Arquivo de Polícia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/policia/ Sat, 15 Mar 2025 10:15:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Polícia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/policia/ 32 32 Mandante de homicídio teria investido R$ 900 mil em filme sobre o PCC, aponta DHPP https://campinashoje.com/mandante-de-homicidio-teria-investido-r-900-mil-em-filme-sobre-o-pcc-aponta-dhpp/2025/13327/ Sat, 15 Mar 2025 10:15:08 +0000 https://campinashoje.com/mandante-de-homicidio-teria-investido-r-900-mil-em-filme-sobre-o-pcc-aponta-dhpp/2025/13327/ Emílio Carlos Gongorra Castilho, 41, conhecido como Cigarreiro, apontado como mandante da morte de Antônio Vinícius Gritzbach, 38, teria desembolsado cerca de R$ 900 mil para viabilizar a produção do documentário O Grito, veiculado na Netflix, de acordo com as apurações do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O filme aborda o RDD […]

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Emílio Carlos Gongorra Castilho, 41, conhecido como Cigarreiro, apontado como mandante da morte de Antônio Vinícius Gritzbach, 38, teria desembolsado cerca de R$ 900 mil para viabilizar a produção do documentário O Grito, veiculado na Netflix, de acordo com as apurações do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

O filme aborda o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), um modelo de punição aplicado nos presídios brasileiros, trazendo depoimentos de familiares de líderes das facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital), nascida em São Paulo, e CV (Comando Vermelho), originada no Rio de Janeiro.

O DHPP finalizou o inquérito sobre o homicídio de Gritzbach e indiciou seis envolvidos na execução, entre eles os mandantes e os executores, conforme antecipado por esta coluna na última terça-feira (11).

Ouvido pela Polícia Civil na condição de testemunha, Rodrigo Gianetto, diretor de “O Grito”, declarou ter recebido R$ 900 mil para realizar o filme. O DHPP apurou que o valor foi pago por Marco Aurélio Souza de Albuquerque, 48, proprietário da produtora K2.

As investigações revelaram ainda que a K2 mantinha o mesmo endereço comercial da rádio Street, administrada por Cigarreiro no Condomínio Edifício Parque Avenida, na avenida Paulista, 1.776, conforme divulgado por esta coluna no último dia 6.

“Laranja” de Cigarreiro
Para o DHPP, Marco Aurélio Souza de Albuquerque seria um “laranja” de Cigarreiro, que, na condição de mandante do homicídio de Gritzbach, teria financiado o documentário e também montado a Rádio Street na avenida Paulista para lavar recursos obtidos com o tráfico de drogas do PCC e do CV.

Além de Cigarreiro, o relatório principal do DHPP indiciou o soldado Ruan Silva Rodrigues, 32, o cabo Dênis Antônio Martins, 40, e o tenente Fernando Genauro da Silva, 33, todos em prisão preventiva sob a acusação de envolvimento direto no crime.

O cabo Dênis, do 30º Batalhão (Carapicuíba), é indicado como um dos atiradores que executaram Gritzbach. Já o soldado Ruan, do 20º Batalhão (Barueri), é considerado pela Corregedoria da PM como o segundo atirador e mantém amizade com o cabo Dênis.

O tenente Genauro, do 23º Batalhão (Pinheiros), foi acusado de oferecer fuga ao cabo e ao soldado. Ele e Dênis já haviam servido juntos na Força Tática do 42º Batalhão, em Osasco (SP).

Prisões preventivas
O Departamento de Homicídios também indiciou e solicitou a prisão preventiva do narcotraficante Cigarreiro, além de seus comparsas Diego dos Santos Amaral, o Didi, e Kauê do Amaral Coelho, 29.

Cigarreiro e Didi teriam atuado como mandantes do assassinato. Kauê seria o vigia que estava no aeroporto no dia do crime, avisando aos atiradores o instante exato em que a vítima deixava o saguão do Terminal 2.

Os três permanecem foragidos e responderão por homicídio e organização criminosa. Didi é primo de Kauê e esteve envolvido, junto com Cigarreiro, no sequestro de Gritzbach em janeiro de 2022, no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

Kauê teria pago R$ 18.500,00 em passagens aéreas para o diretor do filme viajar à Europa, onde participou de um festival de cinema e recebeu, na Itália, o prêmio de menção honrosa pelo documentário “O Grito”.

Rodrigo Gianetto esclareceu que “O Grito” abordou um tema “extremamente delicado e pouco popular” e foi produzido “com muita responsabilidade”. Segundo ele, “como todo trabalho jornalístico, foi preciso pesquisar e investigar bastante o tema, o que trouxe uma reflexão relevante sobre direitos humanos”.

Gianetto também negou ter sido abordado por integrantes de facção criminosa para realizar o filme e afirmou que sua equipe não manteve contato direto com detentos em presídios federais, dispensando pedidos de autorização para entrevistas diretamente a eles.

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Empresário Sérgio da Silva Cordeiro Detido por Tráfico de Drogas https://campinashoje.com/empresario-sergio-da-silva-cordeiro-detido-por-trafico-de-drogas/2025/13285/ Tue, 25 Feb 2025 17:22:21 +0000 https://campinashoje.com/empresario-sergio-da-silva-cordeiro-detido-por-trafico-de-drogas/2025/13285/ O empresário Sérgio da Silva Cordeiro, de 35 anos, foi preso na última sexta-feira (21) em Cuiabá sob a acusação de tráfico de drogas. Ele já havia ganhado notoriedade em 2023, quando um vídeo em que ele chicoteava um homem devido a uma dívida de R$ 210 mil viralizou nas redes sociais. Denúncias e Prisão […]

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O empresário Sérgio da Silva Cordeiro, de 35 anos, foi preso na última sexta-feira (21) em Cuiabá sob a acusação de tráfico de drogas. Ele já havia ganhado notoriedade em 2023, quando um vídeo em que ele chicoteava um homem devido a uma dívida de R$ 210 mil viralizou nas redes sociais.

Denúncias e Prisão

A prisão aconteceu após denúncias sobre uma distribuidora localizada no bairro Ribeirão do Lipa, que estaria servindo como ponto de venda de drogas. Durante a abordagem policial, três suspeitos conseguiram fugir, mas os agentes encontraram no local tabletes de maconha, porções de pasta base de cocaína e anotações financeiras ligadas ao tráfico de entorpecentes.

Sérgio, que estava em frente ao estabelecimento, foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes. A polícia confirmou que ele já possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas.

                                                                             Empresário Sérgio da Silva Cordeiro agredindo um suposto devedor

Audiência e Prisão Preventiva

No sábado (22), Sérgio passou por uma audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, do Núcleo de Audiências de Custódia de Cuiabá.

Histórico Criminal e Operação Piraim

O empresário ficou amplamente conhecido em agosto de 2023, quando foi flagrado agredindo um devedor. A vítima, que devia R$ 210 mil aos empresários Bruno Rossi e Rafael Geon, foi sequestrada e levada para um terreno na Avenida Miguel Sutil, onde sofreu as agressões.

Após investigações, a Polícia Civil deflagrou em setembro de 2023 a Operação Piraim, resultando na prisão de Bruno e Rafael. Cinco dias depois, Sérgio se entregou às autoridades. Durante o curso das apurações, outros casos de violência e extorsão praticados pelo grupo foram identificados.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Filho de prefeito e secretária de Finanças estão entre os presos em operação do Gaeco https://campinashoje.com/filho-de-prefeito-e-secretaria-de-financas-estao-entre-os-presos-em-operacao-do-gaeco/2025/13282/ Tue, 18 Feb 2025 15:11:44 +0000 https://campinashoje.com/filho-de-prefeito-e-secretaria-de-financas-estao-entre-os-presos-em-operacao-do-gaeco/2025/13282/ Esquema criminoso desviou mais de R$ 10 milhões por meio de licitações fraudulentas; empresários e servidores públicos são investigados. O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com o Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a Operação Malebolge, com o objetivo de desarticular […]

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Esquema criminoso desviou mais de R$ 10 milhões por meio de licitações fraudulentas; empresários e servidores públicos são investigados.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com o Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a Operação Malebolge, com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes em licitações que desviou mais de R$ 10 milhões no Mato Grosso do Sul.

A ação cumpriu 11 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão. Entre os presos estão Fernando Passos Fernandes, filho do prefeito de Rochedo, e Denise Rodrigues Medis, secretária de Finanças de Água Clara.

Principais investigados e esquema de fraudes

Um dos principais alvos da operação é Fernando Passos Fernandes, diretor de licitação de Rochedo e filho do prefeito Arino Fernandes (PSDB). Ele já havia sido investigado anteriormente na Operação Turn Off, que apurava fraudes em licitações para a compra de equipamentos de fisioterapia e informática.

Outro envolvido é Renato Franco do Nascimento, servidor de Rochedo, que, segundo as investigações, colaborava diretamente com as fraudes, facilitando a aprovação dos processos licitatórios fraudulentos.

Além disso, a secretária de Finanças de Água Clara, Denise Rodrigues Medis, também foi presa, acusada de manipular processos licitatórios para favorecer empresas parceiras do esquema. Outras servidoras, Ana Carla Benette e Jânia Alfaro Socorro, lotadas na Secretaria de Educação de Água Clara, foram presas sob suspeita de participação no esquema.

Empresas de fachada e fraudes nas licitações

A investigação revelou que o grupo criou empresas fictícias para fraudar licitações, operando em diversas frentes comerciais. As empresas tinham Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) ampla, permitindo a participação em contratos públicos para fornecimento de materiais diversos, incluindo:

  • Materiais de escritório
  • Alimentos
  • Manutenção de veículos
  • Confecção de uniformes
  • Materiais de pintura
  • Aluguel de máquinas
  • Reparação de equipamentos de refrigeração e ventilação
  • Transporte de cargas
  • Comércio de peças e acessórios para motocicletas e bicicletas

Estratégia criminosa e histórico das investigações

A operação identificou que a organização criminosa atuava em Água Clara e Rochedo, com núcleos distintos, mas interligados pelo mesmo modus operandi. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), um empresário era o articulador do esquema, cooptando servidores públicos corrompidos para fraudar processos licitatórios e direcionar contratos para empresas envolvidas no crime.

A Operação Malebolge foi desencadeada com base em provas obtidas na Operação Turn Off, realizada em 2023, que investigava fraudes semelhantes relacionadas ao fornecimento de materiais para o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS).

Reação das autoridades e apoio à operação

A reportagem tentou contato com as prefeituras citadas. O único a se manifestar foi o prefeito de Rochedo, Arino Jorge Fernandes, que negou qualquer relação com os esquemas fraudulentos.

“Não é da minha gestão. Estou na prefeitura há 40 dias. Apreenderam documentos e já foram embora. Já está todo mundo trabalhando nos órgãos públicos”, afirmou o prefeito, que anteriormente atuava como vice-prefeito na cidade.

A operação contou com o suporte do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Origem do nome “Malebolge”

O nome da operação faz referência à obra “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, onde “Malebolge” representa uma região do inferno destinada à punição de fraudadores e corruptos.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e rastrear os valores desviados.

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Proprietária do “Desapego Legal” enfrenta quase 100 processos por suspeita de estelionato https://campinashoje.com/proprietaria-do-desapego-legal-enfrenta-quase-100-processos-por-suspeita-de-estelionato/2025/13232/ Tue, 28 Jan 2025 15:53:35 +0000 https://campinashoje.com/proprietaria-do-desapego-legal-enfrenta-quase-100-processos-por-suspeita-de-estelionato/2025/13232/ O brechó de acessórios de luxo Desapego Legal, que acumula mais de 220 mil seguidores no Instagram, está envolvido em uma série de denúncias de calotes. A proprietária, Francine Prado, é acusada por mais de 200 pessoas de não repassar os pagamentos pelos itens que recebeu e revendeu em sua loja virtual. O prejuízo total […]

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O brechó de acessórios de luxo Desapego Legal, que acumula mais de 220 mil seguidores no Instagram, está envolvido em uma série de denúncias de calotes. A proprietária, Francine Prado, é acusada por mais de 200 pessoas de não repassar os pagamentos pelos itens que recebeu e revendeu em sua loja virtual. O prejuízo total estimado ultrapassa R$ 5 milhões.

A situação ganhou destaque após ser abordada em uma reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, exibida no último domingo, 26 de janeiro.

Denúncias e processos judiciais

A empresa Desapego Legal é mencionada em quase 100 processos judiciais, além de diversos boletins de ocorrência registrados contra Francine Prado e seu marido em diferentes estados. No site Reclame Aqui, o brechó aparece como “não recomendado”, com 183 reclamações registradas.

Apesar das denúncias, o perfil do brechó continua ativo nas redes sociais. No entanto, após a exibição da reportagem, a loja restringiu os comentários em suas publicações.

Vítimas do golpe

Um dos clientes prejudicados, o baiano Lázaro Felipe, relatou que atuava como intermediário entre clientes e o brechó, enviando peças de luxo para Francine Prado vender em troca de uma comissão.

“Eu já estava muito conhecido em Salvador, começando a realizar meus sonhos. Mas tudo virou um pesadelo”, afirmou em entrevista.

Segundo Lázaro Felipe, os pagamentos pelas peças enviadas pararam de ser feitos em 2023. Para honrar seus compromissos, ele precisou contrair um empréstimo de R$ 50 mil com agiotas e até vendeu seu carro. Mesmo após várias tentativas de cobrança, ele afirma que Francine Prado sempre apresentava desculpas para os atrasos.

Investigação em andamento

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) confirmou, por meio de nota, que o brechó Desapego Legal está sendo investigado para esclarecer as denúncias. A empresa mantinha uma sede física em um prédio localizado em frente ao MP em São José dos Campos (SP), mas o local foi fechado.

O marido de Francine Prado enviou uma nota ao Fantástico, alegando que a empresa enfrenta dificuldades financeiras, mas negando qualquer intenção de fraude ou prejuízo aos clientes. Ele também afirmou que a empresa já fechou acordos com cerca de 400 fornecedores.

🚨 O caso segue sob investigação e novos desdobramentos são esperados.

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Pagodeiro ligado ao PCC é preso por fraudes em licitações https://campinashoje.com/pagodeiro-ligado-ao-pcc-e-preso-por-fraudes-em-licitacoes/2025/13230/ Mon, 27 Jan 2025 15:28:38 +0000 https://campinashoje.com/pagodeiro-ligado-ao-pcc-e-preso-por-fraudes-em-licitacoes/2025/13230/ Com quase 1 milhão de seguidores no Instagram, o cantor de pagode conhecido artisticamente como Latrell Britto, cujo nome verdadeiro é Vagner Borges Dias, ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. No entanto, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), essa riqueza teria origem em fraudes em licitações públicas. Além de […]

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Com quase 1 milhão de seguidores no Instagram, o cantor de pagode conhecido artisticamente como Latrell Britto, cujo nome verdadeiro é Vagner Borges Dias, ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. No entanto, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), essa riqueza teria origem em fraudes em licitações públicas.

Além de sua atuação como artista, Latrell Britto se apresentava como empresário, mas, conforme investigações conduzidas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), ele é apontado como o gerente da principal empresa utilizada para a lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital). O esquema teria operado em mais de 20 prefeituras e câmaras municipais em São Paulo.

Prisão e Identificação

A identificação de Vagner Borges Dias, bem como sua identidade falsa, só foi possível por meio de uma equipe de inteligência da Polícia Militar de São Paulo. O cantor, que estava foragido desde abril do ano passado, foi capturado na praia de Arembepe, no município de Camaçari, Bahia, por policiais locais.

O investigado responde por uma série de crimes, incluindo:
✔ Fraudes contra a administração pública
✔ Corrupção
✔ Uso de documentos falsos
✔ Associação criminosa

Sobre a Operação Munditia

A Operação Munditia investiga o envolvimento de membros do PCC em esquemas de licitações fraudulentas junto a prefeituras do estado de São Paulo, em contratos que ultrapassam R$ 200 milhões. A ação, deflagrada em 16 de abril do ano passado, contou com cerca de 200 policiais militares, resultando no cumprimento de quase 60 ordens judiciais e na prisão de 13 pessoas, incluindo três vereadores, um advogado e ocupantes de cargos públicos.

Durante as buscas, os policiais estiveram em 11 prédios públicos, 21 conjuntos residenciais e 10 estabelecimentos comerciais. Foram apreendidos:
🔹 Quatro armas (calibres .380, .40, .38 e 9 mm)
🔹 Mais de 200 munições
🔹 22 celulares e notebooks
🔹 R$ 3,5 milhões em cheques
🔹 R$ 600 mil em espécie
🔹 Quase US$ 9 mil em dinheiro

Com a prisão de Vagner Borges Dias, o Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil esperam aprofundar as investigações sobre os processos licitatórios fraudados.

A defesa de Vagner Borges Dias não foi localizada até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

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Vice-prefeita e irmã são suspeitas de mandar matar prefeito no RN com ajuda de pastor, diz polícia https://campinashoje.com/vice-prefeita-e-irma-sao-suspeitas-de-mandar-matar-prefeito-no-rn-com-ajuda-de-pastor-diz-policia/2024/13099/ Sat, 28 Dec 2024 12:46:23 +0000 https://campinashoje.com/vice-prefeita-e-irma-sao-suspeitas-de-mandar-matar-prefeito-no-rn-com-ajuda-de-pastor-diz-policia/2024/13099/ A Polícia Civil do Rio Grande do Norte aponta que o prefeito de João Dias, Marcelo Oliveira, 38 anos, e seu pai, Sandi Alves de Oliveira, 58 anos, foram assassinados em agosto a mando da vice-prefeita afastada, Damária Jácome (Republicanos), e de sua irmã, Leidiane Jácome. Ambas contaram com o auxílio de um pastor para […]

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A Polícia Civil do Rio Grande do Norte aponta que o prefeito de João Dias, Marcelo Oliveira, 38 anos, e seu pai, Sandi Alves de Oliveira, 58 anos, foram assassinados em agosto a mando da vice-prefeita afastada, Damária Jácome (Republicanos), e de sua irmã, Leidiane Jácome. Ambas contaram com o auxílio de um pastor para a execução do crime, ocorrido a 40 dias das eleições municipais, em que Marcelo disputava a reeleição.

Os mandados de prisão contra Damária, Leidiane e o pastor foram expedidos como parte da “Operação Profanos“, deflagrada pela 76ª Delegacia de Polícia de Alexandria. Enquanto o pastor foi preso, Damária e Leidiane permanecem foragidas. Segundo a polícia, também foram cumpridos seis mandados de prisão e seis de busca e apreensão em João Dias, Patu e Marcelino Vieira.

Conflitos políticos e pessoais motivaram o crime

A rixa entre o prefeito e a vice-prefeita começou em 2021, logo após a posse. Damária assumiu a chefia do município quando Marcelo renunciou sob ameaça, mas ele conseguiu reverter a situação judicialmente um ano depois, retornando ao cargo. Desde então, Damária foi afastada e o clima de hostilidade se intensificou.

Em 2022, Marcelo e sua família sobreviveram a uma tentativa de assassinato, o que aprofundou as disputas. A situação se agravou após ações policiais que resultaram na morte de irmãos de Damária e Leidiane, acusados de tráfico internacional de drogas. A família Jácome culpava Marcelo, acusando-o de colaborar com as autoridades.

Pastor auxiliou na execução do crime

De acordo com o delegado Alex Wagner, o pastor envolvido no caso ajudou na logística do crime, informando a localização e o momento mais propício para o assassinato. Inicialmente, o plano incluía atacar Marcelo durante um culto religioso, mas a ideia foi descartada. O crime ocorreu durante uma visita de campanha na zona rural de João Dias, onde Marcelo e seu pai foram mortos a tiros.

Viúva do prefeito é eleita

Após o assassinato, a viúva de Marcelo, Fatinha de Marcelo (União Brasil), entrou na disputa eleitoral e foi eleita com 66,84% dos votos. Damária ficou em segundo lugar, com 20,81%.

Comoção e promessas de justiça

A morte de Marcelo Oliveira gerou comoção em João Dias, cidade com cerca de 2.000 habitantes, e em todo o estado. A governadora Fátima Bezerra (PT) se comprometeu a buscar a solução do caso, que continua em investigação. A tragédia revelou um cenário de rivalidades políticas que extrapolou os limites da disputa democrática.

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Enfermeiro e médica são indiciados por morte de idoso que recebeu dose errada de quimioterapia em BH https://campinashoje.com/enfermeiro-e-medica-sao-indiciados-por-morte-de-idoso-que-recebeu-dose-errada-de-quimioterapia-em-bh/2024/13108/ Sat, 28 Dec 2024 12:29:15 +0000 https://campinashoje.com/enfermeiro-e-medica-sao-indiciados-por-morte-de-idoso-que-recebeu-dose-errada-de-quimioterapia-em-bh/2024/13108/ Vítima recebeu dose quase quatro vezes superior à prescrita pelos médicos no tratamento de câncer na medula óssea Nilton Carlos Araújo, de 69 anos, morreu após erro na dosagem de quimioterapia em BH A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou um enfermeiro e uma médica pela morte de Nilton Carlos Araújo, de 69 anos, ocorrida […]

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Vítima recebeu dose quase quatro vezes superior à prescrita pelos médicos no tratamento de câncer na medula óssea

Nilton Carlos Araújo, de 69 anos, morreu após erro na dosagem de quimioterapia em BH

A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou um enfermeiro e uma médica pela morte de Nilton Carlos Araújo, de 69 anos, ocorrida em agosto deste ano. O idoso, que tratava um câncer na medula óssea no hospital da MedSênior, em Belo Horizonte, recebeu uma dose de quimioterapia quase quatro vezes superior à prescrita pelos médicos, o que resultou em complicações fatais.

De acordo com a Polícia Civil, os dois profissionais foram indiciados por “dolo eventual”. As investigações apontaram que, no dia 19 de agosto, o enfermeiro aplicou uma dose de quimioterapia que totalizava 8,78 mg, enquanto a prescrição correta era de apenas 2,29 mg. “O profissional ignorou as identificações individuais das seringas, que estavam destinadas a outros pacientes”, informou a corporação.

Após o erro, o paciente apresentou mal-estar, que evoluiu para um quadro de ventilação mecânica e internação. A morte ocorreu quatro dias após a aplicação da dose incorreta.

Motivo do indiciamento do enfermeiro e da médica

As investigações revelaram que, embora o enfermeiro tenha informado o erro à enfermeira-chefe, ele não registrou o incidente no prontuário médico, o que impossibilitou a adoção de medidas corretivas pelos médicos plantonistas.

Já a médica responsável pelo tratamento foi informada sobre o ocorrido, mas, segundo a Polícia Civil, optou por não agir para tentar reverter a situação do paciente.

“Após ouvir testemunhas, analisar prontuários médicos, realizar sindicâncias internas e laudos periciais, concluiu-se que o enfermeiro e a médica agiram com dolo eventual. Ambos assumiram o risco de causar a morte ao optar por não agir, mesmo tendo plenas condições de tentar evitar o desfecho fatal”, declarou a corporação.

Hospital lamenta o ocorrido

Em nota divulgada à época da morte, a MedSênior lamentou profundamente o falecimento de Nilton Carlos Araújo. O hospital informou que iniciou uma “investigação detalhada para compreender todas as circunstâncias envolvidas e apurar fatos e responsabilidades”.

A instituição também destacou que o paciente foi transferido imediatamente para um hospital de referência, onde recebeu cuidados intensivos com acompanhamento contínuo.

“A MedSênior manifesta seu imenso pesar, solidariedade e apoio aos familiares, reiterando o compromisso com o cumprimento rigoroso de protocolos que garantam a segurança e a integridade de seus pacientes”, concluiu a nota.

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Corregedoria e Investigação sobre Policiais Envolvidos na Segurança de Delator do PCC https://campinashoje.com/corregedoria-e-investigacao-sobre-policiais-envolvidos-na-seguranca-de-delator-do-pcc/2024/12950/ Mon, 11 Nov 2024 18:59:12 +0000 https://campinashoje.com/corregedoria-e-investigacao-sobre-policiais-envolvidos-na-seguranca-de-delator-do-pcc/2024/12950/ A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo já investigava os policiais militares que prestavam segurança ao delator Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, figura central nas investigações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e ligado a atividades de lavagem de dinheiro para a facção criminosa. O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, […]

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A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo já investigava os policiais militares que prestavam segurança ao delator Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, figura central nas investigações contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e ligado a atividades de lavagem de dinheiro para a facção criminosa. O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou em coletiva de imprensa que o empresário Gritzbach, que fechou um acordo de colaboração com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), revelou nomes de policiais civis supostamente envolvidos em extorsão contra ele.

Investigação da Corregedoria sobre Policiais Civis e Militares

A investigação teve início após a delação de Gritzbach, que detalhou ações ilegais envolvendo policiais civis. A Corregedoria da Polícia Civil convocou o empresário para que ele identificasse os policiais e os crimes que teriam cometido. Derrite destacou que o inquérito teve apoio do MPSP, que compartilhou informações da delação firmada em março. A Corregedoria instaurou um procedimento formal para apurar essas denúncias.

Além disso, policiais militares responsáveis pela segurança de Gritzbach já estavam sob investigação, uma vez que a contratação de PMs para escolta particular é considerada uma infração disciplinar. O secretário Derrite afirmou que o comportamento dos PMs chamou atenção durante uma audiência de instrução no Tribunal do Júri. Um PM que realizava a segurança no tribunal registrou suspeitas sobre a presença de outros policiais militares acompanhando Gritzbach.

Afastamento e Investigação dos Policiais Militares

A Corregedoria da Polícia Militar afastou os quatro PMs suspeitos de envolvimento com Gritzbach, que foi morto a tiros de fuzil no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Segundo o secretário, no dia do ataque, os policiais militares que escoltavam Gritzbach fizeram uma pausa em um posto de combustíveis enquanto aguardavam sua chegada, porém, um problema mecânico em uma das caminhonetes teria atrasado o deslocamento até o aeroporto.

Os PMs foram chamados a prestar depoimento sobre suas ações no dia do ataque e também sobre o envolvimento na segurança privada de Gritzbach. A Corregedoria investiga se eles poderiam estar envolvidos diretamente no homicídio do empresário, além de apurar o envolvimento de outros policiais que poderiam estar ligados ao crime organizado.

Implicações do Assassinato e Ligação com o PCC

Antônio Vinicius Gritzbach foi assassinado na última sexta-feira (8 de novembro), em um ataque no aeroporto. Ele era conhecido por colaborar em investigações contra o PCC, fornecendo informações sobre atividades ilícitas da facção, incluindo lavagem de dinheiro e envolvimento de outras figuras de alto escalão, como Anselmo Santa Fausta, o “Cara Preta”, e Claudio Marcos de Almeida, o “Django”. Ambos eram associados a Gritzbach em esquemas de lavagem de dinheiro e controlavam uma empresa de transporte urbano, a UpBus, suspeita de ligações com o PCC e atualmente sob intervenção municipal.

Procedimento de Delação e Repercussão no Judiciário

O acordo de colaboração premiada entre Gritzbach e o MPSP foi formalizado com o objetivo de fornecer informações sobre a rede de lavagem de dinheiro da facção. Ele teria revelado detalhes de operações de movimentação de quantias milionárias em criptomoedas, incluindo conflitos internos dentro do PCC, como o desentendimento com Cara Preta, supostamente relacionado a uma dívida não paga em investimentos de bitcoin.

O MPSP investiga as declarações de Gritzbach, que mencionou conhecer figuras como Cara Preta e Django em contextos de atividades empresariais aparentemente legítimas, como bingos e agenciamento esportivo. O histórico de envolvimento com o crime organizado, no entanto, o colocou na mira do PCC, levando a represálias fatais que culminaram com seu assassinato.

A Corregedoria segue apurando a conduta dos policiais mencionados por Gritzbach, e o secretário Derrite indicou que, se o MPSP tivesse compartilhado as informações antes, as autoridades poderiam ter adotado medidas preventivas.

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Justiça transforma investigados da Operação Tergiversação em réus por corrupção na Polícia Federal https://campinashoje.com/justica-transforma-investigados-da-operacao-tergiversacao-em-reus-por-corrupcao-na-policia-federal/2021/13374/ Thu, 04 Nov 2021 14:05:10 +0000 https://campinashoje.com/justica-transforma-investigados-da-operacao-tergiversacao-em-reus-por-corrupcao-na-policia-federal/2021/13374/ Policiais federais e advogados são acusados de vender facilidades a presos da Lava Jato A Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os investigados da Operação Tergiversação, que apura um esquema de corrupção dentro da Polícia Federal (PF). Com a decisão, dez pessoas agora respondem como […]

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Policiais federais e advogados são acusados de vender facilidades a presos da Lava Jato

A Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra os investigados da Operação Tergiversação, que apura um esquema de corrupção dentro da Polícia Federal (PF). Com a decisão, dez pessoas agora respondem como rés no processo.

A informação foi publicada inicialmente na coluna “Radar”, da revista Veja, na última sexta-feira (29), e confirmada pelo g1 nesta quinta-feira (4).

Os denunciados são:

Victor Duque Estrada Zeitune

Paulo Roberto Rodrigues Coelho

Marcelo Guimarães

Everton da Costa Ribeiro

João Maurício Gomes da Silva

Lorenzo Martins Pompilio da Hora

Sancler Miranda Costa

Marcos Aurélio Ferreira de Lima

João Alberto Magalhães Cordeiro Junior

Diego Lima Fitaroni

A Operação Tergiversação foi deflagrada em duas fases e teve como alvo policiais federais e advogados acusados de comercializar benefícios ilegais para empresários presos durante as investigações da força-tarefa da Lava Jato.

Na primeira fase, realizada em junho de 2019, foram presos um delegado federal da ativa, um escrivão e um advogado. O grupo teria favorecido investigados por fraudes no Postalis — fundo de pensão dos funcionários dos Correios, um dos maiores do país. Segundo a Polícia Federal, os pagamentos feitos ao trio chegaram a R$ 1,5 milhão.

Já na segunda etapa, em outubro de 2020, a investigação alcançou outro delegado federal e empresários suspeitos de pagar propina para obter proteção e privilégios em procedimentos conduzidos pela PF.

A denúncia aceita pela Justiça aponta que os envolvidos se valeram de seus cargos e conhecimentos jurídicos para interferir indevidamente em processos e beneficiar alvos da Lava Jato em troca de vantagens financeiras.

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