Arquivo de educação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/educacao/ Wed, 03 Jun 2026 15:49:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de educação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/educacao/ 32 32 Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil https://campinashoje.com/escultura-ultima-ceia-em-madeira-ganha-destaque-pelo-maior-alto-relevo-do-brasil/2026/14600/ Wed, 03 Jun 2026 15:49:09 +0000 https://campinashoje.com/escultura-ultima-ceia-em-madeira-ganha-destaque-pelo-maior-alto-relevo-do-brasil/2026/14600/ Obra esculpida em cedro pelo artesão Romualdo de Castro Souza levou um ano e meio para ser concluída em Garanhuns, no Agreste pernambucano Uma das maiores releituras em madeira da obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, está em Pernambuco. Esculpida pelo artesão Romualdo de Castro Souza, na cidade de Garanhuns, a peça impressiona […]

O post Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Obra esculpida em cedro pelo artesão Romualdo de Castro Souza levou um ano e meio para ser concluída em Garanhuns, no Agreste pernambucano

Uma das maiores releituras em madeira da obra “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, está em Pernambuco. Esculpida pelo artesão Romualdo de Castro Souza, na cidade de Garanhuns, a peça impressiona pela dimensão, riqueza de detalhes e profundidade do alto-relevo.

A história da escultura começou em 2013, com a aquisição de duas grandes pranchas de madeira cedro, vindas do Pará, por meio de uma madeireira do Recife. O trabalho artístico foi iniciado no mesmo ano e concluído em junho de 2015, após cerca de um ano e meio de dedicação.

A obra foi produzida a partir de duas pranchas com aproximadamente 7,30 metros de comprimento, 60 centímetros de largura e 15 centímetros de espessura. Depois de finalizada, a escultura passou a medir cerca de 4 metros de comprimento por 2,20 metros de altura, com uma estrutura que chega a 36,5 centímetros de espessura nas quatro partes da moldura.

A peça é uma releitura tridimensional da famosa pintura “A Última Ceia”, criada por Leonardo da Vinci entre 1495 e 1498, atualmente preservada no convento e igreja Santa Maria delle Grazie, em Milão, na Itália. A versão em madeira transforma a cena clássica em uma experiência de profundidade, destacando expressões, volumes e detalhes dos personagens.

Pesquisas apontam que a escultura se destaca por apresentar uma das maiores espessuras de madeira já utilizadas em uma representação da “Última Ceia” no Brasil, resultado em um alto-relevo de grande impacto visual.

Com técnica minuciosa e valorização da arte popular, Romualdo de Castro Souza transformou o cedro em uma obra monumental, unindo tradição, fé e a força da escultura pernambucana.

O post Escultura “Última Ceia” em madeira ganha destaque pelo maior alto-relevo do Brasil apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia https://campinashoje.com/aos-30-anos-adriel-brendown-intensifica-pre-campanha-a-deputado-federal-com-agenda-em-23-cidades-da-bahia/2026/14499/ Fri, 29 May 2026 14:27:50 +0000 https://campinashoje.com/aos-30-anos-adriel-brendown-intensifica-pre-campanha-a-deputado-federal-com-agenda-em-23-cidades-da-bahia/2026/14499/ Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a […]

O post Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Advogado, empresário e comunicador aposta no contato direto com a população e defende desburocratização, empreendedorismo, esporte e educação como pilares de sua pré-candidatura

Aos 30 anos, Adriel Brendown Torres Maturino imprime um ritmo acelerado à sua Pré-candidatura a Deputado Federal. Com uma bagagem que combina o exercício do Direito, a vivência no jornalismo e a expertise empresarial — evidenciada pela gestão da LFTV na Bahia e a fundação da TV Nação em Brasília —, o pré-candidato tem se tornado um nome de peso no cenário político baiano.

Diferente de muitos nomes da nova geração, que limitam sua atuação ao ambiente digital, Adriel aposta na “política de sola de sapato”. Até o momento, o pré-candidato já percorreu 23 cidades, onde tem se destacado pela proximidade com o eleitorado. “Gosto de lidar com as pessoas e não tenho medo de sentar para conversar”, afirma, reforçando sua convicção de que o verdadeiro entendimento das demandas nacionais passa pelo contato direto com a realidade das comunidades.

Visão de país e propostas estruturantes

Em suas andanças, o discurso de Adriel é pautado por três pilares fundamentais: o fomento ao esporte como ferramenta de transformação social, a esperança por um Brasil mais eficiente e o apoio ao empreendedorismo com geração de emprego e oportunidade.

Para o pré-candidato, o caminho para o desenvolvimento passa pela redução da burocracia. Ele defende que, ao oferecer estrutura e menos travas aos empreendedores, o país criará o ambiente necessário para o aquecimento real da economia, gerando mais emprego e renda para as famílias brasileiras.

Entre sonhos e trajetória: o fator educação

Ao olhar para a própria trajetória, Adriel revela facetas pouco conhecidas que norteiam suas metas políticas. Filho de pedagoga, o desejo de infância de ser jogador de futebol — um sonho que divide com a grande maioria dos brasileiros — convive hoje com uma aspiração mais madura e profunda: ocupar um dia grande cargo na Educação.

Mais do que uma ambição de cargo, esse objetivo reflete sua crença central. Para Adriel, a educação não é apenas uma diretriz de governo, mas a única solução viável para aqueles que planejam o futuro do país a longo prazo.

Raízes e valores

Nascido em Camaçari e morador de Lauro de Freitas, Adriel carrega consigo a importância das relações familiares como base de sua formação. Filho de Adailton e Marilene (conhecida carinhosamente como “Mari Kids”), ele também não cria distinções entre os pais Geciane e Paulo que foram fundamentais em sua criação. Irmão mais velho de quatro filhos por parte de mãe e uma irmã por parte de pai, o pré-candidato é descrito pelos pais como um homem de valores sólidos.

“Sempre me preocupei com meu filho, por ter um coração muito bom. Tinha medo que o mundo o decepcionasse”, confessa Marilene.

“Meu filho sempre foi paciente, temente a Deus e dedicado, com um coração leve e tratando bem sem olhar a quem”, complementa Adailton.

Entre os amigos, Adriel é conhecido como resolvedor de problemas ou um Porto Seguro. Com apenas 30 anos de idade, preserva amizades de 10, 15 e por incrível que pareça no mundo de hoje, 23 anos de relacionamento. Através destes e da família, já angaria apoio em 53 municípios baianos.

Com uma pré-campanha que ganha tração e uma narrativa focada em proximidade e resultados, Adriel Brendown se posiciona como uma das vozes jovens a observar nos próximos meses, unindo a energia de sua geração com a sensibilidade de quem conhece, de perto, o valor de cada conversa e o peso de cada sonho.

O post Aos 30 anos, Adriel Brendown intensifica pré-campanha a deputado federal com agenda em 23 cidades da Bahia apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação https://campinashoje.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/2026/14426/ Tue, 19 May 2026 17:23:02 +0000 https://campinashoje.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/2026/14426/ Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais Coluna Janguiê Diniz Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. […]

O post Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais

Coluna Janguiê Diniz

Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. A medida representa um gesto de maturidade institucional e compromisso democrático com a construção das políticas públicas educacionais. 

Em um cenário marcado por intensas transformações regulatórias, ouvir a sociedade, as instituições de educação superior, especialistas, entidades representativas e os próprios profissionais da educação é não apenas prudente, mas essencial para a construção de diretrizes equilibradas, viáveis e coerentes com a realidade brasileira.

A medida ganha ainda mais relevância quando observamos o contexto recente de reorganização da política nacional de educação a distância. O Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025, promoveu mudanças profundas na organização dos formatos educacionais. Entre elas, a vedação de oferta integralmente a distância para as licenciaturas e a definição de 40% de presencialidade para os cursos semipresenciais.

Contudo, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a formação inicial de professores estabelecem outros parâmetros. Enquanto o novo marco regulatório da EAD passou a trabalhar com a lógica do formato semipresencial estruturado a partir de percentuais mínimos de atividades presenciais e síncronas mediadas, a regulamentação das licenciaturas exige 50% de presencialidade, criando um descompasso normativo que gera insegurança jurídica e dúvidas operacionais para as instituições de ensino.

Nesse contexto, a iniciativa do CNE de abrir consulta pública demonstra disposição para construir convergência regulatória. Mais do que um debate sobre números, a expectativa é de que o processo resulte no alinhamento de duas políticas públicas. Esta é uma medida relevante, ainda que o decreto reconheça a sobreposição das DCNs em situações de divergência.

Por isso, é falaciosa a narrativa de que o Decreto nº 12.456/2025 enfraqueceu a formação docente. Pelo contrário. O texto buscou consolidar uma política de educação a distância orientada pela qualidade acadêmica, pela valorização da docência e pelo fortalecimento das experiências formativas presenciais e síncronas. Trata-se de um posicionamento essencial para assegurar qualidade sem ignorar a diversidade territorial, social e econômica do Brasil.

Cabe ressaltar que alterações em percentuais de presencialidade produzem impactos concretos sobre acesso, permanência e sustentabilidade da oferta educacional. Um aumento excessivo das atividades presenciais pode dificultar o ingresso e a continuidade de milhares de estudantes que vivem longe dos grandes centros urbanos, trabalham em tempo integral ou dependem da flexibilidade proporcionada pela educação mediada pela tecnologia. Ao mesmo tempo, é legítima a preocupação com a necessidade de experiências práticas, interação pedagógica qualificada e fortalecimento da identidade docente durante o processo formativo.

Por isso, a consulta pública se apresenta como um caminho adequado. Ela permite que o debate saia do campo das disputas ideológicas simplificadas e avance para uma discussão técnica, baseada em evidências, experiências institucionais e compreensão das diferentes realidades do país. A formação de professores é complexa demais para ser conduzida a partir de decisões unilaterais ou construídas sem ampla escuta social.

Outro aspecto positivo consiste no reconhecimento de que políticas educacionais precisam ser harmônicas. O Brasil viveu, nos últimos anos, diversas alterações regulatórias no campo da educação superior. Muitas vezes, essas mudanças foram implementadas sem a devida articulação entre decretos, portarias, diretrizes curriculares e instrumentos de avaliação. O resultado foi um ambiente de instabilidade regulatória que dificultou o planejamento institucional e gerou insegurança jurídica para o setor educacional.

Também merece destaque o fato de que a própria abertura da consulta pública reforça o papel do Conselho Nacional de Educação como instância de mediação qualificada entre governo, sociedade e sistema educacional. Em tempos de polarização e radicalização de debates, optar pela escuta e pela construção coletiva representa uma maturidade institucional importante. Não se trata de abrir mão da regulação, mas de fortalecê-la a partir da legitimidade do diálogo.

A educação brasileira precisa superar a lógica das falsas dicotomias. Presencialidade e tecnologia não são conceitos incompatíveis. Qualidade e flexibilidade também não. O desafio contemporâneo consiste exatamente em construir modelos híbridos capazes de combinar experiências formativas robustas, acompanhamento pedagógico efetivo, desenvolvimento de competências profissionais e ampliação do acesso educacional.

Nesse sentido, a consulta pública promovida pelo CNE deve ser celebrada não apenas pelo seu conteúdo imediato, mas pelo método adotado. Escutar antes de decidir é sempre um sinal positivo. Especialmente quando se trata de um tema tão sensível quanto a formação dos futuros professores brasileiros.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

O post Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Fri, 15 May 2026 20:13:44 +0000 https://campinashoje.com/ia-na-educacao-exige-politica-de-estado-para-garantir-soberania-tecnologica-e-formacao-critica-defende-janguie-diniz/2026/14376/ Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia Coluna Janguiê Diniz A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação […]

O post IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Em artigo, presidente da ABMES elogia diretrizes do CNE sobre inteligência artificial na educação, mas alerta para a falta de uma estratégia nacional robusta diante do avanço global da tecnologia

Coluna Janguiê Diniz

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

Neste sentido, talvez o maior mérito da proposta apresentada pelo CNE esteja na prudência regulatória adotada. Em vez de criar um conjunto rígido de normas, o parecer é composto por diretrizes orientadoras, princípios gerais e recomendações de boas práticas, preservando a autonomia pedagógica das instituições de ensino e reconhecendo a velocidade com que a tecnologia se transforma. Trata-se de uma escolha inteligente, pois o excesso de regulamentação poderia resultar na caducidade da normativa antes mesmo da sua entrada em vigor.

O documento também acerta ao reafirmar a centralidade da mediação humana no processo educacional: a IA deve atuar como ferramenta complementar, jamais substitutiva da atuação docente. Merece elogio, ainda, a preocupação com aspectos como proteção de dados, ética digital, transparência algorítmica, inclusão e desenvolvimento da autonomia intelectual dos estudantes. O parecer demonstra sensibilidade institucional ao evidenciar que a discussão sobre inteligência artificial não é apenas tecnológica, mas profundamente pedagógica, social e civilizatória.

Seguindo essa compreensão de que a IA não deve ser resumida a uma ferramenta operacional, o texto é assertivo ao defender a inclusão do ensino sobre inteligência artificial nos currículos da educação básica e da educação superior. Essa medida é relevante porque desloca o debate do simples “uso da tecnologia” para a formação de competências cognitivas, críticas e profissionais compatíveis com o século XXI.

Contudo, apesar dos acertos constantes do documento, é impossível não perceber uma inquietante timidez por parte do Estado brasileiro. O parecer do CNE é importante, mas ele surge quase como uma iniciativa isolada dentro de um cenário nacional ainda marcado pela ausência de uma visão sistêmica sobre inteligência artificial e educação.

O contraste internacional torna essa percepção ainda mais evidente. Enquanto o Brasil debate diretrizes orientadoras, e ainda hesita em transformar a inteligência artificial em política pública estruturante, a China já opera em outro patamar. O recém-lançado Plano de Ação IA + Educação 2030, publicado por cinco órgãos governamentais, não trata a IA apenas como ferramenta pedagógica, mas como política de desenvolvimento humano, econômico, científico e geopolítico.

O plano chinês estabelece metas para integração da IA em todos os níveis educacionais até 2030, envolvendo currículo, formação docente, infraestrutura computacional, plataformas públicas de dados, modernização da pesquisa científica, sistemas inteligentes de avaliação e políticas massivas de alfabetização em IA para toda a população.

Esse planejamento, ousado e a curto-prazo, ressalta-se, mostra que a China compreendeu que inteligência artificial não se constitui em inovação tecnológica apenas, mas em um projeto de Estado. O documento chinês fala explicitamente em soberania tecnológica, construção de ecossistema nacional de IA, fortalecimento de talentos estratégicos e criação de infraestrutura pública de inteligência artificial para educação. Em outras palavras, não se trata somente de usar plataformas existentes, mas de construir capacidade nacional de produção tecnológica e domínio intelectual sobre o futuro.

No Brasil, infelizmente, ainda estamos muito distantes dessa compreensão estratégica. A quase inexistência de referências robustas à inteligência artificial no novo Plano Nacional de Educação é sintoma eloquente desse atraso. Embora o documento mencione educação digital em alguns pontos, a IA aparece de forma periférica, difusa e sem densidade estratégica compatível com a dimensão da transformação em curso. Não há metas estruturantes claras sobre formação docente em IA, desenvolvimento de infraestrutura, alfabetização algorítmica, pesquisa aplicada ou políticas públicas de soberania tecnológica educacional.

Essa ausência é especialmente preocupante porque a inteligência artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se consolidar como uma força estruturante do presente. Trata-se de uma transformação capaz de redefinir modelos econômicos, relações de trabalho, produção de conhecimento e dinâmicas de poder em escala global. Nesse contexto, os países que não compreenderem rapidamente a centralidade dessa agenda estarão sujeitos a um processo profundo de dependência tecnológica, intelectual e econômica, com impactos sem precedentes na história contemporânea. Em outras palavras, mais do que uma discussão sobre ferramentas ou inovação digital, trata-se de um desafio essencialmente formativo.

Estamos, portanto, diante de uma disputa que transcende a dimensão tecnológica e alcança aspectos centrais da soberania das nações, como linguagem, pensamento, criatividade, autonomia intelectual e capacidade produtiva. Os países que estruturarem políticas consistentes para a inserção da IA na educação terão condições de formar profissionais, pesquisadores e cidadãos preparados para liderar os processos de transformação das próximas décadas. Em contrapartida, aqueles que negligenciarem essa agenda correm o risco de ocupar uma posição periférica, limitada ao consumo passivo de tecnologias, plataformas e soluções desenvolvidas por terceiros, aprofundando relações de dependência econômica, científica e estratégica.

Voltando ao contexto brasileiro, o parecer construído pelo CNE merece reconhecimento. Em um ambiente institucional ainda hesitante, ele representa um avanço significativo. Embora embrionário, inaugura uma discussão séria, técnica e equilibrada sobre o uso e as aplicações da inteligência artificial na educação; e faz isso com maturidade regulatória, evitando tanto o deslumbramento acrítico quanto o proibicionismo improdutivo.

Contudo, talvez seja o momento de o Brasil abandonar essa postura meramente reativa e compreender que não basta regular o uso da inteligência artificial. Ela precisa ser abraçada como estratégia de desenvolvimento, e adotada como política de Estado voltada à formação das pessoas, à competitividade econômica, à soberania científica e tecnológica e à capacidade de o país participar, efetivamente, da economia do conhecimento. Afinal, a questão não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação brasileira, pois isso já aconteceu, mas se o Brasil irá adotá-la apenas como tecnologia importada de consumo imediato ou como instrumento estratégico de construção do seu próprio futuro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

 

O post IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Educação Católica reforça compromisso com formação humana e transformação social https://campinashoje.com/educacao-catolica-reforca-compromisso-com-formacao-humana-e-transformacao-social/2026/14369/ Thu, 14 May 2026 10:31:14 +0000 https://campinashoje.com/educacao-catolica-reforca-compromisso-com-formacao-humana-e-transformacao-social/2026/14369/ No Dia Internacional da Educação Católica, instituições destacam a importância de uma educação baseada em conhecimento, fé, diálogo e responsabilidade com o próximo O Dia Internacional da Educação Católica reforça, neste ano, a importância da missão educativa como um compromisso que vai além da transmissão de conteúdos, integrando conhecimento, fé, cultura e responsabilidade social. A […]

O post Educação Católica reforça compromisso com formação humana e transformação social apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
No Dia Internacional da Educação Católica, instituições destacam a importância de uma educação baseada em conhecimento, fé, diálogo e responsabilidade com o próximo

O Dia Internacional da Educação Católica reforça, neste ano, a importância da missão educativa como um compromisso que vai além da transmissão de conteúdos, integrando conhecimento, fé, cultura e responsabilidade social. A data celebra o papel das instituições católicas na formação integral da pessoa humana, promovendo valores como fraternidade, diálogo, acolhimento e solidariedade.

Inspiradas pelos princípios do Pacto Educativo Global, lançado pelo Papa Francisco, escolas e instituições ligadas à educação católica destacam a construção de caminhos voltados ao bem comum e à transformação social. A proposta busca fortalecer vínculos humanos, estimular a cultura do encontro e contribuir para uma sociedade mais justa e comprometida com a dignidade humana.

Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, as instituições católicas atuam como ambientes de formação ética, espiritual e cidadã, incentivando o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos a partir de valores cristãos e do compromisso coletivo com o próximo.

Celebrar o Dia Internacional da Educação Católica é também reafirmar, em rede, a defesa de uma educação acolhedora, participativa e voltada à construção de esperança, diálogo e paz social, reconhecendo o papel da educação como ferramenta essencial para a transformação da sociedade.

O post Educação Católica reforça compromisso com formação humana e transformação social apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados https://campinashoje.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/2026/14324/ Fri, 08 May 2026 15:02:56 +0000 https://campinashoje.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/2026/14324/ Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros Coluna Janguiê Diniz* Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo […]

O post Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros

Coluna Janguiê Diniz*

Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo federal acertou em cheio em outra decisão estratégica para o futuro do país: a inclusão dos inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na nova edição do programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0. Trata-se de uma decisão acertada tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Ao ampliar os mecanismos de renegociação de dívidas para alcançar estudantes que recorreram ao crédito educacional, a Medida Provisória nº 1.355/2026 reconhece uma realidade muitas vezes negligenciada: a de milhares de brasileiros que apostaram na educação superior como principal via de transformação de suas trajetórias de vida, mas que hoje enfrentam dificuldades concretas para honrar seus compromissos financeiros.

Ao conceder às dívidas de financiamento estudantil condições especiais de renegociação dispensadas a outros débitos, o poder público demonstrou valorizar o papel estratégico da educação na redução das desigualdades econômicas impostas aos brasileiros. Afinal, não se trata apenas de aliviar passivos acumulados, mas de oferecer uma segunda chance a jovens que, em sua maioria, são oriundos de famílias de baixa renda e que enxergam no diploma de graduação a possibilidade real de romper ciclos geracionais de pobreza.

Entre os benefícios da medida, está a previsão de descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado da dívida para estudantes inscritos no Cadastro Único e com débitos em atraso há mais de um ano. Ao reconhecer a vulnerabilidade desse público, a política pública avança no sentido de alinhar o desenho do programa às reais condições de pagamento de seus usuários, evitando que o financiamento educacional, concebido como mecanismo de acesso, se transforme em um fator de exclusão futura.

Esse aspecto é ainda mais significativo quando se considera que uma parcela expressiva dos estudantes que recorrem ao Fies, na prática, integra o público-alvo do Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas de 100% e 50% das mensalidades. Contudo, o limite de vagas e os critérios rigorosos de elegibilidade fazem com que muitos estudantes de baixa renda não consigam acessar o programa, e o Fies acaba sendo a alternativa possível.

Essa dinâmica revela um ponto central do debate sobre políticas públicas educacionais no Brasil: a necessidade de articulação e complementaridade entre os diferentes instrumentos de acesso. Em um sistema no qual 80% das matrículas estão concentradas em instituições privadas, políticas como o Fies e o ProUni não são apenas desejáveis, mas absolutamente essenciais para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar essas instituições.

Nesse sentido, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 deve ser interpretada como parte de uma política mais ampla de reequilíbrio social. Ao enfrentar o problema da inadimplência, o governo federal contribui para a sustentabilidade do programa e, ao mesmo tempo, resgata sua função original como instrumento de mobilidade social.

Além dos impactos estruturais, há também efeitos imediatos e transformadores na vida dos beneficiários. A possibilidade de renegociar dívidas com condições acessíveis permite que esses estudantes deixem para trás situações de inadimplência prolongada, muitas vezes associadas à negativação do nome e à inscrição em cadastros restritivos de crédito ou mesmo na dívida ativa da União. Ao superar essas barreiras, esses jovens passam a ter acesso a novas oportunidades, seja no mercado de trabalho, seja no sistema financeiro, podendo planejar com mais segurança seus próximos passos.

É importante reconhecer, ainda, que medidas dessa natureza produzem efeitos positivos que vão além do indivíduo. Ao permitir a reinserção de milhares de pessoas no circuito econômico formal, o programa contribui para a dinamização da economia, ampliando o consumo, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a arrecadação. Trata-se, portanto, de uma política pública que combina sensibilidade social com racionalidade econômica.

Por fim, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 acende a esperança de uma retomada estratégica da política que, em seu auge, foi responsável por transformar o perfil do ensino superior brasileiro. Para isso, o próximo passo consiste na reformulação do programa em si, com o estabelecimento de critérios e diretrizes que dialoguem com a realidade do público ao qual se destina, garantindo não apenas a assinatura dos contratos, mas também o seu encerramento dentro do que é esperado pelo poder público e pelos estudantes.

Ao apostar na renegociação das dívidas como caminho para reequilibrar o sistema e apoiar aqueles que mais precisam, o governo federal reafirma a centralidade da educação superior para um país mais justo e próspero. E, ao permitir que esses jovens iniciem ou retomem suas vidas adultas sem o peso de um endividamento insustentável, dá um passo importante na direção de um Brasil em que o acesso à educação não seja um privilégio, mas um direito efetivamente garantido a todo e qualquer cidadão brasileiro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

O post Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Simulado gratuito replica método oficial do Enem e mostra exatamente quantos pontos faltam para entrar no curso dos sonhos https://campinashoje.com/simulado-gratuito-replica-metodo-oficial-do-enem-e-mostra-exatamente-quantos-pontos-faltam-para-entrar-no-curso-dos-sonhos/2026/14374/ Fri, 08 May 2026 11:46:06 +0000 https://campinashoje.com/simulado-gratuito-replica-metodo-oficial-do-enem-e-mostra-exatamente-quantos-pontos-faltam-para-entrar-no-curso-dos-sonhos/2026/14374/ Com mais de 3 milhões de usuários na América Latina, a Filadd lança pela primeira vez um simulado gratuito que replica integralmente o formato e o método oficial de correção do Enem. A plataforma disponibiliza 180 questões corrigidas pela TRI, mesma metodologia utilizada pelo INEP, além de um planejador de estudos personalizado e um simulador integrado ao SISU, que mostra quantos pontos faltam para o estudante alcançar a nota de corte do curso desejado. A iniciativa busca democratizar o acesso a ferramentas de preparação mais precisas e aproximar os alunos de um diagnóstico real do desempenho antes da prova oficial.

O post Simulado gratuito replica método oficial do Enem e mostra exatamente quantos pontos faltam para entrar no curso dos sonhos apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>

Plataforma disponibiliza pela primeira vez um simulado completo e personalizado que replica formato e metodologia de correção do exame, gera planejador de estudos individualizado e calcula, em tempo real, a distância entre a nota atual do estudante e a nota de corte do curso pretendido

 

O Enem é a maior porta de entrada para o ensino superior no Brasil. Mais de 3 milhões de estudantes se inscrevem no exame todos os anos, e a maioria enfrenta o mesmo dilema: como saber se está no caminho certo quando o resultado só vem em novembro? A lacuna entre o esforço de preparação e o diagnóstico real de desempenho é um dos problemas mais recorrentes entre candidatos ao exame, e é justamente esse espaço que a Filadd decidiu ocupar.

A Filadd, cursinho online pré-vestibular com mais de 3 milhões de usuários na América Latina, lança o Simulado Gratuito Filadd 2026. São 180 questões objetivas divididas em dois dias, com nota calculada pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), o mesmo método adotado pelo INEP para corrigir o exame real, diagnóstico detalhado por área de conhecimento e um conjunto de ferramentas de planejamento gerado automaticamente ao final. O simulado está disponível em simulado.filadd.com.br, ficará aberto até 30 de maio e é gratuito para qualquer pessoa, sem necessidade de vínculo com a plataforma.

O formato replica fielmente o Enem. No primeiro dia, o aluno responde 45 questões de Linguagens e Códigos e 45 de Ciências Humanas. No segundo, 45 de Ciências da Natureza e 45 de Matemática. O aluno escolhe as próprias datas no momento do cadastro e tem 24 horas para concluir cada etapa, podendo pausar e retomar quando precisar. Esta é a primeira vez que a Filadd oferece um simulado neste formato no Brasil.

O principal diferencial começa na correção. A TRI não avalia apenas quantas questões o candidato acertou, mas quais acertou e se há coerência pedagógica nas respostas. Dois estudantes com o mesmo número de acertos podem ter diferenças de até 100 pontos na nota final: quem acerta questões difíceis e erra as fáceis do mesmo tema é penalizado, porque o sistema interpreta o padrão como chute. Entender essa lógica e treinar a consistência é parte essencial da preparação. A maioria dos simulados disponíveis gratuitamente no mercado não utiliza a TRI, o que significa que o candidato chega ao exame sem nunca ter sido avaliado pela mesma régua que o INEP vai usar.

“Saber onde erra é o ponto de partida de qualquer preparação que funciona”, afirma Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd no Brasil.

Ao concluir as duas etapas, o aluno recebe imediatamente a nota TRI por área de conhecimento, um comparativo com o desempenho esperado no Enem e acesso à resolução comentada das questões com maior índice de erro. A partir desse resultado, a plataforma gera uma sugestão de cronograma de estudos personalizado, com a distribuição de tempo recomendada para cada área de conhecimento.

Além do diagnóstico, o estudante tem acesso a um simulador de metas integrado ao SISU. Ao informar o curso e a instituição que deseja cursar, ele visualiza a distância entre a própria nota e a nota de corte do último processo seletivo. O objetivo é tangibilizar o esforço que ainda falta: não basta saber que está mal em Matemática. É preciso saber quantos pontos precisa ganhar nessa área, especificamente, para entrar no curso que escolheu.

“A ideia é que nenhum obstáculo fique entre o estudante e o diagnóstico. O simulado tem que ser acessível para ser útil”, completa Bruno Ferrari.

O acesso é inteiramente gratuito: o aluno cria uma conta, escolhe as datas para cada dia de prova e inicia quando quiser. Não há redação e não há obrigatoriedade de fazer os dois dias em sequência. A iniciativa é parte de um movimento mais amplo da Filadd para democratizar o acesso a ferramentas de preparação de qualidade. Recursos como simulado com TRI, planejador de estudos personalizado e simulador de nota de corte estão reunidos em um só lugar, abertos a todos os estudantes que vão prestar o Enem, sem necessidade de vínculo com a plataforma. Combinados, entregam não só um diagnóstico, mas um caminho claro de onde estão e onde precisam chegar.

Sobre a Filadd

A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para aprovações em universidades como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN.

 

Serviço

Simulado Gratuito Filadd 2026
Acesso: https://simulado.filadd.com.br/
Encerramento: 30 de maio de 2026
Formato: 180 questões objetivas divididas em 2 dias (sem redação)
Correção: nota TRI por área de conhecimento, entregue imediatamente ao final
Público: qualquer pessoa, sem necessidade de ser aluno da Filadd
Custo: gratuito, sem necessidade de cartão

O post Simulado gratuito replica método oficial do Enem e mostra exatamente quantos pontos faltam para entrar no curso dos sonhos apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro https://campinashoje.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/2026/14320/ Thu, 07 May 2026 09:20:30 +0000 https://campinashoje.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/2026/14320/ Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de […]

O post Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas

A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% no ano seguinte.

Esse avanço ocorre em um contexto de ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos estudantes na escola. Entre as iniciativas, o programa Pé-de-Meia tem ganhado destaque ao apostar em incentivos financeiros como estratégia para conter a evasão escolar.

Como o Pé-de-Meia contribui para reduzir a evasão escolar no ensino médio

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança direcionada a estudantes do ensino médio da rede pública. Os valores são depositados ao longo do percurso escolar, com base em critérios como matrícula ativa, frequência regular e conclusão das etapas.

A iniciativa já alcança cerca de 5,6 milhões de estudantes, o equivalente a, aproximadamente, 54% dos alunos dessa fase de ensino. O objetivo é reduzir impactos de fatores que historicamente contribuem para a evasão escolar, como dificuldades financeiras e necessidade de trabalhar cedo.

Ao aliviar parte da pressão econômica, o incentivo contribui para que mais jovens permaneçam na escola. Ao mesmo tempo, reforça a percepção da educação como um caminho possível para ampliar oportunidades no futuro.

Principais causas da evasão escolar no ensino médio e soluções possíveis

Apesar da redução recente, a evasão escolar ainda está ligada a problemas estruturais no país. Desigualdade social, acesso limitado à educação de qualidade e inserção precoce no mercado de trabalho seguem como obstáculos importantes.

Diante desse cenário, o uso de ferramentas educacionais também ganhou espaço. Recursos como a calculadora ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ajudam no acompanhamento do desempenho acadêmico, permitindo simular resultados e organizar melhor a rotina de estudos

Esse tipo de apoio contribui para que estudantes visualizem metas mais concretas, especialmente em relação ao ingresso no ensino superior. Além disso, a formação de uma poupança ao longo do ensino médio pode auxiliar no planejamento futuro, incluindo a escolha de cursos de graduação e a continuidade dos estudos.

Redução da evasão escolar no ensino médio reforça importância de políticas públicas

A queda na evasão escolar no ensino médio reforça a importância de políticas públicas consistentes e contínuas. Iniciativas como o Pé-de-Meia mostram que o incentivo financeiro, aliado a estratégias educacionais, pode gerar impactos positivos na permanência escolar.

O desafio, no entanto, permanece. A redução das desigualdades no acesso à educação depende da ampliação dessas ações e de um olhar atento para as diferentes realidades dos estudantes. Nesse contexto, fortalecer políticas educacionais segue como um passo essencial para garantir trajetórias mais estáveis e ampliar oportunidades no país.

O post Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
ANEC promove encontro nacional para definir caminhos da educação católica no Brasil https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Wed, 15 Apr 2026 17:59:59 +0000 https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O […]

O post ANEC promove encontro nacional para definir caminhos da educação católica no Brasil apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

  • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
  • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
  • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
  • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

Informações: https://forum.anec.org.br

Sobre a ANEC

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

O post ANEC promove encontro nacional para definir caminhos da educação católica no Brasil apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>
Jovem do IFRS em Osório leva a bandeira do sul no Brasil Project https://campinashoje.com/jovem-do-ifrs-em-osorio-leva-a-bandeira-do-sul-no-brasil-project/2026/14094/ Tue, 14 Apr 2026 14:22:05 +0000 https://campinashoje.com/jovem-do-ifrs-em-osorio-leva-a-bandeira-do-sul-no-brasil-project/2026/14094/ Natália de Abreu Euzebio possui publicações e premiações nacionais e internacionais - Foto: Juliana EstradiotoEvento reúne jovens de bom desempenho e lideranças influentes do país para discutir temas tidos como relevantes para o Brasil e o mundo
O post Estudante do IFRS – Campus Osório representa a região sul do Brasil no Brasil Project apareceu primeiro em Agora RS.

O post Jovem do IFRS em Osório leva a bandeira do sul no Brasil Project apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>

A aluna Natália de Abreu Euzebio, que estuda no Campus Osório do IFRS (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul), está participando do Brasil Project, que acontece na Universidade Harvard e no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em Cambridge, nos Estados Unidos. Este evento é considerado o maior encontro de talentos brasileiros ao redor do mundo.

O evento teve início na sexta-feira (10) e se estenderá até este domingo (12). O Brasil Project reúne jovens com desempenho destacado e líderes influentes para debater assuntos relevantes tanto para o Brasil quanto para o cenário global.

Para esta conferência, foram escolhidos dez alunos do ensino médio da rede pública, selecionados com base em suas trajetórias acadêmicas. Destes, cinco são da região nordeste, três da sudeste, um do norte e Natália representa a região sul.

A estudante está no 4º ano do curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio e é bolsista desde 2024 no projeto de pesquisa intitulado “Desenvolvimento de extratos para o combate à podridão-descendente em videira”, coordenado pela professora Flávia Twardowski, que atualmente ocupa o cargo de pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do IFRS.

Com um histórico notável, Natália possui publicações e prêmios tanto nacionais quanto internacionais, incluindo uma medalha de ouro no Science Busker Festival, realizado em formato híbrido em diversas nações africanas em 2024. Ela também conquistou o Prêmio Jovem Talento Científico Gaúcho e ficou com a segunda colocação nas categorias de Ciências Animais e de Plantas da Mostratec (Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia).

Ainda figurou entre os participantes dos eventos LALA (Latin American Leadership Academy) e da 24ª Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), ambos ocorridos em São Paulo em 2025.

“Essa experiência irá expandir minha visão sobre o mundo, reforçar meu compromisso com a educação e o impacto social, além de me motivar a atuar mais ativamente na minha comunidade e no Brasil”, comentou Natália.

Brasil Project

O objetivo deste evento é conectar os conhecimentos das universidades Harvard e MIT com as realidades brasileiras. Para isso, a programação inclui painéis, fireside chats, debates ao vivo, mesas-redondas com palestrantes convidados e oportunidades para networking.

Dentre os tópicos que estarão em discussão estão: inteligência artificial; as preocupações relativas à próxima geração de lideranças políticas; a promoção da excelência na pesquisa; a influência da cultura e do esporte durante um ano marcado pela Copa do Mundo; questões sobre energia e sustentabilidade; além da análise do estado atual do mundo sob as lentes da geopolítica e economia.

O post Estudante do IFRS – Campus Osório representa a região sul do Brasil no Brasil Project apareceu primeiro em Agora RS.

O post Jovem do IFRS em Osório leva a bandeira do sul no Brasil Project apareceu primeiro em Campinas Hoje.

]]>