602/ Fri, 05 Jun 2026 21:29:32 +0000 https://campinashoje.com/apos-revolucionar-a-comunicacao-digital-robson-ouro-preto-investe-em-tecnologia-e-mira-lideranca-nacional-no-setor/2026/14602/ A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital. Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas […]

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A Connection 26, empresa fundada em Brasília pelo empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto, vem conquistando espaço no cenário nacional ao apresentar soluções inovadoras que unem comunicação, tecnologia e inteligência digital.

Com atuação em diversos estados brasileiros, a empresa tem chamado a atenção de lideranças políticas, instituições e organizações que buscam novas ferramentas para ampliar sua presença digital e fortalecer a comunicação com a população.

Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na comunicação, Robson Ouro Preto já havia se destacado ao criar uma das maiores redes de comunicação digital do país, conectando centenas de portais de notícias e ampliando o alcance da informação em todo o Brasil. Agora, o empresário dá um novo passo ao investir fortemente em tecnologia aplicada à comunicação estratégica e ao marketing político.

A Connection 26 atua nas áreas de comunicação corporativa, assessoria de imprensa, marketing digital, inteligência artificial, desenvolvimento de plataformas, produção de conteúdo, mídia digital e gestão de tráfego pago, oferecendo soluções modernas para clientes em diferentes segmentos.

Um dos destaques da empresa é a utilização de tecnologias avançadas para análise de dados, segmentação de público, automação de processos e estratégias digitais voltadas para campanhas de comunicação. A proposta é permitir que instituições, empresas e lideranças tenham acesso a ferramentas inovadoras capazes de potencializar resultados e fortalecer o relacionamento com seus públicos.

Com sede na capital federal, a Connection 26 tem ampliado sua presença em Brasília e em diversos estados, consolidando-se como uma empresa voltada para o futuro da comunicação e da tecnologia.

Para Robson Ouro Preto, o mercado vive uma transformação sem precedentes e exige soluções cada vez mais inteligentes.

Estamos vivendo uma nova era da comunicação. A tecnologia passou a ser uma ferramenta indispensável para quem deseja se conectar com as pessoas de forma eficiente. A Connection 26 nasceu justamente para unir inovação, estratégia e resultados, oferecendo ao mercado soluções modernas e alinhadas com as novas demandas digitais”, afirmou.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa segue expandindo sua atuação nacional e reforçando seu posicionamento como uma das novas referências em comunicação estratégica e tecnologia aplicada ao ambiente digital brasileiro.

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De Brasília para todo o Brasil: Robson Ouro Preto lança a Connection 26 e aposta na integração entre comunicação, tecnologia e inovação https://campinashoje.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/2026/14589/ Wed, 03 Jun 2026 09:00:21 +0000 https://campinashoje.com/de-brasilia-para-todo-o-brasil-robson-ouro-preto-lanca-a-connection-26-e-aposta-na-integracao-entre-comunicacao-tecnologia-e-inovacao/2026/14589/ Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal […]

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Empresa nasce com atuação nacional e reúne soluções em marketing digital, inteligência artificial, comunicação estratégica e transformação tecnológica

O empresário e estrategista de comunicação Robson Ouro Preto acaba de anunciar mais um importante projeto de alcance nacional. Com sede em Brasília, a nova empresa Connection 26 nasce com a missão de conectar o Distrito Federal aos 26 estados brasileiros, oferecendo soluções modernas e integradas nas áreas de comunicação, tecnologia e marketing digital.

Com o slogan “Conectando pessoas, marcas e tecnologia”, a empresa chega ao mercado com uma proposta inovadora, reunindo profissionais especializados e ferramentas avançadas para atender empresas, instituições, lideranças políticas, organizações e empreendedores em todo o país.

A escolha de Brasília como base operacional reforça a estratégia de expansão nacional da marca. Localizada no centro das decisões políticas e econômicas do Brasil, a capital federal será o ponto de partida para uma atuação que pretende alcançar todas as regiões brasileiras.

A Connection 26 atuará em diversos segmentos, entre eles:

* Comunicação Corporativa;
* Marketing Digital;
* Assessoria de Imprensa;
* Desenvolvimento de Plataformas;
* Tecnologia e Automação;
* Inteligência Artificial;
* Produção de Conteúdo;
* Mídia Digital;
* Gestão de Tráfego Pago.

Entre os diferenciais da empresa está uma equipe altamente especializada em campanhas de tráfego pago para o setor político, utilizando ferramentas exclusivas e estratégias avançadas de segmentação, análise de dados e inteligência digital.

Segundo Robson Ouro Preto, a empresa foi criada para atender um mercado cada vez mais conectado e exigente.

A comunicação evoluiu, a tecnologia evoluiu e as marcas precisam acompanhar essa transformação. A Connection 26 surge justamente para unir essas áreas, criando conexões inteligentes e resultados concretos para nossos clientes em todo o Brasil”, destacou o empresário.

Reconhecido nacionalmente por sua atuação no setor da comunicação, Robson Ouro Preto amplia sua presença no mercado com um projeto que une inovação, tecnologia e estratégia, consolidando mais um passo importante em sua trajetória empresarial.

A expectativa é que a Connection 26 se torne uma referência nacional em soluções de comunicação integrada, marketing digital e tecnologia, fortalecendo marcas e conectando oportunidades de norte a sul do país.

Connection 26
Conectando pessoas, marcas e tecnologia.

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IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Fri, 15 May 2026 20:13:44 +0000 https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia Coluna Janguiê Diniz A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação […]

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Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia

Coluna Janguiê Diniz

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

Neste sentido, talvez o maior mérito da proposta apresentada pelo CNE esteja na prudência regulatória adotada. Em vez de criar um conjunto rígido de normas, o parecer é composto por diretrizes orientadoras, princípios gerais e recomendações de boas práticas, preservando a autonomia pedagógica das instituições de ensino e reconhecendo a velocidade com que a tecnologia se transforma. Trata-se de uma escolha inteligente, pois o excesso de regulamentação poderia resultar na caducidade da normativa antes mesmo da sua entrada em vigor.

O documento também acerta ao reafirmar a centralidade da mediação humana no processo educacional: a IA deve atuar como ferramenta complementar, jamais substitutiva da atuação docente. Merece elogio, ainda, a preocupação com aspectos como proteção de dados, ética digital, transparência algorítmica, inclusão e desenvolvimento da autonomia intelectual dos estudantes. O parecer demonstra sensibilidade institucional ao evidenciar que a discussão sobre inteligência artificial não é apenas tecnológica, mas profundamente pedagógica, social e civilizatória.

Seguindo essa compreensão de que a IA não deve ser resumida a uma ferramenta operacional, o texto é assertivo ao defender a inclusão do ensino sobre inteligência artificial nos currículos da educação básica e da educação superior. Essa medida é relevante porque desloca o debate do simples “uso da tecnologia” para a formação de competências cognitivas, críticas e profissionais compatíveis com o século XXI.

Contudo, apesar dos acertos constantes do documento, é impossível não perceber uma inquietante timidez por parte do Estado brasileiro. O parecer do CNE é importante, mas ele surge quase como uma iniciativa isolada dentro de um cenário nacional ainda marcado pela ausência de uma visão sistêmica sobre inteligência artificial e educação.

O contraste internacional torna essa percepção ainda mais evidente. Enquanto o Brasil debate diretrizes orientadoras, e ainda hesita em transformar a inteligência artificial em política pública estruturante, a China já opera em outro patamar. O recém-lançado Plano de Ação IA + Educação 2030, publicado por cinco órgãos governamentais, não trata a IA apenas como ferramenta pedagógica, mas como política de desenvolvimento humano, econômico, científico e geopolítico.

O plano chinês estabelece metas para integração da IA em todos os níveis educacionais até 2030, envolvendo currículo, formação docente, infraestrutura computacional, plataformas públicas de dados, modernização da pesquisa científica, sistemas inteligentes de avaliação e políticas massivas de alfabetização em IA para toda a população.

Esse planejamento, ousado e a curto-prazo, ressalta-se, mostra que a China compreendeu que inteligência artificial não se constitui em inovação tecnológica apenas, mas em um projeto de Estado. O documento chinês fala explicitamente em soberania tecnológica, construção de ecossistema nacional de IA, fortalecimento de talentos estratégicos e criação de infraestrutura pública de inteligência artificial para educação. Em outras palavras, não se trata somente de usar plataformas existentes, mas de construir capacidade nacional de produção tecnológica e domínio intelectual sobre o futuro.

No Brasil, infelizmente, ainda estamos muito distantes dessa compreensão estratégica. A quase inexistência de referências robustas à inteligência artificial no novo Plano Nacional de Educação é sintoma eloquente desse atraso. Embora o documento mencione educação digital em alguns pontos, a IA aparece de forma periférica, difusa e sem densidade estratégica compatível com a dimensão da transformação em curso. Não há metas estruturantes claras sobre formação docente em IA, desenvolvimento de infraestrutura, alfabetização algorítmica, pesquisa aplicada ou políticas públicas de soberania tecnológica educacional.

Essa ausência é especialmente preocupante porque a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar como uma força estruturante do presente. Trata-se de uma transformação capaz de redefinir modelos econômicos, relações de trabalho, produção de conhecimento e dinâmicas de poder em escala global. Nesse contexto, os países que não compreenderem rapidamente a centralidade dessa agenda estarão sujeitos a um processo profundo de dependência tecnológica, intelectual e econômica, com impactos sem precedentes na história contemporânea. Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre ferramentas ou inovação digital, trata-se de um desafio essencialmente formativo.

Estamos, portanto, diante de uma disputa que transcende a dimensão tecnológica e alcança aspectos centrais da soberania das nações, como linguagem, pensamento, criatividade, autonomia intelectual e capacidade produtiva. Os países que estruturarem políticas consistentes para a inserção da IA na educação terão condições de formar profissionais, pesquisadores e cidadãos preparados para liderar os processos de transformação das próximas décadas. Em contrapartida, aqueles que negligenciarem essa agenda correm o risco de ocupar uma posição periférica, limitada ao consumo passivo de tecnologias, plataformas e soluções desenvolvidas por terceiros, aprofundando relações de dependência econômica, científica e estratégica.

Voltando ao contexto brasileiro, o parecer construído pelo CNE merece reconhecimento. Em um ambiente institucional ainda hesitante, ele representa um avanço significativo. Embora embrionário, inaugura uma discussão séria, técnica e equilibrada sobre o uso e as aplicações da inteligência artificial na educação; e faz isso com maturidade regulatória, evitando tanto o deslumbramento acrítico quanto o proibicionismo improdutivo.

Contudo, talvez seja o momento de o Brasil abandonar essa postura meramente reativa e compreender que não basta regular o uso da inteligência artificial. Ela precisa ser abraçada como estratégia de desenvolvimento, e adotada como política de Estado voltada à formação das pessoas, à competitividade econômica, à soberania científica e tecnológica e à capacidade de o país participar, efetivamente, da economia do conhecimento. Afinal, a questão não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação brasileira, pois isso já aconteceu, mas se o Brasil irá adotá-la apenas como tecnologia importada de consumo imediato ou como instrumento estratégico de construção do seu próprio futuro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

 

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MCG quer profissionalizar o mercado de mentorias empresariais com certificação, governança e métricas objetivas https://campinashoje.com/mcg-quer-profissionalizar-o-mercado-de-mentorias-empresariais-com-certificacao-governanca-e-metricas-objetivas/2026/14365/ Wed, 13 May 2026 15:16:18 +0000 https://campinashoje.com/mcg-quer-profissionalizar-o-mercado-de-mentorias-empresariais-com-certificacao-governanca-e-metricas-objetivas/2026/14365/ Holding liderada por Janguiê Diniz propõe um novo modelo institucional para o setor de mentorias, com foco em credibilidade, escalabilidade e validação técnica de resultados A Mentor Capital Group (MCG) surge com a proposta de transformar o mercado de mentorias empresariais no Brasil por meio de uma estrutura institucional baseada em governança, certificação e métricas […]

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Holding liderada por Janguiê Diniz propõe um novo modelo institucional para o setor de mentorias, com foco em credibilidade, escalabilidade e validação técnica de resultados

A Mentor Capital Group (MCG) surge com a proposta de transformar o mercado de mentorias empresariais no Brasil por meio de uma estrutura institucional baseada em governança, certificação e métricas objetivas de avaliação. Em entrevista à Gazeta Mercantil, o fundador Janguiê Diniz afirmou que o setor cresceu rapidamente nos últimos anos, mas ainda opera, em grande parte, sustentado apenas pela reputação pessoal e influência digital dos mentores.
Segundo ele, a MCG nasce para preencher essa lacuna com um modelo estruturado de validação e profissionalização do mercado. “Nosso objetivo é criar padrões claros de certificação, governança corporativa e critérios técnicos de avaliação, trazendo mais credibilidade e previsibilidade para o setor”, afirmou.

Um dos pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que avalia não apenas a imagem do mentor, mas a maturidade operacional da empresa por trás da mentoria. Entre os critérios analisados estão governança, performance financeira, estrutura operacional, impacto comprovado nos clientes, recorrência de receita e consistência metodológica.

A holding também desenvolveu o chamado “4E Growth Framework”, metodologia voltada para diagnóstico, desenvolvimento e escalabilidade das operações de mentoria. O modelo é dividido em quatro pilares: Elevation, Engine, Execution e Expansion, que analisam desde posicionamento de mercado até potencial de crescimento sustentável.

De acordo com Janguiê Diniz, a proposta da MCG vai além de uma simples rede de relacionamento. A holding pretende funcionar como uma infraestrutura institucional fechada, reunindo empresários, educadores, palestrantes, atletas e profissionais de diferentes áreas em um ecossistema estruturado de geração de negócios e inteligência estratégica.

O projeto iniciou suas atividades com mais de 40 candidatos qualificados, selecionados com base em critérios como trajetória empresarial, capacidade comprovada de gerar resultados, governança, alinhamento ético e contribuição para o ecossistema.

Outro ponto destacado pelo empresário é a intenção de internacionalizar o modelo no futuro. Embora o foco inicial esteja na consolidação da operação no Brasil, a holding acredita que o problema da ausência de padronização e governança no mercado de mentorias é global, o que abre espaço para expansão internacional da proposta.

Para empresas que buscam contratar mentores, a MCG afirma oferecer mais segurança institucional e previsibilidade, reduzindo riscos e elevando o nível das decisões estratégicas através de profissionais avaliados com base em critérios técnicos e resultados concretos.

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Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado-2/2026/14300/ Tue, 05 May 2026 17:01:11 +0000 https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado-2/2026/14300/ Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa […]

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Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização

A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.

Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.

Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.

A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.

A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.

O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.

No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.

A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.

Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.

Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.

Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.

Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação

Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.

Mentor Capital Group – MCG

www.mentorcapitalgroup.com.br
Instagram: @mentorcapitalgroup
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup

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Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado/2026/14297/ Tue, 05 May 2026 16:56:10 +0000 https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado/2026/14297/ Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa […]

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Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização

A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.

Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.

Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.

A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.

A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.

O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.

No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.

A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.

Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.

Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.

Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.

Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação

Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.

Mentor Capital Group – MCG

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Mercado de previsões ganha força na América Latina com avanço da SinalOn https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Wed, 22 Apr 2026 20:54:04 +0000 https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, […]

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Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo

Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, como indicadores econômicos, decisões políticas ou oscilações financeiras – encontram na América Latina um território praticamente virgem para expansão. É nesse cenário de oportunidade inexplorada que a SinalOn emerge como pioneira regional, desenvolvendo uma plataforma tecnológica sofisticada capaz de converter a inteligência coletiva em dados estratégicos comercializáveis.

Diferentemente dos mercados maduros americanos e europeus, a região latino-americana carece de players estruturados nesse setor, criando um vácuo que a empresa pretende ocupar estrategicamente. A proposta central é transformar o volume significativo de percepções públicas em dados comercializáveis e acionáveis.

Segundo Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o continente apresenta características ideais para o desenvolvimento desses mercados: “A região reúne alta digitalização, engajamento intenso em temas como política, economia e esportes, além de uma cultura de opinião muito ativa. O que falta são ferramentas capazes de transformar esse volume de percepções em inteligência acionável

Brasil, México, Argentina e Colômbia figuram como mercados prioritários para a implementação inicial, considerando sua maturidade digital e demanda por instrumentos sofisticados de análise de tendências sociais.

Arquitetura tecnológica e monetização

A empresa já estruturou sua base operacional com motor de mercado próprio, sistema de livro de ordens e algoritmos de precificação dinâmica. O primeiro pilar de receita se fundamenta em taxas transacionais cobradas na plataforma.

A estratégia de médio prazo prevê diversificação da receita através da comercialização de insights e dados agregados para o mercado institucional, incluindo fundos de investimento, corporações e consultorias especializadas em antecipação de movimentos econômicos e sociais.

Foco em eventos de alto impacto

A abordagem de crescimento da SinalOn prioriza a captura de momentos de intensa formação de expectativas coletivas: ciclos eleitorais, divulgação de indicadores econômicos e competições esportivas de grande escala.

Com ênfase em conformidade regulatória e adaptação tecnológica, a companhia visa estabelecer-se como referência em mercados de previsão estruturados na América Latina, aproveitando o momento em que autoridades regulatórias e agentes de mercado intensificam discussões sobre essas ferramentas.

A hipótese central da SinalOn sustenta que os prediction markets podem transcender seu status experimental atual, tornando-se uma camada fundamental de inteligência econômica regional ao agregar e sistematizar dados hoje dispersos.

 

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ANEC promove encontro nacional para definir caminhos da educação católica no Brasil https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Wed, 15 Apr 2026 17:59:59 +0000 https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O […]

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Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

  • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
  • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
  • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
  • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

Informações: https://forum.anec.org.br

Sobre a ANEC

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

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