Arquivo de Críticas de cinema - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/criticas-de-cinema/ Tue, 07 Jul 2026 14:33:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Críticas de cinema - Campinas Hoje https://campinashoje.com/marcadores/criticas-de-cinema/ 32 32 Toy Story 5″: repetição de fórmula, mas com potencial para liderar nas bilheteiras https://campinashoje.com/toy-story-5-repeticao-de-formula-mas-com-potencial-para-liderar-nas-bilheteiras/2026/14844/ Tue, 07 Jul 2026 14:33:13 +0000 https://campinashoje.com/toy-story-5-repeticao-de-formula-mas-com-potencial-para-liderar-nas-bilheteiras/2026/14844/ Crédito: Disney / PixarEm Toy Story 5, os brinquedos são desafiados pela nova obsessão das crianças do século XXI: os dispositivos eletrônicos.
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Saudações, amantes de animações! Hoje, vamos discutir um tema que certamente ressoa com muitos de vocês: qual é o seu filme favorito desse gênero? Essa é uma pergunta que pode gerar bastante reflexão. Pessoalmente, eu me divido entre duas opções: da Disney, “A Bela e a Fera”, e da Pixar, “UP: Altas Aventuras”. Agora, vamos falar sobre um dos lançamentos mais esperados de 2026: “Toy Story 5” (Disney).

Embora “Toy Story” (1995) não esteja entre os meus filmes prediletos, tenho um carinho especial por ele. Seu impacto no mundo das animações é inegável. A conexão que estabelecemos ao crescer junto aos personagens é algo verdadeiramente único. Pode parecer estranho falar em crescimento com seres inanimados, mas mesmo que eles não envelheçam fisicamente, nós aprendemos e evoluímos com suas histórias. Essa franquia tem a habilidade de dialogar com diversas gerações, transmitindo uma mensagem poderosa sobre amizade.

Entretanto, chegamos a um ponto de divergência nas opiniões. Há quem defenda que a história deveria ter terminado após a trilogia original (e eu sou um dos que pensa assim). Por outro lado, existem fãs que acreditam ser essencial continuar explorando esse universo repleto de nuances. Para mim, o ideal seria encerrar no terceiro filme, mas como já tivemos um quarto longa-metragem, decidi conferir o resultado. A continuação trouxe uma nova perspectiva sobre o papel dos brinquedos na vida das crianças e como a imaginação pode criar memórias tão valiosas quanto as proporcionadas por brinquedos adquiridos nas lojas. Foi uma experiência divertida.

No entanto, a lógica dos estúdios é clara: se um filme faz sucesso financeiro, novas sequências são inevitáveis. Assim, foi anunciado “Toy Story 5”. Aqui estou eu, refletindo enquanto sinto emoções conflitantes. Apesar das expectativas moderadas, eu realmente gostaria de ter saído satisfeito da exibição. Lembram quando falamos sobre “O Diabo Veste Prada 2”? Fui à cabine com sentimentos ambivalentes e acabei me desapontando; o mesmo ocorreu aqui. Enquanto escrevo, sinto vontade de rever os filmes anteriores e reassistir ao novo para entender melhor minhas impressões.

É importante lembrar que “Toy Story 5” é direcionado ao público infantil. Recentemente assisti “A Casa Mágica da Gabby: O Filme”, voltado para crianças a partir de três anos e me diverti bastante! Contudo, isso não é o ponto central da discussão! O fato é que “Toy Story 5” não chega a ser um filme “ruim”, mas parece desconectado dos seus predecessores. Embora mantenha os personagens icônicos e o título famoso, falta-lhe a essência que caracterizou os primeiros filmes da série. Isso realmente me entristece: ver uma franquia tão amada se transformar em algo facilmente esquecível.

A minha preocupação em relação à The Walt Disney Studios produzir sequências apenas para lucrar se confirmou. Aparentemente há receio de arriscar novas ideias. Além disso, havia uma premissa muito interessante em mãos: explorar como a tecnologia pode impactar positivamente ou negativamente as crianças. Isso me leva a questionar qual é a responsabilidade do diretor e do estúdio nas decisões do roteiro; talvez quisessem inovar, mas acabaram cedendo às imposições do estúdio.

Reitero que não se trata de um filme ruim; porém, analisando-o sob uma perspectiva mais ampla, ele acaba sendo fraco. O enredo apresenta duas linhas narrativas – sem spoilers – envolvendo as questões da criança (mesmo que Andy ou Bonnie não sejam os protagonistas) e as aventuras dos brinquedos, que são o foco principal.

Parece que neste novo filme houve tanto foco nas questões enfrentadas pelos brinquedos que as necessidades da Bonnie foram deixadas em segundo plano. Esses dilemas tinham potencial para serem mais explorados, mas são tratados de forma superficial. Essa é minha frustração: apresentar a tecnologia como um vilão e resolver tudo de maneira simplista no final.

Acredito que faltou ousadia na narrativa. É inegável que vivemos em uma era onde a tecnologia permeia nossas vidas; não há dúvidas quanto a isso. Entretanto, o trailer sugeriu um impacto maior acerca desse tema na vida das crianças do que o roteiro efetivamente desenvolveu. Não tenho crianças próximas para observar – adoraria saber como elas enxergam isso – mas raramente vejo crianças brincando ativamente nos parques ou shoppings; muitas estão fixadas nas telas de dispositivos eletrônicos.

Estamos vivendo em uma realidade monocromática? Talvez eu esteja sendo nostálgico ao pensar assim… Mas sou parte da geração de 1992 e recordo-me de tempos em que havia mais opções lúdicas para as crianças. Ir ao McDonald’s era algo especial: aquele ambiente vibrante onde os pais muitas vezes gastavam além do possível para garantir o brinquedo do lanche aos filhos. Havia locais dedicados para brincar e até economizávamos para adquirir salgadinhos por conta dos tazos! A própria Disney tinha sites encantadores antes do avanço tecnológico.

Atualmente parece que essa magia se perdeu. Você compra cereais matinais e não recebe mais brindes; agora há apenas QR Codes para acessar jogos no celular. Não estou dizendo que devemos nos recusar a crescer ou ignorar responsabilidades – isso faz parte da vida – mas parece que perdemos um pouco da alegria infantil pelo caminho. Viramos prisioneiros da tecnologia ao invés de utilizá-la em nosso benefício?

Aos fãs dessa icônica franquia, acredito que vocês poderão desfrutar do novo filme! No entanto, olhando sob outra perspectiva, fico triste ao ver algo tão significativo se tornar tão vazio… Sem dúvida será bem-sucedido nas bilheteiras e gerará diversos produtos licenciados… Mas isso vem à custa do quê? Esta é minha análise sobre “Toy Story 5”. Agora quero saber a sua opinião! Um forte abraço! Thi.

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Um Mistério Sombrio”: a nova produção que se une à Mulher Gato https://campinashoje.com/um-misterio-sombrio-a-nova-producao-que-se-une-a-mulher-gato/2026/14783/ Tue, 30 Jun 2026 14:32:07 +0000 https://campinashoje.com/um-misterio-sombrio-a-nova-producao-que-se-une-a-mulher-gato/2026/14783/ Créditos: Black Bear Pictures, Dark Castle Entertainement e Paris FilmesA fim de manter sua carreira, a atriz veterana Samantha Lake (Elisabeth Moss) é atraída pelas promessas da magnata de beleza Zoe Shannon (Kate Hudson). Mas o tratamento de rejuvenescimento não vai sair como ela esperava.
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Meus amigos, é verdade que o cinema não se sustenta apenas com grandes obras. Muitas vezes, precisamos encarar produções menos inspiradas até chegarmos a algo que realmente brilhe. E aqui vai uma confissão: este filme não é dos que ofendem. Será que estamos prestes a criar uma nova categoria? A de “filmes para relaxar a mente”? Aqueles longas que não exigem muito do nosso raciocínio e, ao final, acabam proporcionando diversão. Então, prepare seu café e acomode-se no sofá, pois vamos conversar sobre “Segredo Obscuro” (Paris Filmes).

Nos primeiros minutos, parece que nos deparamos com um promissor suspense ou terror. Contudo, assim que o título surge na tela, somos apresentados a um checklist de clichês: 1) um cenário futurista com pulseiras inteligentes semelhantes a celulares e táxis controlados à distância; 2) uma protagonista deliberadamente mal caracterizada para parecer “feia”, apesar de sua beleza; 3) uma audição de atrizes em que todas compartilham o mesmo perfil, sendo ela a única que se destaca. Poderia listar mais exemplos, mas creio que você já entendeu a proposta do filme.

Em relação aos clichês, a escolha do título também contribui para um estereótipo ainda maior. O nome original “Shell” se conecta de maneira mais eficaz com a narrativa. No entanto, este longa nos convida desde o início a desconectar da realidade. Os espectadores são levados a acreditar que assistirão a um grande suspense na cena inicial, mas logo aceitam que não é preciso levar tudo tão a sério e se deixam levar pela história.

A trama é bastante direta e lembra um pouco “Mulher Gato” (sim, aquele da Warner Bros., lançado em 2004): uma CEO influente do setor de beleza promete tratamentos para manter a juventude e uma aparência impecável. Por outro lado, nossa protagonista enfrenta pressão social para corresponder aos padrões impostos e acaba cedendo ao tratamento estético. Consequência disso? Tudo parece dar certo até que eventos estranhos começam a ocorrer.

Esse é o tipo de filme ideal para relaxar e escapar das preocupações diárias. Imagine-se confortavelmente no sofá – aproveitando o frio com uma cobertinha – saboreando pipoca enquanto se diverte com as desventuras alheias. Afinal, convenhamos: o tratamento estético retratado evoca as transformações de Mia Thermopolis em “O Diário da Princesa” (Disney, 2001), como tirar os óculos e usar maquiagem.

É possível notar uma crítica à sociedade – similar àquela presente em outras produções com temáticas parecidas – sobre os padrões quase impossíveis de beleza exigidos atualmente. Contudo, quando ouvimos Kate Hudson afirmar que sua personagem tem 69 anos, essa crítica acaba perdendo força. Ignoramos isso e nos entregamos ao roteiro peculiar.

Se você aprecia esse estilo de filme, inclua “Segredo Obscuro” na sua lista de opções de streaming. Não seria surpreendente se ele alcançasse status cult semelhante ao de “Mulher Gato”. É uma obra-prima? Vamos ser sinceros: não chega a tanto. Mas definitivamente não é ofensivo. Reúne diversos elementos: personagens caricatos, suspense leve, transformações visuais deslumbrantes e tecnologia fantasiosa. No final das contas, foi uma experiência positiva que me rendeu boas risadas.

E por hoje é isso! Espero encontrar vocês na próxima vez e, caso assistam ao filme, não deixem de me contar suas impressões! Um grande abraço.

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Supergirl” promete ser um pilar sólido no recomeço do universo DC https://campinashoje.com/supergirl-promete-ser-um-pilar-solido-no-recomeco-do-universo-dc/2026/14739/ Tue, 23 Jun 2026 14:32:09 +0000 https://campinashoje.com/supergirl-promete-ser-um-pilar-solido-no-recomeco-do-universo-dc/2026/14739/ Crédito: DC Comics / Warner Bros. PicturesKara Zor-el (Milly Alcock), uma jovem kryptoniana que não deseja assumir seu papel como a heroína Supergirl, precisa fazer uma parceria improvável para obter justiça.
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Saudações, pessoal! Hoje vamos explorar o fascinante universo dos filmes de super-heróis, com um foco especial em uma heroína: a “Supergirl” da Warner Bros., que está prestes a estrear nas telonas. Fiquei surpreso durante a cabine de imprensa, pois, normalmente, não sou tão atraído por esse tipo de filme e acabei me divertindo bastante. Então, acomode-se e vamos bater um papo!

Na trama de “Supergirl”, Kara Zor-el (interpretada por Milly Alcock) hesita em aceitar seu destino como heroína. No entanto, os eventos se tornam urgentes quando um vilão ameaça a galáxia inteira, forçando a jovem kryptoniana a embarcar em uma aventura épica.

O filme segue o formato clássico de uma história de origem, embora tente disfarçar esse aspecto. À medida que a narrativa se desenrola, flashbacks ajudam a contextualizar o público e a traçar o desenvolvimento da protagonista. É interessante notar que Supergirl não depende de um herói masculino para enfrentar os desafios que surgem.

Pessoalmente, confesso que estou um pouco cansado do gênero super-heróico. A última vez que realmente fiquei entusiasmado para assistir a um filme no cinema foi com “Vingadores: Ultimato” (2019). A cena final, com todos os heróis reunidos e o Capitão América gritando “Avengers, assemble!”, foi emocionante! Mas houve todo um trabalho de construção anterior; uma saga recheada de filmes culminando em um encerramento grandioso. E sabemos que quando algo dá lucro, tende a ser explorado infinitamente. Mas até onde isso é aceitável?

“Ah, Thiago, você está comparando Marvel com DC!” Calma aí! Apenas compartilho minha experiência com essas produções – que foram me afastando ao longo do tempo. Era comum ouvir que para compreender os novos lançamentos era necessário assistir séries ou filmes específicos. Isso definitivamente me desmotivou. Parecia que precisávamos fazer um curso preparatório para acompanhar as novidades. Para ser sincero? Isso me dá preguiça!

Esse sentimento se estende à maioria dos filmes dentro do mesmo “universo”. Compreendo que assistir obras complementares pode proporcionar uma visão mais ampla da história e facilitar captar referências. Contudo, prefiro aqueles filmes que conseguem se sustentar sozinhos. Eles têm início, meio e fim próprios e podem conectar-se ou não com outros títulos sem depender disso para serem eficazes.

Para ser honesto, minhas expectativas em relação a “Supergirl” eram baixas; no entanto, isso é meu trabalho e não apenas uma forma de entretenimento. Vamos lá! Descobri também que “Superman” (Warner Bros., 2025) – outra produção pela qual não tinha interesse – havia sido lançado anteriormente. Fiquei na dúvida se seria necessário assisti-lo antes da cabine de imprensa. Antes da sessão, consultei algumas amigas que costumam acompanhar as novidades desse universo sobre a necessidade dessa referência prévia e fiquei aliviado ao saber que não era essencial. Elas me explicaram sobre a personagem e isso foi suficiente para aproveitar bem o filme.

E aqui vai uma surpresa: saí da sessão levemente interessado em conferir “Superman”. O filme ajudou a dissipar meu preconceito de achar essas produções entediantes. Não diria que “Supergirl” é uma obra-prima, mas despertou meu interesse pelo universo apresentado. É um entretenimento satisfatório; no entanto, não sei se agradará aos fãs mais exigentes do gênero. Sendo um filme de origem, ele acaba seguindo alguns clichês típicos do “arco do herói”. No geral, minha impressão foi positiva; embora tenha momentos em que pensei ‘que conveniente’, consegui passar por cima disso.

As conveniências do roteiro não foram tão problemáticas quanto a falta de profundidade de determinados personagens secundários. Algumas situações são apresentadas como fundamentais na trama mas acabam sem qualquer relevância ao final. Isso leva o espectador a questionar: será que ela realmente precisaria de ajuda?

Essa questão me deixou frustrado porque esperava ver mais desenvolvimento na coadjuvante principal da história. Quando parecia que ela teria um arco significativo… tudo passou sem grandes mudanças. Seu desenvolvimento ocorreu basicamente através de diálogos expositivos. Certamente ela não era a protagonista; ainda assim, o roteiro deveria ter tratado seu arco com mais importância e isso não foi bem executado.

Fora esses aspectos, o filme é bom! As cenas de luta são empolgantes e algumas estão muito bem coreografadas. Os efeitos visuais são geralmente satisfatórios; há apenas algumas cenas estranhas nesse aspecto. A trilha sonora também contribui para criar uma atmosfera interessante.

Ao final da sessão, minha experiência foi positiva. Mas agora quero ouvir os fãs: qual é a sua opinião? Como alguém menos familiarizado com o universo DC achei divertido! Depois de assistirem ao filme, venham conversar comigo sobre suas impressões! Um grande abraço e até nosso próximo encontro! Thi.

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Dia D”: O novo longa de Spielberg explora o impacto da revelação em nossas vidas https://campinashoje.com/dia-d-o-novo-longa-de-spielberg-explora-o-impacto-da-revelacao-em-nossas-vidas/2026/14705/ Tue, 16 Jun 2026 14:30:06 +0000 https://campinashoje.com/dia-d-o-novo-longa-de-spielberg-explora-o-impacto-da-revelacao-em-nossas-vidas/2026/14705/ Emily Blunt e Josh O’Connor em cena de “Dia D”, dirigido por Steven Spielberg. Crédito: Crédito: Universal Pictures e Amblin EntertainmentEm meio a uma crise global, uma meteorologista passa a acessar memórias estranhas enquanto um especialista foge de uma agência que esconde evidências extraterrestres
O post “Dia D”, novo filme de Spielberg, não trata da revelação, mas do que ela faz conosco apareceu primeiro em Agora RS.

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O planeta se encontra em uma situação crítica. As forças armadas da Coreia do Norte estão empenhadas em conter facções que buscam derrubar o governo e assumir o controle do país. Enquanto isso, a Coreia do Sul adotou um estado de alerta elevado, preparando-se para um possível conflito armado. A tensão entre os Estados Unidos e a Rússia está crescendo, com os americanos atualmente em DEFCON 2, mobilizando tropas de combate. A União Europeia se vê à beira de se tornar um campo de batalha na possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial.

As manchetes sobre o conflito iminente dominam os meios de comunicação e a população se prepara para o pior cenário. Em Kansas City, Missouri, a meteorologista e apresentadora Margaret Fairchild (interpretada por Emily Blunt) recebe uma visita surpreendente. Após esse encontro, ela desenvolve habilidades inusitadas, como ler a vida das pessoas, falar várias línguas e oferecer conselhos.

Paralelamente, Daniel Kellner (Josh O’Connor), um especialista em segurança, e sua namorada Jane (Eve Hewson) se veem forçados a escapar de Noah Scanlon (Colin Firth), o diretor da WARDEX, uma agência secreta que protege evidências relacionadas a encontros com extraterrestres.

Esses elementos formam o pano de fundo do novo filme “Dia D” (“Disclosure Day”), produzido pela Universal Pictures e Amblin Entertainment, sob a direção de Steven Spielberg e roteiro de David Koepp.

Nesta obra recente, Spielberg retoma a discussão sobre a solidão da humanidade no universo. Ele busca, como em trabalhos anteriores, refletir sobre como as pessoas reagiriam diante de verdades irrefutáveis. Contudo, existe também uma indagação profunda sobre nossa essência: ainda conseguimos ter empatia uns pelos outros ou apenas toleramos a presença alheia?

A filmografia deste renomado diretor inclui clássicos relacionados ao tema OVNI, como “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” (Columbia Pictures, 1977), “E.T. O Extraterrestre” (Universal Pictures, 1982) e o remake de “Guerra dos Mundos” (Paramount Pictures, 2005). Além disso, há filmes menos centrais que também fazem parte desse imaginário coletivo, como “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (Paramount Pictures, 2008) e “Super 8” (Paramount Pictures, 2011), este último produzido por Spielberg e dirigido por J.J. Abrams.

Fechamento temático

Embora “Dia D” não seja uma sequência direta de “Contatos Imediatos”, ele serve como um fechamento temático para as questões que acompanham Spielberg desde os anos 70: e se tudo que sabemos for verdadeiro? Quase cinco décadas depois, o encanto cede espaço a um thriller conspiratório mais intenso, que investiga não só os mistérios envolvidos mas também as consequências políticas e humanas do sigilo sobre informações cruciais.

O roteiro elaborado por David Koepp leva a narrativa ao território do suspense. Aqui, ele constrói a trama como um thriller dos anos 70 em que alguns personagens lutam para expor uma verdade enquanto forças opostas tentam impedir essa revelação. Ao contrário de “Contatos Imediatos”, onde as pessoas buscavam respostas ativamente; nesta nova produção existem aqueles que desejam que todos estejam cientes.

“Dia D” é envolvente do começo ao fim. O início apresenta vários fatos aparentemente isolados que gradualmente se entrelaçam para revelar um panorama mais amplo. Spielberg não apressa as respostas; ele semeia pistas ao longo da história e utiliza os personagens para transformar a incerteza sobre o futuro em um motor dramático.

O aspecto mais intrigante do filme não é apenas a revelação em si; mas sim as implicações sobre nós quando verdades deixam de ser manipuladas por governos e instituições. A narrativa questiona temas como desinformação, sigilo, fé, ciência e controle em uma espiral que gera mais perguntas do que respostas — incluindo a dificuldade em aceitar que a realidade pode ultrapassar nossas crenças organizadas.

Margaret simboliza esse conflito interno. Ela inicia sua jornada como alguém que traduz informações meteorológicas para o público; porém aos poucos ela começa a lidar com dados cuja origem é desconhecida. Por outro lado, Daniel vem da esfera da segurança e dos segredos cuidadosamente guardados por sistemas criados para evitar que certas verdades desconfortáveis sejam divulgadas.

Noah Scanlon interpretado por Colin Firth poderia ser visto apenas como um antagonista burocrático. No entanto, sua proteção das verdades ocultas não é motivada somente pela malícia; ele realmente acredita que certas realidades podem desestabilizar tudo ao nosso redor e até causar o colapso civilizacional. Para ele, não há um botão para recomeçar o mundo.

Em “Dia D”, Spielberg foca mais na pergunta sobre as consequências do medo na verdade do que na dicotomia entre heróis e vilões.

A verdade pertence a quem?

Na parte final do filme, o diretor apresenta cenas de decisões tomadas dentro da central de controle da NBC News localizada no icônico 30 Rockefeller Plaza. Essa escolha não é aleatória; Spielberg dedica tempo para mostrar como as informações são verificadas, discutidas e rapidamente compartilhadas com outras emissoras como ABC News, CNN e BBC. Surge assim a interrogação: quem realmente narra a verdade quando ela finalmente é revelada? É o jornalismo ou apenas alguns jornalistas?

Existem momentos que podem parecer cômicos à primeira vista — como ver multidões imersas em seus smartphones ou televisores enquanto analisam provas até então mantidas em segredo.

“Dia D” não pode ser considerado o filme definitivo sobre vida extraterrestre ou mesmo uma obra-prima de Spielberg. É uma crítica contundente à sociedade atual — abordando questões sobre os segredos guardados por nós mesmos e quem possui controle sobre nosso conhecimento coletivo — além de refletir sobre aquilo que nos une quando a verdade deixa de ser uma mera hipótese para se tornar palpável diante dos olhos.

A questão agora não é mais “a verdade está lá fora?”. A nova indagação é: caso você descobrisse evidências concretas da existência de vida fora da Terra — isso lhe causaria temor?

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O Enigma dos Meninos Desaparecidos: uma narrativa urbana que provoca reflexões sobre conexões humanas https://campinashoje.com/o-enigma-dos-meninos-desaparecidos-uma-narrativa-urbana-que-provoca-reflexoes-sobre-conexoes-humanas/2026/14530/ Tue, 02 Jun 2026 14:29:05 +0000 https://campinashoje.com/o-enigma-dos-meninos-desaparecidos-uma-narrativa-urbana-que-provoca-reflexoes-sobre-conexoes-humanas/2026/14530/ Crédito: Filmicca /DivulgaçãoNessa fábula urbana, um garoto interiorano está em busca de um amor na cidade grande. O que ele não esperava era que havia um assassino "caçando" garotos da idade dele.
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Olá, pessoal! Como vocês estão? Hoje, nosso bate-papo sobre cinema traz uma novidade emocionante: o Cinema Nacional! Neste mês de celebração do Orgulho LGBTQIAPN+, estreia nas salas de cinema o filme “Labirinto dos Garotos Perdidos” (Filmicca, 2025). Este longa-metragem, dirigido por Matheus Marchetti, apresenta uma fábula urbana envolvente e impactante que ressoa profundamente com a comunidade. Então, pegue sua bebida favorita e venha comigo nessa jornada!

A trama de “Labirinto dos Garotos Perdidos” segue um jovem do interior que busca seu lugar e um amor na grande cidade. A narrativa é repleta de sensualidade, misturando momentos macabros com cenas divertidas sobre o mundo dos relacionamentos. No entanto, ele se depara com uma ameaça inesperada: um assassino está à solta, atacando garotos da sua faixa etária na metrópole.

Esse filme provoca uma reflexão importante sobre a necessidade de ter uma rede de apoio sólida, especialmente em momentos de autodescoberta e compreensão do próprio lugar no mundo. Essa mensagem é relevante para todos, independentemente da orientação sexual. A história é contada sob a perspectiva de um personagem homossexual.

Esta é minha segunda vez assistindo “Labirinto dos Garotos Perdidos”. Tive a chance de conhecê-lo durante o Fantaspoa (Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre) e fiquei surpreso ao ter acesso a essa obra antes de sua exibição oficial. Agora, ao reassistir durante a cabine de imprensa, consigo extrair novas reflexões que vão além das minhas primeiras impressões do festival.

Embora eu considere que este filme fale diretamente à comunidade LGBTQIAPN+, acredito que todos possam tirar lições valiosas dele. É essencial destacar a importância de ter um suporte emocional saudável – seja através da família ou amigos próximos. Embora isso não necessariamente evite algumas decisões do protagonista, ele teria alguém para compartilhar suas experiências e buscar conselhos.

É importante esclarecer que o protagonista tem alguém com quem conversar sobre seus sentimentos. Ele menciona seu primeiro encontro, mas fica claro que essa relação não é profunda. O diálogo é superficial: “ele foi tão gentil e atencioso online, mas quando nos encontramos pessoalmente parecia outra pessoa”. E a resposta recebida é bastante fria: “isso é um truque clássico para enganar quem está desavisado. Além disso, você estava implorando por carinho pela internet”. Não me surpreende as escolhas que ele faz se essa era sua única fonte de apoio.

Não estou isentando o personagem da responsabilidade por suas ações; cada um deve arcar com suas próprias consequências. No entanto, imagine um jovem que está se descobrindo e buscando entender seus sentimentos desabafando com uma amiga e recebendo esse tipo de resposta… Como você se sentiria? Outro ponto relevante aqui é que ele opta por procurar uma amiga em vez de contar com o apoio familiar. Muitas vezes, as famílias não oferecem o acolhimento necessário para pessoas LGBTQIAPN+, criando uma realidade complexa.

Além das cenas íntimas e encontros efêmeros, o filme me fez refletir sobre como as pessoas podem ser cruéis consigo mesmas. Ter alguém para conversar e pedir ajuda é fundamental. Não estou dizendo que todas as pessoas são irresponsáveis; há aqueles que têm apoio e ainda assim tomam decisões erradas. Meu foco são aqueles que se identificam como LGBTQIAPN+ e enfrentam dificuldades sem querer se machucar – como ver alguém adulto tentando dar os primeiros passos na vida.

Felizmente, estamos avançando em direção a uma nova realidade aos poucos. No entanto, discutir sexualidade ainda é considerado um tabu em nossa sociedade. Mesmo em tempos em que conectar-se parece fácil nas redes sociais, abrir-se pode ser extremamente complicado devido ao medo do julgamento alheio ao confessar sentimentos como atração por determinadas pessoas.

Compreendem o que digo? Em meio a um mundo onde tudo parece perfeito nas redes sociais – cheio de felicidade e conexões superficiais – os bastidores muitas vezes não refletem essa imagem idealizada. Nesse contexto, o longa-metragem me fez perceber a importância vital de ter uma rede de apoio saudável para todos nós. Embora isso não impeça possíveis ferimentos nesse caminho cheio de obstáculos emocionais, ao menos teremos alguém disposto a ouvir sem julgamentos.

“Labirinto dos Garotos Perdidos” vai muito além das interações sexuais entre jovens na cidade grande; ele nos leva a refletir sobre como conduzimos nossas vidas e os riscos associados aos encontros quando faltam cuidado e respeito por nós mesmos. A vida real raramente se parece com um conto de fadas; muitas vezes o “príncipe encantado” não aparece logo no primeiro encontro. Precisamos nos proteger para não perdermos aquilo que temos mais precioso: nossa própria vida.

É gratificante ver essa produção ganhar destaque no circuito cinematográfico após ser apresentada em festivais. É crucial apoiar essas obras especialmente no fim de semana de estreia para garantir sua permanência nas salas. Este longa-metragem visceral certamente me provocou diversas reflexões; convido você a assisti-lo com mente aberta e buscando conectar-se às vivências do protagonista. E claro, adoraria saber sua opinião depois! Um abraço a todos! Thi.

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100 Noites de Desejo”: um universo de fantasia que reflete a vida cotidiana https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Tue, 02 Jun 2026 14:29:03 +0000 https://campinashoje.com/100-noites-de-desejo-um-universo-de-fantasia-que-reflete-a-vida-cotidiana/2026/14528/ Crédito: IFC - Independent Film Company / Paris Filmes Cherry vive em um mundo onde mulheres são obrigadas a casar, servir aos maridos e gerar herdeiros. Pressionada por um casamento infeliz, ela encontra apoio na empregada Hero.
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Olá, pessoal! Junho trouxe consigo duas produções cinematográficas incríveis. Se você não acompanhou nosso último bate-papo, vale a pena conferir. Hoje, vamos discutir um filme que chegou de maneira sutil, mas que se revela surpreendente em suas nuances! Preparados? Vamos conversar sobre “100 Noites de Desejo” (Paris Filmes). Será que estamos diante de uma possível nova versão dos clássicos contos de fadas?

O título é uma boa adaptação, embora o original tenha um significado mais profundo. É semelhante ao caso do filme “Viva: A Vida é uma Festa”, que ao ser traduzido para “Coco” acaba por transmitir uma carga emocional maior. Mas vamos ao que realmente importa.

Na narrativa, somos transportados para um tempo diferente. O enredo ocorre em uma dimensão alternativa chamada Darkly End. Neste universo, as mulheres não possuem voz e são condicionadas ao casamento, tendo como única função servir aos maridos e gerar descendência.

Cherry (Maika Monroe) se encontra em um casamento infeliz com Jerome (Amir El-Masry), um marido distante e negligente que, apesar de não querer passar tempo com ela, anseia desesperadamente por um herdeiro. Desde os primeiros momentos do filme, é possível sentir o peso da pressão sobre Cherry. Ela é quase julgada por sua incapacidade de dar à luz a um filho – uma filha está fora de questão – sob pena de perder o direito à vida.

A única fonte de alegria na rotina diária de Cherry é a dedicada empregada Hero (Emma Corrin), com quem ela encontra espaço para compartilhar suas angústias. Quando Jerome se ausenta para uma misteriosa viagem a negócios, Cherry se vê sozinha com Manfred (Nicholas Galitzine), o atraente e provocante amigo do marido.

Nos primeiros minutos do longa-metragem, já se percebe o desconforto gerado pela trama. O homem? Um “ingênuo” que busca apenas cumprir a tradição familiar de ter filhos homens. Este assunto é defendido fervorosamente por outro membro da família: “Sempre produzimos excelentes herdeiros, todos homens”.

Só de relembrar essa cena me causa incômodo. O que esse “pobre inocente” não admite é que seu casamento nunca foi consumado. E mesmo ciente do risco que Cherry corre por não conseguir gerar um herdeiro, ele decide sair em “viagem de trabalho”. (Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência).

Em contrapartida, Cherry encontra consolo e amizade em Hero, sua empregada que se torna sua confidente. Hero está ciente da situação angustiante vivida por Cherry. Contudo, como são mulheres, suas vozes são silenciadas. Quando o “pobre homem” parte em sua viagem – deixando sua esposa sozinha com um jovem atraente – Hero transforma-se na heroína da história ao entreter Cherry e Manfred com narrativas fascinantes.

Neste momento, parece que o filme bifurca sua narrativa. Pode parecer confuso a princípio, mas confiem: isso adiciona camadas à trama e provoca reflexões sobre até onde a história pode ser considerada ficcional. É um filme ideal para ser assistido na companhia de amigos próximos e depois sair para discutir as diversas interpretações possíveis.

Uma das minhas animações prediletas é “A Bela e a Fera” (1991), especialmente pela força da personagem principal. Bela é muitas vezes chamada de “estranha”. Uma mulher apaixonada por leitura e capaz de recusar o interesse do homem mais cobiçado do vilarejo? Com certeza deve ser louca!

Essa temática faz parte das múltiplas questões abordadas em “100 Noites de Desejo”. Mulheres detentoras do conhecimento? Que sabem ler? Bruxas! Não há outra explicação possível. A expectativa é que elas administrem suas casas e gerem filhos. Quanto aos homens? Alguns podem até amar suas esposas genuinamente e encontrar felicidade – desde que cumpram esses requisitos; caso contrário, o “coitado” pode simplesmente casar novamente porque ele seria a “vítima”, visto que mulheres não podem ter mais conhecimento do que eles.

Esta obra traz elementos típicos dos contos de fadas enquanto permanece ancorada na realidade contemporânea. Revela como muitos homens mantêm aparências diante da sociedade e esperam ser tratados como figuras centrais cujos desejos devem ser atendidos, além do esforço necessário para modificar essa situação.

Recentemente venho refletindo sobre isso, mas “100 Noites de Desejo” reforçou minha convicção: o conhecimento deve ser valorizado acima de tudo e as pessoas atuais parecem ignorá-lo. Elas se deixam influenciar por postagens nas redes sociais sem questionar a veracidade dos fatos enquanto outras gerações arriscavam suas vidas em busca desse saber.

Atualmente, com o acesso facilitado à informação proporcionado pela tecnologia, muitos não enxergam seu valor real. É mais fácil aceitar o que alguém diz em um vídeo curto do que abrir um livro ou realizar uma pesquisa rápida na internet. Isso é lamentável.

“100 Noites de Desejo” provoca emoções intensas ao encerrarmos sua exibição; saímos tocados pelo desfecho da trama e refletimos sobre como ser diferente ainda é considerado algo abominável na sociedade atual. Enquanto em “Labirinto dos Garotos Perdidos” lidamos com a falta de acolhimento, aqui encontramos a ignorância como o verdadeiro antagonista social.

Certamente vale a pena reunir os amigos para assistir ao filme e debater as variadas interpretações após a sessão. Então já sabe: chame sua turma para conferir e depois venha me contar suas impressões! Um abraço a todos! Thi.

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Desejos Perigosos: Atenção ao Que Você Anseia https://campinashoje.com/desejos-perigosos-atencao-ao-que-voce-anseia/2026/14400/ Tue, 19 May 2026 14:27:05 +0000 https://campinashoje.com/desejos-perigosos-atencao-ao-que-voce-anseia/2026/14400/ Crédito: Courtesy of Focus Features / © 2026 FOCUS FEATURES LLCBear é apaixonado por sua amiga de infância, Nikki. Um dia, ele compra um brinquedo sobrenatural e pede para ganhar o coração de sua paixão. Mas as coisas não saem bem como o desejado.
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Olá, amigos! Estavam com saudade? Eu estava, sim. O mês de maio começou de forma um tanto discreta em relação a novidades nas telas. Desde a suposta rivalidade entre Mariah Carey e o jovem M&M’s (And I was like, why are you so obsessed with me?), não tivemos grandes acontecimentos na cultura pop associados ao termo “obsessão”. Agora, com uma abordagem bem diferente, é hora de discutir: Obsessão (Focus Features e Universal Pictures, 2026). Portanto, acomodem-se e vamos ao que interessa!

A trama gira em torno de Bear, um jovem que se vê apaixonado e decide adquirir um brinquedo sobrenatural chamado “One Wish Willow”. Esse artefato possui o poder de realizar um desejo para quem o possui, e Bear opta por conquistar o amor de sua amiga de infância, Nikki. Ele obtém exatamente o que queria, mas logo descobre que o custo dos desejos nem sempre é leve e muitas vezes é mais sombrio do que se imagina.

Preciso admitir que fiquei surpreso com esse filme! Quando assisti ao trailer durante o planejamento do DPZ de maio, confesso que estava apenas levemente curioso, especialmente após ter visto aquele filme aterrador intitulado “Dolly”.

E aí, produção! Que tal criarmos uma nova categoria no Instagram para os filmes que ofendem? Mas vamos deixar essas divagações de lado e focar no assunto principal.

Surpreendente

Sinto muito aos fãs de “Pânico 7” (2026), mas este filme figura como um dos melhores representantes do gênero suspense/terror até agora. Sua premissa parece simples, ao ponto de nos fazer pensar que será apenas mais um filme genérico. Contudo, ele consegue surpreender! Seria tudo resolvido se o protagonista buscasse terapia? Sem dúvida. Mas falarei mais sobre isso adiante. O longa se destaca pelo seu caráter inventivo em meio a tantas produções similares.

Além disso, a obra faz jus ao seu título. No dicionário, “obsessão” é definida como: “Preocupação exagerada com algo; apego excessivo a uma ideia fixa; compulsão intensa por fazer algo irracional ou insensato: a obsessão pelo dinheiro“. Você consegue perceber como a falta de informação e atitudes apressadas podem causar estragos na vida das pessoas?

A premissa é bastante simples: um desejo é feito e atendido. Entretanto, se Bear tivesse refletido melhor antes de formular seu pedido, poderia ter alcançado um desfecho bem diferente. Como diria o gênio da lâmpada em Aladdin: não é permitido desejar que alguém se apaixone por outra pessoa.

É aquele tipo de filme que nos faz refletir mesmo após os créditos finais. A maneira como uma única ação desencadeia uma sequência caótica é impressionante. A forma como o afeto pode ser transformado em terror – para não dizer algo macabro – é realmente intrigante.

Qual é a dificuldade de conversar, homens?

A negligência do personagem consigo mesmo foi responsável pela construção desse castelo de cartas desmoronado. Uma das questões que me intrigou durante todo o filme foi: por que os homens têm tanta dificuldade em se expressar? Alguns podem argumentar que estamos falando apenas de ficção. Será mesmo?

Analisando a história, temos um protagonista que nutre sentimentos por sua amiga desde a infância mas enfrenta dificuldades para se abrir sobre isso. Embora ele busque conselhos com amigos, não os segue! Ah, mas ele é tímido e reservado. Eu também fui assim por muitos anos; tinha dificuldades imensas para me comunicar em público. E aqui estou eu conversando com vocês agora! Consegui isso sozinho? Claro que não! Passei por muita terapia e participei de grupos teatrais… Aprendemos ao longo do caminho.

Não estou criticando o filme; pelo contrário! Acredito que essa seja a verdadeira “magia do cinema”: como uma obra pode ressoar no espectador. Este é apenas um dos muitos aspectos instigantes que ele apresenta. É incrível perceber as múltiplas camadas que um filme desse gênero pode explorar!

Muito além de ser apenas um entretenimento recheado de sustos clichês e desnecessários, “Obsessão” nos deixa com uma curiosidade persistente. “Consegui exatamente o que queria: agora tenho o amor da pessoa dos meus sonhos.” Mas será mesmo? Se você pudesse fazer um pedido agora, qual seria? Pense bem antes de decidir!

Assista com responsabilidade

Caso esteja à procura de uma ótima opção para ver com amigos, “Obsessão” certamente atende às expectativas. É algo fora do comum que proporciona momentos tensos e renderá boas discussões após os créditos finais. Após assistir ao filme gostaria muito de saber se você sentiu vontade de confrontar o protagonista! Na cabine da imprensa eu quase gritei: “Aceita que não está tudo certo e busque ajuda!”

Antes de finalizar, deixo aqui um alerta importante sobre gatilhos emocionais. Assista ao filme ciente disso! Não podemos romantizar o suicídio sob hipótese alguma! Se você está enfrentando tempos difíceis, procure auxílio; você não está sozinho e essa não é a solução mais simples para seus problemas! Contate o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo telefone 188.

E assim encerramos por hoje! Um grande abraço e até nossa próxima conversa! Thi.

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Mortal Kombat 2”: a continuação que supera as falhas do filme anterior https://campinashoje.com/mortal-kombat-2-a-continuacao-que-supera-as-falhas-do-filme-anterior/2026/14351/ Tue, 12 May 2026 14:27:05 +0000 https://campinashoje.com/mortal-kombat-2-a-continuacao-que-supera-as-falhas-do-filme-anterior/2026/14351/ Crédito: Cortesia Warner Bros. Pictures Desta vez, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha.
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Saudações, entusiastas do cinema de ação! Como estão por aí? Já fazia um bom tempo que não tínhamos novidades desse gênero por aqui. Contudo, a espera acabou e temos uma excelente novidade para discutir. Estou aliviado por isso! Ao longo do texto, vocês entenderão meu ponto de vista. Sem mais delongas, preparem-se para entrar na conversa sobre “Mortal Kombat 2” (Warner Bros., 2026).

A tão esperada sequência da famosa franquia de videogames, “Mortal Kombat 2”, finalmente chega aos cinemas em toda sua brutalidade. Nesta nova aventura, os campeões amados pelos fãs enfrentam uns aos outros em uma batalha sangrenta e sem regras, agora acompanhados pelo carismático Johnny Cage.

Mas afinal, é bom mesmo?

É com grande satisfação que posso afirmar: sim, é realmente bom! Permitam-me compartilhar um pouco da minha experiência pessoal. Desde que comecei a interagir com vocês – e agradeço muito pela recepção calorosa –, ocasionalmente surgem convites para cabines de imprensa de diferentes franquias.

Algumas delas eu já conhecia bem; outras, apenas pelo nome e olhe lá. Títulos como “Anônimo 2” e a controversa trilogia de “Os Estranhos” se enquadram nessa categoria. Em uma conversa futura, trarei um novo filme que também merece estar na lista dos “Filmes Que Te Ofendem”. Lógico que sempre assisto os filmes anteriores antes das exibições.

<pQuando recebi o convite, minhas colegas do Dropzando estavam extremamente animadas em relação ao filme. Por não fazer parte do meu universo e por não ter jogado videogame na infância, não me atraiu tanto à princípio. Mas como é trabalho… Vamos em frente! Foi então que elas me informaram sobre a cabine de imprensa e a pré-estreia. Perguntaram se eu iria aos dois eventos e eu respondi: com certeza!

No entanto, meus amigos, até aquele momento eu não havia visto o primeiro filme. Após assisti-lo, veio a sensação de “arrependimento”. Se a sequência seguisse o mesmo padrão do anterior, eu provavelmente teria mais motivos para sofrer. Sério, o filme “Mortal Kombat” (Warner Bros., 2021) foi bem qualquer coisa; mas não estamos aqui para discutir isso.

Novidades na franquia

Agora vocês compreendem minha alegria? Tudo aquilo que considerei “mediano” no anterior foi aprimorado em “Mortal Kombat 2”! Parece que os produtores perceberam as falhas e fizeram as correções necessárias (será maldade nossa ignorar o filme anterior? Ok, parei).

No novo longa-metragem, as coreografias das lutas estão muito mais elaboradas e impressionantes. Os efeitos visuais são significativamente melhores; fica claro que o sangue parece genuíno. Acredito que há um verdadeiro fan service para os admiradores dos jogos. E preciso destacar a atenção aos detalhes – é revigorante ver uma produção que se preocupa com isso: há momentos em que nos sentimos imersos no videogame.

É aquela sensação única quando vemos os personagens prontos para lutar e a câmera se afasta como se estivesse prestes a iniciar uma nova partida? Conversei com fãs dos jogos e todos concordaram: trata-se de um filme bem realizado. Vale ressaltar que esse tipo de produção merece ser visto em salas com tecnologia avançada. Uma sala IMAX pode fazer toda a diferença na experiência cinematográfica. Você não vai se arrepender.

Caso você seja como eu e não tenha tido acesso aos jogos ou simplesmente esteja em busca de um bom filme de ação: pode ir sem medo! É uma obra que agradará diversos públicos — desde os veteranos da saga Mortal Kombat até aqueles que nunca ouviram falar dela antes. É o tipo de filme que nos faz prender a respiração na poltrona enquanto torcemos pelos personagens com quem nos identificamos. Um filme capaz de deixar você sem fôlego durante as lutas ou até emocionar aqueles mais sensíveis com o desfecho de certos personagens.

Certamente “Mortal Kombat 2” foi uma grata surpresa para mim; tanto que assisti ao filme duas vezes.

Nesses casos é sempre positivo quando a equipe percebe as falhas da produção anterior e busca corrigi-las na sequência. Se esta continuação tivesse mantido o mesmo tom do primeiro longa-metragem, talvez eu nem tivesse 1% da empolgação que senti aqui.

Portanto, queridos leitores, se você é fã dessa franquia icônica, corra para garantir seu ingresso! E se você também gosta de explorar filmes fora da sua zona de conforto, vá em frente — você certamente irá se divertir. Um abraço a todos! Até a próxima!

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Pinóquio: reimaginando um conto atemporal https://campinashoje.com/pinoquio-reimaginando-um-conto-atemporal/2026/14270/ Tue, 05 May 2026 14:29:14 +0000 https://campinashoje.com/pinoquio-reimaginando-um-conto-atemporal/2026/14270/ Crédito: Paris Filmes / DivulgaçãoFilme abandona a força do conto original, acumula decisões desconexas e nem o apelo infantil consegue sustentar
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Olá, queridos leitores! Hoje a tarefa está desafiadora… Mas vamos em frente. “The show must go on”. Antes de tudo, como vocês estão se sentindo? Confesso que minha disposição caiu um pouco após assistir ao filme em questão (risos). Às vezes me pergunto se realmente era necessário mais uma versão de uma obra tão clássica. Então, acomode-se e vamos discutir sobre Pinóquio (Paris Filmes, 2026).

É possível suspeitar da qualidade do filme quando a distribuidora decide “maquiar” o material para sua promoção. Ao conferir o trailer e buscar a sinopse para nossa conversa, não consegui conter uma risada genuína. O conteúdo não se parecia nada com o que eu tinha acabado de ver. Confira a sinopse divulgada:

“Após avistar uma estrela cadente, o carpinteiro Gepeto faz o desejo de que seu boneco recém-construído, Pinóquio, se torne um menino de verdade. Naquela noite, seu desejo é atendido e inicia-se uma série de aventuras”.

Se a trama fosse realmente essa, talvez o ingresso valesse a pena. Porém, é decepcionante ver como essa divulgação pode enganar o público. Desculpe-me pela repetição… Mas será que realmente precisávamos de mais um filme sobre esse emblemático boneco de madeira? Em 2022, já tivemos duas adaptações: uma da Disney e outra da Netflix. Pessoalmente, ainda não assisti a essas versões, mas após este novo longa, só consigo lembrar com carinho da animação clássica de 1940 e do filme de 1996.

Não estou afirmando que esses filmes sejam as únicas verdades absolutas. Mas entre eles e um longa que parece perdido em sua proposta… Bem, acho que minha preferência é clara.

Nesta nova versão, o grilo falante foi substituído por três baratas geradas por CGI. É impossível não sentir um desconforto ao vê-las; foi como ser transportado para a adaptação cinematográfica de Cats (Universal Pictures, 2019). A sensação é estranha e inegável. Você até tenta entrar na proposta do filme, mas ele mesmo não colabora.

Faltam sentido, emoção e coerência; parece que as situações ocorrem apenas para seguir um roteiro pré-estabelecido. Gepeto precisa ter um desejo — qual poderia ser? Ah, ele recorda que ele e sua esposa sonhavam em ser pais. Pronto! Temos um desejo. E agora? Ah sim, ele precisa fazer um boneco de madeira porque a magia acontece em um pedaço desse material. Ok, agora temos o boneco; qual será o próximo movimento?

E assim os eventos vão se desenrolando. Certamente pode-se argumentar que é um filme voltado para crianças. Mas convenhamos: no ano passado tivemos A Casa Mágica da Gabby: O Filme (2025), que foi super divertido e trouxe uma mensagem coerente! Usar essa nova versão de Pinóquio como justificativa para ser direcionada ao público infantil é quase ofensivo. Sem contar que há momentos em que o filme faz referências à linguagem da internet para continuar uma narrativa sem sentido e sem aviso prévio ele se transforma em um musical.

Confesso que demorei um pouco para iniciar nossa lista dos “filmes que ofendem” deste ano. Contudo, abril chegou trazendo dois filmes assim logo de cara! Se você perdeu o outro da lista, confira aqui.

Bem, meus amigos… Gostaria de poder dizer que me diverti ao final do filme. No entanto, sinceramente, minha única satisfação foi ter assistido à cabine virtual da imprensa. Assim pude pausar para tomar água ou desabafar fora do ar antes de continuar a tortura… Quer dizer, seguir assistindo.

Aguardo vocês no nosso próximo encontro! Se você decidir assistir ao filme, venha conversar comigo depois! Mas fiquem atentos: abril trará opções muito melhores nos cinemas! Fique conosco para não perder as boas estreias e evitar os filmes que são verdadeiros fiascos (risos). Um abraço carinhoso a todos vocês!

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Exit 8” imerge o público na experiência interativa do jogo https://campinashoje.com/exit-8-imerge-o-publico-na-experiencia-interativa-do-jogo/2026/14268/ Tue, 05 May 2026 14:29:12 +0000 https://campinashoje.com/exit-8-imerge-o-publico-na-experiencia-interativa-do-jogo/2026/14268/ Crédito: Toho Co., Ltd / Neon / Paris FilmesUm homem preso em uma passagem infinita de metrô parte em busca da Saída 8. Mas, um mínimo descuido pode levá-lo de volta ao início.
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Olá, aficionados por cinema e bate-papo! Como vocês estão? Hoje, quero compartilhar minhas impressões sobre um filme que parece proporcionar experiências distintas para cada espectador. Até agora, considero “Exit 8” (Paris Filmes, 2025) uma boa adição ao gênero de terror e suspense. Contudo, percebo que alguns colegas não tiveram a mesma percepção. Portanto, prepare-se para a conversa, pegue sua bebida preferida e vamos explorar esta obra.

A trama gira em torno de um homem que se vê preso em uma interminável passagem de metrô, enquanto busca pela Saída 8. As regras são claras: qualquer sinal de anomalia deve ser imediatamente investigado; se algo fora do comum for notado, o personagem deve voltar; caso contrário, ele deve prosseguir até encontrar a saída desejada. Atenção é crucial, pois um pequeno descuido pode levá-lo de volta ao início da jornada.

Embora a premissa seja simples e remeta a jogos eletrônicos – o que não é surpresa, já que se inspira em um deles – o que muitos consideraram monótono acabou sendo um aspecto fascinante para mim. Assistir com fones de ouvido em uma cabine virtual fez toda a diferença na minha imersão na narrativa. Mesmo fora de uma sala de cinema tradicional, consegui me conectar com a história.

A história em si é descomplicada e não apresenta grandes inovações. Contudo, ela conseguiu me entreter. Este ano, o gênero do terror começou fraco com produções como o suposto “Terror em Silent Hill” e o controverso “Os Estranhos: Capítulo Final”. Portanto, ver algo que se aproxima do “bom” foi um alívio. O roteiro não é excepcional, mas funcionou bem para mim.

No começo, fui capturado pela construção da narrativa. Não saber previamente que era uma adaptação de um jogo contribuiu para uma experiência mais positiva. Refletindo agora, parece que assistimos ao filme na perspectiva do protagonista.

Em certo momento, saímos dessa visão em primeira pessoa e passamos a observar nosso personagem. Por essa razão, acredito que “Exit 8” será uma experiência bastante pessoal para cada espectador. Detalhes sutis podem ser atrativos para alguns e cansativos ou repetitivos para outros. Mas, novamente, não tenho reclamações.

Essa produção se destaca por seu estilo único. É interessante perceber como diferentes culturas lidam com suas rotinas diárias. O cotidiano das pessoas assemelha-se a uma linha de montagem de fábrica: todos repetindo as mesmas ações diariamente, utilizando os mesmos transportes e frequentando os mesmos lugares… Isso pode parecer mecânico. Uma realidade que muitos ignoram ao seu redor; todos estão tão absorvidos em suas próprias preocupações que nem notam quando o protagonista entra em um labirinto – enquanto nós, espectadores atentos, percebemos que há algo muito peculiar naquele espaço.

“Exit 8” proporciona uma nova experiência cinematográfica; é como estar dentro de um jogo e desejar ajudar os personagens sem ter controle sobre as ações deles. A obra evade os clichês típicos dos filmes de escapismo com sua ambientação simples e enfatiza como a trilha sonora contribui para a imersão no enredo. É um terror que consegue criar tensão sem recorrer a sustos desnecessários e nos faz questionar: será que ele conseguirá escapar? E se estivéssemos em seu lugar, qual seria nossa estratégia?

Enfim, queridos amigos! Gostei muito de assistir “Exit 8” e estou ansioso para saber suas opiniões sobre ele. Será que vocês também vão se divertir e se envolver com a história? Venham conversar comigo após assistirem ao filme! Um abraço carinhoso do Thi.

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