Arquivo de Disney - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/disney/ Tue, 07 Jul 2026 14:33:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Disney - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/disney/ 32 32 Toy Story 5″: repetição de fórmula, mas com potencial para liderar nas bilheteiras https://campinashoje.com/toy-story-5-repeticao-de-formula-mas-com-potencial-para-liderar-nas-bilheteiras/2026/14844/ Tue, 07 Jul 2026 14:33:13 +0000 https://campinashoje.com/toy-story-5-repeticao-de-formula-mas-com-potencial-para-liderar-nas-bilheteiras/2026/14844/ Crédito: Disney / PixarEm Toy Story 5, os brinquedos são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.
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Saudações, amantes de animações! Hoje, vamos discutir um tema que certamente ressoa com muitos de vocês: qual é o seu filme favorito desse gênero? Essa é uma pergunta que pode gerar bastante reflexão. Pessoalmente, eu me divido entre duas opções: da Disney, “A Bela e a Fera”, e da Pixar, “UP: Altas Aventuras”. Agora, vamos falar sobre um dos lançamentos mais esperados de 2026: “Toy Story 5” (Disney).

Embora “Toy Story” (1995) não esteja entre os meus filmes prediletos, tenho um carinho especial por ele. Seu impacto no mundo das animações é inegável. A conexão que estabelecemos ao crescer junto aos personagens é algo verdadeiramente único. Pode parecer estranho falar em crescimento com seres inanimados, mas mesmo que eles não envelheçam fisicamente, nós aprendemos e evoluímos com suas histórias. Essa franquia tem a habilidade de dialogar com diversas gerações, transmitindo uma mensagem poderosa sobre amizade.

Entretanto, chegamos a um ponto de divergência nas opiniões. Há quem defenda que a história deveria ter terminado após a trilogia original (e eu sou um dos que pensa assim). Por outro lado, existem fãs que acreditam ser essencial continuar explorando esse universo repleto de nuances. Para mim, o ideal seria encerrar no terceiro filme, mas como já tivemos um quarto longa-metragem, decidi conferir o resultado. A continuação trouxe uma nova perspectiva sobre o papel dos brinquedos na vida das crianças e como a imaginação pode criar memórias tão valiosas quanto as proporcionadas por brinquedos adquiridos nas lojas. Foi uma experiência divertida.

No entanto, a lógica dos estúdios é clara: se um filme faz sucesso financeiro, novas sequências são inevitáveis. Assim, foi anunciado “Toy Story 5”. Aqui estou eu, refletindo enquanto sinto emoções conflitantes. Apesar das expectativas moderadas, eu realmente gostaria de ter saído satisfeito da exibição. Lembram quando falamos sobre “O Diabo Veste Prada 2”? Fui à cabine com sentimentos ambivalentes e acabei me desapontando; o mesmo ocorreu aqui. Enquanto escrevo, sinto vontade de rever os filmes anteriores e reassistir ao novo para entender melhor minhas impressões.

É importante lembrar que “Toy Story 5” é direcionado ao público infantil. Recentemente assisti “A Casa Mágica da Gabby: O Filme”, voltado para crianças a partir de três anos e me diverti bastante! Contudo, isso não é o ponto central da discussão! O fato é que “Toy Story 5” não chega a ser um filme “ruim”, mas parece desconectado dos seus predecessores. Embora mantenha os personagens icônicos e o título famoso, falta-lhe a essência que caracterizou os primeiros filmes da série. Isso realmente me entristece: ver uma franquia tão amada se transformar em algo facilmente esquecível.

A minha preocupação em relação à The Walt Disney Studios produzir sequências apenas para lucrar se confirmou. Aparentemente há receio de arriscar novas ideias. Além disso, havia uma premissa muito interessante em mãos: explorar como a tecnologia pode impactar positivamente ou negativamente as crianças. Isso me leva a questionar qual é a responsabilidade do diretor e do estúdio nas decisões do roteiro; talvez quisessem inovar, mas acabaram cedendo às imposições do estúdio.

Reitero que não se trata de um filme ruim; porém, analisando-o sob uma perspectiva mais ampla, ele acaba sendo fraco. O enredo apresenta duas linhas narrativas – sem spoilers – envolvendo as questões da criança (mesmo que Andy ou Bonnie não sejam os protagonistas) e as aventuras dos brinquedos, que são o foco principal.

Parece que neste novo filme houve tanto foco nas questões enfrentadas pelos brinquedos que as necessidades da Bonnie foram deixadas em segundo plano. Esses dilemas tinham potencial para serem mais explorados, mas são tratados de forma superficial. Essa é minha frustração: apresentar a tecnologia como um vilão e resolver tudo de maneira simplista no final.

Acredito que faltou ousadia na narrativa. É inegável que vivemos em uma era onde a tecnologia permeia nossas vidas; não há dúvidas quanto a isso. Entretanto, o trailer sugeriu um impacto maior acerca desse tema na vida das crianças do que o roteiro efetivamente desenvolveu. Não tenho crianças próximas para observar – adoraria saber como elas enxergam isso – mas raramente vejo crianças brincando ativamente nos parques ou shoppings; muitas estão fixadas nas telas de dispositivos eletrônicos.

Estamos vivendo em uma realidade monocromática? Talvez eu esteja sendo nostálgico ao pensar assim… Mas sou parte da geração de 1992 e recordo-me de tempos em que havia mais opções lúdicas para as crianças. Ir ao McDonald’s era algo especial: aquele ambiente vibrante onde os pais muitas vezes gastavam além do possível para garantir o brinquedo do lanche aos filhos. Havia locais dedicados para brincar e até economizávamos para adquirir salgadinhos por conta dos tazos! A própria Disney tinha sites encantadores antes do avanço tecnológico.

Atualmente parece que essa magia se perdeu. Você compra cereais matinais e não recebe mais brindes; agora há apenas QR Codes para acessar jogos no celular. Não estou dizendo que devemos nos recusar a crescer ou ignorar responsabilidades – isso faz parte da vida – mas parece que perdemos um pouco da alegria infantil pelo caminho. Viramos prisioneiros da tecnologia ao invés de utilizá-la em nosso benefício?

Aos fãs dessa icônica franquia, acredito que vocês poderão desfrutar do novo filme! No entanto, olhando sob outra perspectiva, fico triste ao ver algo tão significativo se tornar tão vazio… Sem dúvida será bem-sucedido nas bilheteiras e gerará diversos produtos licenciados… Mas isso vem à custa do quê? Esta é minha análise sobre “Toy Story 5”. Agora quero saber a sua opinião! Um forte abraço! Thi.

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O retorno do estilo e sofisticação em “O Diabo Veste Prada 2 https://campinashoje.com/o-retorno-do-estilo-e-sofisticacao-em-o-diabo-veste-prada-2/2026/14266/ Tue, 05 May 2026 14:29:07 +0000 https://campinashoje.com/o-retorno-do-estilo-e-sofisticacao-em-o-diabo-veste-prada-2/2026/14266/ Crédito: 20th Century Studios / DisneyQuem diria que, 20 anos após o lançamento do original, teríamos uma sequencia. A trama acompanha Miranda Priestly e Andy Sachs em um momento em há dúvidas se a Runway segue sendo relevante.
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Pessoal, vamos lá! Todos prontos e em seus lugares? Preparem-se, pois a aguardada chegada dela está próxima! Sabemos que a organização é essencial para ela e tudo deve estar impecável. Estão preparados? Vem aí “O Diabo Veste Prada 2”! Alguém viu meu cappuccino?

É surpreendente pensar que, duas décadas após o lançamento do filme original, temos uma sequência tão grandiosa. Venham comigo e vamos explorar um dos filmes mais esperados deste ano!

A nova trama traz de volta Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andy Sachs (Anne Hathaway), inseridas em um cenário de transformações no mundo das publicações e revistas. Miranda terá que enfrentar novos desafios em meio a mudanças turbulentas na comunicação. Além disso, surge uma questão importante: será que a Runway ainda se mantém relevante nos dias atuais?

Confesso que estava ansioso para assistir, mas também um pouco apreensivo. Os fãs de “O Diabo Veste Prada” (20th Century Fox, 2006) sempre clamaram por uma continuação. Ao longo dos anos, muitos membros do elenco manifestaram interesse em retornar para mais uma história. No entanto, até recentemente, isso parecia apenas um sonho distante. Quando finalmente foi anunciada a sequência e o primeiro trailer foi revelado, não consegui esconder minha felicidade.

Entretanto, ao me dirigir à sala de exibição, uma pequena parte de mim estava nervosa. Por quê? Apesar de ser fã da Disney, os estúdios têm enfrentado momentos complicados. O centenário da empresa deveria ter sido um marco mágico, mas passou quase despercebido. Histórias que antes eram cheias de encanto foram reinterpretadas de maneira insatisfatória. O estúdio deixou de ser sinônimo de grandes bilheteiras com contos mágicos e se tornou refém de fórmulas repetitivas.

A atmosfera encantada do castelo foi substituída por algo mais sombrio. Assim como o McDonald’s perdeu seu brilho vibrante e se transformou em uma estrutura cinza e monótona.

Com isso, a nostalgia se tornou a aposta dos estúdios, que começaram a produzir adaptações ao vivo de seus personagens clássicos e sequências de animações populares. À medida que esses projetos geravam sucesso nas bilheteiras, era hora de trazer um grande nome novamente à tona e restabelecer mais um marco cinematográfico.

Portanto, ao entrar na cabine de imprensa, eu estava feliz, mas com receio do que poderia sair deste projeto.

Para minha grata surpresa, o filme entrega qualidade equivalente à do original. Ao assisti-lo recentemente, pude me lembrar melhor dos detalhes da história. Desde os créditos iniciais até as cenas que evidenciam as diferentes realidades dos personagens. O interessante é que o trailer não revela muito; algumas cenas logo aparecem nos primeiros quinze minutos, deixando os espectadores curiosos pelo desenrolar da trama.

Glamouroso como o primeiro

Não irei dar spoilers! Mas é fascinante observar como o roteiro desenvolve os altos e baixos da narrativa conforme avança. Quando parece que tudo está sob controle, algo inesperado acontece; momentos em que você sente que está tudo muito calmo são seguidos por reviravoltas emocionantes. Embora não seja nada inovador, é extremamente divertido.

Em certos momentos, lembrei-me do livro escrito por Lauren Weisberger, especialmente na dinâmica entre Andy e sua amiga. Fiquei encantado ao ver alguns personagens ganhando mais profundidade nesta nova produção e percebi que Miranda continua sendo uma força da natureza mesmo após vinte anos.

Para os admiradores da franquia, este filme é um verdadeiro banquete! Há referências hilárias a situações do primeiro longa-metragem — desde personagens até acessórios e trajes… E claro, a trilha sonora faz menção ao filme anterior com novas músicas; não poderia faltar o clássico “Vogue”, de Madonna (Warner Bros Records, 1990), além de muitos looks deslumbrantes. A produção visual e a fotografia estão simplesmente impressionantes!

Aqueles que amam “O Diabo Veste Prada”, assim como eu, vão se divertir imensamente com esta sequência! Preparem seus trajes elegantes e nos encontramos nas salas de cinema! Um grande abraço glamouroso para todos vocês!

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