Arquivo de Economia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/economia/ Wed, 03 Jun 2026 10:34:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png Arquivo de Economia - Campinas Hoje https://campinashoje.com/grupos/economia/ 32 32 Produtor rural Adailton Maturino firma parceria com empresa chinesa para modernizar cultivo de cacau no Brasil https://campinashoje.com/produtor-rural-adailton-maturino-firma-parceria-com-empresa-chinesa-para-modernizar-cultivo-de-cacau-no-brasil/2026/14591/ Wed, 03 Jun 2026 10:34:44 +0000 https://campinashoje.com/produtor-rural-adailton-maturino-firma-parceria-com-empresa-chinesa-para-modernizar-cultivo-de-cacau-no-brasil/2026/14591/ Acordo com a DAYU Irrigation Group levará tecnologia de irrigação eficiente às plantações, com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação no campo O produtor rural Adailton Maturino dos Santos anunciou uma parceria estratégica com a DAYU Irrigation Group, uma das maiores empresas de irrigação da China, com o objetivo de levar inovação tecnológica e soluções […]

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Acordo com a DAYU Irrigation Group levará tecnologia de irrigação eficiente às plantações, com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação no campo

O produtor rural Adailton Maturino dos Santos anunciou uma parceria estratégica com a DAYU Irrigation Group, uma das maiores empresas de irrigação da China, com o objetivo de levar inovação tecnológica e soluções sustentáveis para o cultivo de cacau no Brasil.

A iniciativa une a experiência de Adailton no campo com o conhecimento da empresa chinesa em sistemas avançados de irrigação, criando novas possibilidades para o desenvolvimento da cacauicultura nacional. A parceria busca ampliar a eficiência no uso da água, melhorar o desempenho das lavouras e contribuir para uma produção mais sustentável e competitiva.

Com a adoção de tecnologias de irrigação inteligente, os produtores poderão contar com ferramentas voltadas ao manejo eficiente dos recursos naturais, redução de desperdícios e melhores condições para o crescimento das plantas, fortalecendo a qualidade e a produtividade do cacau brasileiro.

Para Adailton Maturino, a união representa um avanço importante para o setor agrícola nacional, aproximando o Brasil das principais tendências mundiais em tecnologia no campo.

Estamos conectando a tradição e o conhecimento do produtor brasileiro com soluções tecnológicas que podem transformar a forma como produzimos. O futuro do cacau passa pela inovação, sustentabilidade e valorização de quem está na terra”, destaca.

A parceria entre Adailton e a DAYU Irrigation Group reforça o potencial do Brasil no mercado internacional do cacau, colocando a tecnologia como aliada do desenvolvimento agrícola e da geração de oportunidades no campo.

Da terra à inovação. Do Brasil para o mundo.

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Trabalho digno é ferramenta de transformação social e construção de futuro, defende Janguiê Diniz https://campinashoje.com/trabalho-digno-e-ferramenta-de-transformacao-social-e-construcao-de-futuro-defende-janguie-diniz/2026/14587/ Tue, 02 Jun 2026 16:00:28 +0000 https://campinashoje.com/trabalho-digno-e-ferramenta-de-transformacao-social-e-construcao-de-futuro-defende-janguie-diniz/2026/14587/ Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre […]

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Em artigo alusivo ao Dia do Trabalhador, educador e empreendedor destaca o papel do trabalho na geração de oportunidades, mobilidade social e desenvolvimento econômico, além da importância de ambientes corporativos que valorizem pessoas e incentivem o intraempreendedorismo

O mês de maio se inicia com o Dia do Trabalhador. A data nos convida à reflexão sobre o papel do trabalho na vida das pessoas e na construção da sociedade. Muito além de uma obrigação ou meio de subsistência, o trabalho é um dos principais instrumentos de mobilidade social, transformação individual e coletiva. É por meio dele que sonhos saem do papel, objetivos ganham forma e histórias de superação são escritas todos os dias.

O trabalho tem um valor que vai além do aspecto financeiro. Ele representa dignidade, propósito e identidade. Quando alguém trabalha, não está apenas gerando renda. Está construindo um futuro, desenvolvendo habilidades, conquistando autonomia e criando oportunidades. Em muitos casos, é o trabalho que possibilita a mobilidade social, permitindo que pessoas mudem sua realidade e ofereçam melhores condições para suas famílias. E esse impacto não se limita ao indivíduo. O trabalho transforma comunidades, fortalece a economia e contribui para o desenvolvimento do país. Cada profissional, independentemente da área ou função, tem um papel importante nesse processo. Do pequeno empreendedor ao grande executivo, do trabalhador informal ao profissional altamente especializado, todos contribuem para o funcionamento e o crescimento da sociedade e têm seu valor.

No entanto, falar sobre o valor do trabalho também exige abordar as condições em que ele é realizado. O trabalho precisa ser exercido de forma digna, em ambientes seguros, justos e respeitosos. Nenhuma atividade deve submeter o trabalhador a condições degradantes ou desumanas. A dignidade no trabalho não é um privilégio, é um direito. Nesse contexto, as empresas desempenham um papel fundamental. Organizações que entendem o valor do trabalho investem em seus colaboradores, promovem ambientes saudáveis e criam oportunidades reais de crescimento. Um bom ambiente de trabalho não é apenas aquele que oferece estrutura física adequada, mas também aquele que incentiva o desenvolvimento, reconhece esforços e valoriza pessoas. Empresas que cuidam de seus colaboradores colhem resultados mais consistentes. Equipes motivadas produzem mais, inovam mais e se comprometem mais com os objetivos da organização. É uma relação de reciprocidade: quando o colaborador se sente valorizado, ele naturalmente entrega o seu melhor.

É nesse cenário que ganha força o conceito de intraempreendedorismo. Cada vez mais, empresas percebem que seus próprios colaboradores podem ser agentes de inovação e crescimento. O intraempreendedor é aquele que, mesmo dentro de uma organização, pensa como dono, busca soluções, propõe melhorias e contribui ativamente para o desenvolvimento do negócio. Ele não apenas executa tarefas, mas participa da construção de resultados. Estimular esse comportamento é estratégico. Ao incentivar o intraempreendedorismo, as empresas criam um ambiente onde ideias são valorizadas, talentos são potencializados e oportunidades são ampliadas. O colaborador deixa de ser apenas parte da operação e passa a ser parte da evolução da empresa.

O trabalho, quando exercido com dignidade e propósito, transforma não apenas a realidade financeira, mas também a mentalidade. Ele ensina disciplina, desenvolve resiliência e fortalece o caráter. Cada desafio superado no ambiente profissional contribui para o crescimento pessoal. Por isso, ao refletirmos sobre o Dia do Trabalhador, é importante resgatar uma ideia simples, mas poderosa: o trabalho enobrece o homem, engrandece a alma e enriquece o bolso. Ele é, ao mesmo tempo, meio e caminho: meio para conquistar estabilidade e caminho para alcançar realização.

Mais do que celebrar, este é um momento de valorizar. Valorizar o esforço diário de milhões de brasileiros, reconhecer a importância de condições dignas de trabalho e reforçar o papel das empresas na construção de ambientes mais justos e produtivos. No fim das contas, o trabalho é uma das maiores ferramentas de transformação que existem. E, quando aliado à dignidade, ao respeito e às oportunidades, ele se torna capaz de mudar vidas — não apenas de quem o realiza, mas de todos que estão ao seu redor.

Janguiê Diniz  –     Fundador,  controlador e presidente do conselho de administração do grupo Ser Educacional,  presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, da JD Business Academy e da Mentor Capital Group. – diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); secretário-executivo do Brasil Educação – Fórum Brasileiro da Educação Particular

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Café brasileiro amplia protagonismo global e impulsiona novos investimentos no agronegócio https://campinashoje.com/cafe-brasileiro-amplia-protagonismo-global-e-impulsiona-novos-investimentos-no-agronegocio/2026/14504/ Mon, 01 Jun 2026 11:43:00 +0000 https://campinashoje.com/cafe-brasileiro-amplia-protagonismo-global-e-impulsiona-novos-investimentos-no-agronegocio/2026/14504/ Valorização do produto no mercado internacional, crescimento dos cafés especiais e modernização da produção fortalecem o setor e ampliam oportunidades para produtores e investidores O café brasileiro vive um dos momentos mais promissores de sua história recente, consolidando o Brasil como uma das principais potências do mercado cafeeiro mundial. Com forte presença nas exportações, crescente […]

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Valorização do produto no mercado internacional, crescimento dos cafés especiais e modernização da produção fortalecem o setor e ampliam oportunidades para produtores e investidores

O café brasileiro vive um dos momentos mais promissores de sua história recente, consolidando o Brasil como uma das principais potências do mercado cafeeiro mundial. Com forte presença nas exportações, crescente valorização internacional e investimentos voltados à inovação e sustentabilidade, o setor segue ampliando sua relevância para a economia nacional.

Reconhecido mundialmente pela qualidade e diversidade de seus grãos, o café produzido no Brasil ganha cada vez mais espaço em mercados estratégicos. O avanço tecnológico nas lavouras, aliado à experiência dos produtores e às condições favoráveis de cultivo, tem contribuído para elevar a competitividade do produto brasileiro e atender às exigências dos consumidores globais.

Além do impacto econômico, a cadeia produtiva do café desempenha papel fundamental na geração de emprego e renda, movimentando milhares de postos de trabalho em diferentes etapas da produção, beneficiamento, comercialização e exportação. O setor também fortalece economias locais e contribui para o desenvolvimento de diversas regiões produtoras do país.

Dentro desse cenário de expansão, o empresário Adailton Maturino dos Santos, por meio da GMA Agronegócio, acompanha de perto as transformações do mercado e participa de iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor produtivo nacional. A atuação da empresa está alinhada ao incentivo de novos projetos, à valorização do campo e ao estímulo ao crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.

O crescimento do consumo de cafés especiais em diferentes países, somado à busca por práticas produtivas mais modernas e sustentáveis, abre novas perspectivas para o segmento. Esse movimento reforça a posição estratégica do Brasil no mercado global e amplia as oportunidades para produtores, investidores e empresas ligadas ao agronegócio.

Mais do que uma das bebidas mais consumidas do mundo, o café representa um importante vetor de desenvolvimento econômico e social. Com perspectivas positivas para os próximos anos, o setor segue como um dos pilares do agronegócio nacional, contribuindo para a geração de riqueza, inovação e fortalecimento da economia brasileira.

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MCG quer profissionalizar o mercado de mentorias empresariais com certificação, governança e métricas objetivas https://campinashoje.com/mcg-quer-profissionalizar-o-mercado-de-mentorias-empresariais-com-certificacao-governanca-e-metricas-objetivas/2026/14365/ Wed, 13 May 2026 15:16:18 +0000 https://campinashoje.com/mcg-quer-profissionalizar-o-mercado-de-mentorias-empresariais-com-certificacao-governanca-e-metricas-objetivas/2026/14365/ Holding liderada por Janguiê Diniz propõe um novo modelo institucional para o setor de mentorias, com foco em credibilidade, escalabilidade e validação técnica de resultados A Mentor Capital Group (MCG) surge com a proposta de transformar o mercado de mentorias empresariais no Brasil por meio de uma estrutura institucional baseada em governança, certificação e métricas […]

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Holding liderada por Janguiê Diniz propõe um novo modelo institucional para o setor de mentorias, com foco em credibilidade, escalabilidade e validação técnica de resultados

A Mentor Capital Group (MCG) surge com a proposta de transformar o mercado de mentorias empresariais no Brasil por meio de uma estrutura institucional baseada em governança, certificação e métricas objetivas de avaliação. Em entrevista à Gazeta Mercantil, o fundador Janguiê Diniz afirmou que o setor cresceu rapidamente nos últimos anos, mas ainda opera, em grande parte, sustentado apenas pela reputação pessoal e influência digital dos mentores.
Segundo ele, a MCG nasce para preencher essa lacuna com um modelo estruturado de validação e profissionalização do mercado. “Nosso objetivo é criar padrões claros de certificação, governança corporativa e critérios técnicos de avaliação, trazendo mais credibilidade e previsibilidade para o setor”, afirmou.

Um dos pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que avalia não apenas a imagem do mentor, mas a maturidade operacional da empresa por trás da mentoria. Entre os critérios analisados estão governança, performance financeira, estrutura operacional, impacto comprovado nos clientes, recorrência de receita e consistência metodológica.

A holding também desenvolveu o chamado “4E Growth Framework”, metodologia voltada para diagnóstico, desenvolvimento e escalabilidade das operações de mentoria. O modelo é dividido em quatro pilares: Elevation, Engine, Execution e Expansion, que analisam desde posicionamento de mercado até potencial de crescimento sustentável.

De acordo com Janguiê Diniz, a proposta da MCG vai além de uma simples rede de relacionamento. A holding pretende funcionar como uma infraestrutura institucional fechada, reunindo empresários, educadores, palestrantes, atletas e profissionais de diferentes áreas em um ecossistema estruturado de geração de negócios e inteligência estratégica.

O projeto iniciou suas atividades com mais de 40 candidatos qualificados, selecionados com base em critérios como trajetória empresarial, capacidade comprovada de gerar resultados, governança, alinhamento ético e contribuição para o ecossistema.

Outro ponto destacado pelo empresário é a intenção de internacionalizar o modelo no futuro. Embora o foco inicial esteja na consolidação da operação no Brasil, a holding acredita que o problema da ausência de padronização e governança no mercado de mentorias é global, o que abre espaço para expansão internacional da proposta.

Para empresas que buscam contratar mentores, a MCG afirma oferecer mais segurança institucional e previsibilidade, reduzindo riscos e elevando o nível das decisões estratégicas através de profissionais avaliados com base em critérios técnicos e resultados concretos.

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Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado-2/2026/14300/ Tue, 05 May 2026 17:01:11 +0000 https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado-2/2026/14300/ Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa […]

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Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização

A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.

Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.

Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.

A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.

A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.

O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.

No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.

A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.

Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.

Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.

Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.

Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação

Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.

Mentor Capital Group – MCG

www.mentorcapitalgroup.com.br
Instagram: @mentorcapitalgroup
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup

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Mentor Capital Group estreia com mais de 40 mentores em processo seletivo estruturado https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado/2026/14297/ Tue, 05 May 2026 16:56:10 +0000 https://campinashoje.com/mentor-capital-group-estreia-com-mais-de-40-mentores-em-processo-seletivo-estruturado/2026/14297/ Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa […]

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Holding fundada por Janguiê Diniz inicia formação de ecossistema com certificação própria e foco em governança e profissionalização

A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.

Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.

Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.

A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.

A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.

O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.

No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.

A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.

Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.

Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.

Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.

Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.

Foto: Divulgação

Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.

Mentor Capital Group – MCG

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Janguiê Diniz lança Mentor Capital Group e reúne grandes nomes do empreendedorismo em São Paulo https://campinashoje.com/janguie-diniz-lanca-mentor-capital-group-e-reune-grandes-nomes-do-empreendedorismo-em-sao-paulo/2026/14183/ Tue, 28 Apr 2026 09:53:22 +0000 https://campinashoje.com/janguie-diniz-lanca-mentor-capital-group-e-reune-grandes-nomes-do-empreendedorismo-em-sao-paulo/2026/14183/ Nova holding nasce com foco em governança, certificação e profissionalização do mercado de mentorias empresariais, reunindo líderes nacionais em jantar exclusivo O empreendedor Janguiê Diniz promove, nesta quinta-feira (30), um jantar exclusivo em sua residência, em São Paulo, para o lançamento da Mentor Capital Group (MCG), holding criada para mpulsionar mentores e empresários a multiplicarem […]

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Nova holding nasce com foco em governança, certificação e profissionalização do mercado de mentorias empresariais, reunindo líderes nacionais em jantar exclusivo

O empreendedor Janguiê Diniz promove, nesta quinta-feira (30), um jantar exclusivo em sua residência, em São Paulo, para o lançamento da Mentor Capital Group (MCG), holding criada para mpulsionar mentores e empresários a multiplicarem valor, capital e impacto por meio de negócios estruturados, com padronização, sociedade,  governança corporativa estruturada,  estratégicas de escalabilidade,  conexões empresarias de alto nível, acesso a oportunidades empresariais,  vantagem competitiva estrutural, dealflow para criação de negócios bilionários,  capital financeiro e  inteligente  e inteligência coletiva. 

O encontro reunirá um grupo seleto de empresários, mentores e líderes de alta performance para a apresentação da proposta institucional da MCG, que surge com a missão de estabelecer novos parâmetros de governança, credibilidade e escalabilidade no setor. Entre os convidados confirmados para o jantar de fundação, estão nomes de relevância nacional, como Gilberto Augusto, Roberto Shinyashiki, José Roberto Marques, Guto Galamba, William Douglas, Andreza Carício, Pyong Lee, Victor Damásio, Thiago Reis, Oséias Gomes, Carlos Wizard e Nathalia Beauty. Também participam Sergio Bortolucci, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Adriana Duarte, Rodrigo Boale, Alex Monteiro, Marcos Freitas, Lilian Primo, Guga Stocco, Maurício de Lucca, Alexandre Talleb, Reinaldo Zanon, Claudio Duarte, Rodrigo Minotauro, Jamile Argolo, Ricardo Oliveira, André Menezes, Roberto Martins (Dr. Bactéria), Roberto Navarro, Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo e Thaís Giraldelli.

A iniciativa nasce em um contexto de expansão acelerada do mercado de mentorias, ainda marcado pela ausência de critérios padronizados de validação, métricas objetivas de desempenho e mecanismos institucionais capazes de sustentar seu crescimento de forma consistente. “A mentoria empresarial cresceu de forma relevante nos últimos anos. No entanto, esse avanço não foi acompanhado, na mesma medida, por estruturas de governança, critérios objetivos de qualidade e mecanismos institucionais sólidos. Existe uma lacuna evidente, e o Mentor Capital Group nasce para atuar exatamente nesse ponto”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.

Estruturado como uma holding estratégica, a MCG foi concebida para funcionar como uma plataforma privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, empresários, conselheiros e investidores, aliada ao fortalecimento do posicionamento estratégico e à geração de crescimento sustentável. “Não se trata apenas de ampliar conexões, mas de criar um ambiente estruturado, com critérios claros, capaz de gerar mais confiança, previsibilidade e valor para todos os envolvidos”, complementa.

Um dos principais pilares do projeto é o Mentor Capital Standard (MCS), sistema de certificação interna desenvolvido para classificar e validar mentores com base em critérios objetivos, como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado.

O modelo estabelece níveis de maturidade dentro do ecossistema:  Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em processo de qualificação para ingresso no padrão oficial. “Atualmente, ainda é comum que a escolha de mentores seja orientada por percepção de posicionamento, e não por dados concretos de performance. A proposta da MCG é oferecer um referencial mais estruturado para esse processo de decisão”, afirma Diniz.

A holding também adota como eixo estruturante o 4E Growth Framework, metodologia proprietária criada para avaliar, organizar e escalar empresas de mentoria a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. 

Segundo o fundador, o modelo contribui para reduzir subjetividades, orientar o desenvolvimento dos participantes e sustentar a evolução dos níveis institucionais dentro do ecossistema.

A Mentor Capital Group não se posiciona como uma comunidade de relacionamento, mas como uma estrutura voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro no setor de mentoria empresarial.

Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão: ou se organiza, ou passa a enfrentar perda de credibilidade. A MCG surge como uma proposta de organização e amadurecimento desse segmento no Brasil”, conclui.

SOBRE JANGUIÊ DINIZ

Bacharel, mestre e doutor em Direito. Graduado  em Letras. Foi Juiz Federal do Trabalho Togado TRT da 6ª Região e Procurador do Trabalho do  Ministério Público da União, além de professor da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Fundador, acionista controlador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional. Fundador e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Fundador da Epitychia Investimentos. Sócio da Bossa Invest. Fundador da JD Business Academy, academia de negócios e infoprodutos. Criador do Movimento Obstinado, do 
CSR -Código Secreto da Riqueza, imersão de desenvolvimento pessoal e profissional, do CSE – Código Secreto da Empresa – Jornada de Escalabilidade Empresarial,  do MBN – Million Business Network – Mentoria de Alta Performance Empresarial e do BBN – Billion Buisiness Network, Mentoria para empresários com mentalidade bilionária. Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Autor de 39 livros nas áreas do Direito, educação, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Empresário e mentor empresar.

Mentor Capital Group – MCG

www.mentorcapitalgroup.com.br

Instagram: @mentorcapitalgroup

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup

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Mercado de previsões ganha força na América Latina com avanço da SinalOn https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Wed, 22 Apr 2026 20:54:04 +0000 https://campinashoje.com/mercado-de-previsoes-ganha-forca-na-america-latina-com-avanco-da-sinalon/2026/14171/ Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, […]

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Plataforma desenvolvida pela Group Input S.A. aposta em dados estratégicos e inovação para consolidar presença em um setor que movimenta mais de US$ 30 bilhões no mundo

Em um mercado global que já movimenta mais de US$ 30 bilhões, os mercados de previsão – em que participantes negociam contratos baseados na probabilidade de eventos futuros, como indicadores econômicos, decisões políticas ou oscilações financeiras – encontram na América Latina um território praticamente virgem para expansão. É nesse cenário de oportunidade inexplorada que a SinalOn emerge como pioneira regional, desenvolvendo uma plataforma tecnológica sofisticada capaz de converter a inteligência coletiva em dados estratégicos comercializáveis.

Diferentemente dos mercados maduros americanos e europeus, a região latino-americana carece de players estruturados nesse setor, criando um vácuo que a empresa pretende ocupar estrategicamente. A proposta central é transformar o volume significativo de percepções públicas em dados comercializáveis e acionáveis.

Segundo Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o continente apresenta características ideais para o desenvolvimento desses mercados: “A região reúne alta digitalização, engajamento intenso em temas como política, economia e esportes, além de uma cultura de opinião muito ativa. O que falta são ferramentas capazes de transformar esse volume de percepções em inteligência acionável

Brasil, México, Argentina e Colômbia figuram como mercados prioritários para a implementação inicial, considerando sua maturidade digital e demanda por instrumentos sofisticados de análise de tendências sociais.

Arquitetura tecnológica e monetização

A empresa já estruturou sua base operacional com motor de mercado próprio, sistema de livro de ordens e algoritmos de precificação dinâmica. O primeiro pilar de receita se fundamenta em taxas transacionais cobradas na plataforma.

A estratégia de médio prazo prevê diversificação da receita através da comercialização de insights e dados agregados para o mercado institucional, incluindo fundos de investimento, corporações e consultorias especializadas em antecipação de movimentos econômicos e sociais.

Foco em eventos de alto impacto

A abordagem de crescimento da SinalOn prioriza a captura de momentos de intensa formação de expectativas coletivas: ciclos eleitorais, divulgação de indicadores econômicos e competições esportivas de grande escala.

Com ênfase em conformidade regulatória e adaptação tecnológica, a companhia visa estabelecer-se como referência em mercados de previsão estruturados na América Latina, aproveitando o momento em que autoridades regulatórias e agentes de mercado intensificam discussões sobre essas ferramentas.

A hipótese central da SinalOn sustenta que os prediction markets podem transcender seu status experimental atual, tornando-se uma camada fundamental de inteligência econômica regional ao agregar e sistematizar dados hoje dispersos.

 

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Group Input aposta em mercados de previsão e mira entrada no Brasil com plataforma SinalOn https://campinashoje.com/group-input-aposta-em-mercados-de-previsao-e-mira-entrada-no-brasil-com-plataforma-sinalon/2026/14052/ Wed, 08 Apr 2026 17:24:07 +0000 https://campinashoje.com/group-input-aposta-em-mercados-de-previsao-e-mira-entrada-no-brasil-com-plataforma-sinalon/2026/14052/ Empresa propõe sandbox regulatório e quer transformar expectativas coletivas em probabilidades negociáveis, em modelo distinto das apostas esportivas O Group Input S/A pretende implementar, no Brasil, um modelo ainda pouco explorado: os mercados de previsão. A iniciativa será liderada pela SinalOn, plataforma que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real.  O movimento ocorre […]

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Empresa propõe sandbox regulatório e quer transformar expectativas coletivas em probabilidades negociáveis, em modelo distinto das apostas esportivas

O Group Input S/A pretende implementar, no Brasil, um modelo ainda pouco explorado: os mercados de previsão. A iniciativa será liderada pela SinalOn, plataforma que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real. 

O movimento ocorre em meio ao avanço da regulamentação das apostas esportivas no país, mas segue lógica distinta. Em vez de usuários apostarem contra uma casa, como nas bets, os mercados de previsão funcionam como ambientes de negociação entre participantes.

Na prática, usuários compram e vendem contratos vinculados à ocorrência de eventos reais — como indicadores econômicos, decisões políticas ou avanços tecnológicos. Os preços oscilam conforme oferta e demanda, refletindo em tempo real a probabilidade atribuída coletivamente a cada cenário.

A proposta se baseia na agregação de informação: ao reunir diferentes agentes com incentivos financeiros, o sistema tende a produzir estimativas mais precisas sobre eventos futuros.

Modelos semelhantes já operam nos Estados Unidos, com plataformas como Kalshi e Polymarket, que permitem negociações sobre eleições e tendências de mercado. No Brasil, porém, o tema ainda é incipiente e frequentemente confundido com apostas esportivas. 

Hoje, o setor de apostas é regulado pela Secretaria de Prêmios e Apostas, ligada ao Ministério da Fazenda. Já os mercados de previsão não possuem enquadramento jurídico específico, o que abre espaço para debate regulatório.

A Group Input afirma que pretende participar dessa construção. Entre as iniciativas estão a proposta de um sandbox regulatório — ambiente controlado de testes — e a elaboração de um white paper, documento técnico, adaptado ao contexto brasileiro.

Segundo a empresa, a SinalOn foi estruturada com mecanismos de identificação de usuários, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e integração com o Pix, buscando aderência às práticas do sistema financeiro.

Mercados de previsão não são apostas. Trata-se de um mercado informacional, em que as pessoas negociam probabilidades sobre acontecimentos reais. O resultado é um indicador coletivo que pode ajudar na leitura de cenários”, diz Sandro Santos, fundador do Group Input.

Para o executivo, o diferencial está na transformação de percepções em dados estruturados, substituindo opiniões por probabilidades com base em incentivos econômicos.

Como parte da estratégia, a empresa anunciou a criação do Instituto Brasileiro de Mercados de Previsão, voltado à produção de estudos e à definição de boas práticas para o setor.

Estratégia combina tecnologia e agenda regulatória 

“Nosso objetivo não é apenas construir uma plataforma, mas contribuir para que o Brasil desenvolva um modelo responsável e transparente”, afirma Santos. Fundado pelo executivo, o Group Input atua como holding de tecnologia com foco em inteligência artificial, dados, climate tech, regtech, tecnologia regulatória, e novas infraestruturas digitais.

Saiba mais: https://sinalon.com/

o modelo de previsão ainda não é regulado no Brasil e pode envolver riscos financeiros.

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Empresas defendem distinção entre mercados de previsão e bets no debate regulatório brasileiro https://campinashoje.com/empresas-defendem-distincao-entre-mercados-de-previsao-e-bets-no-debate-regulatorio-brasileiro/2026/13916/ Fri, 27 Mar 2026 19:03:47 +0000 https://campinashoje.com/empresas-defendem-distincao-entre-mercados-de-previsao-e-bets-no-debate-regulatorio-brasileiro/2026/13916/ SinalOn quer trazer ao Brasil modelo de mercados de previsão que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real Enquanto o Brasil avança na regulamentação das apostas esportivas, um outro modelo digital ligado à formação de expectativas coletivas começa a aparecer no debate sobre inovação financeira, tecnologia e dados: os chamados mercados de previsão. […]

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SinalOn quer trazer ao Brasil modelo de mercados de previsão que transforma expectativas coletivas em indicadores probabilísticos em tempo real

Enquanto o Brasil avança na regulamentação das apostas esportivas, um outro modelo digital ligado à formação de expectativas coletivas começa a aparecer no debate sobre inovação financeira, tecnologia e dados: os chamados mercados de previsão.

Empresas que estudam atuar nesse segmento defendem que esse tipo de plataforma não deve ser confundido com as bets, hoje associadas principalmente a apostas esportivas. A distinção, no entanto, ainda está longe de ser consenso no país e deve passar por discussão técnica e regulatória.

Nos mercados de previsão, participantes negociam contratos vinculados à ocorrência de eventos futuros do mundo real, como indicadores econômicos, decisões políticas ou movimentos de mercado. Em geral, esses contratos assumem formatos binários, como respostas de “sim” ou “não” para uma determinada hipótese. O valor negociado varia conforme a dinâmica entre oferta e demanda e passa a refletir, em tempo real, a percepção agregada dos usuários sobre a probabilidade de um evento acontecer.

A principal diferença apontada por defensores do modelo está na lógica de funcionamento. Nas apostas esportivas tradicionais, o usuário aposta contra uma operadora que estabelece previamente as odds. Já nos mercados de previsão, a proposta é que os participantes negociem entre si, em um ambiente peer-to-peer, formando preços a partir das expectativas coletivas sobre determinados acontecimentos.

Na prática, a discussão gira em torno de saber se essas estruturas devem ser tratadas como uma categoria distinta, com potencial uso informacional e analítico, ou se, no contexto brasileiro, acabam se aproximando de modelos já conhecidos de aposta ou de instrumentos sujeitos à supervisão do sistema financeiro.

O debate ganhou visibilidade internacional com plataformas como Kalshi e Polymarket, que ajudaram a popularizar o formato ao permitir negociações relacionadas a eleições, economia, geopolítica e tendências tecnológicas. No Brasil, porém, o tema ainda se encontra em estágio inicial e sem enquadramento jurídico específico.

Hoje, o mercado de apostas de quota fixa é regulado pela Secretaria de Prêmios e Apostas, vinculada ao Ministério da Fazenda. Os mercados de previsão, por sua vez, ainda não contam com definição normativa própria, o que abre espaço para diferentes interpretações sobre sua natureza jurídica e sobre quais órgãos poderiam vir a acompanhar sua evolução.

É nesse cenário que empresas de tecnologia começam a observar oportunidades no país. Uma delas é a SinalOn, plataforma em desenvolvimento que pretende operar no Brasil com um modelo peer-to-peer de negociação de previsões.

Segundo a empresa, a proposta é criar uma infraestrutura digital voltada à negociação de probabilidades sobre eventos reais, e não reproduzir o modelo das apostas esportivas. A companhia afirma que o objetivo é transformar expectativas dispersas em indicadores probabilísticos atualizados em tempo real, que possam ser acompanhados por usuários e agentes interessados em leitura de cenários.

De acordo com a SinalOn, a estrutura planejada inclui mecanismos de identificação de usuários, políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e integração com o sistema Pix para viabilizar a movimentação financeira dentro da plataforma.

Além da operação tecnológica, a empresa diz querer participar da discussão pública sobre o tema no Brasil. Entre as iniciativas anunciadas estão a elaboração de um white paper sobre mercados de previsão no país e a defesa da criação de um sandbox regulatório para testar esse tipo de ambiente sob supervisão institucional.

A avaliação, entre agentes que acompanham o tema, é que qualquer avanço dependerá da forma como o modelo será interpretado pelas autoridades brasileiras. Dependendo da estrutura adotada, a discussão pode alcançar diferentes esferas regulatórias e envolver órgãos ligados ao sistema financeiro e ao mercado de capitais, além das autoridades responsáveis pelas apostas.

Para Sandro Santos, fundador da Group Input S.A., holding de tecnologia responsável pelo desenvolvimento da SinalOn, o modelo deve ser entendido menos como aposta e mais como uma ferramenta de formação de sinais coletivos.

Mercados de previsão não são apostas. A lógica é a de um mercado informacional, em que as pessoas negociam probabilidades sobre acontecimentos reais. O resultado disso é um indicador coletivo que pode ajudar a interpretar cenários”, afirma.

Segundo ele, o potencial da estrutura está na capacidade de transformar percepções dispersas em sinais quantitativos.

A ideia é transformar percepções coletivas em sinais quantitativos. Em vez de apenas opiniões ou enquetes, o mercado passa a gerar probabilidades em tempo real baseadas em incentivos econômicos”, diz.

A companhia também anunciou a criação do Instituto Brasileiro de Mercados de Previsão, o IBMP, iniciativa que, segundo a empresa, deve atuar na produção de estudos e na formulação de boas práticas para esse possível novo segmento no país.

Embora o modelo ainda esteja longe de consolidado no Brasil, o avanço das discussões sobre economia de dados, inovação financeira e regulação digital tende a ampliar o espaço do tema no debate público. Para empresas interessadas nesse mercado, o desafio será demonstrar, na prática, quais elementos distinguem esse tipo de plataforma das bets já conhecidas do público e de que forma a atividade poderia ser incorporada ao ambiente regulatório brasileiro.

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