Arquivo de Educação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/educacao/ Tue, 19 May 2026 17:23:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Educação - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/educacao/ 32 32 Consulta pública do CNE sobre licenciaturas semipresenciais fortalece debate democrático na educação https://campinashoje.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/2026/14426/ Tue, 19 May 2026 17:23:02 +0000 https://campinashoje.com/consulta-publica-do-cne-sobre-licenciaturas-semipresenciais-fortalece-debate-democratico-na-educacao/2026/14426/ Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais Coluna Janguiê Diniz Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. […]

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Janguiê Diniz defende alinhamento regulatório entre ensino presencial e EAD e destaca importância da escuta pública na definição das novas diretrizes educacionais

Coluna Janguiê Diniz

Em mais uma decisão acertada, o Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu submeter à consulta pública a definição dos percentuais de presencialidade dos cursos de licenciatura ofertados no formato semipresencial. A medida representa um gesto de maturidade institucional e compromisso democrático com a construção das políticas públicas educacionais. 

Em um cenário marcado por intensas transformações regulatórias, ouvir a sociedade, as instituições de educação superior, especialistas, entidades representativas e os próprios profissionais da educação é não apenas prudente, mas essencial para a construção de diretrizes equilibradas, viáveis e coerentes com a realidade brasileira.

A medida ganha ainda mais relevância quando observamos o contexto recente de reorganização da política nacional de educação a distância. O Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025, promoveu mudanças profundas na organização dos formatos educacionais. Entre elas, a vedação de oferta integralmente a distância para as licenciaturas e a definição de 40% de presencialidade para os cursos semipresenciais.

Contudo, as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a formação inicial de professores estabelecem outros parâmetros. Enquanto o novo marco regulatório da EAD passou a trabalhar com a lógica do formato semipresencial estruturado a partir de percentuais mínimos de atividades presenciais e síncronas mediadas, a regulamentação das licenciaturas exige 50% de presencialidade, criando um descompasso normativo que gera insegurança jurídica e dúvidas operacionais para as instituições de ensino.

Nesse contexto, a iniciativa do CNE de abrir consulta pública demonstra disposição para construir convergência regulatória. Mais do que um debate sobre números, a expectativa é de que o processo resulte no alinhamento de duas políticas públicas. Esta é uma medida relevante, ainda que o decreto reconheça a sobreposição das DCNs em situações de divergência.

Por isso, é falaciosa a narrativa de que o Decreto nº 12.456/2025 enfraqueceu a formação docente. Pelo contrário. O texto buscou consolidar uma política de educação a distância orientada pela qualidade acadêmica, pela valorização da docência e pelo fortalecimento das experiências formativas presenciais e síncronas. Trata-se de um posicionamento essencial para assegurar qualidade sem ignorar a diversidade territorial, social e econômica do Brasil.

Cabe ressaltar que alterações em percentuais de presencialidade produzem impactos concretos sobre acesso, permanência e sustentabilidade da oferta educacional. Um aumento excessivo das atividades presenciais pode dificultar o ingresso e a continuidade de milhares de estudantes que vivem longe dos grandes centros urbanos, trabalham em tempo integral ou dependem da flexibilidade proporcionada pela educação mediada pela tecnologia. Ao mesmo tempo, é legítima a preocupação com a necessidade de experiências práticas, interação pedagógica qualificada e fortalecimento da identidade docente durante o processo formativo.

Por isso, a consulta pública se apresenta como um caminho adequado. Ela permite que o debate saia do campo das disputas ideológicas simplificadas e avance para uma discussão técnica, baseada em evidências, experiências institucionais e compreensão das diferentes realidades do país. A formação de professores é complexa demais para ser conduzida a partir de decisões unilaterais ou construídas sem ampla escuta social.

Outro aspecto positivo consiste no reconhecimento de que políticas educacionais precisam ser harmônicas. O Brasil viveu, nos últimos anos, diversas alterações regulatórias no campo da educação superior. Muitas vezes, essas mudanças foram implementadas sem a devida articulação entre decretos, portarias, diretrizes curriculares e instrumentos de avaliação. O resultado foi um ambiente de instabilidade regulatória que dificultou o planejamento institucional e gerou insegurança jurídica para o setor educacional.

Também merece destaque o fato de que a própria abertura da consulta pública reforça o papel do Conselho Nacional de Educação como instância de mediação qualificada entre governo, sociedade e sistema educacional. Em tempos de polarização e radicalização de debates, optar pela escuta e pela construção coletiva representa uma maturidade institucional importante. Não se trata de abrir mão da regulação, mas de fortalecê-la a partir da legitimidade do diálogo.

A educação brasileira precisa superar a lógica das falsas dicotomias. Presencialidade e tecnologia não são conceitos incompatíveis. Qualidade e flexibilidade também não. O desafio contemporâneo consiste exatamente em construir modelos híbridos capazes de combinar experiências formativas robustas, acompanhamento pedagógico efetivo, desenvolvimento de competências profissionais e ampliação do acesso educacional.

Nesse sentido, a consulta pública promovida pelo CNE deve ser celebrada não apenas pelo seu conteúdo imediato, mas pelo método adotado. Escutar antes de decidir é sempre um sinal positivo. Especialmente quando se trata de um tema tão sensível quanto a formação dos futuros professores brasileiros.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Janguiê Diniz defende inclusão do Fies no Desenrola 2.0 como “segunda chance” para estudantes endividados https://campinashoje.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/2026/14324/ Fri, 08 May 2026 15:02:56 +0000 https://campinashoje.com/janguie-diniz-defende-inclusao-do-fies-no-desenrola-2-0-como-segunda-chance-para-estudantes-endividados/2026/14324/ Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros Coluna Janguiê Diniz* Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo […]

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Empresário e presidente da ABMES afirma que renegociação de dívidas fortalece o acesso ao ensino superior, reduz desigualdades e devolve oportunidades a milhares de brasileiros

Coluna Janguiê Diniz*

Poucos dias depois de sancionar o novo Plano Nacional de Educação (PNE) com metas mais ambiciosas para a educação superior do que o documento anterior, o governo federal acertou em cheio em outra decisão estratégica para o futuro do país: a inclusão dos inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na nova edição do programa de renegociação de dívidas, o Desenrola 2.0. Trata-se de uma decisão acertada tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Ao ampliar os mecanismos de renegociação de dívidas para alcançar estudantes que recorreram ao crédito educacional, a Medida Provisória nº 1.355/2026 reconhece uma realidade muitas vezes negligenciada: a de milhares de brasileiros que apostaram na educação superior como principal via de transformação de suas trajetórias de vida, mas que hoje enfrentam dificuldades concretas para honrar seus compromissos financeiros.

Ao conceder às dívidas de financiamento estudantil condições especiais de renegociação dispensadas a outros débitos, o poder público demonstrou valorizar o papel estratégico da educação na redução das desigualdades econômicas impostas aos brasileiros. Afinal, não se trata apenas de aliviar passivos acumulados, mas de oferecer uma segunda chance a jovens que, em sua maioria, são oriundos de famílias de baixa renda e que enxergam no diploma de graduação a possibilidade real de romper ciclos geracionais de pobreza.

Entre os benefícios da medida, está a previsão de descontos que podem chegar a até 99% do valor consolidado da dívida para estudantes inscritos no Cadastro Único e com débitos em atraso há mais de um ano. Ao reconhecer a vulnerabilidade desse público, a política pública avança no sentido de alinhar o desenho do programa às reais condições de pagamento de seus usuários, evitando que o financiamento educacional, concebido como mecanismo de acesso, se transforme em um fator de exclusão futura.

Esse aspecto é ainda mais significativo quando se considera que uma parcela expressiva dos estudantes que recorrem ao Fies, na prática, integra o público-alvo do Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas de 100% e 50% das mensalidades. Contudo, o limite de vagas e os critérios rigorosos de elegibilidade fazem com que muitos estudantes de baixa renda não consigam acessar o programa, e o Fies acaba sendo a alternativa possível.

Essa dinâmica revela um ponto central do debate sobre políticas públicas educacionais no Brasil: a necessidade de articulação e complementaridade entre os diferentes instrumentos de acesso. Em um sistema no qual 80% das matrículas estão concentradas em instituições privadas, políticas como o Fies e o ProUni não são apenas desejáveis, mas absolutamente essenciais para garantir que estudantes de baixa renda possam acessar essas instituições.

Nesse sentido, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 deve ser interpretada como parte de uma política mais ampla de reequilíbrio social. Ao enfrentar o problema da inadimplência, o governo federal contribui para a sustentabilidade do programa e, ao mesmo tempo, resgata sua função original como instrumento de mobilidade social.

Além dos impactos estruturais, há também efeitos imediatos e transformadores na vida dos beneficiários. A possibilidade de renegociar dívidas com condições acessíveis permite que esses estudantes deixem para trás situações de inadimplência prolongada, muitas vezes associadas à negativação do nome e à inscrição em cadastros restritivos de crédito ou mesmo na dívida ativa da União. Ao superar essas barreiras, esses jovens passam a ter acesso a novas oportunidades, seja no mercado de trabalho, seja no sistema financeiro, podendo planejar com mais segurança seus próximos passos.

É importante reconhecer, ainda, que medidas dessa natureza produzem efeitos positivos que vão além do indivíduo. Ao permitir a reinserção de milhares de pessoas no circuito econômico formal, o programa contribui para a dinamização da economia, ampliando o consumo, estimulando o empreendedorismo e fortalecendo a arrecadação. Trata-se, portanto, de uma política pública que combina sensibilidade social com racionalidade econômica.

Por fim, a inclusão do Fies no Desenrola 2.0 acende a esperança de uma retomada estratégica da política que, em seu auge, foi responsável por transformar o perfil do ensino superior brasileiro. Para isso, o próximo passo consiste na reformulação do programa em si, com o estabelecimento de critérios e diretrizes que dialoguem com a realidade do público ao qual se destina, garantindo não apenas a assinatura dos contratos, mas também o seu encerramento dentro do que é esperado pelo poder público e pelos estudantes.

Ao apostar na renegociação das dívidas como caminho para reequilibrar o sistema e apoiar aqueles que mais precisam, o governo federal reafirma a centralidade da educação superior para um país mais justo e próspero. E, ao permitir que esses jovens iniciem ou retomem suas vidas adultas sem o peso de um endividamento insustentável, dá um passo importante na direção de um Brasil em que o acesso à educação não seja um privilégio, mas um direito efetivamente garantido a todo e qualquer cidadão brasileiro.

*Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador, controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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Governo abre consulta pública para guia de inclusão digital da pessoa idosa https://campinashoje.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/2026/14322/ Thu, 07 May 2026 09:25:30 +0000 https://campinashoje.com/governo-abre-consulta-publica-para-guia-de-inclusao-digital-da-pessoa-idosa/2026/14322/ Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas […]

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Contribuições para construção do documento podem ser enviadas até 24 de maio pela plataforma Brasil Participativo

O Governo do Brasil abriu consulta pública para a construção do Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil, iniciativa que busca promover a inclusão digital e ampliar a participação das pessoas idosas na sociedade contemporânea.

A proposta parte do reconhecimento de que o avanço das tecnologias digitais tem transformado o acesso à informação, aos serviços públicos e às formas de interação social. Nesse cenário, o desenvolvimento de competências digitais e midiáticas é fundamental para que a população idosa possa utilizar essas tecnologias de forma segura, crítica e autônoma.

A consulta pública, aberta no dia 24 de abril, está disponível na plataforma Brasil Participativo e constitui uma etapa central do processo de elaboração do guia. O ambiente reúne as orientações, o conteúdo base do documento e o espaço para envio de contribuições.

A participação é aberta a toda a sociedade, incluindo gestores públicos, educadores, pesquisadores, organizações da sociedade civil, profissionais de diferentes áreas, familiares, cuidadores e as próprias pessoas idosas. As contribuições podem ser enviadas até 24 de maio de 2026, diretamente pela plataforma, e serão analisadas para subsidiar a versão final do guia.

ABORDAGEM DO GUIA — O Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa no Brasil propõe diretrizes, princípios e metodologias para promover a inclusão, a autonomia e a participação das pessoas idosas na sociedade digital. Elaborado de forma intersetorial no âmbito do 6º Plano de Ação Nacional da Parceria para Governo Aberto, o documento é coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, com a participação de entidades governamentais e organizações da sociedade civil.

O documento reconhece o envelhecimento populacional e a digitalização da vida como desafios centrais para as políticas públicas, destacando que a inclusão digital vai além do acesso às tecnologias e envolve também processos de alfabetização e letramento digital crítico.

O guia parte do reconhecimento da diversidade das pessoas idosas e defende uma abordagem centrada no protagonismo do educando, na aprendizagem ao longo da vida e na conexão com o cotidiano. Nesse contexto, estrutura-se a partir de princípios como acessibilidade, autonomia, segurança, equidade e enfrentamento ao idadismo, organizando-se também em eixos temáticos que abrangem desde o acesso às tecnologias até o uso crítico da informação, a segurança digital, a interação com serviços públicos, o uso ético da internet e a compreensão de tecnologias emergentes, como a inteligência artificial.

METODOLOGIAS E IMPLEMENTAÇÃO — Além das diretrizes conceituais, o guia propõe metodologias baseadas na educação popular, no aprendizado intergeracional e em percursos formativos que valorizam os saberes prévios das pessoas idosas. O documento também indica formatos para o monitoramento e a avaliação das ações, com definição de critérios, indicadores e mecanismos de acompanhamento contínuo.
Sua implementação reforça a educação digital como estratégia de inclusão social, contribuindo para o empoderamento das pessoas idosas e para o fortalecimento do aprendizado ao longo da vida. Esse processo favorece a ampliação da autonomia, o desenvolvimento humano e a participação ativa na sociedade contemporânea.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL — A consulta pública integra o processo de construção do guia e busca reunir contribuições de diferentes setores da sociedade. A participação social é considerada essencial para garantir que o material reflita a diversidade de contextos, experiências e necessidades da população idosa no Brasil.

As contribuições recebidas serão sistematizadas e analisadas, podendo subsidiar a versão final do documento. A expectativa é que o guia funcione como uma referência

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro https://campinashoje.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/2026/14320/ Thu, 07 May 2026 09:20:30 +0000 https://campinashoje.com/pe-de-meia-ajuda-a-reduzir-evasao-escolar-em-43-no-ensino-medio-brasileiro/2026/14320/ Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de […]

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Programa de incentivo financeiro já alcança 5,6 milhões de estudantes da rede pública e reforça permanência nas escolas

A evasão escolar no ensino médio registrou uma queda expressiva nos últimos dois anos no Brasil. Dados recentes mostram que o abandono diminuiu 43% no período, sinalizando uma mudança relevante no cenário educacional. A taxa caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% no ano seguinte.

Esse avanço ocorre em um contexto de ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos estudantes na escola. Entre as iniciativas, o programa Pé-de-Meia tem ganhado destaque ao apostar em incentivos financeiros como estratégia para conter a evasão escolar.

Como o Pé-de-Meia contribui para reduzir a evasão escolar no ensino médio

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança direcionada a estudantes do ensino médio da rede pública. Os valores são depositados ao longo do percurso escolar, com base em critérios como matrícula ativa, frequência regular e conclusão das etapas.

A iniciativa já alcança cerca de 5,6 milhões de estudantes, o equivalente a, aproximadamente, 54% dos alunos dessa fase de ensino. O objetivo é reduzir impactos de fatores que historicamente contribuem para a evasão escolar, como dificuldades financeiras e necessidade de trabalhar cedo.

Ao aliviar parte da pressão econômica, o incentivo contribui para que mais jovens permaneçam na escola. Ao mesmo tempo, reforça a percepção da educação como um caminho possível para ampliar oportunidades no futuro.

Principais causas da evasão escolar no ensino médio e soluções possíveis

Apesar da redução recente, a evasão escolar ainda está ligada a problemas estruturais no país. Desigualdade social, acesso limitado à educação de qualidade e inserção precoce no mercado de trabalho seguem como obstáculos importantes.

Diante desse cenário, o uso de ferramentas educacionais também ganhou espaço. Recursos como a calculadora ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ajudam no acompanhamento do desempenho acadêmico, permitindo simular resultados e organizar melhor a rotina de estudos

Esse tipo de apoio contribui para que estudantes visualizem metas mais concretas, especialmente em relação ao ingresso no ensino superior. Além disso, a formação de uma poupança ao longo do ensino médio pode auxiliar no planejamento futuro, incluindo a escolha de cursos de graduação e a continuidade dos estudos.

Redução da evasão escolar no ensino médio reforça importância de políticas públicas

A queda na evasão escolar no ensino médio reforça a importância de políticas públicas consistentes e contínuas. Iniciativas como o Pé-de-Meia mostram que o incentivo financeiro, aliado a estratégias educacionais, pode gerar impactos positivos na permanência escolar.

O desafio, no entanto, permanece. A redução das desigualdades no acesso à educação depende da ampliação dessas ações e de um olhar atento para as diferentes realidades dos estudantes. Nesse contexto, fortalecer políticas educacionais segue como um passo essencial para garantir trajetórias mais estáveis e ampliar oportunidades no país.

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Janguiê Diniz aponta que mercado de mentorias entra em ponto de inflexão e exige mais governança https://campinashoje.com/janguie-diniz-aponta-que-mercado-de-mentorias-entra-em-ponto-de-inflexao-e-exige-mais-governanca/2026/14236/ Mon, 04 May 2026 09:36:16 +0000 https://campinashoje.com/janguie-diniz-aponta-que-mercado-de-mentorias-entra-em-ponto-de-inflexao-e-exige-mais-governanca/2026/14236/ Crescimento acelerado ampliou acesso, mas falta de critérios e padronização ainda desafia credibilidade do setor Coluna Janguiê Diniz O mercado brasileiro de mentorias vive um paradoxo interessante. Nunca houve tanta demanda por conhecimento aplicado, desenvolvimento empresarial e aceleração de resultados. Ao mesmo tempo, nunca foi tão evidente a ausência de critérios claros capazes de separar […]

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Crescimento acelerado ampliou acesso, mas falta de critérios e padronização ainda desafia credibilidade do setor

Coluna Janguiê Diniz

O mercado brasileiro de mentorias vive um paradoxo interessante. Nunca houve tanta demanda por conhecimento aplicado, desenvolvimento empresarial e aceleração de resultados. Ao mesmo tempo, nunca foi tão evidente a ausência de critérios claros capazes de separar experiência real, capacidade estratégica e entrega consistente de simples posicionamento digital.

Nos últimos anos, o setor cresceu impulsionado pela transformação digital, ascensão da creator economy e valorização do conhecimento como ativo econômico. A democratização das plataformas digitais permitiu que milhares de profissionais transformassem experiência em produto, criando um mercado extremamente dinâmico e acessível.

Esse movimento teve méritos importantes. Expandiu o acesso à educação executiva, aproximou empresários de especialistas e abriu espaço para novos modelos de desenvolvimento profissional. Porém, como ocorre em praticamente todos os setores que crescem de forma acelerada, o avanço veio antes da estrutura.

Hoje, o mercado de mentorias ainda opera com baixa institucionalização. Em muitos casos, faltam critérios objetivos de validação, mecanismos sólidos de governança e parâmetros minimamente padronizados de qualidade. A consequência é previsível: aumento da subjetividade, assimetria de percepção e desgaste gradual de credibilidade.

A escolha de um mentor frequentemente acontece mais por presença digital, autoridade percebida ou alcance nas redes sociais do que por indicadores concretos de performance, experiência empresarial ou capacidade comprovada de gerar resultado. Isso não significa que o mercado seja inconsistente. Significa apenas que ainda está em processo de amadurecimento.

Todo setor que cresce rapidamente passa, em algum momento, por um ponto de inflexão. Foi assim com startups, franquias, educação executiva e até mesmo com o mercado financeiro. O crescimento inicial costuma ser impulsionado pela inovação e pela velocidade. A fase seguinte exige algo diferente, estrutura.

Governança, certificação, compliance, critérios de avaliação e mecanismos de reputação deixam de ser diferenciais e passam a funcionar como elementos fundamentais para a sustentabilidade do ecossistema. No mercado de mentorias, esse movimento começa agora.

A discussão sobre profissionalização do setor não deve ser confundida com burocratização ou limitação da atividade. Pelo contrário. Estruturar um mercado significa criar mais previsibilidade, confiança e segurança para todos os envolvidos, mentores, empresários, investidores e clientes.

Quando existem critérios objetivos, o ambiente se torna mais saudável. Bons profissionais conseguem consolidar reputação de forma mais consistente. Empresas passam a tomar decisões com menos subjetividade. E o próprio mercado ganha força institucional para sustentar crescimento de longo prazo.

Foi a partir dessa percepção que nasceu a Mentor Capital Group (MCG), holding criada para funcionar como um ecossistema estratégico voltado à profissionalização da mentoria empresarial no Brasil. A proposta não é criar apenas uma comunidade de relacionamento, mas uma estrutura baseada em governança, inteligência coletiva, critérios objetivos e desenvolvimento sustentável.

Entre os pilares do projeto está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação desenvolvido para avaliar mentores a partir de fatores como performance empresarial, capacidade estratégica, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O objetivo é reduzir subjetividades e criar referências mais sólidas dentro do setor.

A holding também adota uma metodologia própria de desenvolvimento empresarial, estruturada em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. Mais do que um framework, trata-se de uma tentativa de transformar experiência em processo, reduzindo improvisações comuns em um mercado ainda pouco organizado.

Naturalmente, nenhuma iniciativa isolada resolverá todos os desafios do setor. Mas o amadurecimento de qualquer mercado começa exatamente quando surgem as primeiras estruturas voltadas à organização, padronização e construção de credibilidade coletiva.

O mercado de mentorias brasileiro ainda possui enorme potencial de crescimento. Porém, seu próximo ciclo provavelmente não será definido apenas por alcance, audiência ou visibilidade. Será definido por consistência, reputação, governança e capacidade real de gerar transformação sustentável.

Em algum momento, todo mercado deixa de ser apenas tendência e passa a precisar de estrutura. Talvez este seja exatamente o momento da mentoria empresarial no Brasil.

Diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular, fundador,  controlador e presidente do conselho de administração  do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group.

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ANEC promove encontro nacional para definir caminhos da educação católica no Brasil https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Wed, 15 Apr 2026 17:59:59 +0000 https://campinashoje.com/anec-promove-encontro-nacional-para-definir-caminhos-da-educacao-catolica-no-brasil/2026/14116/ Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O […]

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Em Brasília, fórum da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil inclui debates sobre gestão, missão institucional e futuro do ensino superior e básico

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil realiza, nos dias 16 e 17 de abril, em Brasília, o Fórum Nacional de Educação Católica e a Assembleia Geral Ordinária 2026. O encontro reunirá lideranças, gestores e representantes de instituições educacionais católicas associadas de todo o país para discutir os desafios e caminhos da educação católica diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais.

O evento será realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada e terá como tema central “Educação católica: sonhar juntos hoje para impulsionar o amanhã”, propondo uma reflexão coletiva sobre o papel das instituições no presente e no futuro da sociedade.

A programação tem início no dia 16 com missa de abertura, seguida da mesa institucional e da conferência inaugural “Ver além do hoje: identidade e missão a serviço da perenidade da educação católica”, conduzida pelo vice-presidente da ANEC, Pe. Charles Lamartine, e pelo Mauricio Zanforlin, CEO do Grupo Marista. Ainda no primeiro dia, ocorre a Assembleia Geral Ordinária, com a condução de Padre Sérgio Mariucci, presidente do Conselho Superior da ANEC, e da diretora-presidente, Irmã Iraní Rupolo, incluindo a apresentação do Relatório de Atividades 2025 e a deliberação sobre a prestação de contas das instituições associadas.

Entre as novidades desta edição, será apresentado o documento Linhas de Ação Pastoral para as Instituições de Ensino Superior (IES), que orienta a atuação evangelizadora no ambiente acadêmico, com foco na integração entre fé, conhecimento e compromisso social. A proposta reúne diretrizes para fortalecer a identidade confessional e a missão educativa das instituições católicas no Ensino Superior.

Como parte da programação e das celebrações institucionais, o evento também contará com o lançamento do livro “ANEC 80 anos: 1945–2025 – memória, presença e sonho”, publicação da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil. A obra resgata a trajetória da educação católica e da ANEC no país, reunindo marcos históricos, reflexões e registros que evidenciam a contribuição das instituições confessionais para o desenvolvimento educacional e social do Brasil, além de apontar caminhos para o futuro do setor.

No segundo dia, a programação se inicia com a palestra “Que educação sonhamos? Que futuro queremos?”, conduzida por Irmã Iraní Rupolo, seguida por salas temáticas que aprofundam questões estratégicas do setor:

  • Identidade e missão, com mediação de Irmã Carolina Mureb e facilitação de Jonathan Félix.
  • Inovação pedagógica, mediada por Irmã Adair Sberga, com facilitação de Mariana Aranha.
  • Modelo de gestão, sob mediação de Irmã Marli Araújo, com facilitação de Kelly Matos.
  • Posicionamento de mercado, com mediação de Irmã Patrícia Vasconcelos e facilitação de Marcelo Chaves.

Entre os destaques, está a plenária “Construindo o sonho compartilhado: onde estaremos em 5 anos?”, que propõe a construção coletiva de perspectivas para o futuro da educação católica no Brasil.

Inspirado no pensamento do Papa Francisco, o fórum reforça a importância do diálogo, da corresponsabilidade e da construção conjunta como bases para enfrentar os desafios atuais da educação.

Além dos debates, o evento contará com a ExpoANEC, espaço voltado à apresentação de soluções, produtos e serviços inovadores para o setor educacional, promovendo a conexão entre instituições e o mercado.

O encontro será encerrado com a bênção de envio, marcando o compromisso das instituições com a continuidade da missão educativa e com a formação integral das novas gerações. 

Informações: https://forum.anec.org.br

Sobre a ANEC

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.

A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras. 

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Inscrições para o Sisu 2026 já estão abertas em todo o país https://campinashoje.com/inscricoes-para-o-sisu-2026-ja-estao-abertas-em-todo-o-pais/2026/13774/ Mon, 19 Jan 2026 15:58:37 +0000 https://campinashoje.com/inscricoes-para-o-sisu-2026-ja-estao-abertas-em-todo-o-pais/2026/13774/ Os candidatos e candidatas que realizaram as três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão, a partir desta segunda-feira (19/1), utilizar suas notas — disponibilizadas em 16 de janeiro — para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições para concorrer às vagas ofertadas em instituições públicas de educação superior, […]

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Os candidatos e candidatas que realizaram as três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão, a partir desta segunda-feira (19/1), utilizar suas notas — disponibilizadas em 16 de janeiro — para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições para concorrer às vagas ofertadas em instituições públicas de educação superior, especialmente em universidades e institutos federais, seguem até 23 de janeiro, são gratuitas, e devem ser feitas pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Leia mais:Participantes podem consultar as notas do Enem 2025

Neste ano, estão sendo ofertadas mais de 274 mil vagas para 7,3 mil cursos disponíveis em 587 municípios. A edição é a maior da história do programa, com a participação de 136 instituições de educação superior de todo o país, ampliando o acesso à graduação pública e de qualidade.

MAIOR OFERTA – Em todo o Brasil, a universidade com o maior número de vagas ofertadas é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 9.120 vagas. Em seguida está a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 8.931; a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), 8.005; e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 7.477 vagas. Entre os cursos, pedagogia tem a maior oferta, com 10.145 vagas em todo o país. Em seguida estão administração (9.462), matemática (9.332) e ciências biológicas (8.972).

ANO LETIVO – Assim como em 2025, esta edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição para as vagas ofertadas pelas instituições participantes. Dessa forma, os inscritos concorrerão, em um único processo seletivo, às vagas disponibilizadas para todo o ano letivo. O resultado da única chamada regular será divulgado no dia 29 de janeiro de 2026. Todos os estudantes selecionados dentro das vagas disponíveis, tanto na chamada regular quanto por meio da lista de espera, deverão realizar a matrícula no período indicado em edital da instituição.

PÉ-DE-MEIA LICENCIATURAS – Entre as vagas, são disponibilizadas mais de 73 mil para cursos licenciaturas presenciais. Os estudantes que optarem por esses cursos poderão se inscrever no Pé-de-Meia Licenciaturas. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) garante um incentivo financeiro mensal no valor de R$ 1.050. Desse total, R$ 700 podem ser sacados imediatamente, enquanto R$ 350 são destinados a uma poupança, que o bolsista pode sacar ao ingressar como professor em uma rede pública de ensino até cinco anos após o término do curso.

Para participar, é necessário ter obtido nota média simples igual ou superior a 650 pontos no Enem; ser aprovado pelo Sisu; matricular-se em um curso de licenciatura presencial; e, posteriormente, realizar a inscrição no programa.

Leia mais:Pé-de-Meia Licenciaturas: Sisu oferece 73,6 mil vagas em 2026

CONCLUSÃO NO ENSINO MÉDIO – Apenas candidatos que tenham concluído o ensino médio podem concorrer a uma vaga no Sisu e ingressar na educação superior. Notas de treineiros, os estudantes que não terminaram o ensino médio e fazem o exame apenas para autoavaliação, não serão consideradas.

MUDANÇAS – O Edital nº 29/2025, que rege a seleção, manteve a estrutura já conhecida do Sisu, mas trouxe ajustes importantes para aumentar a transparência, a segurança jurídica e o melhor aproveitamento das vagas em instituições públicas, além de adequar o processo às regras mais recentes do Enem. Entre as mudanças desta edição estão:

  • Edições: a partir de agora, o Sisu passará a considerar o resultado das três últimas edições do Enem — nesse caso, 2023, 2024 e 2025. O sistema usará a nota da edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, levando em conta ações afirmativas e de acordo com a opção de curso, desde que o participante tenha tirado nota superior a zero na redação. Em caso de empate na utilização das médias ponderadas, será considerada a edição do Enem em que ele obteve a maior nota em uma das disciplinas que têm maior peso para o curso escolhido, conforme a ordem de prioridade.
  • Ações afirmativas: o candidato poderá concorrer às modalidades de reserva de vagas da Lei de Cotas (que garante, no mínimo, 50% das vagas para estudantes de escola pública integralmente o ensino médio em escolas públicas ou em escolas comunitárias que atuam no âmbito da educação do campo conveniadas com o poder público) e às ações afirmativas próprias das instituições.

Ao se inscrever, é preciso preencher, obrigatoriamente, um cadastro socioeconômico e indicar as modalidades de reserva de vagas às quais se deseja concorrer, caso o candidato possua o perfil para concorrer a essas vagas. Depois, ao optar, em ordem de preferência, por curso(s), turno(s), local(is) de oferta e instituição(ões), é preciso escolher por uma ou mais modalidades de concorrência adotadas pelas instituições. Será permitida a opção por, no máximo, uma ação afirmativa do tipo bônus e uma ação afirmativa do tipo reserva de vagas.

SISU –  O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, e atualmente está regulamentado pela Portaria Normativa nº 21, de 5 de novembro de 2012. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo vigente. A maioria das instituições participantes são da rede federal de ensino superior, com destaque para universidades e institutos federais.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Escola em Anápolis anuncia mudança de endereço e amplia proposta para o Ensino Médio https://campinashoje.com/escola-em-anapolis-anuncia-mudanca-de-endereco-e-amplia-proposta-para-o-ensino-medio/2025/13623/ Mon, 08 Dec 2025 16:39:19 +0000 https://campinashoje.com/escola-em-anapolis-anuncia-mudanca-de-endereco-e-amplia-proposta-para-o-ensino-medio/2025/13623/ A Maple Bear de Anápolis anuncia mudança de endereço e passa a funcionar no bairro Jundiaí, onde concentrará também a expansão do High School | Ensino Médio, em um espaço mais adequado ao crescimento da comunidade escolar. A região de Anápolis está em expansão devido ao seu papel como principal polo industrial, especialmente nos setores […]

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A Maple Bear de Anápolis anuncia mudança de endereço e passa a funcionar no bairro Jundiaí, onde concentrará também a expansão do High School | Ensino Médio, em um espaço mais adequado ao crescimento da comunidade escolar.

A região de Anápolis está em expansão devido ao seu papel como principal polo industrial, especialmente nos setores farmacêutico e de serviços. A cidade se beneficia historicamente da sua localização estratégica, servindo como apoio na construção de Goiânia e Brasília, o que impulsionou seu desenvolvimento e a transformou no terceiro maior município do estado em população.

Com esse crescimento contínuo, tanto econômico quanto demográfico, novas demandas surgem também para equipamentos sociais essenciais, como educação, um movimento que impacta diretamente instituições já consolidadas na cidade.
É nesse cenário que a Maple Bear em Anápolis inicia um novo capítulo em sua trajetória. A escola, que há anos atua na formação bilíngue de crianças e adolescentes, mudou de endereço e passa a funcionar no bairro Jundiaí, na Avenida Maranhão, Q-67, L-18, S/N, onde concentrará também a expansão de sua oferta para o High School | Ensino Médio.

A mudança atende a uma necessidade que se consolidou com o crescimento da comunidade escolar e com as demandas da etapa final da educação básica. O novo espaço, segundo a equipe pedagógica, foi planejado para oferecer ambientes mais amplos, seguros e adequados às práticas que valorizam autonomia, experimentação e a convivência democrática, princípios essenciais para o desenvolvimento dos estudantes.

“Essa mudança para o Jundiaí não é apenas uma troca de endereço, mas uma decisão estratégica para garantir que nossos estudantes tenham acesso a um espaço ainda maior e que acompanhe seu crescimento”, afirma Thiago Gomes, proprietário da unidade. “O novo prédio foi pensado para receber o High School e fortalecer a proposta pedagógica que acreditamos para a juventude.”

Esse marco acompanha uma reflexão mais ampla sobre o papel da escola no momento atual. Em meio a um cenário educacional frequentemente marcado pela pressão por resultados e pela centralização do conteúdo, a instituição reforça que pretende seguir outro caminho: o da formação integral, que reconhece a adolescência como fase produtiva, questionadora e criadora.

“Avançamos para uma estrutura que nos permita ampliar caminhos e impulsionar novos projetos educativos. Estar no Jundiaí representa um passo consistente na construção de uma escola preparada para os desafios contemporâneos”, diz Thiago Gomes.
O novo endereço foi estruturado para acolher essa visão. O High School, que passa a funcionar ali, adotará uma proposta integrada e bilíngue, com projetos que conectam teoria e prática, incentivo ao protagonismo estudantil e apoio ao desenvolvimento emocional e social. A escola destaca ainda o compromisso com a escuta ativa e com ambientes em que errar, testar e refletir façam parte do processo de aprender.

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Redação da Unicamp 2026 exigiu domínio de gêneros textuais e repertório sociocultural https://campinashoje.com/redacao-da-unicamp-2026-exigiu-dominio-de-generos-textuais-e-repertorio-sociocultural/2025/13619/ Thu, 04 Dec 2025 13:55:26 +0000 https://campinashoje.com/redacao-da-unicamp-2026-exigiu-dominio-de-generos-textuais-e-repertorio-sociocultural/2025/13619/ A Filadd analisa as propostas de redação da Unicamp 2026, que colocaram em foco dois debates centrais da sociedade contemporânea: o impacto da machosfera e do discurso de ódio contra mulheres e a importância histórica da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para a proteção social no Brasil. A prova exigiu domínio de diferentes gêneros textuais, repertório sociocultural consistente e capacidade de análise crítica de fenômenos atuais. Os especialistas da plataforma comentam como a Unicamp reforça um vestibular com forte recorte social, que cobra maturidade intelectual, sensibilidade para lidar com temas sensíveis e domínio das estruturas formais da escrita, tanto em depoimento pessoal quanto em nota de esclarecimento.

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Filadd observa que a complexidade dos temas exige preparo diversificado e domínio das estruturas formais da redação

As propostas de redação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 2026, aplicadas neste domingo (30/11), colocaram em evidência dois debates essenciais da sociedade contemporânea: o impacto da machosfera e do discurso de ódio contra mulheres e a importância histórica da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para a proteção social no Brasil. A banca novamente exigiu dos candidatos um repertório sólido, leitura crítica do contexto social e domínio de diferentes gêneros textuais.

Os estudantes puderam escolher entre produzir um depoimento pessoal sobre misoginia e violência simbólica no ambiente digital, a partir do conceito de machosfera, ou uma nota de esclarecimento sobre o papel histórico da CLT, destacando seus avanços e a relevância para as relações de trabalho. As duas propostas reforçam o caráter social do vestibular e a expectativa de que o candidato seja capaz de interpretar fenômenos atuais ancorados em um repertório consistente.

Para a Filadd, plataforma pré-vestibular que mais cresce no Brasil, a escolha evidencia uma Unicamp comprometida com temas de impacto social e com a avaliação de competências amplas que vão além da técnica. Segundo Michele Marcelino, professora especialista em redação ENEM e vestibulares da Filadd, os temas exigiram maturidade intelectual e sensibilidade social.

“A proposta sobre a machosfera coloca o estudante diante de um tema delicado e urgente. Exige compreensão sobre misoginia online, violência simbólica e cultura digital, além de capacidade de construir uma narrativa pessoal coerente e reflexiva. Já a tarefa envolvendo a CLT demanda repertório histórico e compreensão sobre sua importância para a proteção dos trabalhadores. São gêneros distintos e complexos, o que reforça a necessidade de preparo estruturado.”

Para Bruno Ferrari, coordenador pedagógico da Filadd, a edição 2026 confirma a tendência de vestibulares que priorizam o pensamento crítico. “A Unicamp busca um candidato que analisa a realidade, entende suas tensões e é capaz de comunicar isso de forma clara e responsável. O depoimento pessoal exige profundidade emocional e argumentativa. A nota de esclarecimento pede objetividade, precisão e clareza institucional. São exercícios complementares e que cobram habilidades que trabalhamos diariamente com nossos alunos.”

O que o estudante precisou demonstrar

A Filadd aponta como principais competências cobradas:

• Domínio de diferentes gêneros textuais;
• Repertório histórico, social e cultural;
• Capacidade de análise crítica de fenômenos contemporâneos;
• Habilidade de articular argumentos de maneira ética e consistente;
• Sensibilidade para lidar com temas de impacto social;
• Clareza, coesão e adequação à proposta.

A plataforma continuará oferecendo aprofundamentos, análises de especialistas, correções comentadas e conteúdos especiais para orientar os estudantes ao longo das próximas fases do vestibular.

Sobre a Filadd

A Filadd, o curso pré vestibular que mais cresce no Brasil, presente em diversos países e com mais de 3 milhões de usuários. Fundada na Argentina, chegou ao Brasil em 2021 com a missão de democratizar o acesso à educação de qualidade. A edtech combina tecnologia de ponta, inteligência artificial e acompanhamento humano contínuo para oferecer uma preparação completa e personalizada para o ENEM e vestibulares. Reconhecida por aprovações em universidades de prestígio como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN, a Filadd se consolidou como um dos cursinhos mais robustos e modernos do país, apoiando estudantes em todas as etapas de sua jornada acadêmica.

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School of Rock participa do BMW Motorrad Fest https://campinashoje.com/school-of-rock-participa-do-bmw-motorrad-fest/2025/13567/ Wed, 24 Sep 2025 15:43:46 +0000 https://campinashoje.com/school-of-rock-participa-do-bmw-motorrad-fest/2025/13567/ Alunos das unidades de Anália Franco, Mooca, Guarulhos e Vila Mascote se apresentaram nos dias 27 e 28 de setembro, unindo performance ao vivo e diversão para o público do maior evento automotivo da região A School of Rock, maior rede de franquias de escolas de música do mundo, participa do BMW Motorrad Fest, nos […]

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Alunos das unidades de Anália Franco, Mooca, Guarulhos e Vila Mascote se apresentaram nos dias 27 e 28 de setembro, unindo performance ao vivo e diversão para o público do maior evento automotivo da região

A School of Rock, maior rede de franquias de escolas de música do mundo, participa do BMW Motorrad Fest, nos dias 27 e 28 de setembro, em Campos do Jordão, levando ao evento jovens talentos da música para se apresentarem nos dois dias do encontro. Esse ano, a ação será mais do que especial, marcada pela celebração dos 102 anos da BMW Motorrad e promete reunir paixões: pela música, pela gastronomia e por motos em um espaço de interação e diversão, com atividades para todas as idades.

O evento, que reúne o melhor do universo automotivo, agora ganha um toque cultural e artístico com a energia contagiante das apresentações dos alunos da School of Rock. Serão quatro bandas de alunos das unidades de Anália Franco, Mooca, Guarulhos e Vila Mascote que se apresentarão em shows alternados nos dois dias do evento, trazendo um repertório recheado de clássicos do rock nacional e internacional, pop e muito mais. Na ocasião, o público presente também poderá participar do “Rock Experience”, uma oportunidade para vivenciar o universo do rock de maneira interativa. 

“Estamos muito felizes em levar nossos alunos para se apresentarem em um evento tão relevante como o BMW Motorrad Fest. É uma oportunidade única para que eles possam mostrar tudo o que sabem em performances que certamente vão impressionar todo o público presente”, afirma Rinaldo Couto, produtor dos eventos da Master School of Rock. 

Para os alunos, a participação representa uma oportunidade única de mostrar o aprendizado adquirido nas aulas, reforçando o compromisso da escola de proporcionar aos estudantes a possibilidade de aprender na prática, estimular a criatividade, a expressão individual dos músicos, o desenvolvimento artístico e a paixão pelo aprendizado musical.

Serviço
Evento: School of Rock no BMW Motorrad Fest
Data: 27 e 28 de setembro de 2025
Local: Campos do Jordão – Parque Capivari

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