AL9 Comunicacao, Autor em Campinas Hoje https://campinashoje.com/author/al9-comunicacao/ Fri, 08 Aug 2025 18:22:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://campinashoje.com/wp-content/uploads/2024/03/CAMPINAS-HOJE-1-150x150.png AL9 Comunicacao, Autor em Campinas Hoje https://campinashoje.com/author/al9-comunicacao/ 32 32 Agosto Lilás: A importância da lei, a luta pela defesa dos direitos e a luta pelo fim da violência contra a mulher. https://campinashoje.com/agosto-lilas-a-importancia-da-lei-a-luta-pela-defesa-dos-direitos-e-a-luta-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/2025/13491/ Fri, 08 Aug 2025 18:22:04 +0000 https://campinashoje.com/agosto-lilas-a-importancia-da-lei-a-luta-pela-defesa-dos-direitos-e-a-luta-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/2025/13491/ Campanha que marca o aniversário da Lei Maria da Penha ganha força na capital com ações educativas e mobilização social previstas pela lei de autoria da parlamentar. Em agosto, São Paulo se veste de lilás para reforçar a conscientização pelo fim da violência contra a mulher. A Lei Municipal nº 17.218/2019, proposta pela vereadora Adriana […]

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Campanha que marca o aniversário da Lei Maria da Penha ganha força na capital com ações educativas e mobilização social previstas pela lei de autoria da parlamentar.

Em agosto, São Paulo se veste de lilás para reforçar a conscientização pelo fim da violência contra a mulher. A Lei Municipal nº 17.218/2019, proposta pela vereadora Adriana Ramalho, oficializou a campanha na capital, garantindo ações permanentes de informação, prevenção e combate à violência de gênero.

O Agosto Lilás é a principal campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Criada para marcar o aniversário da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), a mobilização busca informar a sociedade sobre os diferentes tipos de violência — física, psicológica, sexual, moral e patrimonial — e fortalecer a rede de proteção às vítimas.

Na cidade de São Paulo, a causa ganhou força com a Lei Municipal de autoria da vereadora Adriana Ramalho, que oficializou o Agosto Lilás no calendário municipal. A lei estabelece que, todos os anos, durante o mês de agosto, o poder público deve promover campanhas educativas, palestras, ações de conscientização, capacitação de profissionais e divulgação dos canais de denúncia, como o Disque 180 e a Central 156 da Prefeitura.

Segundo Adriana Ramalho, a lei teve como objetivo transformar a mobilização em política permanente:

“O Agosto Lilás não é apenas uma data simbólica. É uma ferramenta para salvar vidas, informar as mulheres sobre seus direitos e envolver toda a sociedade no enfrentamento à violência de gênero”, afirma Adriana Ramalho.

A campanha também incentiva que órgãos públicos, escolas e empresas participem das ações, ampliando o alcance das informações e promovendo o debate sobre igualdade de gênero e respeito às mulheres.

De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou mais de 1.492 feminicídios em 2024, número que equivale a uma média de quatro mortes por dia. De acordo com a publicação, essa é a maior taxa desde 2015, quando a legislação brasileira passou a tipificar o crime com a Lei 13.104. E as denúncias de violência doméstica seguem em crescimento. Para Adriana Ramalho, esses números reforçam a urgência do tema e revelam a necessidade de fortalecer políticas públicas:

“Precisamos quebrar o ciclo da violência com informação, acolhimento e políticas públicas que funcionem. É dever do poder público criar condições para que nenhuma mulher viva com medo”.

Além da conscientização, a campanha do Agosto Lilás prevê a divulgação dos órgãos de combate e suporte para atender mulheres em situação de violência, difundindo os canais de denúncia e quais são as medidas existentes para garantir a proteção de mulheres que sofrem violência. Medidas como o Agosto Lilás se fazem necessárias diante do enorme problema da violência contra a mulher no Brasil.

 

Fonte: AL9 Comunicação

 

AL9 Comunicação
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https://www.al9comunicacaopolitica.com/

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Empreendedorismo Feminino: Quando o Incentivo é Mais que Econômico — é Social e Político https://campinashoje.com/empreendedorismo-feminino-quando-o-incentivo-e-mais-que-economico-e-social-e-politico/2025/13480/ Fri, 18 Jul 2025 13:28:05 +0000 https://campinashoje.com/empreendedorismo-feminino-quando-o-incentivo-e-mais-que-economico-e-social-e-politico/2025/13480/ Por Adriana Ramalho Falar em empreendedorismo feminino no Brasil, hoje, é muito mais do que discutir números de CNPJs abertos por mulheres. É tocar em questões profundas que envolvem autonomia, justiça social, acesso a oportunidades e políticas públicas eficazes. As mulheres brasileiras têm mostrado, há tempos, sua força criativa e empreendedora. Em meio à desigualdade […]

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Por Adriana Ramalho

Falar em empreendedorismo feminino no Brasil, hoje, é muito mais do que discutir números de CNPJs abertos por mulheres. É tocar em questões profundas que envolvem autonomia, justiça social, acesso a oportunidades e políticas públicas eficazes.

As mulheres brasileiras têm mostrado, há tempos, sua força criativa e empreendedora. Em meio à desigualdade de salários, à informalidade e à sobrecarga do trabalho doméstico, milhares delas decidiram empreender como alternativa — muitas vezes por necessidade, e não por escolha. Mas isso não diminui o mérito, muito pelo contrário: evidencia uma resiliência que move a economia nas margens e no centro.

Segundo dados recentes do Sebrae, as mulheres já comandam cerca de 34% dos negócios no país. É um número significativo, mas que ainda esconde desigualdades profundas. Afinal, o que isso significa quando se olha com mais atenção? Significa que elas continuam a enfrentar barreiras que os homens não enfrentam com a mesma intensidade: dificuldade de acesso a crédito, preconceito no ambiente empresarial, ausência de políticas de cuidado que permitam conciliar maternidade e carreira.

Apoiar empreendedoras é fazer política pública com foco em justiça

É por isso que políticas públicas voltadas ao empreendedorismo feminino não são concessões — são obrigações de um Estado que se pretende justo e moderno. Iniciativas como o Brasil pra Elas e o Sebrae Delas são importantes, mas ainda insuficientes frente ao tamanho do desafio. A transformação real passa por reconhecer que as mulheres não partem do mesmo ponto, e que os programas precisam ter um olhar sensível à interseccionalidade: mulheres negras, indígenas, trans, mães solo e moradoras de periferias precisam de apoio específico e direcionado.

Não é só sobre crédito. É sobre confiança, acesso, espaço

Quando falamos de empreendedorismo, falamos também de autoestima e pertencimento. Quantas mulheres ainda duvidam de sua capacidade de liderar, de negociar, de ocupar espaços majoritariamente masculinos? Quantas foram socializadas para servir, e não para empreender?

Incentivar o empreendedorismo feminino é, também, desconstruir o machismo estrutural que ainda dita regras no ambiente de negócios. É oferecer mentorias, formação, apoio psicológico e redes de troca que fortaleçam não só os negócios, mas as trajetórias pessoais.

O setor privado também precisa fazer sua parte

É animador ver o surgimento de iniciativas privadas que olham para o empreendedorismo com um viés social, como os programas Delas, do Santander, ou o Ela Pode, do Instituto Rede Mulher Empreendedora. No entanto, ainda é preciso que o setor privado assuma compromissos mais robustos e duradouros, inclusive dentro das suas próprias estruturas — valorizando a diversidade em cargos de liderança e financiando negócios liderados por mulheres.

Empreender é resistir, mas não deveria ser só isso

Não podemos romantizar a mulher empreendedora como a heroína que dá conta de tudo. Isso é cruel. Empreender não deveria ser um ato de sobrevivência, mas de escolha consciente, com apoio real. O Estado, a sociedade e o mercado precisam garantir que essa escolha venha acompanhada de condições dignas, de segurança econômica e de liberdade.

O empreendedorismo feminino tem um potencial extraordinário de transformar realidades, gerar empregos, movimentar comunidades e criar novas referências. Mas para que isso aconteça de forma justa e sustentável, é preciso que as políticas públicas deixem de ser pontuais e passem a ser estruturantes.

Afinal, quando uma mulher empreende, não é só ela que cresce — é toda uma rede ao seu redor que se fortalece. E isso, mais do que desenvolvimento econômico, é avanço civilizatório.

Adriana Ramalho bacharel em Direito, é Política (vereadora em SP 2016/2020), ativista social e palestrante sobre combate a violência doméstica, alienação parental, empreendedorismo feminino, e saúde mental.

 

Fonte: AL9 Comunicação

 

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Política do Cuidado: Um Olhar Prioritário para Crianças, Adolescentes, Idosos e Pessoas com Deficiência https://campinashoje.com/politica-do-cuidado-um-olhar-prioritario-para-criancas-adolescentes-idosos-e-pessoas-com-deficiencia/2025/13471/ Fri, 27 Jun 2025 16:58:04 +0000 https://campinashoje.com/politica-do-cuidado-um-olhar-prioritario-para-criancas-adolescentes-idosos-e-pessoas-com-deficiencia/2025/13471/ No cerne de uma sociedade mais justa e equitativa, emerge com crescente relevância a política do cuidado, um conjunto de ações e diretrizes que visam garantir a proteção, o desenvolvimento e o bem-estar de grupos que demandam atenção especial. No Brasil, essa política tem direcionado seu olhar de forma prioritária para crianças, adolescentes, idosos e […]

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No cerne de uma sociedade mais justa e equitativa, emerge com crescente relevância a política do cuidado, um conjunto de ações e diretrizes que visam garantir a proteção, o desenvolvimento e o bem-estar de grupos que demandam atenção especial. No Brasil, essa política tem direcionado seu olhar de forma prioritária para crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência, reconhecendo suas vulnerabilidades e a necessidade de suporte integral para que possam exercer plenamente sua cidadania.

A Urgência de um Cuidado Abrangente

A política do cuidado transcende a mera assistência; ela se configura como um pilar fundamental para a construção de um futuro mais inclusivo. Para crianças e adolescentes, o cuidado se traduz em ambientes seguros que promovam seu desenvolvimento físico, cognitivo e emocional, garantindo acesso à educação, saúde e proteção contra toda forma de violência. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) é o principal marco legal, que estabelece o dever da família, da comunidade, da sociedade e do poder público em assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Já para os idosos, o cuidado envolve a promoção da autonomia, a garantia da dignidade e a oferta de serviços que atendam às suas necessidades específicas de saúde, moradia e convívio social. O Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003) é um divisor de águas, assegurando-lhes todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, garantindo as oportunidades e facilidades para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.

No caso das pessoas com deficiência, a política do cuidado busca a eliminação de barreiras – sejam elas arquitetônicas, atitudinais ou de comunicação – e a promoção da plena inclusão em todos os aspectos da vida em sociedade. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência – Lei nº 13.146/2015) é um marco legal que reafirma a importância de políticas públicas que visem a equiparação de oportunidades e o combate à discriminação, garantindo que as pessoas com deficiência possam viver de forma independente e participar plenamente em todos os aspectos da vida.

A Visão de Quem Luta Pelo Cuidado

A relevância da política do cuidado tem sido um tema central para diversos atores sociais e políticos. A ex-vereadora Adriana Ramalho, conhecida por sua atuação na defesa de direitos humanos e inclusão social, frequentemente destaca a importância de um olhar cuidadoso para os mais vulneráveis. Em uma de suas declarações, ela ressaltou:

“A política do cuidado não é apenas uma questão de assistência social; é um investimento no futuro da nossa sociedade. Quando priorizamos crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência, estamos construindo uma comunidade mais resiliente, solidária e, acima de tudo, humana. É fundamental que as políticas públicas reflitam essa prioridade, garantindo recursos e estruturas adequadas para que o cuidado seja uma realidade e não apenas um ideal.”

Essa perspectiva reforça a ideia de que o cuidado é um direito fundamental e um dever do Estado e da sociedade, demandando um esforço conjunto para sua efetivação.

Adriana Ramalho sempre foi atuante nas áreas de cuidados: do apoio a idosos à promoção da cultura inclusiva, ela presidiu projetos voltados a:

  • Idosos, com iniciativas como o Programa Ativa Idade, que promovia a recolocação de pessoas idosas no mercado trabalhista;
  • Profissionais de saúde, propondo espaços de descanso para enfermagem, valorizando cuidadores remunerados;
  • Pessoas com deficiência, com engajamento em projetos como o “Mulheres que Constroem” e sua atuação no Instituto Akhanda, que trabalhou com idosos.

Sua atuação coaduna-se com as diretrizes da política nacional, ao considerar cuidadores, remunerados ou não, e promover ações concretas dentro da cidade.

Desafios e Horizontes da Política do Cuidado

Apesar dos avanços legislativos e da crescente conscientização, a implementação plena da política do cuidado enfrenta desafios significativos. A falta de recursos financeiros, a carência de profissionais capacitados, a ausência de infraestrutura adequada e a persistência de preconceitos são obstáculos que precisam ser superados. Contudo, os benefícios de uma política do cuidado bem estruturada são inegáveis. Ela promove a redução das desigualdades sociais, fortalece os laços comunitários, impulsiona o desenvolvimento humano e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e equitária. Ao investir no cuidado, o Brasil caminha para se tornar um país onde a dignidade e o bem-estar de todos são prioridade, especialmente daqueles que mais precisam.

Adriana Ramalho destaca que a discussão sobre a política do cuidado e seus beneficiários prioritários é um convite constante à reflexão e à ação, lembrando-nos que o desenvolvimento de uma nação se mede não apenas pelo seu crescimento econômico, mas pela forma como cuida dos seus cidadãos mais vulneráveis.

 

Fonte: AL9 Comunicação

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A voz além das palavras: o desafio de incluir crianças autistas https://campinashoje.com/a-voz-alem-das-palavras-o-desafio-de-incluir-criancas-autistas/2025/13402/ Thu, 24 Apr 2025 14:42:03 +0000 https://campinashoje.com/a-voz-alem-das-palavras-o-desafio-de-incluir-criancas-autistas/2025/13402/ As formas de comunicação vão além da fala. Muitas crianças autistas, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento, se comunicam por gestos, expressões, olhares, sons — e todas essas formas são legítimas, é preciso ter um olhar mais empático, que reconhece e respeita diferentes modos de expressão. Diagnosticado com  autismo nível 1, o garoto B.S. de 7 […]

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As formas de comunicação vão além da fala. Muitas crianças autistas, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento, se comunicam por gestos, expressões, olhares, sons — e todas essas formas são legítimas, é preciso ter um olhar mais empático, que reconhece e respeita diferentes modos de expressão.

Diagnosticado com  autismo nível 1, o garoto B.S. de 7 anos, filho da cantora e escritora  Jessika Gonçalez sofreu discriminação em um ambiente que deveria ser de acolhimento, uma instituição religiosa para brasileiros na Califórnia, EUA. 

A história do garoto brasileiro de 7 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1, escancara o preconceito que muitas crianças enfrentam diariamente. Até recentemente, a criança apresentava dificuldades significativas de linguagem, o que se tornou motivo de exclusão em um ambiente que deveria acolher: a igreja. Por não se comunicar verbalmente, foi impedido de participar de uma peça teatral infantil 

“Ele queria muito participar, mas disseram que não podia. Isso partiu meu coração, por dois motivos, em primeiro lugar como mãe e em segundo como brasileira, pois a comunidade religiosa é uma comunidade de brasileiros, onde eu esperava ser acolhida com a minha familia”, relatou a mãe, emocionada. 

Casos como esse não são isolados. Crianças autistas, mesmo com alto grau de funcionalidade, enfrentam diariamente barreiras invisíveis impostas por uma sociedade que ainda não compreende as múltiplas formas de comunicação, expressão e socialização do espectro autista.

Episódios semelhantes em outros ambientes, como escolas e espaços públicos, onde a falta de preparo de educadores e líderes comunitários reforça o ciclo de exclusão diariamente. 

“O preconceito não está só em não chamar para brincar, em participar do teatro. Ele está em não adaptar atividades, em não ouvir os pais, em não tentar entender o diferente”, afirma a mãe da criança, a cantora Jessika Gonçalez.

A mãe salienta que tanto na escola quanto no serviço de saúde que atende o garoto, ele sempre foi bem tratado e acolhido, com todos os recursos disponíveis para o seu desenvolvimento, mas foi diferente na comunidade religiosa em questão.

E concluiu que em outra igreja, desta vez americana, o garoto conseguiu participar do teatro, ser tratado com dignidade e ser incluído na comunidade.

Especialistas alertam: falta de informação gera exclusão. 

De acordo com a psicopedagoga Mariana Oliveira, o autismo é uma condição do neurodesenvolvimento que pode afetar a comunicação, a interação social e o comportamento, mas isso não significa limitação de potencial. “Cada criança autista é única. Quando negamos a participação delas por não se encaixarem em padrões tradicionais, estamos reforçando o capacitismo e prejudicando o desenvolvimento emocional”, explica.

O caso também levanta um debate importante sobre o papel de instituições religiosas e educacionais na inclusão de pessoas neurodivergentes. A pedagoga e ativista em inclusão, Laura Mendes, lembra que “não basta dizer que acolhe, é preciso estruturar o acolhimento com ações concretas, formação e empatia”.

Dados que reforçam a urgência da inclusão

  • Estima-se que cerca de 2 milhões de pessoas vivem com o autismo no Brasil, representando aproximadamente 1% da população nacional.
  • Nos Estados Unidos, segundo o relatório mais recente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), divulgado em abril de 2025, estima-se que 1 em cada 31 crianças de 8 anos seja diagnosticada com autismo, representando 3,22% da população nessa faixa etária.
  • Segundo o Censo Escolar 2023, o número de alunos com autismo matriculados nas escolas brasileiras cresceu 48% em relação ao ano anterior, totalizando 636 mil estudantes. ​ 
  • Apesar do aumento nas matrículas, uma pesquisa revelou que 55,1% das crianças autistas já sofreram preconceito na escola por serem autistas. ​

Esses dados evidenciam a necessidade urgente de promover a inclusão e combater o preconceito em todos os ambientes sociais.

Uma infância marcada pela resistência

Apesar dos desafios, o garoto hoje se comunica com muito mais desenvoltura. Sua história é, também, uma trajetória de superação, resiliência e amor familiar. Ainda assim, o episódio na igreja e outras situações similares deixam cicatrizes invisíveis.

“A luta contra o preconceito passa, necessariamente, pela informação. Quanto mais a sociedade conhecer sobre o espectro autista, menos espaço haverá para exclusões como essa”, acrescenta Jessika.

A história do menino é um reflexo de uma realidade enfrentada por muitas crianças autistas aqui no Brasil. É fundamental que instituições, educadores e a sociedade em geral façam uma reflexão sobre as barreiras (sociais, institucionais e afetivas) que impedem a verdadeira inclusão de crianças autistas e estejam preparados para acolher e incluir todas as crianças, respeitando suas particularidades e promovendo um ambiente de empatia e compreensão.​

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A Importância da Participação Política para a Construção de uma Sociedade Mais Justa https://campinashoje.com/a-importancia-da-participacao-politica-para-a-construcao-de-uma-sociedade-mais-justa/2024/13013/ Fri, 06 Dec 2024 12:36:12 +0000 https://campinashoje.com/a-importancia-da-participacao-politica-para-a-construcao-de-uma-sociedade-mais-justa/2024/13013/ por Ana Lopes e Gislaine Feitosa A participação política é um pilar essencial para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, igualitária e mais consciente dos seus direitos e deveres. Através dela, os cidadãos têm a oportunidade de influenciar as decisões que afetam suas vidas, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e seus interesses representados. […]

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por Ana Lopes e Gislaine Feitosa

A participação política é um pilar essencial para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, igualitária e mais consciente dos seus direitos e deveres. Através dela, os cidadãos têm a oportunidade de influenciar as decisões que afetam suas vidas, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e seus interesses representados.

Os meios de comunicação de massa, como rádio, jornal, televisão, internet, em um estado democrático de direito, são detentores de poder, porque concentram as informações, influenciando a opinião privada e pública, por isso é  fundamental para a democracia que o povo participe da política. Em uma sociedade democrática, o governo é eleito pelo povo e para o povo, e a participação cidadã é a maneira pela qual os indivíduos podem expressar suas opiniões e demandas. A participação ativa dos cidadãos na vida pública é um componente essencial da democracia, isso inclui votar em eleições, participar de consultas públicas, engajar-se em movimentos sociais e ser membro de partidos políticos ou outras organizações civis. 

A participação política amplia a representatividade e a inclusão nas decisões governamentais. Grupos historicamente marginalizados, como mulheres, minorias étnicas e pessoas com deficiência, podem utilizar a participação política para defender seus direitos e promover políticas públicas que atendam suas necessidades específicas.

Estamos em um processo de evolução constante e, hoje, com o acesso à internet, pela maioria das pessoas, especialmente os mais jovens, há um avanço em direção à participação política de grupos tidos como minoritários, o que, na verdade, são grupos que, em geral, são compostos por um número grande de pessoas (na maioria das vezes, são a maioria absoluta em números). 

Estudos mostram que a inclusão de diversas vozes nos processos políticos resulta em políticas mais equitativas e justas. Já podemos notar mudanças, ainda que poucas, nos movimentos populares, com mais acesso às informações e conhecimento que nos dá mais condições de participar, e criticidade da forma como os governantes estão se comportando diante dos fatos e das ações realizadas.

Atualmente o posicionamento se faz necessário, saber expor suas opiniões, participar de discussões, saber dialogar sobre assuntos distintos e com pensamentos diferentes é importante para a evolução, em todos os cenários. Não podemos mais concordar com falas preconceituosas,  que veicula estereótipos que reforçam abusivamente a discriminação e o preconceito, que estigmatizam pessoas e causam danos morais e sociais, e os movimentos sociais e civis tem desempenhado papel importante nesse avanço.

A participação ativa dos cidadãos também desempenha um papel crucial no combate à corrupção e na promoção da transparência governamental. Quando os cidadãos estão engajados e monitoram as ações do governo, tornam-se mais difíceis práticas corruptas e abusos de poder. Organizações da sociedade civil, como a Transparência Internacional, destacam que a participação pública é um mecanismo essencial para assegurar a responsabilidade dos governantes.

Uma sociedade onde a participação política é valorizada tende a ter um desenvolvimento social e econômico mais equilibrado. Políticas públicas mais justas e inclusivas promovem o bem-estar geral e reduzem as desigualdades. Por exemplo, a participação política das mulheres tem sido associada à melhoria nas áreas de saúde e educação, beneficiando toda a comunidade .

A participação política também está se expandindo para o ambiente digital. Plataformas online e redes sociais têm facilitado o engajamento político, permitindo que mais pessoas participem dos debates e das decisões políticas. Essas ferramentas digitais democratizaram ainda mais o acesso à informação e à participação, especialmente entre os jovens .

A participação política é vital para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Ela garante que todas as vozes sejam ouvidas e que as políticas públicas reflitam os interesses de toda a população. Promover a participação política ativa é um passo fundamental para fortalecer a democracia e assegurar um desenvolvimento mais justo e inclusivo para todos.

Promover a participação política é essencial para criar uma sociedade mais justa, onde todos os cidadãos têm a oportunidade de contribuir para o bem comum.

Caminhamos para um futuro mais promissor e mais expandido em que a participação política colabora para a construção de uma sociedade mais justa, que a  política seja assunto de interesse geral, que as pessoas não deixem de falar, conhecer e opinar, para que toda a sociedade, sem distinção, siga na esperança de que a participação seja constante e sempre pautada para o bem comum e a igualdade entre todos.

Ana Lopes é jornalista, palestrante, assessora de comunicação política e governamental, especialista em Políticas Públicas e sócia da AL9 Comunicação Política.

Gislaine Feitosa é assistente social, palestrante, coordenadora de desenvolvimento humano e organizacional, especialista em Ética e Responsabilidade Social.

 

Fonte: AL9 Comunicação

 

 

 

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Inclusão e Acessibilidade: Desafios e Conquistas das Pessoas com Deficiência https://campinashoje.com/inclusao-e-acessibilidade-desafios-e-conquistas-das-pessoas-com-deficiencia/2024/13011/ Thu, 05 Dec 2024 20:26:07 +0000 https://campinashoje.com/inclusao-e-acessibilidade-desafios-e-conquistas-das-pessoas-com-deficiencia/2024/13011/ Por Adriana Ramalho  Em uma sociedade que avança rapidamente em termos de tecnologia e inovação, a inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência (PCDs) ainda representam desafios significativos. Homens e mulheres com deficiência enfrentam barreiras diárias que vão desde a falta de infraestrutura adequada até a discriminação no mercado de trabalho. No entanto, é possível […]

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Por Adriana Ramalho 

Em uma sociedade que avança rapidamente em termos de tecnologia e inovação, a inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência (PCDs) ainda representam desafios significativos. Homens e mulheres com deficiência enfrentam barreiras diárias que vão desde a falta de infraestrutura adequada até a discriminação no mercado de trabalho. No entanto, é possível criar um ambiente mais inclusivo e acessível para todos. 

Em 2007, o Brasil se tornou signatário da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, um marco nas diretrizes do país acerca dessa população. Dentre os compromissos firmados desde então, estão:

– O respeito pela dignidade, pela autonomia individual e pela independência PcD;

– A não discriminação;

– Plena e efetiva participação e inclusão na sociedade;

– Igualdade de oportunidades;

– Respeito à diferença e aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade;

– Acessibilidade.

Como modo de assegurar os direitos da pessoa com deficiência, foi criado ainda o Estatuto da Pessoa com Deficiência, por meio da Lei nº 13.146/15, ou Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência.

De acordo com o módulo Pessoas com Deficiência, da Pnad Contínua 2022, do IBGE, a população com deficiência no país é estimada em 18,6 milhões de pessoas de 2 anos de idade ou mais, o que representa uma fatia de 8,9% do total populacional brasileiro

Entre essa população há dificuldades para acessar serviços básicos como educação, saúde e transporte público. As mulheres com deficiência, em particular, enfrentam desafios adicionais devido à interseção de gênero e deficiência, o que pode resultar em maior vulnerabilidade à violência e discriminação.

A falta de infraestrutura adequada é uma das principais barreiras enfrentadas por PCDs. Em muitas cidades brasileiras, calçadas esburacadas, rampas inadequadas e a ausência de elevadores em edifícios públicos e privados dificultam a mobilidade dessas pessoas. Embora a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência exija que espaços públicos e privados sejam acessíveis, a implementação ainda é lenta e desigual.

No âmbito educacional, a inclusão de estudantes com deficiência ainda é um desafio. Muitas escolas e universidades não possuem recursos suficientes para atender às necessidades desses alunos, como material didático adaptado e professores capacitados. No mercado de trabalho, apesar da Lei de Cotas (Lei nº 8.213/1991), que obriga empresas com 100 ou mais funcionários a preencherem de 2% a 5% de suas vagas com PCDs, a taxa de desemprego entre pessoas com deficiência é significativamente maior do que na população em geral.

Apesar dos desafios, há muitas iniciativas que buscam promover a inclusão e acessibilidade para PCDs. Organizações não governamentais, movimentos sociais e empresas estão liderando projetos inovadores.

No setor público, algumas cidades têm investido em transporte acessível, como ônibus equipados com elevadores e sistemas de áudio para orientação de deficientes visuais. Além disso, programas de capacitação profissional e inclusão digital têm proporcionado novas oportunidades para homens e mulheres com deficiência.

Como vereadora fui co-autora da Resolução nº 7/2017 da Câmara Municipal de São Paulo, que determina a obrigatoriedade de tradução para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) de todas as audiências públicas realizadas no parlamento paulistano ou fora dele. Além dos intérpretes de LIBRAS, as audiências públicas devem contar com legendas em tempo real, transmitidas em telão no local da audiência, utilizando estenotipia informatizada ou manual. Devem também oferecer o recurso da audiodescrição para contemplar pessoas cegas e com deficiência visual.  

O objetivo da Resolução é garantir a todos o direito à informação, promovendo a inclusão e o respeito e valorizando a pessoa com deficiência.

Em parceria com a senadora Mara Gabrilli realizei uma série de encontros para discutir a aplicação prática de Lei Brasileira de Inclusão na cidade de São Paulo, com representantes das três esferas do governo, sociedade civil, entidades representativas e parlamentares onde abordamos temas como: Educação, Saúde, Reabilitação, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo.

Dei prosseguimento aos projetos propostos por Mara Gabrilli, quando vereadora,  arquivados quando a mesma se tornou senadora.

Entre eles o PL 244/2007 Programa Ler para Crer (acervo acessível nas bibliotecas municipais), PL 630/2007 Programa Atende (Transporte Público), PL 457/2008 Responsabilização de concessionárias de serviços públicos por danos em calçadas, PL 16/2011 Núcleo Integrado de Saúde da Visão e PL 09/2009 Cuidador Voluntário de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Projetos estes que significaram avanços importantes para a inclusão de PCDs.

 Ainda apoiei projetos desenvolvidos pela Casa Hunter, que promove estudos, acolhimento e acesso a diagnóstico e tratamento para pessoas com doenças raras.

 Para avançar em direção a uma sociedade mais inclusiva, é fundamental que políticas públicas sejam efetivamente implementadas e fiscalizadas. A conscientização da sociedade sobre os direitos das PCDs também é crucial. Campanhas educativas e ações afirmativas podem ajudar a quebrar estigmas e promover a igualdade de oportunidades.

A inclusão de homens e mulheres com deficiência é uma responsabilidade coletiva que requer a colaboração de governos, empresas e cidadãos. Somente através de esforços conjuntos poderemos construir um futuro onde todos, independentemente de suas habilidades, tenham acesso pleno a seus direitos e oportunidades.

A luta pela inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência é contínua e multifacetada. Embora ainda haja muito a ser feito, as conquistas alcançadas até agora são um testemunho do poder da resiliência e da solidariedade. Ao promover uma sociedade mais justa e acessível, não apenas beneficiamos as PCDs, mas também enriquecemos a todos nós, construindo um mundo mais humano e equitativo.

Tenho como missão, pública e civil, inspirar ações e reflexões sobre a importância da inclusão e acessibilidade para todos. A mudança começa com a conscientização e se concretiza com ações práticas e comprometidas.

 

Adriana Ramalho é formada em Direito, é Política (vereadora em SP 2016/2020), ativista social e palestrante sobre combate a violência doméstica, alienação parental, empreendedorismo feminino, e saúde mental.

 

Fonte: AL9 Comunicação

 

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A cantora e escritora Jessika Gonçalez divide sua luta contra a fibromialgia. https://campinashoje.com/a-cantora-e-escritora-jessika-goncalez-divide-sua-luta-contra-a-fibromialgia-2/2024/13007/ Tue, 03 Dec 2024 20:29:05 +0000 https://campinashoje.com/a-cantora-e-escritora-jessika-goncalez-divide-sua-luta-contra-a-fibromialgia-2/2024/13007/ A cantora e escritora Jessika Gonçalez que em 2024 lançou 6 (seis) singles/videoclipes e 2 (dois) livros, divide sua luta contra a dor crônica. Ela é diagnosticada com fibromialgia, uma condição que causa dor muscular generalizada e fadiga, com desafios físicos e emocionais constantes.  Apesar das dificuldades impostas pela doença, Jessika transforma a dor em […]

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A cantora e escritora Jessika Gonçalez que em 2024 lançou 6 (seis) singles/videoclipes e 2 (dois) livros, divide sua luta contra a dor crônica. Ela é diagnosticada com fibromialgia, uma condição que causa dor muscular generalizada e fadiga, com desafios físicos e emocionais constantes. 

Apesar das dificuldades impostas pela doença, Jessika transforma a dor em uma força motriz para superar os limites e criar obras que refletem sua resiliência e profundidade emocional. Em seu livro Aceitando a Realidade, lançado em 2023, Jessika explora temas que ressoam profundamente com sua jornada pessoal. A obra aborda a superação, a aceitação e o autoconhecimento, reforçando a importância de se valorizar os processos que a vida nos apresenta, mesmo aqueles repletos de desafios. Para Jessika, aceitar a realidade não é sinônimo de desistir, mas de encontrar maneiras de crescer a partir das adversidades, um ensinamento que se traduz em sua luta diária contra a fibromialgia. Sua capacidade de enxergar propósito nas dificuldades inspira leitores a acolher suas jornadas individuais com coragem e determinação. 

Em 2024 no livro recém lançado “Mulheres sobre as Flores” , Jessika utiliza uma metáfora delicada e poderosa para conectar as mulheres às flores, destacando sua força e delicadeza. Assim como as flores enfrentam ventos, tempestades e períodos de seca, as mulheres carregam em si uma resistência extraordinária, sem perder a beleza e a singularidade de suas essências. O livro reflete não apenas a perspectiva sensível da autora, mas também sua habilidade em entrelaçar poesia e realidade, inspirando mulheres a reconhecerem seu valor e potencial transformador.  

“Jardim da Adoração” é uma obra que leva a uma jornada introspectiva rumo à descoberta de sua melhor versão. Com uma abordagem única e profunda, o livro explora os caminhos que cada indivíduo percorre e os propósitos que os guiam, convidando todos a refletirem sobre sua existência e conexão com o mundo ao seu redor. 

A síndrome, ainda pouco conhecida, ganhou destaque na imprensa mundial, despertando a curiosidade de muitos, quando a cantora americana Lady Gaga cancelou, de última hora, seu show no Rock in Rio em função da fibromialgia. A condição geralmente aparece entre as idades de 30 e 50 anos, mas pode surgir em qualquer momento da vida, inclusive em crianças e idosos. 

Não se sabe exatamente quantas pessoas são afetadas porque é uma condição difícil de diagnosticar. Não há um exame específico e os sintomas podem ser parecidos com uma série de outros problemas de saúde. Atualmente não existe uma cura, mas há tratamentos que podem aliviar alguns dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

Jessika, que hoje mora na Califórnia/EUA cancelou, neste ano, compromissos de shows e eventos: do lançamento dos livros, a sua ida ao Grammy Latino. De passagem nas mãos e malas prontas, a cantora não teve forças para se dirigir ao aeroporto e acabou cancelando sua participação. 

Em meio a sua luta, Jessika arruma forças para preparar seu novo EP “Livra de Mim” que virá com 5 canções em compostas em parceria com Flávio de Souza, seu produtor e marido. E que em breve estará disponível nas plataformas de música e no YouTube. 

A vida de Jessika Gonçalez é um testemunho de resiliência, coragem e fé nos próprios processos. Sua luta contra a fibromialgia não define quem ela é, mas destaca sua força em usar a dor como um catalisador para a criação artística e a conexão humana. 

Por meio de sua música e de suas palavras, ela não apenas compartilha sua jornada, mas ilumina o caminho de outros que enfrentam desafios semelhantes, provando que é possível florescer mesmo nos terrenos mais difíceis. 

Os livros da escritora estão disponíveis na Amazon, suas músicas em todas as plataformas digitais de música e os clipes em seu canal do YouTube. 

Siga Jessika Gonçalez nas Redes Sociais 

Instagram 

www.instagram.com/jessikagoncalez

Facebook

https://www.facebook.com/jessika.goncalez

Ouça suas músicas no Spotify 

https://spoti.fi/3ZoZNLI

Assista aos clipe no YouTube 

www.youtube.com/JessikOficial

Adquira os livros na Amazon

 https://amzn.to/3OoWiP4

 

Por Ana Lopes / AL9 Comunicação 

https://al9analopes.wixsite.com/al9comunicacao

https://instagram.com/al9comunicacao

 

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A cantora e escritora Jessika Gonçalez que em 2024 lançou 6 (seis) singles/videoclipes e 2 (dois) livros, divide sua luta contra a dor crônica. Ela é diagnosticada com fibromialgia, uma condição que causa dor muscular generalizada e fadiga, com desafios físicos e emocionais constantes. 

Apesar das dificuldades impostas pela doença, Jessika transforma a dor em uma força motriz para superar os limites e criar obras que refletem sua resiliência e profundidade emocional. Em seu livro Aceitando a Realidade, lançado em 2023, Jessika explora temas que ressoam profundamente com sua jornada pessoal. A obra aborda a superação, a aceitação e o autoconhecimento, reforçando a importância de se valorizar os processos que a vida nos apresenta, mesmo aqueles repletos de desafios. Para Jessika, aceitar a realidade não é sinônimo de desistir, mas de encontrar maneiras de crescer a partir das adversidades, um ensinamento que se traduz em sua luta diária contra a fibromialgia. Sua capacidade de enxergar propósito nas dificuldades inspira leitores a acolher suas jornadas individuais com coragem e determinação. 

Em 2024 no livro recém lançado “Mulheres sobre as Flores” , Jessika utiliza uma metáfora delicada e poderosa para conectar as mulheres às flores, destacando sua força e delicadeza. Assim como as flores enfrentam ventos, tempestades e períodos de seca, as mulheres carregam em si uma resistência extraordinária, sem perder a beleza e a singularidade de suas essências. O livro reflete não apenas a perspectiva sensível da autora, mas também sua habilidade em entrelaçar poesia e realidade, inspirando mulheres a reconhecerem seu valor e potencial transformador.  

“Jardim da Adoração” é uma obra que leva a uma jornada introspectiva rumo à descoberta de sua melhor versão. Com uma abordagem única e profunda, o livro explora os caminhos que cada indivíduo percorre e os propósitos que os guiam, convidando todos a refletirem sobre sua existência e conexão com o mundo ao seu redor. 

A síndrome, ainda pouco conhecida, ganhou destaque na imprensa mundial, despertando a curiosidade de muitos, quando a cantora americana Lady Gaga cancelou, de última hora, seu show no Rock in Rio em função da fibromialgia. A condição geralmente aparece entre as idades de 30 e 50 anos, mas pode surgir em qualquer momento da vida, inclusive em crianças e idosos. 

Não se sabe exatamente quantas pessoas são afetadas porque é uma condição difícil de diagnosticar. Não há um exame específico e os sintomas podem ser parecidos com uma série de outros problemas de saúde. Atualmente não existe uma cura, mas há tratamentos que podem aliviar alguns dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. 

Jessika, que hoje mora na Califórnia/EUA cancelou, neste ano, compromissos de shows e eventos: do lançamento dos livros, a sua ida ao Grammy Latino. De passagem nas mãos e malas prontas, a cantora não teve forças para se dirigir ao aeroporto e acabou cancelando sua participação. 

Em meio a sua luta, Jessika arruma forças para preparar seu novo EP “Livra de Mim” que virá com 5 canções em compostas em parceria com Flávio de Souza, seu produtor e marido. E que em breve estará disponível nas plataformas de música e no YouTube. 

A vida de Jessika Gonçalez é um testemunho de resiliência, coragem e fé nos próprios processos. Sua luta contra a fibromialgia não define quem ela é, mas destaca sua força em usar a dor como um catalisador para a criação artística e a conexão humana. 

Por meio de sua música e de suas palavras, ela não apenas compartilha sua jornada, mas ilumina o caminho de outros que enfrentam desafios semelhantes, provando que é possível florescer mesmo nos terrenos mais difíceis. 

Os livros da escritora estão disponíveis na Amazon, suas músicas em todas as plataformas digitais de música e os clipes em seu canal do YouTube. 

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Mudanças Climáticas: Um Desafio Global com Repercussões Locais https://campinashoje.com/mudancas-climaticas-um-desafio-global-com-repercussoes-locais/2024/12942/ Sat, 09 Nov 2024 13:02:21 +0000 https://campinashoje.com/mudancas-climaticas-um-desafio-global-com-repercussoes-locais/2024/12942/ Por Ana Lopes As mudanças climáticas têm se consolidado como um dos maiores desafios da humanidade no século XXI. O aquecimento global, a acidificação dos oceanos, e eventos climáticos extremos são algumas das consequências observadas, afetando ecossistemas, economias e sociedades em todo o mundo. No ano de 2024, esses efeitos têm se mostrado ainda mais […]

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Por Ana Lopes

As mudanças climáticas têm se consolidado como um dos maiores desafios da humanidade no século XXI. O aquecimento global, a acidificação dos oceanos, e eventos climáticos extremos são algumas das consequências observadas, afetando ecossistemas, economias e sociedades em todo o mundo. No ano de 2024, esses efeitos têm se mostrado ainda mais intensos e disseminados, tanto globalmente quanto no Brasil.

Mudanças Climáticas no Mundo em 2024

No cenário global, 2024 tem sido marcado por eventos climáticos extremos que reforçam a urgência de ações mais contundentes para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Entre os principais eventos, destacam-se:

Ondas de Calor Intensas: Regiões da Europa, América do Norte e Ásia têm experimentado ondas de calor sem precedentes, com temperaturas atingindo níveis recordes. Essas ondas de calor não apenas ameaçam a saúde pública, causando desidratação e aumento de mortalidade, mas também impactam a agricultura, reduzindo a produtividade de culturas essenciais.

Furacões e Tufões: A temporada de furacões no Atlântico e de tufões no Pacífico tem sido particularmente ativa. Tempestades mais intensas e frequentes causam destruição em comunidades costeiras, resultando em perdas econômicas significativas e deslocamento de populações.

Derretimento de Gelo Polar: As taxas de derretimento de gelo na Antártida e no Ártico continuam a aumentar, contribuindo para a elevação do nível do mar. Esse fenômeno ameaça cidades costeiras em todo o mundo, desde Miami e Nova York até Tóquio e Mumbai, onde milhões de pessoas vivem em áreas vulneráveis a inundações.

Secas e Escassez de Água: Muitas regiões da África, Oriente Médio e América do Sul estão enfrentando secas severas, exacerbando a escassez de água e alimentando conflitos por recursos hídricos. A redução da disponibilidade de água afeta a agricultura, a geração de energia e o abastecimento urbano.

Impactos das Mudanças Climáticas no Brasil em 2024

No Brasil, os efeitos das mudanças climáticas também têm se manifestado de forma intensa em 2024, com impactos diretos na vida cotidiana e na economia do país.

Desmatamento e Queimadas na Amazônia: A Amazônia continua a ser uma área crítica, com taxas de desmatamento e queimadas ainda elevadas. Em 2024, a destruição da floresta não apenas contribui para a emissão de gases de efeito estufa, mas também compromete a biodiversidade e os modos de vida das populações indígenas e tradicionais.

Seca no Nordeste: A região Nordeste do Brasil tem enfrentado uma das piores secas das últimas décadas. A escassez de chuvas afeta a agricultura de subsistência, a pecuária e o abastecimento de água para milhões de pessoas, agravando problemas socioeconômicos históricos na região.

Chuvas Extremas no Sudeste: Em contraste, o Sudeste do Brasil tem registrado eventos de chuvas extremas, levando a enchentes e deslizamentos de terra em áreas urbanas como São Paulo e Rio de Janeiro. Esses eventos climáticos extremos causam destruição de infraestrutura, perdas econômicas e riscos à vida humana.

Impactos na Agricultura: O setor agrícola, fundamental para a economia brasileira, está sendo diretamente afetado pelas mudanças climáticas. Alterações no regime de chuvas, aumento da temperatura e a ocorrência de pragas e doenças ameaçam a produção de culturas importantes como soja, milho e café.

A Necessidade de Ação Urgente

Os eventos de 2024 reforçam a necessidade urgente de ações globais e locais para mitigar os impactos das mudanças climáticas. A adoção de políticas de redução de emissões de gases de efeito estufa, o investimento em energias renováveis, e a implementação de estratégias de adaptação são essenciais para enfrentar esse desafio.

No Brasil, é crucial fortalecer a fiscalização ambiental, promover práticas agrícolas sustentáveis e investir em infraestrutura resiliente. Além disso, a conscientização e a mobilização da sociedade são fundamentais para impulsionar mudanças significativas.

As mudanças climáticas são uma realidade presente que exige resposta imediata e coordenada. Os eventos de 2024 demonstram que o tempo para agir é agora, tanto globalmente quanto no Brasil, para garantir um futuro sustentável e seguro para as próximas gerações. A colaboração entre governos, empresas e sociedade civil é essencial para enfrentar essa crise e construir um mundo mais resiliente.

Fonte: AL9 Comunicação

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Cabeleireiro Elder Farias chega ao Brasil para uma série de compromissos https://campinashoje.com/cabeleireiro-elder-farias-chega-ao-brasil-para-uma-serie-de-compromissos/2024/12912/ Fri, 25 Oct 2024 12:13:39 +0000 https://campinashoje.com/cabeleireiro-elder-farias-chega-ao-brasil-para-uma-serie-de-compromissos/2024/12912/ O cabeleireiro brasileiro que faz sucesso em Boston nos Estados Unidos, Elder Farias, desembarca no Brasil para uma agenda de compromissos, no Rio de Janeiro e em São Paulo.   Nos Estados Unidos desde 2018, o hair stylist é proprietário do Elder Farias Hair Salon em Massachusetts, onde é reconhecido como um dos cabeleireiros mais talentosos […]

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O cabeleireiro brasileiro que faz sucesso em Boston nos Estados Unidos, Elder Farias, desembarca no Brasil para uma agenda de compromissos, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

 

Nos Estados Unidos desde 2018, o hair stylist é proprietário do Elder Farias Hair Salon em Massachusetts, onde é reconhecido como um dos cabeleireiros mais talentosos de Boston.

 

Elder Farias é especialista e reconhecido como o embaixador do megahair – uma técnica de alongamento capilar que consiste em anexar mechas de cabelo aos fios naturais para aumentar o volume ou o comprimento. 

Considerado um cabeleireiro completo: corta, pinta, faz mechas e encaracolamento – especialista em  cabelos cacheados, loiros, hair station, alongamentos e prótese capilar masculina – tendo como carro chefe o megahair, é um profissional apurado em todas as técnicas.

Em seus multitalentos é ainda especialista em maquiagem artística e caracterização para teatro e cinema, estudando cores, traços, sombras e técnicas constantemente, usando a criatividade para estar em sintonia com a equipe de produção de cada projeto.

 

Elder desembarca no Brasil neste final de outubro para uma série de compromissos no Rio de Janeiro, onde atenderá clientes exclusivas, efetivará parcerias comerciais, dará o start para um documentário sobre sua trajetória e estudará o mercado para uma futura escola de profissionais do cabelo, que ele pretende abrir nos Estados Unidos e no Brasil.

Em São Paulo se reunirá com sua equipe de assessores, da AL9 Comunicação, para entrevistas, elaboração do roteiro do documentário, fotos, criação de conteúdo e acertos finais para a comemoração dos seus 25 anos como cabeleireiro.

 

O renomado cabeleireiro fica no Brasil por duas semanas, e retorna aos Estados Unidos onde tem agenda cheia até o final do ano e prepara para o início do próximo ano mudança para um novo salão, mais espaçoso e que oferecerá novos serviços para melhor atender seus clientes.

Ano que vem Elder volta ao Brasil para a gravação de seu documentário e a realização de uma série de palestras.

 

Siga Elder Farias nas Redes Sociais

http://www.instagram.com/elder_farias
https://www.facebook.com/elder.farias.39 

http://www.tiktok.com/elder_farias 

 

Por Ana Lopes | AL9 Comunicação 

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